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A Secretaria de Segurança Pública (SSP) determinou a investigação dos ataques sofridos nas redes sociais pela cantora Daniela Mercury e seus familiares. De acordo com a pasta estadual, o Grupo Especializado de Repressão aos Crimes por Meios Eletrônicos ficará a frente do caso. A artista foi alvo de críticas após um desentendimento no final do seu desfile pelo circuito do Campo Grande na terça-feira de Carnaval. “Daniela é uma artista que representa a Bahia no mundo todo e nos orgulha. É inadmissível o que vem acontecendo com ela e seus parentes. Durante o Carnaval, sempre que ela passava pelos nossos postos, ressaltava a importância do trabalho da polícia”, declarou o secretário Maurício Barbosa. Ele acrescentou que vai se encontrar na próxima semana com Daniela e Malu Mercury. O comandante-geral da PM, coronel Anselmo Brandão, e o delegado-geral da Polícia Civil, Bernardino Brito, também devem comparecer.
Um carro-forte foi explodido e ficou completamente destruído na manhã desta sexta-feira (3) no município de Casa Nova, no norte da Bahia. O veículo foi atacado em trecho da BR-235, entre os povoados de Papagaio e Riacho do Sobrado. Segundo informações da TV São Francisco, os seguranças do carro-forte relataram que foram rendidos por vários homens armados que se aproximaram em uma caminhonete branca. Os suspeitos levaram o dinheiro que estava sendo transportado, mas a quantia roubada não foi informada. Com a explosão, as laterais e o teto do veículo foram destruídos. Os seguranças tiveram escoriações e foram socorridos por equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). A quadrilha conseguiu fugir do local e não foram localizados até a noite desta sexta.
O ex-presidente da Odebrecht Infraestrutura Benedito Júnior, o “BJ” afirmou nesta quinta-feira (2) que a empreiteira doou R$ 9 milhões em caixa 2 para campanhas eleitorais do PSDB em 2014. Segundo informações do jornal Folha de S. Paulo, de acordo com o executivo, o próprio senador Aécio Neves, presidente do partido, solicitou a doação – a época, ele concorria à Presidência da República. Aecio teria solicitado apoio financeiro para outros candidatos, na posição de dirigente partidário. Segundo a assessoria de imprensa do congressista, de fato ele pediu apoio para “inúmeros candidatos”, mas em nenhum momento os recursos foram solicitados por meio de caixa 2. O advogado do tucano, por sua vez, afirmou que “em momento algum o depoente afirmou que o senador pediu contribuição por meio de caixa dois, mesmo porque isso nunca ocorreu”. O depoimento de Benedito Júnior cita ainda que a Odebrecht repassou R$ 6 milhões para serem divididos pelas campanhas de Pimenta da Veiga, Antonio Anastasia e Dimas Fabiano Toledo Júnior, além de outros R$ 3 milhões destinados ao publicitário Paulo Vasconcelos, que fazia a campanha presidencial de Aécio Neves.
Entre a zero hora de sexta-feira, 24, e a meia-noite de segunda-feira, 27, foram registradas 106 mortes em rodovias federais de todo o País, conforme dados da Polícia Rodoviária Federal (PRF). O número, ainda parcial, é 30% maior do que no mesmo período do ano passado, quando foram registradas 81 mortes. A PRF segue com a Operação Carnaval até a meia-noite desta Quarta-Feira de Cinzas, 1º, quando serão apurados os números finais. Os agentes contabilizaram também números elevados de infrações de trânsito. Nos quatro primeiros dias do carnaval, foram registrados 6.989 flagrantes de ultrapassagem proibida, aumento de 16% em relação ao mesmo período de 2016, quando 6.009 motoristas foram flagrados cometendo a infração. Isso apesar de terem sido aumentados os valores da multa para esse tipo de infração. Segundo a PRF, a ultrapassagem proibida, associada ao excesso de velocidade, responde por 30% das mortes em rodovias federais. Foi o que aconteceu no sábado, 25, na BR-452, em Rio Verde, no sudoeste de Goiás, quando um automóvel tentou uma ultrapassagem e bateu em outro carro e numa carreta. Cinco pessoas morreram e uma ficou ferida. Até a meia noite de segunda-feira, a PRF fiscalizou 143 mil pessoas em rodovias do País todo. A operação prossegue, com 1,2 mil viaturas posicionadas nas estradas, das quais 200 com radares móveis, até a noite da noite desta quarta. O balanço final da operação será divulgado na tarde de quinta-feira, dia 2.
O movimento organizado por mulheres de policiais militares no Espírito Santo decidiu desocupar os batalhões após 21 dias de protestos. Familiares dos PMs e o governo estadual chegaram a um acordo em reunião realizada com mediação do Ministério Público do Trabalho. De acordo com o G1, o encontro começou por volta de 22h desta sexta-feira (24) e terminou às 7h deste sábado (25). Entre outras demandas, o governo se comprometeu a não abrir novos Processos Administrativos Disciplinares (PADs) contra os policiais, a desistir de ações judiciais contra familiares e associações e a não transferir PMs da Grande Vitória para o interior. O movimento de ocupação nos batalhões pedia melhoras nas condições de trabalho para os policiais militares do Espírito Santo. O protesto motivou uma greve da Polícia Militar no estado, que não foi às ruas por sete dias.
A Polícia Federal deflagrou neste sábado (25), a Operação Corrumpere para desarticular uma organização criminosa composta por um delegado de Polícia Federal de Londrina, um proprietário de uma empresa de segurança privada e outros envolvidos. Cerca de 40 policiais federais cumprem 6 mandados judiciais, sendo 2 de prisão preventiva e 4 de busca e apreensão, todos na cidade no norte paranaense. As ordens judiciais foram expedidas pela Vara Federal Criminal de Londrina. As investigações apontam que o delegado de Polícia Federal solicitou vantagem indevida ao proprietário de uma empresa de segurança privada. Em troca, o policial deixaria de realizar o indiciamento formal do empresário em inquérito policial que apurava sua conduta. Os presos, na medida de suas participações, poderão responder pelos crimes de corrupção passiva, organização criminosa e peculato. Eles serão transferidos para Brasília. A denominação Operação Corrumpere é uma referência ao ato de corromper, “que causa a destruição das instituições públicas, maculando a estrutura de um País, causando em última instância prejuízos incalculáveis à nação”, segundo informou a PF.

Mulher de Victor, da dupla com Léo, registra queixa de agressão contra sertanejo (Foto: Reprodução).
Esposa do cantor Victor Chaves Zapala, da dupla com Léo, registrou na manhã desta sexta-feira (24) uma queixa contra o sertanejo por agressão. Grávida da segunda filha do casal, Poliana Bagatini, prestou queixa na Delegacia da Mulher, em Belo Horizonte, Minas Gerais, afirmando que o músico a teria jogado no chão e chutado a sua barriga diversas vezes. De acordo com o boletim de ocorrência divulgado nesta manhã, Poliana disse ter sido violentada por motivos fúteis pelo músico. A mãe de Maria Victória, de pouco mais de um ano, ainda afirmou que após a agressão, ela foi impedida de deixar o local por um segurança do cantor e jurado do ‘The Voice Kids’. Ainda de acordo com informações no boletim de ocorrência, Paloma só conseguiu deixar o local após receber ajuda de uma vizinha que escutou toda a confusão e que após deixar o apartamento ainda recebeu ameaças da irmã do cantor.”No momento da confecção desta ocorrência, a vítima informa que estava recebendo ameaças por parte da irmã do autor por mensagens eletrônicas”, informa o boletim. O caso teria ocorrido no apartamento do casal, no bairro de Luxemburgo, centro-sul de Belo Horizonte. Victor ainda não se manifestou sobre o caso.
A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (23) a 38ª fase da Operação Lava Jato. Batizada de Blackout, a nova etapa cumpre 15 mandados de busca e apreensão e dois de prisão preventiva no Rio de Janeiro. Segundo as investigações, a ação tem como alvo principal a atuação de operadores financeiros que facilitavam o pagamento de propina a integrantes da Petrobras. Eles são investigados por corrupção, fraude em licitações, evasão de divisas, lavagem de dinheiro, entre outros crimes. De acordo com a PF, o nome da operação é uma referência ao sobrenome de dois operadores financeiros do esquema criminoso. Os presos serão levados para a Superintendência da PF em Curitiba.
O senador Aécio Neves (PSDB-MG) e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não poderão acessar as delações premiadas da operação “lava jato”. A negativa para Lula se deu, pois, as informações solicitadas ainda não foram homologadas pelo Supremo Tribunal Federal. Já para Aécio, foi negada por ele não ser investigado na operação. O ex-presidente queria ter conhecimento da delação do ex-deputado e ex-presidente do PP Pedro Corrêa, Aécio Neves solicitou os dizeres dos ex-executivos da Odebrecht Benedicto Júnior e Sergio Neves. Os pedidos foram negados pelo ministro Edson Fachin, relator do caso no STF. O petista e o tucano são citados pelos delatores como envolvidos no esquema de corrupção na Petrobras. A defesa do senador justificou seu pedido com uma reportagem do site Buzzfeed. O texto afirma que as delações mencionariam Aécio por suposto envolvimento em irregularidades na construção da Cidade Administrativa, sede do governo de Minas Gerais. Todos os depoimentos a que a os advogados de Lula e de Aécio pediram acesso estão sob segredo de Justiça.
O brumadense Levi Carvalho foi assassinado no início da noite desta terça-feira (21), em sua própria residência, na Rua Turmalina, Bairro Cidade das Esmeraldas, em Brumado. Segundo informações, o assassino aproveitou e entrou na residência efetuando os disparos, quando a esposa da vítima chegou da rua e entrou com o carro na garagem. Levi foi atingido e não resistiu, morrendo no local em frente da esposa e filha. A polícia Militar e Civil foi acionada, e já investigam o caso. Após o crime, o assassino fugiu em um veículo preto.