Brumado: Projeto de remanejamento de verbas do executivo é aprovado por unanimidade pelos vereadores — Brumado VerdadeBrumado Verdade Brumado: Projeto de remanejamento de verbas do executivo é aprovado por unanimidade pelos vereadores — Brumado Verdade
MENU
Seja Bem-vindo! Hoje é Sábado, 14 de Março de 2026
Publicidade:
Publicidade:

No Banner to display


Acessar
BLOG antigo


Nosso Whatsapp
77 99837-3618

Brumado: Projeto de remanejamento de verbas do executivo é aprovado por unanimidade pelos vereadores

15 agosto 2017 | 13:02

Professores acompanharam a votação do projeto do executivo. Foto: Nildo Freitas/Brumado Verdade

Na noite de segunda-feira (14), projeto polêmico entraram em pauta para votação na Câmara de Vereadores de Brumado. O projeto de lei 21/2017, de autoria do prefeito Eduardo Lima Vasconcelos, trata da aplicabilidade dos recursos advindos de precatórios do FUNDEF que, segundo administração municipal, trata de um aprimoramento técnico referente à autorização de se realizar alterações orçamentarias de remanejamentos, transposições e transferências de saldos entre categorias, fontes e órgãos, tudo em obediência à lei orçamentária 1.786/2016.  Sob os olhares atentos de alguns professores, que questionaram a referida aplicabilidade e a forma como o PL 21/2017 era conduzido. O presidente da Casa, vereador Leo Vasconcelos, iniciou a leitura do pequeno expediente, depois o grande expediente, e em seguida a votação do projeto. Finalizado este processo, o resultado foi que todas as indicações e projetos teriam sido aprovados por unanimidade.

Vereador se manifestou contra o projeto do executivo. Foto: Nildo Freitas/Brumado Verdade

Porém, o vereador José Ribeiro Neves (PT) citou que era claro o seu posicionamento contra o PL 21/2017 e que  Vasconcelos teria conduzido as votações de forma “camuflada e rápida”, pois ele não ouviu a referência a este projeto e, deste modo, não se levantou. Os ânimos entre os vereadores se exaltaram e, embora José Ribeiro tenha solicitado constar em ata o seu voto contrário, Léo Vasconcelos se recusou a fazê-lo, ressaltando que o petista havia “dormido no ponto” e por isso não ouviu o processo de votação, ao final, convocou outra sessão para segunda-feira (21).