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Cientistas anunciaram nesta quarta-feira (6) a descoberta de um novo tipo do vírus da imunodeficiência humana, HIV, que causa a Aids.
Realizado pelo laboratório americano Abbott, o estudo foi publicado no jornal científico Journal of Acquired Immune Deficiency Syndromes (JAIDS) e representa a descoberta de uma nova cepa do vírus em quase 20 anos.
Denominada cepa L, ela se encontra no grupo M, que é uma das quatro subclasses existentes para o HIV e agora faz parte de outras dez cepas já identificadas, ao longo dos anos, por cientistas.
Uma das responsáveis pela pesquisa, a bióloga Mary Rodgers, da Abbott, informou, em entrevista para a Veja, que o estudo tem o objetivo de diminuir as pandemias de Aids pelo mundo e monitorar o vírus.
“Graças aos esforços da comunidade global da área da saúde nas últimas décadas, a meta de acabar com a pandemia de HIV está se tornando atingível”, declarou.

O pequeno Rodrigo nasceu sem olhos, nariz e parte do crânio em Portugal e abriu debate para negligência médica em Portugal após ser noticiado que o obstetra que acompanhou a gravidez – e que não detectou as más-formações – exercia a profissão apesar de ter quatro processos disciplinares abertos.
De acordo com o R7, o caso já está sendo investigado pelo Ministério Público português, após uma denúncia apresentada pela mãe da criança. Isso porque os pais foram atendidos durante toda a gravidez por este obstetra em uma clínica particular onde foram realizadas três ultrassonografias, mas em nenhuma delas o especialista percebeu más-formações no feto.
Além disso, eles realizaram uma ultrassonografia 5G e foram avisados que algo estava foram do comum. A família argumenta que levou esse diagnóstico ao obstetra anterior, que desmereceu a análise e garantiu que não havia nenhum problema.

Uma pediatra, identificada como Doutora Carla, que atende no Posto de Saúde, Unidade de Saúde da Família, Sede I, em Tanhaçu, sudoeste da Bahia, está sendo acusada de omissão de socorro pela tia de uma criança.
De acordo com a denunciante, que registrou o caso em vídeo, ao qual o Sudoeste Digital teve acesso, a médica teria recusado atender a criança. “A gente vai ter que ir ao hospital porque a médica não quer atender ele (sic)”. A tia não fala qual o problema da criança, que dorme em seus braços.
Em determinado momento a câmera registra a médica, sentado no consultório, tomando água e acessando o computador. “A médica está aqui, bebendo água, bem na boa, porque não quer atender meu sobrinho”, continua a mulher, com acriança nos braços. Em seguida, a médica tenta arrancar o celular da mulher, mas não consegue.
A médica então expulsa a mulher e fecha a porta. A gravação continua, mostrando a recepção repleta de pessoas, entre funcionários da unidade e mães de pequenos pacientes. Chorosa, a mulher desabafa: “Todo mundo aqui tá vendo, ó (sic). Ela não não quis atender meu sobrinho só porque a gente estava ali na porta. Eu tô filmando, eu tenho meu direito”, finaliza o vídeo, com duração de 39 segundos.
OUTRO LADO
A reportagem do Sudoeste Digital não obteve resposta da Prefeitura, responsável pela unidade de saúde, nem conseguiu localizar a pediatra. O Ministério Público e o Conselho Tutelar tomaram conhecimento do ocorrido, mas não informaram sobre as apurações, nem providências a serem adotadas. Veja o vídeo abaixo.

No dia 16 de maio, a aposentada Alba Cristina do Nascimento, de 53 anos, foi a primeira paciente do País a ser submetida a uma técnica que utiliza micro-ondas para remover tumores. Indicada para cânceres de fígado, rim, pulmão e ossos, a ablação por micro-ondas é apontada como uma opção para tratar lesões de forma menos invasiva e mais rápida, reduzindo o tempo de internação e preservando a função dos órgãos que recebem o tratamento.
O procedimento foi realizado no Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp) e o método já demonstrou que alcança resultados semelhantes aos obtidos em cirurgias, mas sem remoção de tecidos sadios. “Como trata os tumores com baixa invasividade, o paciente faz o tratamento e pode ir para casa no outro dia. Quem tem doença metastática muitas vezes, após a cirurgia, precisa de três meses de recuperação”, explica Marcos Menezes, coordenador-chefe do Serviço de Radiologia do Icesp e presidente da Sociedade Brasileira de Radiologia Intervencionista e Cirurgia Endovascular (Sobrice).
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O ginecologista e prefeito do município de Uruburetama (CE), José Hilson de Paiva (PCdoB), de 70 anos, foi denunciado por, pelo menos, 63 violações sexuais mediante fraude, o mesmo crime pelo qual responde o médium João de Deus.
A denúncia foi divulgada pelo Fantástico, na noite deste domingo (14/07/2019). Em todas as filmagens, o médico chama as vítimas de “bebê” enquanto abusada delas.
Conforme o dominical da TV Globo, os abusos ocorriam em dois consultórios do médico, sendo um deles na própria residência do profissional. O outro fica no hospital público da cidade, que tem cerca de 20 mil habitantes.
A revista digital ouviu seis vítimas do médico. Uma delas contou que foi abusada pela primeira vez aos 14 anos e disse só ter voltado a se consultar porque o prefeito é o único ginecologista da cidade.
Outras repetiram uma versão parecida: a de que José Hilson teria abocanhado os seios delas sob o pretexto de identificar se havia secreção nas mamas – que também se repete em praticamente todos os vídeos no qual ele aparece cometendo os abusos.

Agora que já foram concluídas as etapas formais para a criação do Consórcio do Nordeste, que visa representar os governos da região no âmbito jurídico, os membros começaram a debater os primeiros projetos. Um deles é firmar contrato com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), que exporta profissionais da área, a fim de retomar um programa nos moldes do “Mais Médicos”.
Segundo informações do blog Painel, da Folha de S. Paulo, o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), disse que eles já consultaram a identidade para fazer um contrato regional.
A organização rescindiu o acordo com o Brasil, logo após a eleição do presidente Jair Bolsonaro (PSL), no ano passado. O capitão fazia duras críticas ao programa, que tinha, em sua maioria, médicos cubanos atuando no Brasil. O problema é que o governo federal não deu conta de repor os profissionais nas unidades antes assistidas pelos estrangeiros. De acordo com a publicação, o New York Times estima que 28 milhões de brasileiros ficaram sem atendimento médico.

Cientistas da universidade de Tel-Aviv, em Israel, produziram, pela primeira vez, um coração com impressora 3D a partir de tecidos humanos. O feito abre portas para possíveis transplantes futuros, mas o órgão ainda é muito básico, segundo o diretor da investigação, Tal Dvir. O estudo foi divulgado nesta segunda-feira (15), na revista Advanced Science.
De acordo com matéria publicada no Estadão, o órgão está completo, vivo, palpita e foi feito com células e biomateriais do próprio paciente. “Fizemos uma pequena biópsia do tecido adiposo dele, removemos todas as células e as separamos do colágeno e outros biomateriais, as reprogramamos para que sejam células-mãe e logo as diferenciamos para que sejam células cardíacas e células de vasos sanguíneos”, detalhou Dvir.
Em seguida, os biomateriais foram processados para serem convertidos em biotinta, que permitiu imprimir as células. “O produto final, um coração de cerca de 3 centímetros, equivale ao tamanho de um rato ou um coelho, mas é muito básico”, destacou o professor.
Ainda de acordo com a matéria, as células podem se contrair, mas o coração completo não tem condições de bombear. É preciso, conforme explica o professor, desenvolver mais para que o órgão consiga ser transplantado para um ser humano.
O estudo almeja o caminho até a medicina do futuro, na qual os pacientes não terão que esperar por um transplante ou tomar remédios para evitar sua rejeição. Os órgãos necessários serão impressos, totalmente personalizados para cada paciente.

O governo federal autorizou reajuste de até 4,33% no preço dos remédios para 2019, já a partir deste domingo (31). O aumento está publicado em edição extraordinária do Diário Oficial da União (DOU), de sexta-feira (29), em decisão da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed). “As empresas produtoras de medicamentos poderão ajustar os preços de seus medicamentos em 31 de março de 2019, nos termos desta resolução”, diz o ato.
Diferentemente de anos anteriores, o reajuste em 2019 será linear para todos os tipos de medicamentos. Este ano, o aumento ficará um pouco acima da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). No acumulado de março do ano passado até fevereiro deste ano, esse índice foi de 3,89%.
O Ministério da Saúde explica em nota que o porcentual não é um aumento automático nos preços, mas uma definição de teto permitido de reajuste. Com isso, cada empresa pode optar por aplicar o índice total ou menor. “Será uma correção igualitária para os três grupos de insumos: os de maior concorrência, concorrência moderada e concentrada”, diz a pasta. De acordo com o ministério, mais de 12 mil apresentações de medicamentos são comercializadas no Brasil.

A síndrome de down (SD) é uma alteração genética produzida pela presença de um cromossomo a mais, o par 21, por isso também conhecida comotrissomia 21.
A SD foi descrita em 1866 por John Langdon Down. Esta alteração genética afeta o desenvolvimento do individuo, determinando algumas características físicas e cognitivas. A maioria das pessoas com SD apresenta a denominada trissomia 21 simples, isto significa que um cromossomo extra está presente em todas as células do organismo, devido a um erro na separação dos cromossomos 21 em uma das células dos pais. Este fenômeno é conhecido como disfunção cromossômica.
O diagnóstico da SD se realiza mediante o estudo cromossômico (cariótipo), através do qual se detecta a presença de um cromossomo 21 a mais. Este tipo de análise foi utilizado pela primeira vez em 1958 por Jerome Lejeune.
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O extrato da casca da jabuticaba tem capacidade de reduzir a gordura e inflamação no fígado, além de prevenir o pré-diabetes, de acordo com pesquisa do Instituto de Biologia da Unicamp (IBUnicamp). A partir de estudos em ratos idosos, a equipe concluiu que doses do extrato do fruto aumentaram os índices do colesterol bom (HDL), diminuíram a hiperglicemia, além de trabalhar como um aliado do metabolismo de lipídeos (moléculas de gordura). Esses são alguns fatores relacionados ao pré-diabetes. Segundo o G1, a pesquisa durou quatro anos e foi coordenada pela professora do IBUnicamp Valéria Helena Alves Cagnon Quitete. A pesquisadora explicou que os testes foram realizados em camundongos envelhecidos porque são mais vulneráveis ao pré-diabetes e outras alterações hormonais. Os pesquisadores pontuaram, no entanto, que ainda não há um prazo para que o extrato da casca de jabuticaba seja utilizado em humanos.