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A Acelen, empresa responsável pela administração da Refinaria de Mataripe, anunciou nesta quinta-feira (30) um reajuste de 9,2% no preço do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), o popular gás de cozinha. O aumento entra em vigor neste sábado (1º) e, segundo o Sindicato de Revendedores de Gás (Sindrevgás), pode elevar o valor do botijão entre R$ 7 e R$ 8.
Em Salvador, onde o preço médio do botijão era de R$ 154, o valor pode chegar a R$ 162.
Por outro lado, a Acelen informou que a gasolina e os combustíveis diesel S10 e S500 terão redução de preço.
Confira as novas tarifas:
– Diesel S10 – de R$ 3,99 para R$ 3,79 (-5%)
– Diesel S500 – de R$ 3,72 para R$ 3,67 (-1,2%)
– Gasolina – de R$ 3,16 para R$ 3,08 (-2,7%)
Em nota, a empresa destacou que os reajustes seguem critérios de mercado, levando em consideração fatores como o custo do petróleo, adquirido a preços internacionais, variação do dólar e despesas com frete.
“A empresa ressalta que possui uma política de preços transparente, amparada por critérios técnicos, em consonância com as práticas internacionais de mercado”, afirmou.

A Caixa Econômica Federal paga nesta quinta-feira (30) a parcela deste mês de janeiro do novo Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 9. O valor mínimo é de R$ 600, mas com o novo adicional sobe para R$ 673,62.
De acordo com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, o programa de transferência de renda do Governo Federal alcançará neste mês 20,48 milhões de famílias, com gasto de R$ 13,8 bilhões.
No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.
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O trabalho conjunto do Ministério da Previdência Social, da Polícia Federal (PF) e do Ministério Público Federal (MPF) evitou prejuízo de R$ 393,8 bilhões à Previdência Social em 2024. As perdas foram evitadas graças a 74 ações conjuntas da Força-Tarefa Previdenciária, sendo 52 operações especiais e 22 flagrantes.
O valor projetado, informou a Coordenação-Geral da Inteligência da Previdência Social (CGINP), considera pagamentos que poderiam ser efetuados a supostos beneficiários caso não houvesse a ação da força-tarefa no combate a esquemas criminosos. A informação é de uma reportagem da Agência Brasil.
No ano passado, foram cumpridos 344 mandados judiciais, dos quais 99 mandados de prisão (quatro contra servidores públicos) e um de afastamento das funções públicas. A força-tarefa também cumpriu 277 mandados de busca e apreensão. Em relação aos flagrantes, as ações resultaram em 33 prisões.
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O pagamento do abono salarial PIS-Pasep referente ao ano de 2025 começa no dia 17 de fevereiro para os nascidos em janeiro, segundo o calendário divulgado pelo Ministério do Trabalho e Emprego. A consulta aos valores será disponibilizada no dia 5 de fevereiro, e as quantias estarão disponíveis para saque até o encerramento do calendário, em 29 de dezembro deste ano.
Segundo matéria do Estadão, as datas foram definidas na 178ª reunião ordinária do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat), realizada no mês de dezembro de 2024. Como ocorre todos os anos, a ordem de pagamento é definida a partir da data de nascimento do beneficiário, sendo feito até agosto.
Com isso, os últimos a receber serão os nascidos em novembro e dezembro, que terão os valores à disposição a partir de 15 de agosto.
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O número de transações realizadas via Pix registrou a maior queda desde o lançamento do sistema, em novembro de 2020. A redução foi atribuída à desinformação gerada em torno de uma norma da Receita Federal, que passou a regulamentar o monitoramento de movimentações financeiras.
Segundo dados do Sistema de Pagamentos Instantâneos (SPI), entre os dias 4 e 10 de janeiro, foram efetivadas 1,25 bilhão de transações via Pix, uma redução de 10,9% em comparação ao mesmo período de dezembro. Esse recuo supera o registrado em janeiro de 2022, quando a queda foi de 7,5%.
Apesar do declínio, o Pix segue como o método de pagamento mais popular no Brasil, acumulando quase 6 bilhões de operações até o final de 2024, movimentando um total estimado em R$ 2,5 trilhões.
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O Banco do Nordeste (BNB) registrou, em 2024, movimentação superior a R$ 87 bilhões em transações com PIX, o sistema online de pagamento instantâneo. Na comparação com o ano anterior, houve crescimento de 38% no volume de recursos movimentados. Os valores consideram entradas e saídas de contas na Instituição realizadas em toda sua área de atuação, que engloba estados nordestinos e parte de Minas Gerais e Espírito Santo.
Houve crescimento também no número de operações. Foram mais de 190 milhões de transações via PIX realizadas no ano passado, frente aos 150 milhões registrados em 2023 – aumento de 27%.
De acordo com o diretor de Negócios do BNB, Luiz Abel Amorim, o crescimento das operações também reflete a estratégia acertada do Banco Central de criar uma ferramenta de inclusão financeira. O executivo destaca que, entre os pagamentos recebidos por clientes do BNB, mais de 53 milhões de transações foram com valores abaixo de R$ 100. “Antes, com TED e DOC, as tarifas para transações de baixo valor eram um impeditivo. O PIX, por não ter cobrança para pessoa física, tem permitido uma circulação mais eficiente do dinheiro, especialmente em compras pequenas”, diz.
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O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, desmentiu, na noite de quinta-feira (9), informações falsas que circularam nas redes sociais sobre a taxação de animais de estimação e a criação de um imposto sobre o Pix.
“Pessoal, vamos prestar atenção, está circulando uma fake news. Prejudica o debate público, prejudica a política, prejudica a democracia”, disse o ministro em vídeo publicado nas redes sociais.
“Essas coisas são mentirosas e às vezes elas misturam com uma coisa que é verdadeira para confundir a opinião pública”, criticou o ministro.
Haddad citou a importância de combater as fake news, que, segundo ele, prejudicam a política, a democracia e geram insegurança entre os cidadãos. “Fake news prejudica a democracia e traz uma série de inseguranças para as pessoas. Então fica ligado, deixe a mentira de lado”, concluiu.
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O governo convocou nesta quinta-feira (08) uma reunião extraordinária do Conselho Nacional de Previdência Social (CNPS) para discutir mudanças no teto de juros do consignado do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Os bancos estão contestando, junto ao Supremo Tribunal Federal (STF), o teto das taxas de juros do crédito consignado pelo INSS. Eles alegam que os reajustes prejudicam a oferta de crédito, já que, com a taxa básica de juros, a Selic, subindo, as taxas dos bancos acompanham o movimento e também aumentam.
Na última reunião de 2024, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decidiu elevar a taxa básica de juros do país, a Selic, de 11,25% ao ano para 12,25% ao ano. A próxima reunião do colegiado ocorrerá nos dias 28 e 29 de janeiro de 2025, e já há expectativa para uma nova alta.
Como existe um teto máximo estabelecido para os juros do crédito consignado pelo INSS, os bancos alegam que não estão conseguindo absorver essa taxa estipulada pelo governo e, consequentemente, acabam diminuindo a oferta de crédito aos aposentados e pensionistas.
O crédito consignado pelo INSS permite o desconto direto nos benefícios e é uma alternativa amplamente utilizada por aposentados e pensionistas. Atualmente, eles podem comprometer até 45% da renda mensal com essa modalidade, sendo 35% em empréstimos pessoais, 5% no cartão de crédito e 5% no cartão de benefício. Os prazos para pagamento podem chegar a sete anos.
A reunião desta quinta-feira contará com as seguintes presenças:

As famílias brasileiras gastaram R$ 49,3 bilhões com materiais escolares em 2024, o que representou um aumento de 43,7% ao longo dos últimos quatro anos. O valor é uma estimativa de pesquisa inédita do Instituto Locomotiva e QuestionPro. O levantamento mostra que essas compras impactam o orçamento de 85% das famílias brasileiras com filhos em idade escolar e que um a cada três compradores pretende parcelar para poder dar conta das despesas para o ano letivo de 2025.
Ao todo, foram realizadas 1.461 entrevistas com homens e mulheres com mais de 18 anos em todo o país. Os questionários foram aplicados entre 2 e 4 de dezembro.
O estudo mostra que a maioria dos pais e responsáveis de estudantes tanto da rede pública quanto da rede privada disseram que comprará materiais escolares para o ano letivo de 2025: 90% daqueles com filhos em escolas públicas e 96% daqueles com filhos em estabelecimentos privados.
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Em meio ao imbróglio do bloqueio das emendas parlamentares, o Partido Novo pediu, na terça-feira (31), que o ministro do STF Flávio Dino acabe com um “jeitinho” que o governo Lula teria encontrado para acalmar os ânimos de deputados e senadores. A informação é da coluna de Igor Gadelha, do portal Metrópoles.
Na peça, o Novo pede que Dino conceda uma medida cautelar suspendendo os pagamentos do programa do Ministério da Saúde “Atenção à Saúde da População para Procedimentos em Média e Alta Complexidade”.
O motivo, segundo a sigla, é que os recursos do programa estariam sendo usados pelo governo como compensação pelo não pagamento das emendas parlamentares, suspensas por decisão do próprio Flávio Dino.
“A destinação dessas verbas teria sido realizada de forma discricionária e sem critérios técnicos, em aparente violação às decisões deste Supremo Tribunal Federal sobre a necessidade de transparência e accountability no uso de recursos públicos, visando compensar perdas parlamentares decorrentes da suspensão das ’emendas de relator’ (RP9) e ’emendas de comissões’ (RP8)”, diz o partido no pedido da medida cautelar.
No pedido, assinado pelos advogados da legenda, o Novo afirma que o uso dos recursos do programa, de pagamento obrigatório, evidencia um “ardil” do governo federal para a formação de uma base parlamentar.
“O uso da RP1, para atender a pedidos de parlamentares, evidencia um ardil fabricado pelo governo federal, a fim de manter sob seu controle uma eventual base parlamentar para a aprovação de projetos de lei e propostas de emenda à Constituição de interesse do governo de ocasião”, afirma o Novo.