MENU
Após comandar uma ditadura que durou 37 anos no Zimbábue, o presidente Robert Mugabe apresentou, nesta terça-feira (21), sua renúncia ao cargo através de uma carta enviada ao Parlamento. “Eu, Robert Mugabe, venho aqui apresentar formalmente minha renúncia como presidente do Zimbábue com efeito imediato”, diz o documento. De acordo com a Folha de S. Paulo, o Parlamento já havia marcado uma sessão para aprovar o impeachment do presidente, e Mugabe se antecipou. Ainda de acordo com a Folha, o presidente do Parlamento, Jacob Mudenda, anunciar a renúncia do ditador e em seguida ele cancelou o processo de impeachment. Mudenda afirmou que o Parlamento agora vai concluir o procedimento legal necessário para a transição do poder e disse esperar que o novo governo assuma o país até a quarta (22). Existe a possibilidade e expectativa de que o ex-vice-presidente Emmerson Mnangagwa.
Pelo menos 27 pessoas foram mortas e 24 estão feridas com um tiroteio nos Estados Unidos neste domingo (5). Dessa vez, o crime ocorreu em uma Igreja Batista na cidade de Sutherland Springs, no Texas. Segundo informações do G1, a CNN informou que o atirador foi morto após uma breve perseguição policial nas proximidades do lugar do atentado. No entanto, o porta-voz da polícia local, Robert Murphy, não informou se ele foi morto pela corporação ou se cometeu suicídio. Uma testemunha ouvida pela KSAT, afiliada da rede ABC na cidade, relatou que o homem entrou na Igreja e abriu fogo por volta das 11h30 do horário local, que seria 14h30 pelo horário de Salvador. Em viagem no Japão, o presidente Donald Trump desejou, através do Twitter, “que Deus esteja com as pessoas de Sutherland Springs”. Até o momento, não informações de que o crime se trata de mais um atentado terrorista. Mas em menos de uma semana, é o terceiro ataque nos Estados Unidos. Na última terça (31), um homem matou oito pessoas atropeladas em Nova York e, na quinta (2), outro homem matou três pessoas em um supermercado, no Colorado.
O presidente dos EUA, Donald Trump, defendeu nesta madrugada que o suposto autor do ataque terrorista lançado em Nova York na última terça-feira (31) seja condenado à pena de morte. Na ocasião, um homem em um caminhão atropelou uma multidão na região sul de Manhattan, causando a morte de oito pessoas e deixando outras doze gravemente feridas. O suspeito, o imigrante usbeque Sayfullo Saipov, foi detido depois de ter sido baleado no abdômen por um policial. Em mensagem no Twitter, Trump comentou que o “terrorista de Nova York” estava feliz quando pediu para pendurar a bandeira do grupo militante Estado Islâmico no quarto do hospital em que está internado. “Ele deveria receber a pena de morte”, afirmou o presidente.
Um desmoronamento causado no último teste nuclear realizado em Punggye-ri, na Coreia do Norte, teria deixado 200 mortos no dia 3 de setembro. A suspeita foi levantada nesta terça-feira (31) pela emissora de TV japonesa Asahi, citando fontes norte-coreanas. O acidente aconteceu em um túnel, quatro dias depois da detonação, que foi a sexta realizada no local, e a mais forte executada pelo país. O primeiro desabamento teria atingido 100 trabalhadores do túnel, que havia sido escavado recentemente. Durante as operações de resgate, um novo desmoronamento aumentou o número de vítimas para ao menos 200 pessoas. A explosão causou, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos, um terremoto de 6.3 de magnitude, seguido de outro tremor de 4,1.
Um oficial norte-coreano afirmou que está confirmada a realização de um teste nuclear no Oceano Pacífico. Em entrevista à CNN, Ri Yong-pil sugeriu que os Estados Unidos levassem a ameaça ao pé da letra. “O ministro das Relações Exteriores está muito consciente das intenções do nosso líder supremo, portanto, acho que deveriam interpretar suas palavras de maneira literal”, disse Ri, antes de lembrar que a Coreia “sempre transformou suas palavras em ações”. Até o momento, o país de Kim Jong-un realizou seis testes nucleares, todos sendo detonações subterrâneas e não atmosféricas.
A Coreia do Norte está se preparando para testar um míssil de longo alcance “num futuro muito próximo”, afirmou o legislador Anton Morozov, do Partido Liberal-Democrático da Rússia à agência russa RIA Novosti. Ele fez parte de uma comitiva que visitou esta semana Pyongyang, onde teria visto cálculos que indicavam que os mísseis norte-coreanos poderiam chegar à costa oeste dos Estados Unidos. Segundo Morozov, seus interlocutores lhe disseram que Pyongyang tem a tecnologia que permitiria que os mísseis resistissem aos obstáculos atmosféricos. Ele teriam apresentado “cálculos matemáticos que provariam que o míssil é capaz de atingir a Costa Oeste dos EUA”.
O atirador Stephen Paddock, responsável pela morte de 59 pessoas e por deixar mais de 500 feridos, tinha 23 armas no quarto onde se hospedou no hotel Mandalay Bay para abrir fogo contra a plateia de um festival de música country. A polícia ainda localizou outras 19 armas na casa de Paddock, em Mesquite, a 130 quilômetros de Las Vegas. O atirador também possuía dois dispositivos que faziam com que armas semiautomáticas abrissem fogo sozinhas. De acordo com o G1, foram encontrados vários quilos de nitrato de amônio, material usado para fabricação de explosivos. Paddock tinha 64 anos, era contador aposentado e não possuía histórico criminal. Ele morreu logo depois de ter iniciado o tiroteio das janelas do quarto do hotel Mandalay Bay, famoso cassino e resort de Las Vegas. Ele começou a atirar por volta das 22h no horário local (1h desta segunda-feira, no horário de Brasília), na direção do Route 91 Harvest Festival. Pelo menos 22 mil pessoas estavam no local. A ação é considerada o maior ataque a tiros da história dos Estados Unidos.
O governo chinês pediu nesta segunda-feira (25) que Estados Unidos e Coreia do Norte evitem o aumento da tensão entre eles. Segundo a agência Télam, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Lu Kang, afirmou que os países precisam “parar de jogar gasolina no fogo”. Nos últimos dias, o presidente americano, Donald Trump, vem trocando críticas com o governo de Pyongyang. Nesta segunda, o ministro de Relações Exteriores da Coreia do Norte sugeriu que os EUA já declararam guerra ao país. “Ambos os lados devem abster-se de aumentar as tensões com suas palavras e ações, não se provocando, mantendo a calma e não provocando emoções, mas procurando uma saída para o problema”, disse o porta-voz chinês.
O veto migratório imposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi substituído por um decreto com restrições a oito nações, neste domingo (24). Os países afetados com a nova medida, que deve entrar em vigor a partir de 18 de outubro, são Irã, Líbia, Síria, Iêmen, Somália, Cade, Coreia do Norte e Venezuela. Segundo informações da Agência EFE, o governo estadunidense defende que o objetivo é “melhorar a capacidade e os processos de vigilância para detectar a tentativa de entrada nos Estados Unidos de terroristas ou novas ameaças à segurança pública”. O primeiro veto seria tema de uma audiência para discutir sua legalidade no dia 10 de outubro, no entanto, desde o final de junho, ele estava parcialmente em vigor. Nesse caso, a medida impedia a entrada de refugiados por 120 dias e de cidadãos de seis países muçulmanos (Irão, Somália, Sudão, Síria, Iêmen e Líbia) por 90 dias. “Portanto, se somam à lista Chade, Coreia do Norte e Venezuela, saindo dela o Sudão devido a seu melhor nível de cooperação com as autoridades americanas”, explicaram os representantes do governo, acrescentando que as restrições são de importância “vital” para a segurança do país. “A Venezuela foi incluída porque seu governo não coopera em checar se seus cidadãos representam ameaça para a segurança nacional ou para a segurança pública”, diz nota emitida pelo governo Trump. Este segundo texto também deixou de fora o Iraque e modificou a provisão sobre os refugiados sírios.
A Coreia do Norte avalia realizar um teste da bomba de hidrogênio sobre o Oceano Pacífico em resposta às ameaças de ação militar feitas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump – ele declarou que poderia “destruir completamente” o país asiático. O alerta foi dado pelo Ministro de Relações Exteriores do país, Ri Yong Ho, em entrevista a jornalistas realizada em Nova York, após um pronunciamento do presidente norte-coreano Kim Jong Un, que disse que Trump está “mentalmente perturbado”. Na declaração televisiva, Kim Jong Un disse que Trump poderia “pagar muito caro” pelas ameaças e que a Coreia “considera com seriedade uma retribuição, no nível mais alto já visto na história do sistema de contramedida”.