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Na manhã desta quinta-feira (20) um mototaxista foi assassinado no bairro Dr. Juracy em Brumado, por volta das 07h. A polícia investiga a morte do rapaz que não foi revelado o nome. O crime aconteceu nas imediações da Praça João Romão, quando a vítima saía de casa para o trabalho, sendo alvejado por quatro tiros. Ainda não há informações sobre o autor do crime e nem tão pouco a motivação do mesmo. O primeiro homicídio do ano no bairro causou temor na vizinhança, principalmente pelo fato da ação ter sido muito próximo da unidade escolar, em horário que os alunos já se dirigiam para a escola.
A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu nesta quinta-feira (18) um suspeito aliciar crianças e adolescentes para o jogo conhecido como “Baleia Azul”. Segundo informações da Agência Brasil, ele foi detido na cidade de Nova Iguaçu e admitiu ter cooptado cerca de 30 pessoas. O jogo costuma ser praticado por meio de redes sociais, como Facebook e Whatsapp, e estimula seus participantes a cumprir 50 tarefas, sendo a última delas o suicídio. A prisão fez parte da Operação Aquarius, que também determinou o cumprimento de 24 mandados de busca e apreensão em nove estados. O suspeito teria feito ameaças de morte às pessoas cooptadas e seus familiares como forma de manter os participantes no jogo. Foram encontradas 15 vítimas, todas com ferimentos e em estado de depressão. Nenhum suicídio em decorrência do “Baleia Azul” foi registrado nesse caso. No final de abril, a Secretaria da Saúde do Eatado da Bahia (Sesab) chegou a divulgar medidas preventivas para proteger e orientar adolescentes em razão de suspeitas de tentativas de suicídio estimuladas pelo jogo virtual.

Alane Benedetto, 31 anos, é a única mulher do estado a se tornar especialista em Patrulhamento Tático
(Foto: Marina Silva/CORREIO)
“A Rondesp não existe para instalar o paraíso, mas para evitar que o inferno se instale.” A frase, pintada na parede do pátio da Companhia Independente de Policiamento Tático Atlântico (CIPT/Atlântico), no bairro do Costa Azul, anuncia para os visitantes: ali estão os policiais militares conhecidos por serem os mais “linha-dura” do estado. Ou como preferem falar, os profissionais mais preparados para situações consideradas “delicadas”. Entre o quadro de 90 policiais, uma em especial chama atenção. Alane Benedetto, 31 anos, que serve a PM há seis, conseguiu um grande feito. Ela é a única mulher do estado, em um grupo com 56 homens, a se tornar especialista em Patrulhamento Tático Móvel (Patamo) – subunidade do Batalhão de Polícia de Choque, criada para atuar em ações emergenciais nos bairros em situações de grandes confrontos, principalmente naqueles com presença do tráfico de drogas. A especialização prepara o PM para se comportar em situações de grande pressão psicológica e que exige grande esforço físico.
Uma adolescente de 15 anos foi estuprada por três homens em Poções, no sudoeste baiano. Até esta sexta-feira (14), nenhum dos criminosos foi encontrado. O fato ocorreu no povoado de Bandeira Nova, no último domingo (09). Segundo o site Portal Poções, a vítima tinha saído para comprar um lanche quando foi abordada pelos acusados, que estavam a bordo de um carro preto, perto de um campo de futebol. Eles ameaçaram a vítima e a obrigaram a entra no carro. Conforme a Polícia, via G1, um deles cometeu o crime, e os outros dois acobertaram. A garota foi abandonada no local onde ocorreu o estupro, em um matagal na BA-640. Ele teve que andar dois quilômetros para chegar na casa de um parente. A queixa foi registrada pela irmã da garota que foi até a delegacia, junto com a vítima.
Era por volta das 6h de domingo (09) quando a comerciante Nadjane Santos de Jesus, 30 anos, foi vista pela última vez na Rua Santos Soares, em Itapuã, na companhia do seu cachorro de estimação chamado Mayck. Horas depois, por volta das 9h30, ela foi encontrada morta, nua, com marcas de espancamento e violência sexual, na Estrada CIA/Aeroporto, segundo relatos de familiares da vítima feitos ao Correio nesta segunda-feira (10). Nadjane morava com o marido, o encarregado de produção Eviton Gomes, 36, havia cerca de 5 anos na mesma rua onde desapareceu. O marido da vítima conta que, no dia do desaparecimento, a comerciante acordou por volta das 5h, estendeu roupas no varal, saiu para comprar um pacote de feijão fradinho e não retornou para casa. O marido só sentiu falta da esposa quando, horas depois, o cachorro retornou sozinho para residência do casal. “Eu vi o momento que ela acordou pra comprar o feijão. Como era muito cedo, coloquei o travesseiro no rosto e voltei a dormir. Achei estranho o cachorro ter voltado para casa sozinho. Ele não parava de olhar para casa de uma vizinha. Achei que ela estivesse lá. Depois de ligar pra família e amigas dela, fiquei desesperado”, conta. Um dia antes do crime, no sábado (8), Nadjane participou de uma confraternização em família na casa de uma irmã. Ela ficou responsável por preparar um feijão que daria continuidade à festa no domingo. A família sempre promovia uma “ressaca” depois dos encontros. “Ela estava muito feliz, dançando e pirraçando todo mundo, como era de costume. Ninguém imaginava o que iria acontecer com ela. Nova e linda, ainda estamos sem acreditar”, diz a cunhada Luana Rodrigues, 20.

No interior do carro, foram encontradas quatro barras de ouro, 44 pedras entre brincos, gargantilhas e piercings, além de R$ 450 e um medidor de anéis. Foto: Divulgação
Carro de luxo é abandonado com barras de ouro e joias após acidente Por Leonardo Augusto, especial para a AE Belo Horizonte, 08 (AE – Um veículo de luxo da marca Audi foi abandonado na madrugada deste sábado (08), com pedras preciosas e barras de ouro em seu interior, após sofrer uma acidente na região central de Juiz de Fora (MG). As informações são da Polícia Militar na cidade. O motorista que deixou o local ainda não foi localizado. Segundo informações da PM, não há registro de que o veículo tenha sido roubado. A Polícia Civil investiga o caso. O carro foi encontrado capotado na Avenida Itamar Franco pela Polícia Militar, que foi acionada por um motorista cujo carro estava estacionado próximo ao local e foi danificado pelo Audi. O condutor do carro de luxo teria deixado a região em outro veículo. No interior do Audi foram encontradas quatro barras de ouro. Havia ainda 44 pedras que a polícia acredita serem diamantes, brincos, gargantilhas e piercings também de ouro. Também foram deixados R$ 450 e um medidor de anéis. O material foi enviado à Polícia Civil.
Uma operação da Polícia Federal contra fraudes no saque de contas inativas do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) prendeu neste sábado (08), 17 pessoas no Rio de Janeiro. Todas as prisões foram em flagrante, no momento em que os golpistas tentavam fazer saques nas agências da Caixa Econômica Federal. A quadrilha criava sites falsos em que trabalhadores com direito aos saques acabavam repassando seus dados. De posse das informações, os golpistas iam às agências e sacavam o dinheiro das vítimas. As contas lesadas eras as de valores de até R$ 1,5 mil, cujos saques podiam ser feitos em caixas eletrônicos. Na ação deste sábado, quando a Caixa iniciou o pagamento das contas inativas do FGTS dos trabalhadores nascidos em dezembro, policiais federais monitoraram desde o início da manhã todas as agências no Rio e prenderam em flagrante os suspeitos. A sede do banco no Rio, no centro da cidade, também foi alvo dos criminosos.
Presa na última terça-feira (04) em Ilhabela (SP) por colaborar com informações sobre crimes do Primeiro Comando da Capital (PCC) a presos e integrantes da facção, a jornalista, advogada e modelo Luana de Almeida, 32 anos, usava os codinomes “Dra. Carla” e R-35” para se comunicar com os membros do grupo. “Ela e outros advogados trabalhavam para o braço jurídico do PCC, usando e-mails com nomes falsos para dificultar que a investigação chegasse a eles”, afirmou o promotor Licoln Gakiya, do Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (GAECO) do Ministério Público de Presidente Prudente (SP). Luana Don, como é conhecida, é uma das 54 pessoas investigadas pela Operação Ethos, que foi realizada em novembro de 2016 para prender advogados acusados de envolvimento com as atividades do PCC. Segundo a investigação, 39 advogados participavam da “sintonia dos gravatas” e atuavam repassando ordens da facção referente à logística do tráfico de drogas e até planos de ataques a agentes de segurança. O R do apelido faz menção ao setor “R” da organização criminosa, relacionada aos “recursistas”, ou seja, os advogados. Luana era a advogada número 35, por isso foi apelidada R-35. O pagamento era feito com dinheiro oriundo do tráfico e assaltos. Em sua versão, Luana afirma que não sabia que trabalhava para o PCC. “É pouco crível que advogados criminalistas não sabiam quem eram seus clientes”, afirma o promotor.
A direção da Polícia Federal encerrou o grupo de trabalho da Operação Lava Jato em Curitiba. A decisão foi confirmada à revista Época por três fontes ligadas ao fato. Segundo informações, a decisão foi comunicada aos quatro delegados que ainda estavam na força-tarefa da operação. A expectativa é que a formalização do desmanche ocorra no próximo boletim interno da Superintendência da PF no Paraná, que deve sair na próxima segunda-feira (10). A decisão é atribuída ao diretor-geral da PF, Leandro Daiello. De acordo com a Época, os delegados e agentes voltarão às suas funções na Delegacia de Repressão à Corrupção e Crimes Financeiros (Delecor), deixando de se dedicar exclusivamente à Lava Jato. Os investigadores acreditam que a produção de provas em processos relevantes seja prejudicada. Novas fases da operação podem nem sequer ser deflagradas, segundo procuradores da República.
Um falso médico é acusado de por famílias de pacientes internados em um hospital de Itabuna, sul do estado, de cobrar dinheiro para a realização de exames. Uma das vítimas contou que chegou a pagar R$ 3 mil por um procedimento. A acusação é feita por três famílias de pacientes do Hospital Calixto Midlej Filho. Segundo o G1, para cometer a fraude, o falso médico entrava em contato com as famílias por telefone e oferecia o exame. Em nota, o hospital informou que proíbe os funcionários de passarem informações sobre o quadro clínico de pacientes a terceiros. O hospital ainda declarou que não realiza contato por telefone com familiares de internados e disse que colabora com as investigações. O caso é investigado pelo delegado da Polícia Civil Jacskon Silva.