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O Facebook removeu um bilhão de perfis falsos em cinco meses a fim de evitar interferências eleitorais por desinformação e este tipo de contas falsas. As exclusões aconteceram entre outubro de 2017 e março de 2018. A informação foi divulgada nesta quinta-feira (13), pelo fundador e CEO da empresa, Mark Zuckerberg, através de uma publicação em seu perfil na rede social. Zuckerberg afirmou que, no Brasil, 196 páginas administradas por 87 perfis falsos, que estariam disseminando notícias mentirosas e desinformação, foram removidas pelo Facebook. Entre os conteúdos excluídos estão páginas ligadas a apoiadores de Jair Bolsonaro (PSL), ao Movimento Brasil Livre (MBL) e a Flávio Rocha, ex-candidato à Presidência pelo PRB, que disseram que as remoções são censura à opinião política dos perfis que as mantinham. A nota escrita por Zuckerberg é a primeira de uma série que o executivo pretende publicar até o fim do ano.
Um terremoto de magnitude 7,1 foi registrado em Puerto Maldonado, no Peru, no início desta sexta-feira (24), a uma profundidade de 610 km, informou o Serviço Geológico dos Estados Unidos. Segundo o jornal O Globo, não houve relatos imediatos de danos, mas usuários de redes sociais disseram que os tremores foram sentidos por todo o país e chegaram até Arica, no norte do Chile. O Instituto Geofísico do Peru informou que o epicentro ocorreu num ponto na fronteira localizado na Reserva Natural do Parque Natural Purus. As localidades mais próximas do epicentro são Puerto Esperanza e Iñapari, na região de selva de Madre de Dios. Na cidade de Pucallpa, no noroeste, dois fortes impactos foram sentidos, de acordo com os posts no Twitter de vários moradores.

A cerimônia ocorreu no dia seguinte que eles deram a primeira entrevista onde os jovens contaram pela primeira vez sua experiência.. Foto: Divulgação
Os 12 adolescentes e o do time de futebol “Javalis Selvagens”, que ficaram mais de duas semanas presos em uma caverna no norte da Tailândia, participaram hoje (19) de uma cerimônia de ação de graças após passarem a primeira noite em casa depois de deixarem o hospital. Os meninos estiveram no início da manhã no templo Wat Pha That Doi Wao, em Mae Sai, na província de Chiang Rai, onde vivem vários deles, acompanhados de parentes. Eles participaram de um ritual destinado a garantir uma vida longa e próspera juntamente com o outro para, de acordo com a tradição budista, ganhar mérito em favor de Saman Kunan, o mergulhador tailandês que faleceu durante as operações de resgate. A cerimônia ocorreu no dia seguinte que eles deram a primeira entrevista onde os jovens contaram pela primeira vez sua experiência. Os adolescentes relataram que durante os nove dias que ficaram desaparecidos, chegaram a cavar em busca de uma saída e sobreviveram bebendo a água que escorria pelas paredes da caverna. Os jovens também descreveram como “milagroso” o momento em que foram encontrados pelos mergulhadores, o que iniciou uma complicada operação para tirá-los do local, que chegou a envolver mais de mil pessoas.

Os resgatados estão em quarentena para evitar alguma infecção, já que a saúde do grupo ficou fragilizada por um longo período de jejum forçado. Foto: Divulgação
O terceiro dia de resgate, nesta terça-feira (10), as equipes concluíram o trabalho de resgate com quatro meninos e o técnico de futebol que ainda estavam presos na caverna Tham Luang, no norte da Tailândia. De acordo com a Marinha tailandesa, eles passam bem. Oito crianças já tinham sido resgatadas desde o começo das operações, no domingo (08). O primeiro-ministro tailandês, Prayut Chan-o-chau, afirmou que os meninos receberam ansiolíticos antes de serem levados à superfície, conforme o jornal britânico “The Guardian”. As oito primeiras crianças trazidas para a superfície estão internadas no hospital da província de Chiang Rai, que fica a cerca de 70 km da caverna, mas passam bem. Os resgatados estão em quarentena para evitar alguma infecção, já que a saúde do grupo ficou fragilizada por um longo período de jejum forçado.
Autoridades tailandesas anunciaram que foi iniciada a operação de resgate dos 12 meninos presos e seu técnico presos em uma caverna inundada na Tailândia, onde estão há mais de duas semanas. Segundo as agências internacionais, autoridades informaram que a operação começou às 10h da manhã (horário local) -madrugada deste domingo (08), horário de Brasília- e tem previsão de durar ao menos onze horas a partir do resgate da primeira pessoa. Todos precisarão mergulhar para sair da gruta, que fica na província de Chiang Rai. A única maneira de retirá-los de lá é navegando por passagens escuras e apertadas, cheias de água barrenta e correntes fortes, e também sem muito oxigênio. Um ex-SEAL da marinha tailandesa desmaiou fazendo o mergulho nesta sexta-feira e morreu.

André Gallindo gravava uma reportagem quando um homem vestido com a camiseta do Flamengo interrompeu o trabalho. Reprodução / Globo
André Gallindo, um dos repórteres da TV Globo na Rússia, foi alvo de torcedores brasileiros do lado de fora do estádio Samara, nesta segunda-feira (02), depois da vitória do Brasil sobre o México por 2 a 0. O jornalista gravava uma reportagem quando um homem vestido com a camiseta do Flamengo interrompeu o trabalho e, depois de ser questionado, jogou cerveja em Gallindo. Um segundo torcedor, com a camiseta do Brasil, também jogou bebida no repórter e ainda o empurrou. Segundo informa o UOL, pessoas que presenciaram a situação disseram que os torcedores estavam aparentemente “alterados”. Gallindo relatou que ficou assustado com o ocorrido, mas passa bem.

Anúncio ocorreu após conversa entre presidente americano e braço-direito de líder norte-coreano na Casa Branca.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou que se encontrará com o líder norte-coreano Kim Jong-un no dia 12 deste mês em Singapura. A repórteres no gramado da Casa Branca, ele afirmou nesta sexta-feira (01) que estaria cometendo um erro se não seguisse adiante na cúpula sobre armas nucleares. “Acho que provavelmente será um processo muito bem-sucedido”, afirmou. O anúncio ocorreu após uma reunião entre o republicano e o braço-direito de Jong-un, Kim Yong-chol na residência oficial americana. A previsão era de que, no encontro, o representante entregasse a Trump uma carta escrita pelo presidente norte-coreano. Nesta quinta-feira (31), Yong-chol também conversou com o secretário de Estado americano, Mike Pompeo.
O presidente americano Donald Trump anunciou nesta terça-feira (08) que vai retirar os Estados Unidos do acordo nuclear com o Irã, assinado em 2015, durante o governo de Barack Obama. “Se eu permitir que esse acordo continue, logo haverá uma corrida de armas nucleares no Oriente Médio”, afirmou o presidente. O pacto foi estabelecido entre Irã, EUA e potências mundiais e recuou na maioria das sanções econômicas impostas a Teerã, desde que o país obedecesse determinações para limitar seu programa de armas nucleares. Trump falou ainda nesta terça-feira com o presidente da França, Emmanuel Macron, e com o líder chinês Xi Jinping sobre sua decisão. O gabinete de Macron afirmou que os dois conversaram sobre “paz e estabilidade no Oriente Médio”, mas não forneceu detalhes. O presidente francês é forte apoiador da manutenção do acordo e tentou persuadir Trump a manter a negociação durante visita a Washington em abril.
O ex-ministro chinês Sun Zhengcai foi condenado à prisão perpétua por suborno. Ele teria aceitado 170 milhões da moeda local, cerca de $ 26,7 milhões de dólares em subornos. Ele era o membro mais jovem do comitê político do Partido Comunista da China (PCC) e era cogitado como candidato ao Comitê Central permanente da direção do partido. Sun se declarou culpado e disse estar “arrependido”. Segundo a acusação, Sun aceitou ao longo de sua carreira dinheiro e presentes em troca da ajuda para o acesso a cargos públicos e contratos.

Saída do fundador Jan Koum é visto como algo negativo para o aplicativo de mensagens. Foto: Divulgação
O cofundador do WhatsApp Jan Koum anunciou a própria saída da empresa responsável pelo app de mensagens e também do conselho de administração do Facebook. Conforme o jornal estadunidense The New York Times, um dos mais influentes do planeta, a decisão é um duro baque e pode sinalizar um momento de apagar o mensageiro. Fontes do Facebook citadas pelo jornal norte-americano revelam que Koum estava cada vez mais preocupado com a forma como a tecnologia recolhe dados dos usuários. A ideia dele era afastar o WhatsApp deste cenário. A publicação alerta ainda que os membros do conselho do Facebook não se preocupam com questões de segurança e privacidade, e os colaboradores do WhatsApp temem que o aplicativo seja usado para recolher ainda mais dados. Durante a gestão de Koum, o WhatsApp compartilhou poucos dados com o Facebook, mas, com a saída dele, é provável que o Facebook tenha mais facilidade para reunir mais informações sobre os usuários, aponta o jornal. De acordo com dados do próprio grupo em 2017, o WhatsApp tem 1,5 bilhão de usuários ativos – que trocam cerca de 60 bilhões de mensagens diárias.