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A Nasa está acompanhando a trajetória do asteroide 2025 OW, que deve se aproximar da Terra na próxima segunda-feira (28). Com cerca de 67 metros de diâmetro — o equivalente a um prédio de mais de 20 andares —, o corpo celeste viajará a uma velocidade de 75.639 km/h e deve passar a aproximadamente 632 mil quilômetros do planeta.
Apesar da curta distância em termos astronômicos, a agência norte-americana classifica a passagem como segura e comum. Segundo os cientistas, não há risco de colisão, embora a aproximação seja considerada significativa.
Especialistas da Nasa explicam que encontros como esse são frequentes e fazem parte do comportamento natural do Sistema Solar. “Aproximações acontecem o tempo todo”, destacou Davide Farnocchia, do Centro de Estudos de Objetos Próximos à Terra (CNEOS), em entrevista à ABC News.
Mesmo que o asteroide colidisse com alguma área urbana, os danos seriam limitados, de acordo com estimativas preliminares da agência.
O Ministério de Relações Exteriores da China criticou nesta sexta-feira (11) a medida anunciada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de tarifar em 50% os produtos brasileiros importados pelo país.
Segundo matéria do CNN Brasil, a porta-voz do ministério, Mao Ning, defendeu, por meio de um comunicado, que a não interferência de países em assuntos internos de outras nações faz parte dos princípios fundamentais da Carta da ONU.
“Igualdade soberana e não interferência em assuntos internos são princípios fundamentais da Carta da ONU e normas básicas das relações internacionais. Tarifas não devem ser usadas como instrumento de coerção, intimidação ou interferência nos assuntos internos de outros países.”
A resposta foi dada por Mao Ning após ela ser questionada sobre as taxas anunciadas pelo republicano contra os produtos brasileiros.
Os ministros de finanças e os presidentes dos Bancos Centrais do Brics desaprovaram o aumento unilateral de tarifas que “distorcem o comércio” e são “inconsistentes com as regras da Organização Mundial do Comércio (OMC)”. Mesmo sem citar diretamente os Estados Unidos, a mensagem é uma referência clara às políticas tarifárias impostas pelo governo de Donald Trump desde o início do ano.
Segundo matéria da Agência Brasil, a declaração é parte do documento ministerial publicado neste sábado (5), ao fim do encontro no Rio de Janeiro que precede à Cúpula dos Líderes do Brics, no domingo (6) e segunda (7).
“Os membros do BRICS demonstraram resiliência e continuarão a cooperar entre si e com outros países para salvaguardar e fortalecer o sistema multilateral de comércio não discriminatório, aberto, justo, inclusivo, equitativo, transparente e baseado em regras, tendo a OMC como seu núcleo, evitando guerras comerciais que possam mergulhar a economia global em recessão ou prolongar ainda mais o crescimento contido”, diz o trecho do documento sobre o tema.
Além do documento ministerial, foram publicados outros dois documentos específicos sobre a revisão das cotas do FMI e de apoio à Convenção-Quadro da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre Cooperação Tributária Internacional.
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O presidente da Rússia, Vladimir Putin, classificou o Brics como uma das principais organizações internacionais da atualidade, com influência cada vez maior nos cenários político, econômico e tecnológico. A declaração foi feita por meio de um vídeo enviado neste domingo (6) à 17ª Reunião de Cúpula do bloco, realizada no Rio de Janeiro.
Segundo Putin, o grupo tem ampliado sua relevância global, com uma voz cada vez mais presente nos debates internacionais. “A autoridade e a influência do Brics aumentam a cada ano. É um dos principais grupos do mundo, e nossa voz é ouvida em alto e bom som no cenário internacional”, afirmou o mandatário.
No discurso, o líder russo também criticou a antiga ordem global centrada nos Estados Unidos e defendeu a consolidação de uma nova dinâmica internacional. “O modelo unipolar está se tornando coisa do passado. Um mundo multipolar mais justo está emergindo, enquanto o modelo de globalização liberal dá sinais de esgotamento”, declarou. Para ele, os países em desenvolvimento ganham protagonismo na economia global, impulsionando uma nova onda de crescimento.
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A Cúpula de Líderes do Brics começa neste domingo (6), na cidade do Rio de Janeiro, e contará com a presença de mais de 30 autoridades mundiais. O encontro será liderado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e reunirá tanto os países fundadores do bloco, quanto aqueles que entraram na recente ampliação, como Irã e Arábia Saudita.
Segundo matéria do Estadão, a reunião já possui ausências notáveis, como a do presidente chinês Xi Jinping, o que pode afetar os resultados esperados pelo Brasil. Já o presidente da Rússia, Vladimir Putin, que também não está no país por conta de um mandado de prisão emitido contra ele pelo Tribunal Penal Internacional (TPI) em 2023, participará do evento por videochamada.
Entre os líderes com presença confirmada estão o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi e os presidentes da África do Sul, Cyril Ramaphosa, da Indonésia, Prabowo Subianto, e da Etiópia, Abiy Ahmed.
Confira a lista completa das autoridades internacionais presentes na Cúpula do Brics;
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Israel está se preparando para encerrar sua campanha militar contra o Irã nos próximos dias, é o que afirmam autoridades do país, e de outros países árabes, ouvidas pelo jornal americano Wall Street Journal. A decisão ocorre dois dias após os Estados Unidos realizarem ataques às três principais instalações nucleares iranianas, o que fortaleceu o avanço israelense sobre os alvos.
Segundo matéria do InfoMoney, fontes do governo israelense dizem ainda que as Forças de Defesa do país devem concluir sua lista de alvos militares no Irã em breve. Com isso, espera-se a criação de uma janela para negociações. Ainda assim, a continuidade da operação dependerá da resposta de Teerã.
Autoridades americanas têm indicado a aliados árabes que Israel possui interesse em encerrar o conflito. Os EUA pediram que essa intenção fosse transmitida ao governo iraniano, que por sua vez afirmou não estar pronto para recuar, alegando a necessidade de responder aos ataques americanos.
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O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, disse que os Estados Unidos “cruzaram uma linha vermelha muito grande” ao bombardear instalações nucleares iranianas. O chanceler concedeu uma coletiva de imprensa neste domingo (22), em Istambul, na Turquia, após o ataque norte-americano neste sábado (21), e prometeu que o país vai reagir.
“A porta para a diplomacia deve permanecer aberta, mas esse não é o caso agora. […] Meu país tem sido atacado, agredido, e temos de responder com base em nosso legítimo direito à autodefesa”, afirmou.
O chanceler iraniano convocou uma reunião de emergência com o Conselho de Segurança da ONU. Ele ainda apelou ao Conselho de Governadores da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) para que o ataque americano seja formalmente condenado.
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O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, fez uma ameaça direta ao líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, neste sábado (14). Em declaração oficial, Katz afirmou que, se os ataques com mísseis contra civis israelenses persistirem, a capital iraniana, Teerã, será alvo de retaliação.
“O ditador iraniano está tomando os cidadãos iranianos como reféns, criando uma realidade na qual eles, e especialmente os moradores de Teerã, pagarão um alto preço pelos danos flagrantes infligidos aos cidadãos israelenses. Se Khamenei continuar disparando mísseis contra a retaguarda israelense, Teerã vai queimar”, declarou Katz.
Os comentários do ministro ocorrem após uma série de ataques do Irã contra Israel, que já deixaram três mortos. Segundo os serviços de emergência israelenses, dois civis morreram e 19 ficaram feridos após um míssil atingir casas próximas a Rishon Lezion, ao sul de Tel Aviv. Anteriormente, havia sido confirmada apenas uma morte.
Uma terceira vítima fatal foi registrada na cidade de Ramat Gan, a leste de Tel Aviv, após ser atingida por fragmentos de uma arma durante ataques ocorridos na madrugada deste sábado. Em meio à escalada, o chefe das Forças de Defesa de Israel (IDF) afirmou que o exército israelense deve retomar os bombardeios contra alvos em Teerã nos próximos dias.

Um asteroide recém-descoberto, nomeado 2025 KF, passou muito próximo da Terra na tarde desta quarta-feira (21), segundo informações do Laboratório de Propulsão a Jato (JPL) da NASA. A rocha espacial, com aproximadamente 16 metros de diâmetro, o equivalente a um prédio de quatro andares, chegou a cerca de 30% da distância entre a Terra e a Lua.
A maior aproximação ocorreu por volta das 14h30 (horário de Brasília), quando o asteroide cruzou o espaço a 115 mil quilômetros do polo sul terrestre, a uma velocidade de 41.650 km/h. Para os astrônomos, essa é considerada uma distância curta, embora sem risco de colisão.
O 2025 KF foi identificado apenas dois dias antes, na segunda-feira (19), por astrônomos do projeto Minor Planet Center, que atua no deserto do Atacama, no Chile.

Estados Unidos e China sinalizaram, neste domingo (11), avanços nas negociações para reduzir as tarifas comerciais impostas nos últimos anos. A rodada de conversas ocorreu durante o fim de semana, em Genebra, na Suíça, e reuniu autoridades de alto escalão dos dois países.
Apesar do tom positivo, nenhuma decisão prática foi anunciada até o momento. Segundo o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, houve progresso significativo nos diálogos.
“Estou feliz em informar que fizemos progressos substanciais entre os Estados Unidos e a China nas importantíssimas negociações comerciais”, declarou. Ele acrescentou que os detalhes das tratativas serão divulgados nesta segunda-feira (12) por meio de uma declaração conjunta.
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