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A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quinta-feira (18) uma operação de combate à posse e ao compartilhamento na internet de imagens e vídeos de pornografia infantil. A Operação Cabrera foi autorizada a cumprir mandados em 18 estados, incluindo a Bahia. A Polícia Federal reuniu informações e alvos de investigações sobre o tema de várias unidades do órgão no Brasil, sem necessariamente haver relação entre os casos. Ao todo, PF foi autorizada a cumprir 93 mandados de busca e apreensão, além de duas prisões preventivas e uma condução coercitiva. A operação acontece no “Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes”.
A Polícia Federal apreendeu nesta quinta-feira (18) R$ 2 milhões como parte de um desdobramento da Lava Jato que foi deflagrado nesta quinta-feira (18). A Operação Patmos tem entre seus alvos os senadores Aécio Neves (PSDB-MG), Zezé Perrella (PMDB-MG) e o deputado Rocha Loures (PMDB-PR), além de pessoas ligadas a eles. A irmã de Aécio, Andréa Neves foi presa em casa, em Belo Horizonte. Além de dinheiro, a PF apreendeu documentos, livros contábeis e fiscais, arquivos eletrônicos e aparelhos de telefone. A Operação Patmos foi autorizada pelo ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF). O magistrado expediu 41 mandados de busca e apreensão e 8 de prisão preventiva.
Além das buscas no apartamento do senador Aécio Neves (PSDB-MG) em Ipanema, no Rio de Janeiro, na casa de sua irmã e de um aliado do deputado cassado Eduardo Cunha, a Polícia Federal também cumpre mandados no Congresso Nacional. Segundo informações da TV Globo, ao menos cinco veículos descaracterizados chegaram ao local por volta das 6h15. Os agentes estão vestidos de terno e gravata e estão sendo acompanhados pela Polícia Legislativa. Ainda não há detalhes sobre quais os gabinetes estão sendo alvo de buscas.
A Polícia Federal e o Ministério Público Federal realizam operação da força-tarefa da Lava Jato na manhã desta quinta-feira (18) no Rio de Janeiro, com cumprimento de mandados de busca e apreensão em ao menos três apartamentos: o do senador Aécio Neves, o da irmã dele, Andrea Neves, e no de Altair Alves, conhecido como braço direito do deputado cassado e ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha. Os agentes deixaram a sede da PF no Rio por volta das 5h30 e já se dirigiram para a residência de Aécio em Ipanema, ao apartamento de Andrea, em Copacabana, e à casa de Altair, na Tijuca. Em Ipanema, foi necessário chamar um chaveiro para auxiliar o trabalho dos agentes, pois ninguém foi encontrado para abrir a porta no apartamento de Aécio. Os agentes conseguiram entrar por volta das 6h25 e um funcionário de um hotel que fica ao lado do edifício foi convocado para servir de testemunha. A operação teria sido desdobramento após a delação do dono do frigorífico JBS, Joesley Batista, que entregou à Procuradoria-Geral da República (PGR) uma gravação do senador Aécio Neves pedindo a ele R$ 2 milhões. No áudio, com duração de cerca de 30 minutos, o presidente nacional do PSDB afirma precisava da quantia para pagar sua defesa na Lava Jato. A informação foi divulgada pelo jornal “O Globo” na quarta-feira (17).
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece ao lado do sócio da OAS, Leo Pinheiro, em uma foto que teria sido anexada a um processo contra o petista na Operação Lava Jato. Segundo informações do jornal O Globo, a imagem é de um encontro que teria acontecido no sítio de Atibaia, no interior de São Paulo. A foto teria sido protocolada como prova da relação de Lula com Pinheiro, acusado de associação criminosa e estelionato. Em depoimento ao juiz Sérgio Moro na última quarta-feira (10), o ex-presidente confirmou ter se encontrado com o empreiteiro para conversar sobre uma obra na cozinha do sítio, mas afirmou que a visita do empresário teria acontecido em seu apartamento de São Bernardo do Campo (SP). Em outro processo, que corre em paralelo, Lula responde por suspeita de ser dono de um sítio em Atibaia, interior de São Paulo. Um laudo da Polícia Federal sugere que o ex-presidente e sua esposa, Marisa Letícia, orientaram as reformas da cozinha do sítio, através de contato com a empreiteira OAS. Lula é suspeito de ocultação de patrimônio, pois, segundo a PF, era proprietário do imóvel e recebia a reforma como pagamento de vantagens indevidas.
Servidores do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) em Santa Catarina foram alvo de operação da Polícia Federal nesta terça-feira (16). Os agentes da Operação Fugu investigam um esquema que acobertava a adulteração de pescados importados. Foram cumpridos mandados em Balneário Camboriú, Florianópolis, Itajaí, Blumenau, Jaraguá do Sul e Navegantes. Entre as ordens judiciais estão 20 de busca e apreensão, 12 de busca pessoal e cinco de suspensão cautelar do exercício das funções públicas. De acordo com o G1, as empresas envolvidas na fraude são suspeitas de colocar produtos químicos e água nos pescados para aumentar o peso, prática chamada de “oversoaking”. Os produtos importados da China são das espécies panga, merluza e polacado Alasca. ao todo, 16 pessoas devem serindiciadas no esquema e dois servidores da direção do Mapa, afastadas.
Nove pessoas foram socorridas em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) após terem sido envenenadas durante um almoço em comemoração ao Dia das Mães no domingo (14) em Camaragibe, região metropolitana de Recife. O ex-namorado de uma das vítimas, Débora Regina Belo Soares, de 20 anos, é o principal suspeito do crime. Débora é a vítima que tem o estado mais grave e está internada na emergência do Hospital da Restauração. Das nove pessoas, três não apresentaram reação ao veneno. Mesmo assim, eles foram medicados e estão em observação. O ex-namorado teria ameaçado a jovem após o rompimento. A polícia suspeita que ele teria colocado o veneno em um tempero que foi utilizado na preparação do almoço. Débora já teria começado a passar mal no sábado e no domingo, outros integrantes da família começaram a passar mal. O caso está sendo investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). O gato da família também ingeriu a comida e não resistiu.

Ele foi preso por levar na bagagem chá ayahuasca, que tem substância proibida na Rússia, embora seja liberado no Brasil. Foto: Divulgação
O pesquisador paraibano Eduardo Chianca foi condenado há seis anos e meio de prisão por tráfico de drogas na Rússia, onde está preso há nove meses. Chianca foi detido em agosto de 2016 por levar na bagagem quatro garrafas de ayahuasca, chá alucinógeno usado para terapia e alguns rituais religiosos. A informação é do G1PE. Segundo o Itamaraty, o órgão analisa medidas para que Chianca seja transferido para o prisão, onde cumpriria a sentença determinada pelas autoridades russas. “A Embaixada em Moscou continuará a prestar ao senhor Chianca Rocha toda a assistência consular cabível ao longo do período em que permanecer detido na Rússia”, diz em nota.
A assistente administrativa Jucianara dos Santos da Hora, de 33 anos, morta após ser atingida por uma bala perdida em um ataque de criminosos a um PM em Salvador, ia a uma igreja para acertar detalhes do casamento. Ela tinha acabado de sair de casa quanto foi atingida, informou uma irmã da vítima à TV Bahia. Jucimara da Hora teve o corpo sepultado na manhã deste sábado (13). O crime ocorreu na noite da última quinta-feira (11), na Avenida Edgard Santos, em Narandiba. Criminosos procuravam o policial reformado Ari Bacelar de Oliveira, de 49 anos. Os acusados chegaram ao local onde o PM estava atirando. O policial foi atingido e chegou a ser levado para o Hospital Roberto Santos, mas não resistiu aos ferimentos. Um amigo do policial foi atingido no ato. Não há mais informações sobre o estado de saúde dele. Ainda segundo familiares de Jucianara, a assistente administrativa iria se casar no mês de setembro. Ela trabalhava na Casa Militar da prefeitura da capital baiana, mas estava de férias e aproveitava o tempo para organizar os preparativos da festa.
Um funcionário do marqueteiro baiano João Santana declarou em depoimento ter sido roubado logo após receber um pagamento de R$ 1 milhão a R$ 1,5 milhão da Odebrecht. André Santana, assistente administrativo de João Santana, contou o suposto episódio ao ministro Herman Benjamin, relator da ação contra a chapa Dilma-Temer no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). “Eles me levaram, colocaram dentro de um veículo que eles estavam… acredito que eles estavam me seguindo, me levaram por alguns metros, passavam por cima de meio fio e depois pararam e me largaram não me recordo onde foi”, detalhou o funcionário. Segundo o Estadão, André contou no depoimento ter recolhido dinheiro vivo de caixa 2 em nome da empresária Mônica Moura e do marqueteiro João Santana. Responsável pela movimentação bancária, recebimentos e pagamentos da Pólis Propaganda, André contou que Mônica Moura, em 2014, pediu para que ele fosse até a Odebrecht para receber os valores. Ainda segundo depoimento de André, lá ele teria sido encaminhado para um hotel onde receberia os valores. “Não me recordo perfeitamente, mas eu acredito que umas cinco ou seis vezes eu tive esses recebimentos em 2014”, contou. Ainda sobre as visitas ao hotel em busca dos valores de caixa dois repassados pela Odebrecht, o funcionário explicou que em algumas visitas recebia R$ 50 mil, em outras R$ 250 mil e chegou a receber R$ 500 mil, sendo este maior valor o que teria sido roubado. André também relatou que recebeu valoers na sede da Odebrecht, em Salvador. No local, que o atendia era a secretária do Setor de Operações Estruturadas, o departamento da propina da empreiteira, Maria Lúcia Tavares.