Nomeada pelo presidente Donald Trump, dos EUA, como o “Dia de Libertação”, o republicano anunciou nesta quarta-feira (2) um “tarifaço” global sobre impostos de importação. Os produtos brasileiros serão taxados em 10%.
Segundo Trump, a medida é para implementar tarifas recíprocas a países que cobram taxa de importação de produtos americanos. Ele também anunciou tarifa de 20% sobre a União Europeia, 34% sobre a China e 46% sobre o Vietnã.
Direto da Casa Branca, Trump disse que a aplicação das tarifas aos outros países “é uma medida gentil” que tornará os “Estados Unidos grande novamente”.
O republicano fez críticas aos governos passados, em especial a administração de Joe Biden, por terem deixado outros países aplicarem elevadas taxas aos produtos norte-americanos, impactando a indústria nacional. Esses países, segundo Trump, “estão roubando” e “levando vantagem” dos EUA.
Em parecer de quatro páginas, o procurador-geral da República (PGR), Paulo Gonet, se manifestou contra a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pedida por dois advogados.
De acordo com o colunista Igor Gadelha, do Metrópoles, Gonet usou dois argumentos principais para se posicionar contra a aplicação da medida cautelar no ex-mandatário.
Gonet afirmou primeiramente que os dois advogados não poderiam apresentar a notícia crime diretamente ao STF, pois, segundo a jurisprudência da Corte, esse monopólio é do Ministério Público.
“Evidente, portanto, a ausência de capacidade postulatória dos noticiantes, uma vez que a opção pela representação criminal deve ser formulada perante a autoridade policial ou o Ministério Público, e não diretamente ao órgão judicial eventualmente responsável pelo julgamento do noticiado. Inegável, além disso, a flagrante ilegitimidade ativa dos requerentes para requerer medidas cautelares”, pontuou o PGR.
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Presente no evento de comemoração dos 60 anos do BC (Banco Central), em Brasília, nesta quarta-feira (2), a ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, disse ser inviável antecipar o 13º salário de aposentadorias e pensões em abril.
A decisão é do presidente Lula (PT) e caso haja a definição, o pagamento ficará para maio ou junho. A antecipação já havia sido confirmada pelo secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, no último dia 27.
O pagamento do 13º salário do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) será anunciado nos próximos dias. “Não dá para fazer [a antecipação] no mês de abril. É inviável. Nós temos as dificuldades. Todos os últimos anos foram maio e junho. Se houver essa decisão agora do presidente, nós estamos preparados para atendê-lo em relação a isso”, declarou Tebet.
Segundo Tebet, a decisão também tem que partir do ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, do ministro da Previdência Social, Carlos Lupi, ou do INSS, presidido por Alessandro Stefanutto. “Deixo para eles esse anúncio. Essa possível boa notícia”, pontuou.
O governo dos Estados Unidos divulgou, nesta segunda-feira (31), um relatório em que critica a política tarifária do Brasil sobre importações. O documento, elaborado pelo Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR), aponta restrições em setores como etanol, filmes, bebidas alcoólicas, telecomunicações, máquinas, equipamentos e carne suína, além de destacar a preferência dada a produtores nacionais.
O relatório deve servir de base para o novo pacote de tarifas prometido pelo presidente Donald Trump, previsto para ser anunciado nesta quarta-feira (2). Trump já declarou que pretende aplicar “tarifas recíprocas” a países que impõem impostos sobre produtos americanos. Ele tem se referido à medida como o “Dia da Libertação” dos EUA em relação a produtos estrangeiros.
O Brasil aparece em seis páginas do relatório, sendo descrito como um país que adota tarifas relativamente altas sobre uma ampla gama de setores, incluindo automóveis, tecnologia da informação, eletrônicos, produtos químicos, plásticos, máquinas industriais, aço e vestuário. A expectativa é que o novo pacote tarifário dos EUA tenha impacto direto nas relações comerciais entre os dois países.
por Neison Cerqueira
A ministra de Relações Instituições, Gleisi Hoffmann (PT), utilizou seu perfil oficial no X, antigo Twitter, para criticar a pressão feito por parlmentares bolsonaristas, que tentam pautar como projeto urgente o PL (projeto de lei) que anistia os presos do 8 de janeiro.
A oposição tem pressionado o presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB). O objetivo da aprovação do projeto seria para “livrar da prisão” o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que é acusado de planejar um golpe de Estado em 2022.
No X, Gleisi disse que os “interesses pessoais” do antigo chefe do Executivo não podem ser colocados acima dos “interesses do país”.
“A agenda do Congresso tem projetos que são realmente prioritários para a população, como a redução do IR [Imposto de Renda] para quem ganha até R$ 5 mil, a PEC 66 de interesse dos municípios e logo a PEC da Segurança Pública, além de muitos outros que não podem ser obstruídos nem adiados para satisfazer um réu que nem foi julgado ainda”, escreveu a petista.
Segundo Gleisi, votar o projeto ainda na fase inicial do julgamento de Bolsonaro no STF (Supremo Tribunal Federal) seria uma “afronta” para a Justiça brasileira. “Cumprir os ritos do devido processo legal, como vem fazendo o STF no Estado de direito que tentaram abolir, é um dever em defesa da democracia”.
por Vitor Silva
Preta Gil recebeu uma onda de apoio emocionante de famosos e fãs após anunciar, durante o programa Domingão do Faustão (Globo), que viajará para os Estados Unidos para iniciar uma nova fase no tratamento contra o câncer. A cantora compartilhou sua gratidão e resiliência, destacando que, apesar das dificuldades, sente-se amparada por sua família, amigos e médicos.
Entre os famosos que expressaram solidariedade, Paolla Oliveira disse: “Vai dar tudo certo”, e Talitha Morete reforçou com: “Já deu certo”. Letticia Muniz também enviou palavras de apoio, afirmando: “Pretinha, você é tão grandiosa em tudo! Não está só nunca! Estamos com você, e você vai vencer mais essa, já venceu”.
A onda de apoio também veio das redes sociais de anônimos, com mensagens de fé e carinho, como um fã que escreveu: “Torcendo pela recuperação total dela!” e outra pessoa que pediu a intercessão de Nossa Senhora de Nazaré, desejando bênçãos e cura para a artista.
Em seu discurso, Preta Gil falou sobre o processo difícil, mas expressou sua gratidão por ter o suporte necessário para enfrentar a doença com dignidade. Ela demonstrou uma grande força, dizendo: “Com o apoio da minha família, dos meus amigos, dos meus médicos, podendo me tratar com dignidade.”
O prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), voltou a criticar, nesta segunda-feira (31), o que classificou como uma tentativa da oposição de antecipar as discussões sobre as eleições de 2026. Durante a entrega da requalificação do Porto da Lenha, na Cidade Baixa, ele ironizou as recentes movimentações políticas e sugeriu que o ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), já estaria pensando em 2028.
“O ministro Rui Costa está tendo a sensação de que será rifado da chapa do ano que vem como senador. Aí, eu acho que ele já está em campanha para prefeito em 2028”, disse o prefeito, em tom sarcástico.
Além das críticas à antecipação do debate eleitoral, Bruno Reis também voltou a atacar o aumento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), “Eu quero lembrar que, de maior, só o ICMS da Bahia, que ele levou para o maior do Brasil”, afirmou o prefeito, reforçando sua posição contrária à medida.
O governo Lula deve começar a liberar nesta semana o bônus de 5 milhões de reais para cada parlamentar que votou a favor do projeto de lei do Orçamento deste ano, aprovado pelo Congresso em 20 de março. A informação é da coluna de Lauro Jardim, do jornal O Globo.
De acordo com a publicação, não se tratam de emendas parlamentares, como costuma acontecer nesse tipo de negociação. Desta vez, a bolada sairá da verba discricionária dos próprios ministérios. Deputados e senadores poderão indicar a destinação de sua cota do dinheiro.
O bônus foi acertado com as cúpulas das Casas do Congresso e os líderes de bancadas ainda em dezembro de 2024, quando, por lei, deveria ter sido aprovado o Orçamento para o ano seguinte.
À época, Alexandre Padilha, hoje na Saúde, ainda era o ministro da Secretaria de Relações Institucionais (SRI). Com o atraso da votação, a encarregada de garantir o cumprimento do trato é a nova ministra da pasta da articulação política, Gleisi Hoffmann.
Após um período de distanciamento e estranhamentos, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), e o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), ensaiam uma reaproximação visando as eleições presidenciais de 2026. É isto que indicam fontes próximas aos políticos.
Segundo as informações que correm pelos corredores, Bolsonaro e Caiado mantiveram uma chamada telefônica recentemente, onde demonstraram disposição para restabelecer o contato.
A reaproximação ocorre em um momento no qual Caiado busca se lançar candidato à presidência da República em 2026. O anúncio oficial de sua intenção de disputar o Planalto será feito em um evento marcado para a próxima sexta-feira (4), em Salvador.
Donald Trump voltou a mencionar a possibilidade de buscar um terceiro mandato como presidente dos Estados Unidos Em entrevista à rede americana NBC News neste domingo (30), o republicano sugeriu que há “métodos” para contornar o limite de dois mandatos imposto pela Constituição. Embora já tenha feito declarações semelhantes anteriormente, esta foi a primeira vez que disse que não está “brincando” sobre o assunto, acendendo o alerta sobre as tendências autoritárias do chefe de Estado.
Em entrevista à apresentadora do programa “Meet the Press”, Kristen Welker, Trump disse que “muitas pessoas” gostariam que ele disputasse um terceiro mandato. “Muitas pessoas querem que eu faça isso. Mas, no momento, minha preocupação é com o presente. Temos um longo caminho pela frente”, disse.
Qualquer tentativa de buscar um terceiro mandato entraria em conflito com a 22ª Emenda da Constituição, que determina: “Nenhuma pessoa poderá ser eleita para o cargo de presidente mais de duas vezes.”
Após a divulgação da entrevista, a Casa Branca reiterou que Trump está focado em seu atual mandato e afirmou que ainda é “muito cedo” para considerar tal possibilidade.