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Belmonte: Avanço do mar causa novos estragos e praça é invadida por areia

9 outubro 2017 | 14:19

Foto: Divulgação

Os problemas decorrentes do avanço do mar não dão trégua em Belmonte, na Costa do Descobrimento. Nesta segunda-feira (09), um poste e várias árvores amanheceram derrubados pela força da água do mar. Segundo a TV Santa Cruz, durante a madrugada, o nível do mar subiu e invadiu uma das praças. Por conta do incidente, a Secretaria Municipal do Meio Ambiente colocou máquinas de obras para retirar a areia. Algumas casas também foram atingidas pela água, mas não há registro de desabrigados. Na cidade, uma das avenidas que sofreram com os efeitos da erosão em setembro, a Beira Mar, ficou ainda mais afetada. Ainda segundo a emissora, a erosão em Belmonte tem sido registrada há mais de um ano. No final do mês passado, o governo da Bahia reconheceu situação de emergência do município.

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Lagoa marginal do rio São Francisco seca e deixa 3 milhões de peixes mortos na Bahia

7 outubro 2017 | 0:10

Foto: Alberto Coutinho/ GOVBA

A Lagoa Itaparica, a maior lagoa marginal do Rio São Francisco passa atualmente pela sua quarta seca registrada nas últimas quatro décadas. Segundo informações da Folha de S. Paulo, o Ibama aponta que três milhões de peixes acabaram morrendo por conta do problema ambiental. A lagoa está localizada entre as cidades de Xique-xique e Gentio do Ouro, no norte da Bahia, e tem cerca de 2.200 hectares de extensão. A seca teria sido provocada por problemas hídricos e climáticos, incluindo o assoreamento. A Itaparica já chegou a ter seis metros de profundidade, mas nos últimos anos não vai além de um metro. Além disso, segundo a Folha de S. Paulo, a baixa vazão do rio São Francisco e a falta de chuvas também contribuem para o problema. A última seca registrada na lagoa foi em 2015.

Balanço do Inema aponta 28 praias impróprias ao banho para este fim de semana na Bahia

24 setembro 2017 | 6:36

Além de Salvador, há praias consideradas impróprias na Costa dos Coqueiros e na Costa do Cacau. Foto: Divulgação 

Um balanço divulgado nesta sexta-feira (22) pelo Instituto do Meio-Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) apontou 28 praias impróprias para este fim de semana na Bahia. Além de Salvador, praias da Costa dos Coqueiros, no litoral norte, e da Costa do Cacau, no sul do estado, foram consideradas imprtóprias pelo órgão. Segundo o Inema, a rede amostral de monitoramento da balneabilidade no estado atualmente é composta por 121 pontos, distribuídos em toda a costa baiana. As amostras de água para análises da balneabilidade são coletadas semanalmente, no período da manhã, em locais com maior concentração de banhista. De acordo com a resolução do Conselho Nacional do Meio-Ambiente (Conama), a praia é considerada imprópria quando mais de 20% das amostras coletadas em cinco semanas consecutivas apresentar resultado superior a 1.000 coliformes fecais ou 800 Escherichia coli por 100 mL de água; ou quando, na última coleta, o resultado for superior a 2.500 coliformes termotolerantes ou 2.000 Escherichia coli ou 400 enterococos por 100 ml de água. No período em que o tempo estiver chuvoso, as praias podem ser contaminadas por arraste de detritos diversos carregados das ruas através das galerias pluviais, podendo causar doenças. Além disso, é desaconselhável, ainda em dias de sol, o banho próximo à saída de esgotos, desembocadura dos rios urbanos, córregos e canais de drenagem. Confira as praias abaixo.

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Incêndio atinge margem de cachoeira em Rio de Contas

16 setembro 2017 | 20:12

Foto: Divulgação

Um incêndio atingiu a margem esquerda da Cachoeira Mocotó, na cidade de Rio das Contas, a 609 km de Salvador, na região da Chapada Diamantina, no domingo (10), e foi controlado pelo Corpo de Bombeiros desde a quarta-feira (13). O acompanhamento continua no local até o sábado (16), por conta do terreno ser seco, há risco de novos focos. Segundo o Corpo de Bombeiros, a área atingida possui nascente de rios. O perímetro fechado não foi determinado. O terreno está seco, por conta da pouca quantidade de chuva na cidade nos últimos dois dias, que não chegaram a atingir o local do incêndio. As causas das chamas não foram determinadas, a perícia do Inema foi encaminhada para determinar as causas. Segundo os Bombeiro, a população suspeita que o fogo tenha sido criminoso.

Bahia tem 19 praias impróprias para banho neste fim de semana

16 setembro 2017 | 7:46

Foto: Divulgação

Dezenove praias estão impróprias para banho na Bahia neste final de semana. Segundo balanço do Inema [Instituto do Meio-Ambiente e Recursos Hídricos], divulgado nesta sexta-feira (15), foram consideradas impróprias praias de Salvador, da Costa dos Coqueiros, no litoral norte, e da Costa do Cacau, no sul do estado. Em Salvador, as praias impróprias são: Tubarão, Periperi, Penha, Bogari, Pedra Furada, Ondina (situada próximo ao Morro da Sereia em frente ao Ed. Maria José), Rio Vermelho (próximo a escada de acesso à praia, em frente à igreja de Nossa Senhora de Santana), Amaralina, Pituba (em frente a escada de acesso à praia, em frente a Portinox, na Rua Paraíba), Armação, Boca do Rio, Corsário, Patamares, Piatã e Lagoa de Abaeté. No Litoral Norte, o banhista deve evitar a praia da Barra do Rio Pojuca. Já na Costa do Cacau, sul baiano, estão impróprias as praias do Marciano, do Malhado e do Cristo.  Conforme o Inema, uma resolução do Conselho Nacional do Meio-Ambiente (Conama) diz que a praia é considerada imprópria quando mais de 20% das amostras coletadas em cinco semanas consecutivas apresentar resultado superior a 1 mil coliformes fecais ou 800 Escherichia coli por 100 milímetros de água; ou quando, na última coleta, o resultado for superior a 2,5 mil coliformes termotolerantes ou 2 mil Escherichia coli ou 400 enterococos por 100 milímetros de água. 

Governo estuda privatizar operações da transposição do São Francisco, afirma ministro

31 agosto 2017 | 0:45

Foto: Divulgação

O governo quer privatizar as operações da transposição do Rio São Francisco. Segundo o ministro da Integração, Helder Barbalho, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) está elaborando o modelo de concessão à iniciativa privada, que deve ficar pronto em 2018. Uma das maiores obras de infraestrutura do país, o polêmico projeto leva água do rio em canais para vários estados do semiárido brasileiro. Com a privatização, os estados terão que pagar pela água. “A operação, que custa em torno de R$ 500 milhões ao ano para o governo, pode ser concedida. Mas é uma decisão que ainda está sendo analisada, não foi consolidada”, disse Barbalho, em entrevista ao site Poder 360. Ainda de acordo com o ministro, mesmo com a crise econômica no país, as obras de transposição são prioridade. “O foco é finalizar o que está sendo feito. A população sofre com racionamento no Nordeste, e parte do consumo da indústria está sendo direcionado para abastecer as residências. Nosso foco é garantir a parte estruturante da obra. E essa parte está acelerada”, assegurou.

Justiça Federal do DF suspende extinção imediata de reserva ambiental na Amazônia

30 agosto 2017 | 12:31

Foto: Reprodução

A Justiça Federal no Distrito Federal determinou a suspensão de todo e qualquer ato administrativo que regule a extinção da Reserva Nacional do Cobre e Associados (Renca), na Amazônia. A decisão do juiz Rolando Spanholo, da 21ª Vara Federal, é uma resposta ao decreto presidencial que anuncia a extinção da reserva e autoriza a exploração mineral em parte da área. De acordo com o G1, o magistrado argumenta que é inadequada a pretensão do governo federal e defende que o Congresso Nacional delibere sobre o assunto. A Renca foi criada em 1984 e possui alto potencial para exploração do ouro. A reserva fica na divisa entre o Sul e Sudoeste do Amapá com o Noroeste do Pará.

Governo publica novo decreto sobre área na Amazônia, mas mantém extinção de reserva

29 agosto 2017 | 0:34

Foto: Divulgação

O governo federal publicou em uma edição destra do Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira (28) um novo decreto com as regras para a exploração mineral na extinta Reserva Nacional do Cobre e Associados (Renca). Apesar das críticas à medida, o Palácio do Planalto manteve no novo texto a extinção da Renca, que compreende uma área de 47 mil quilômetros quadrados entre o Pará e o Amapá. O texto inicial havia sido publicado na última quarta-feira (23). Com decisão, o espaço fica liberado para a extração de ouro e outros minerais nobres. De acordo com o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, o novo decreto deixa mais claras as regras para exploração de minérios, preservando reservas ambientais e indígenas. O ministro exemplificou dizendo que quem tiver atuado na exploração mineral ilegal na reserva antes do decreto não poderá obter licença para exploração. O governo agora espera leiloar as áreas para empresas interessadas em explorar as reservas minerais. A Renca havia sido criada em 1984, ainda durante a ditadura militar.

Deputados pedem revitalização do Rio São Francisco com privatização da Eletrobras

25 agosto 2017 | 17:36

Foto: Divulgação

Um grupo de deputados federais baianos pediu que o presidente Michel Temer reserve espaço para revitalização do Rio São Francisco no modelo de privatização da Eletrobras. A demanda foi solicitada por José Carlos Aleluia (DEM), Benito Gama (PTB), Cláudio Cajado (DEM), Elmar Nascimento (DEM), Luciano Braga (PRB) e Paulo Azi (DEM), em reunião com o peemedebista e os ministros Henrique Meirelles (Fazenda), Antônio Imbassahy (Secretaria de Governo) e Eliseu Padilha (Casa Civil). Na audiência foi solicitado que o sistema hidrelétrico do São Francisco não tenha o mesmo tratamento que se está pensando para outras áreas do país quando a privatização da Eletrobras for implementada, porque o rio é de integração nacional e não pode ser considerado apenas rio de geração de eletricidade. Temer teria dito que o ministro Fernando Coelho Filho (Minas e Energia) mostrou a mesma preocupação e está trabalhando para uma solução sustentável e que inclua a Companhia de Desenvolvimento do Vale do São Francisco (Codevasf) e a Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf). 

Sama S.A. é condenada a pagar R$ 500 milhões para tratamento de contaminados por amianto

22 agosto 2017 | 17:28

Foto: Reprodução / Meio Ambiente

A empresa Sama S.A. (Minerações Associadas) foi condenada no último dia 18, pela Justiça Federal, ao pagamento de meio bilhão de reais por danos morais coletivos, após a contaminação de diversas pessoas com a extração da fibra natural amianto. Entre 1940 e 1967, a Sama explorou a fibra mineral na jazida de São Félix do Amianto, na região de Bom Jesus da Serra. Quando as atividades se encerraram, não foram adotadas medidas satisfatórias para mitigação dos efeitos do mineral nos habitantes da região, deixando resíduos que teriam contaminado um número indeterminado de pessoas, apontou o Ministério Público Federal (MPF) e o do Estado da Bahia (MP-BA). A maior parte dos afetados teriam sido os trabalhadores da mina, seus familiares e moradores do entorno. O valor será destinado aos municípios de  Bom Jesus da Serra, Poções, Caetanos e Vitória da Conquista, que devem adquirir equipamentos e construir unidades de saúde para tratamento de doenças associadas à exposição do amianto.

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