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Brumado: Mesmo com Decreto de calamidade financeira, atual prefeito assumiu a gestão com quase R$ 32 milhões em caixa

1 fevereiro 2025 | 0:44

Foto: Nildo Freitas/Brumado Verdade

No dia 03 de janeiro de 2025, o atual gestor de Brumado, Fabrício Abrantes (Avante), publicou um Decreto (n° 016/2025) o qual o administrador declarou situação de calamidade pública administrativa e financeira no município. Segundo Abrantes, a medida foi motivada pelas graves deficiências de informações e documentos durante o processo de transição de governo, bem como pelo estado de conservação do patrimônio público municipal.

No entanto, o vereador de oposição Carlos Magno, o “Maguinho” (MDB) usou as redes sociais para provar que os cofres do município não estão vazios. Segundo o parlamentar, o montante total deixado pelo ex-prefeito Eduardo Lima Vasconcelos (Sem Partido) chega a R$ 31.334,231,98 (trinta e um milhões, trezentos e trinta e quatro mil, duzentos e trinta e um reais e noventa e oito centavos).

Conforme Maguinho, dos R$ 33 milhões, R$ 12 milhões são de recursos próprios do município. “Isso significa que o município tem esse recurso livre para gastar com o que ele quiser. Se quiser fazer o carnaval que tanto prometeu, pode fazer, e ainda sobra. Se quiser fazer doze quilômetros de asfalto dentro da cidade pode, patrolar estradas, e muito mais”, disse.

De acordo com o parlamentar, a crise financeira criada pelo atual gestor não é realidade em Brumado. “Essa crise financeira, esse tal decreto de calamidade foi só fachada. Porque o dinheiro está na conta como mostram os extratos que disponibilizei nas minhas redes sociais”, afirmou o parlamentar.

Ainda segundo o vereador, no primeiro mês de gestão, o prefeito estaria concedendo gratificações de valores elevados sem observar os critérios previstos em Decreto já publicado e com Inquérito Civil (nº 677.9.96184/2017), também já instaurado pela 1ª Promotoria de Justiça de Brumado.

De acordo com Maguinho, a prática, conhecida como Condições Especiais de Trabalho (CET) fere a igualdade de direitos e demonstra total desprezo pelo princípio da isonomia na administração pública. Ainda conforme o vereador, o montante de CET pagos aos servidores chegam a mais de R$ 1 milhão.