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De acordo com o colunista do Metrópoles Igor Gadelha, a reunião bilateral entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Joe Biden nesta quarta-feira (20), em Nova York, foi além do pacto em defesa de melhores condições de trabalho. Segundo apurou Gadelha, os presidentes do Brasil e dos Estados Unidos também conversaram sobre a situação na Venezuela e no Haiti e sobre a guerra na Ucrânia.
O colunista afirma que sobre o Haiti, por exemplo, Biden reforçou o pedido para que o Brasil apoie uma nova missão internacional naquele país, algo que o governo Lula resiste a apoiar. O Brasil, vale destacar, costuma ser lembrado pelos americanos por ter liderado o braço militar da missão que ficou no Haiti por 13 anos, de 2004 a 2017.
Ainda segundo o Metrópoles, sobre a guerra na Ucrânia, Lula reforçou a defesa pela paz, enquanto o presidente americano expressou preocupação com os efeitos do conflito sobretudo nas áreas de segurança alimentar e energética. Já sobre a situação na Venezuela, Biden ressaltou que os Estados Unidos têm aliviado as sanções ao país na medida em que são concretizadas ações para restaurar a democracia venezuelana.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta terça-feira (19), que o combate às mudanças climáticas e à desigualdade são os principais desafios a serem vencidos pelos líderes mundiais. Ao abrir o debate de chefes de Estado da 78ª Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), em Nova York, ele lembrou da primeira vez que participou do evento, em 2003.
“Volto hoje para dizer que mantenho minha inabalável confiança na humanidade. Naquela época, o mundo ainda não havia se dado conta da gravidade da crise climática. Hoje, ela bate às nossas portas, destrói nossas casas, nossas cidades, nossos países, mata e impõe perda e sofrimento aos nossos irmãos, sobretudo aos mais pobres”, disse Lula.
Ele expressou condolências às vítimas do terremoto no Marrocos e das tempestades que atingiram a Líbia e o estado do Rio Grande do Sul, no Brasil. Segundo o presidente, para vencer as desigualdades, é preciso vencer a resignação e a falta vontade política daqueles que governam o mundo.
“A fome, tema central da minha fala neste Parlamento mundial 20 anos atrás, atinge hoje 735 milhões de seres humanos que vão dormir esta noite sem saber se terão o que comer amanhã. O mundo está cada vez mais desigual. Os dez maiores bilionários têm mais riqueza que os 40% mais pobres da humanidade”, acrescentou.
Este ano, o tema do debate geral é “Reconstruir a confiança e reacender a solidariedade global: acelerando ações para a Agenda 2030 e seus Objetivos de Desenvolvimento Sustentável rumo à paz, prosperidade, ao progresso e à sustentabilidade para todos”. No debate geral, os chefes dos Estados-membros da ONU são convidados a discursar em uma oportunidade para apontar suas visões e preocupações diante do sistema multilateral.
Cabe ao governo brasileiro fazer o primeiro discurso da Assembleia Geral das Nações Unidas, seguido do presidente dos Estados Unidos. Essa tradição vem desde os princípios da organização, no fim dos anos 1940.
Esta é a oitava vez que o presidente Lula abre o debate dos chefes de Estado. Ao longo de seus dois mandatos anteriores, ele participou do evento todos os anos entre 2003 e 2009. Em 2010, foi representado pelo então ministro das Relações Exteriores e atual assessor especial da Presidência, Celso Amorim.
O presidente desembarcou em Nova York na noite do último sábado (16), onde participou de reuniões com empresários e autoridades estrangeiras. Amanhã (20), ele se encontrará com o presidente da Ucrânia, Volodimir Zelensky. Lula será recebido ainda pelo presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, com quem lançará uma iniciativa global para promoção do trabalho decente. (Com informações da Agência Brasil)

O Brasil assumirá a presidência do G20 pela primeira vez na história e, logo após as festividades do 7 de Setembro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) parte rumo a Nova Deli, na Índia, para participar da 18ª Cúpula do bloco, que engloba as principais economias do mundo. Na ocasião, à frente do foro internacional, o mandatário brasileiro deve pautar ações usando como fio condutor três eixos principais, caros à diplomacia do governo Lula: proteção à Floresta Amazônica e contenção das mudanças climáticas; combate à fome e desigualdade; e nova governança global, com reformas em organismos multilaterais, como a Organização das Nações Unidas (ONU).
“Semana que vem irei para a Índia, no encontro do G20. Um encontro importante para o Brasil. Eu vou lá para discutir com ele uma coisa que me incomoda: a desigualdade. Desigualdade de gênero, racial, no acesso à saúde e à educação. É preciso que esse mundo seja mais justo”, adiantou o presidente na sexta-feira (1º).
Além de o protagonismo em vários foros internacionais – conforme ressalta o Metrópoles, o Brasil também ocupa a presidência do Mercosul, bloco com Argentina, Paraguai e Uruguai; sediou a Cúpula da Amazônia e é peça-chave em ações regionais na América do Sul – contribuirá com o avanço em pautas propostas pelo atual governo.
As agendas, contudo, esbarram nos desafios impostos por orientações políticas e engajamento de lideranças de outros países, que atuam conforme as próprias prioridades.
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Os presidentes dos países amazônicos divulgaram, nesta terça-feira (8) a Declaração de Belém, documento que consolida a agenda comum entre os oito países signatários do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA) para a região. A declaração, assinada durante o primeiro dia da Cúpula Amazônica, apresenta os pontos consensuais de Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela, tendo por base “aportes da sociedade civil” destacados durante o Seminário sobre Desenvolvimento Sustentável da Amazônia, que ocorreu no mês de maio em Brasília, e de órgãos do governo federal.
A Declaração de Belém contém 113 objetivos e princípios transversais, compromissados pelos países signatários. A OTCA exercerá papel central na execução da nova agenda de cooperação amazônica. A íntegra da Declaração foi divulgada pelo Ministério das Relações Exteriores brasileiro. Coube ao governo brasileiro, na condição de anfitrião da Cúpula, apresentar um texto-base, posteriormente analisado e ajustado pelos demais países.
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Conforme prometido no fim de semana, o bilionário Elon Musk implementou uma nova identidade para o Twitter, substituindo o pássaro azul pelo “X” característico de seus empreendimentos, em um fundo preto.
“Nossa sede esta noite”, escreveu Musk na legenda de uma foto publicada na rede social, na qual aparece o novo logo projetado na fachada da empresa, nos Estados Unidos.
A mudança havia sido anunciada pelo bilionário no domingo (23). “Em breve, devemos dizer adeus à marca Twitter e, gradualmente, todos os pássaros”, disse ele, que na ocasião prometeu implementar a nova marca em seguida, caso alguém publicasse uma boa solução.
Desde que comprou o Twitter, Elon Musk vem realizando uma série de mudanças controversas, incluindo limite diário de leitura e o selo azul pago.

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, disse nesta sexta-feira (28) que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva quer se encontrar com ele em breve para discussões sobre o clima.
“Lula do Brasil quer se reunir comigo em breve porque vocês sabem que há mais carbono absorvido do ar na Amazônia do que todo o carbono admitido nos Estados Unidos anualmente”, disse Biden em um evento de campanha. Biden não disse quando ou onde será o encontro com Lula.
Em junho, Lula divulgou um plano para cumprir a promessa de eliminar o desmatamento ilegal na Amazônia, a maior floresta tropical do mundo, até 2030. Os dois presidentes estarão em Nova York para a Assembleia Geral das Nações Unidas, em setembro, e devem discursar no mesmo dia.

O presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT) desembarcou neste domingo (16), em Bruxelas, capital da Bélgica, onde irá participar da Cúpula da Comunidade dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac) e da União Europeia. Ao todo, cerca de 60 líderes estrangeiros dos países componentes dos blocos são esperados para o encontro, que ocorrerá oficialmente na segunda (17) e na terça-feira (18).
A delegação brasileira levará à cúpula propostas de estímulo à cooperação mútua nas áreas ambiental, energética e de defesa, além do combate à fome e aos crimes transnacionais. A última vez em que a cúpula foi realizada foi em 2015. Embora não figurem entre os principais temas da 3ª Cúpula Celac-União Europeia, as negociações para conclusão do acordo de livre-comércio entre os países do bloco europeu e do Mercosul podem ser objeto das conversas. Compõem o Mercosul a Argentina, o Brasil, o Paraguai e o Uruguai.

Os EUA informaram neste domingo (09) uma operação militar do país que matou um líder do Estado Islâmico na região leste da Síria. Segundo informações do comando americano, o ataque foi feito com drones. O líder Usamah al-Muhajir comandava um grupo terrorista no leste da Síria.
Segundo o G1, os EUA intensificaram os seus ataques contra suspeitos do Estado Islâmico nos últimos anos. O resultado de ofensiva levou à morte ou a prisão dos mentores do grupo. Em 2019, o autoproclamado ‘califa de todos os muçulmanos’, conhecido como Abu Bakr al-Baghdadi foi morto em uma investida americana. Baghdadi adotou o título como um sucessor do profeta Maomé, mesmo que a comunidade não o tenha reconhecido.
Atualmente, os EUA afirmaram que o Estado Islâmico continua sendo uma ameaça, e que tem outros membros sobreviventes como alvo. O grupo terrorista chegou a controlar um terço do Iraque e Síria, em 2014.

A fome é um problema que atinge um quinto das famílias chefiadas por pessoas autodeclaradas pardas e pretas no Brasil (20,6%). Esse percentual é duas vezes maior quando comparado ao de famílias comandadas por pessoas brancas (10,6%). Os dados, divulgados nesta segunda-feira (26), são referentes ao período entre novembro de 2021 e abril de 2022. Eles fazem parte do 2º Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia da Covid-19 no Brasil (II Vigisan).
No total, 33,1 milhões de pessoas foram impactadas pela fome no país. Aqueles que se enquadram em determinados recortes de raça e gênero estão mais vulneráveis. Os lares chefiados por mulheres negras representam 22% dos que sofrem com o problema, quase o dobro em relação aos liderados por mulheres brancas (13,5%).
“A situação de insegurança alimentar e de fome no Brasil ganha maior nitidez agora. Precisamos urgentemente reconhecer a interseção entre o racismo e o sexismo na formação estrutural da sociedade brasileira, implementar e qualificar as políticas públicas, tornando-as promotoras da equidade e do acesso amplo, irrestrito e igualitário à alimentação”, diz a professora Sandra Chaves, coordenadora da Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Penssan).
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O ex-presidente Donald Trump afirmou que pretende continuar como pré-candidato à reeleição. Em entrevista ao site Politico, o empresário afirmou que “nunca vai desistir” da corrida pela presidência, mesmo após a abertura de uma investigação contra ele por retirada de documentos confidenciais da Casa Branca.
“Olha, se eu tivesse que sair, teria saído antes da corrida de 2016. Aquela foi difícil. Em teoria, ela não era possível”, disse Trump ao portal.
“Eu não fiz nada de errado. Ninguém quer ser indiciado. Eu não quero ser indiciado. Nunca fui indiciado. Passei a vida toda, agora sou indiciado a cada dois meses. Tem sido político”, declarou o magnata.
Donald Trump foi notificado pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos sobre a abertura de uma investigação que apura uma suposta retirada de documentos confidenciais da Casa Branca, encontrados na casa do empresário, na Flórida.
Na sexta-feira (9), Trump foi indiciado por violar a Lei de Segurança Nacional e conspirar para obstruir a Justiça dos EUA. Ao todo, o empresário acumula 37 acusações. A expectativa é de que Donald Trump compareça ao tribunal na terça-feira (13), em Miami. “São bandidos e degenerados que estão atrás de mim”, atesta Trump.