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A Miss Teen Universo Lotte Van Der Zee, 19 anos, morreu na última quarta-feira (6), após sofrer um ataque cardíaco. A informação foi divulgada pela família da modelo nessa sexta-feira (08). De acordo com a revista Quem, Lotte estava em viagem com a família na Áustria.
Os pais da modelo, Bert van der Zee e Eugeniek van het Hul, lamentaram a perda. “Nossa pérola, nosso tudo, faleceu na noite de quarta-feira, 6 de março, às 22h47”, eles colocaram o post com uma foto de Lotte. “É incrivelmente surreal que nossa querida Lotte não esteja mais perto de nós. Nossos corações estão realmente partidos.”
A família contou ainda que “Lotte começou a se sentir mal durante o período da tarde. Atingiu rapidamente a parada cardíaca súbita”. A jovem morreu um dia antes de completar 20 anos. Em 2017, ela conquistou o título de Miss Teen Universo.

Mark Zuckerberg, presidente-executivo do Facebook, anunciou na quarta-feira (6) que as mensagens do Messenger, do WhatsApp e do Instagram serão integradas em um canal de comunicações “focado em privacidade”.
De acordo com o texto publicado na rede social, a empresa permitirá que usuários enviem mensagens para seus contatos usando qualquer um dos serviços do Facebook. A interoperabilidade será estendida também ao SMS, muito utilizado nos EUA. Segundo Zuckerberg, o usuário poderá manter as contas separadas se desejar. “Acredito que uma plataforma de comunicações com foco em privacidade se tornará mais importante do que as plataformas abertas de hoje.”
Em um discurso que cita privacidade 25 vezes -comportamento esperado diante do escrutínio que a empresa enfrenta de reguladores -Zuckerberg destaca que a troca de mensagens será mais segura. A mudança, sem data para acontecer, fortalecerá interações privadas, criptografia, interoperabilidade e armazenamento seguro. Sobre o último ponto, Zuckerberg diz o Facebook não guardará dados confidenciais de usuários em países que atacam direitos como privacidade e liberdade de expressão.

O diretor do hospital Délio Tupinambá, Alshelldson de Jesu, disse que o cenário da fronteira entre o Brasil e Venezuela é de “guerra”. Só, neste sábado (23), a unidade de saúde recebeu oito pacientes baleados em estado grave.
“É um cenário de conflito, de guerra. O clima que estamos percebendo aqui, é o de guerra”, disse, em entrevista ao portal G1
O diretor afirmou que desde 2015, quando Roraima passou a receber um grande e crescente número de imigrantes, que o hospital não trabalhava com um fluxo tão atípico de pacientes venezuelanos.

O autoproclamado presidente interino da Venezuela, Juan Guaidó, o chanceler brasileiro, Ernesto Araújo, e o presidente da Colômbia, Iván Duque, defenderam na manhã deste sábado (23) que a Venezuela aceite ajuda externa. Depois de pronunciamento conjunto na cidade de Cúcuta, na Colômbia, Guaidó partiu em direção ao país acompanhando comboio com mantimentos para tentar furar o bloqueio de Maduro.
Os dez caminhões na fronteira com a Colômbia se preparam para deixar a cidade em direção à Venezuela.
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O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, disse nesta quinta-feira (21) que vai fechar a fronteira do país com o Brasil. A informação foi divulgada pela Telesur, emissora pública local, e pela agência Reuters. O governo brasileiro anunciou nesta terça-feira (19) que vai disponibilizar medicamentos e alimentos para a população da Venezuela. A ajuda será oferecida na cidade de Pacaraima, na fronteira com o país vizinho, e Boa Vista, ambas em Roraima. Países vem oferecendo ajuda humanitária à Venezuela a pedido de Juan Guaidó, que se autoproclamou presidente interino da Venezuela há quase um mês. No entanto, Maduro vem impedindo a entrada de doações.
Depois que o Brasil, no governo Michel Temer, negou o envio de tropas para missões de paz da Organização das nações Unidas (ONU) na África, a entidade voltou a sinalizar o desejo para que o país coopere. O general responsável pelo comando das forças das Nações Unidas na República Democrática do Congo, Elias Martins Filho, informou ao Uol que não houve um pedido formal de tropas para o presidente Jair Bolsonaro (PSL), no entanto, a ONU deseja que o Brasil se envolva em alguma ação o quanto antes. O general apontou que o destino mais provável para as tropas brasileiras, caso sejam liberada pelo governo, será a República Centro-Africana, missão que já havia sido cogitada durante o governo de Michel Temer (MDB), mas não foi adiante por problemas envolvendo recursos financeiros. Ainda segundo o Uol, o general Elias recebeu um pedido informal do chefe do Departamento de Missões de Paz da ONU, Jean-Pierre Lacroix. “Ele me disse: ‘general, me ajude a trazer de volta o Brasil para as operações de paz'”.
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, disse na última sexta-feira (25) estar disposto a encontrar com o presidente interino, Juan Guaidó, e demais líderes oposicionistas. Ele disse que está aberto ao diálogo e à negociação. Para Maduro, há um esforço da direita para derrubar seu governo de forma violenta. Em entrevista coletiva, concedida no Palácio Miraflores, sede do governo, Maduro disse ser um “democrata” e “homem da palavra”. “Se eu tiver que ir falar com ele [Juan Guaidó], eu estou pronto porque eu acredito na verdade, eu sou um democrata, eu sou um homem de palavra, espero que mais cedo ou mais tarde a oposição saia do caminho do extremismo e se abra ao diálogo sincero”, afirmou. Há dois dias, Juan Guaidó se autoproclamou presidente interino da Venezuela. A iniciativa obteve apoio do Brasil, dos Estados Unidos, da Organização das Nações Unidas (ONU) e da Organização dos Estados Americanos (OEA), além de vários países individualmente. O impasse na Venezuela permanece, pois Maduro não reconhece a legitimidade de Guaidó, agravando a crise política, econômica e humanitária no país. Os Estados Unidos informaram que vão enviar US$ 20 milhões para ajudar a população.
O presidente americano Donald Trump voltou a argumentar e defender a construção do muro na fronteira com o México. Neste domingo (06), Trump sustentou a demanda de conseguir bilhões de dólares para financiar a construção. “Temos que construir o muro”, disse Trump à imprensa na saída da Casa Branca para Camp David, admitindo que o muro pode ser de “aço, em vez de concreto”. “É uma questão de segurança, é sobre a segurança de nosso país. Não temos alternativa”, argumentou o presidente dos Estados Unidos. A falta de acordo com os legisladores a respeito do muro levou a uma paralisação parcial do governo dos Estados Unidos que já dura três semanas. As negociações para tentar dar fim ao chamado “shutdown” devem continuar neste domingo, de acordo com o G1.
O novo mandato do presidente venezuelano Nicolás Maduro foi declarado como ilegítimo pela Assembleia Nacional da Venezuela, neste sábado (05). Maduro saiu vitorioso na eleição realizada no mês de maio de 2018, que foi boicotada pela oposição e não reconhecida pelos Estados Unidos, pela União Europeia e por vários países latino-americanos. O novo governo deverá ter início na próxima quinta-feira (10). No entendimento do parlamento, a partir desta data a presidência será usurpada. O novo mandato de Maduro tem início em 2019 e segue até 2025. “Reafirmamos a ilegitimidade de Nicolás Maduro (…). A partir de 10 de janeiro, estará usurpando a Presidência e, consequentemente, esta Assembleia Nacional é a única representação legítima do povo”, declarou Juan Guiadó, que tomou posse como presidente do Legislativo neste sábado, escolhido por unanimidade.
A Agência Nacional de Segurança do Medicamento (ANSM) autorizou “pertinente” o uso da maconha para “aliviar sintomas” e em pacientes que se inserem em “certas situações clínicas”. Segundo o RFI, um comitê de especialistas já tinha dado aval à medida neste mês. Apesar da liberação terapêutica, o uso do canabis na França será bem regularizado. Não será permitido, por exemplo, fumar, levando em conta os riscos cancerígenos do tabaco. Ainda será decidido como as doses serão administradas – se por spray, inalação, pílulas, gotas, supositórios ou óleos. Um registro também será exigido para avaliação dos benefícios e dos riscos do uso da maconha. Médicos e especialista vão estabelecer tanto os locais autorizados para distribuição, como também o preço e as condições para os valores serem reembolsados pelo governo. Mais de vinte países europeus já legalizaram a maconha para uso medicinal, como a Croácia ou a Noruega. Outras nações também fizeram o mesmo procedimento, como Israel, Turquia, Canadá e diversos estados americanos.