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Presidente da Assembleia no RJ é levado para depor pela PF; MPF quer prisão

14 novembro 2017 | 7:18

Foto: Divulgação

O deputado Jorge Picciani (PMDB), presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, e pai do ministro dos Esportes, Leonardo Picciani, é alvo de mandado de condução coercitiva na manhã desta terça-feira (14). A Polícia Federal cumpre também ordens  de prisão contra o filho do parlamentar, Felipe Picciani; o empresário Jacob Barata Filho; e o ex-presidente da Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado do Rio de Janeiro (Fetranspor). A operação cumpre ainda outros 35 mandados de busca e apreensão. Jorge Picciani é suspeito de receber propina da “caixinha” da Fetranspor – a informação foi repassada ao Ministério Público Federal por delação premiada do doleiro Álvaro José Novis. O líder do governo na Alerj, o deputado Edson Albertassi (PMDB), também é alvo da ação. Ele foi indicado pelo governador Luiz Fernando Pezão para o Tribunal de Contas do Estado (TCE) e, segundo o MPF, a medida pode ter sido uma manobra para que a organização criminosa retomasse os espaços perdidos no tribunal após os afastamentos de conselheiros determinados pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). O MPF aponta também que a indicação de Albertazzi seria uma forma de atrapalhar as investigações, já que após ocupar o cargo no TCE, a investigação passaria do Tribunal Regional Federal ao STJ. O deputado estadual Paulo Mello também seria levado coercitivamente para depor, mas ele não foi localizado em sua residência na manhã desta terça – o apartamento está vazio e foi colocado à venda. Mello foi secretário de Governo na gestão do governador Pezão.

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