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A Polícia Federal (PF) intimou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) a prestar depoimento na investigação sobre o caso de empresários que discutiram golpe de Estado em mensagens de WhatsApp.
O depoimento está previsto para o dia 31 deste mês. No entanto, a defesa do ex-presidente quer ter acesso aos autos da investigação antes de ele ser ouvido.
Na segunda-feira (21), o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o arquivamento de investigação contra seis dos empresários que foram alvo de mandados em agosto de 2022, em razão de conversas sobre um suposto golpe, que foram reveladas pelo site “Metrópoles”.
O ministro Alexandre de Moraes é relator da investigação que tem como personagens os empresários Meyer Nigri, da Tecnisa, e Luciano Hang, da Havan. Mais cedo, o Radar mostrou que a PF achou mensagens de Bolsonaro nesse grupo de empresários. O conteúdo das conversas, além de notícias falsas, girava em torno de ataques aos ministros do STF.

A diretora do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa da Bahia, delegada Andrea Ribeiro, disse em entrevista na tarde desta sexta-feira (18), que todas as medidas iniciais já foram adotadas no sentido de identificar e prender o mais rápido possível os autores do assassinato da liderança quilombola Maria Bernadete Pacífico, de 72 anos, no Quilombo Pitanga dos Palmares, no município Simões Filho, na Bahia. A equipe não descarta uma relação deste crime com o homicídio do filho da vítima, Flávio Gabriel Pacífico dos Santos, conhecido como Binho do Quilombo, há seis anos.
“Temos que estudar essa investigação pretérita relacionada a morte do filho da vítima. Isso será de suma importância e é lógico que isso será feito pelas equipes que trabalham na investigação”.
De acordo com Andrea Ribeiro, a polícia procura imagens que possam ajudar nas investigações. “Nossas equipes estão em busca dessas imagens, desse possível trajeto que foi feito pelos executores do crime”. Mãe Bernadete estava em casa na noite desta quinta-feira (17), quando dois homens usando capacete entraram no Quilombo Pitanga dos Palmares e assassinaram a líder quilombola com vários tiros.
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O ex-presidente Jair Bolsonaro recebeu o título de cidadão goiano, em Goiânia, na noite desta sexta-feira (18). Durante seu discurso, Bolsonaro lembrou que passou três meses nos Estados Unidos e afirmou que decidiu retornar ao Brasil “mesmo sabendo dos riscos que corre em solo brasileiro”.
“Estive três meses nos Estados Unidos, no estado da Flórida, realmente um estado fantástico. Mas apesar de ter sido acolhido muito bem, não existe terra igual a nossa. Sei dos riscos que corro em solo brasileiro, mas não podemos ceder”, afirmou

Uma falsa médica foi presa na tarde desta quarta-feira (16) no Distrito de Umburanas, zona rural de Brumado, Sudoeste baiano. Ela tinha o mesmo nome de uma médica verdadeira, e utilizava o CRM da profissional para atender na Unidade Básica de Saúde do Distrito.
Com ela a Polícia encontrou vários equipamentos usados em consultas médicas. Um veículo Nissan Kicks também foi apreendido. Ela foi presa em flagrante por exercício ilegal da medicina e falsidade ideológica.
A mulher foi conduzida a Delegacia de Brumado onde segue a disposição da Justiça. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde de Brumado, a falsa médica seria contratada pela a administração municipal, no entanto, ao constatar divergências na documentação, a própria Secretaria de Saúde denunciou a mulher à Polícia.

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
Áudio obtido pela Polícia Federal (PF) revela uma conversa de Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, na qual houve a citação do valor de US$ 25 mil possivelmente pertencentes ao ex-presidente. A conversa faz parte do relatório da investigação que baseou a deflagração da Operação Lucas 12:2, que apura o suposto funcionamento de uma organização criminosa para desviar e vender presentes de autoridades estrangeiras durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro.
A PF realizou, neste sábado (12), buscas e apreensões contra Mauro Cid, o pai dele, general de Exército, Mauro Lourena Cid, e o ex-advogado de Bolsonaro, Frederick Wassef. Na decisão que determinou a realização dessa operação, o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes citou o avanço das investigações da PF, apontando que o dinheiro das vendas dos presentes eram remetidos a Bolsonaro.
“Identificou-se, em acréscimo, que os valores obtidos dessas vendas eram convertidos em dinheiro em espécie e ingressavam no patrimônio pessoal do ex-Presidente da República, por meio de pessoas interpostas e sem utilizar o sistema bancário formal, com o objetivo de ocultar a origem localização e propriedade dos valores”.
Repasse – No dia 18 de janeiro deste ano, Cid trocou mensagens com Marcelo Câmara, apontado como assessor de Bolsonaro, sobre a venda de esculturas presenteadas pelo governo do Bahrein durante viagem oficial. Na avaliação dos investigadores, o general Mauro Lourena Cid estaria com o valor de US$ 25 mil, “possivelmente pertencentes a Jair Bolsonaro. Conforme o relatório, os interlocutores também evidenciaram receio de usar o sistema bancário para “repassar o dinheiro ao ex-presidente”.
“Tem vinte e cinco mil dólares com meu pai. Eu estava vendo o que era melhor fazer com esse dinheiro, levar em cash aí. Meu pai estava querendo inclusive ir ai falar com o presidente. E aí, ele poderia levar. Entregaria em mãos. Mas, também pode depositar na conta. Eu acho que quanto menos movimentação em conta, melhor, né?, escreveu Mauro Cid.
Conforme regras do Tribunal de Contas da União (TCU), os presentes de governo estrangeiros deviam ser incorporados ao Gabinete Adjunto de Documentação Histórica (GADH), setor da Presidência da República responsável pela guarda dos presentes, que não poderiam ficar no acervo pessoal de Bolsonaro, nem deixar de ser catalogados.
Defesa – A Agência Brasil entrou com contato com a defesa de Mauro Cid e aguarda retorno. A reportagem também busca contato com as defesas dos outros envolvidos.

por Camila Vieira
Acusado de ameaçar de morte o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, um suspeito norte-americano foi morto pelo FBI em sua casa no estado do Utah, nesta quarta-feira (9). As informações são do Departamento de Justiça dos EUA.
Nesta quarta-feira, ainda segundo o comunicado do FBI, policiais foram à residência do acusado para entregar uma ordem judicial mas foram recebidos por tiros e revidaram.
De acordo com o FBI, o homem planejava um atentado e já havia feito ameaças ao presidente dos EUA e à vice-presidente do país, Kamala Harris, através das redes sociais. Ele vinha sendo investigado desde abril.
Nesta semana, no entanto, ele fez uma postagem na qual dizia estar preparando armas como um rifle de precisão para a visita de Biden a seu estado – o presidente dos EUA viajou ao Utah nesta quarta-feira para visitar um centro de veteranos de guerra.

De acordo com dados da Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), cerca de 14 armas de fogo foram apreendidas por dia em todo o estado, entre 1º e 31 de julho. Segundo o balanço da SSP-BA, 427 armamentos foram retirados de circulação em ações das forças de segurança no último mês.
Entre os materiais bélicos encontrados com criminosos durante ações policiais estão fuzis, revólveres, espingardas, pistolas, submetralhadoras, carabinas, além daquelas adaptadas e de fabricação caseira.
Segundo os dados oficiais, parte dessas armas foi encontrada nas ações policiais realizadas nos dias 28, 30 e 31 de julho, em Camaçari, Itatim e no bairro de Cosme de Farias, em Salvador.
Primeiro semestre
O balanço da SSP contabiliza ainda que no primeiro semestre de 2023 foram apreendidas na Bahia 2,7 mil armas de fogo. Neste período, 30 das apreensões foram apenas de fuzis. O número supera os 22 encontrados durante todo o ano de 2022.
“A nossa missão é neutralizar as ações das facções criminosas, que são as responsáveis pela maior parte das mortes violentas registradas no estado. Retirar essas armas das ruas diminui as chances de ocorrências como balas perdidas e os chamados bondes com ataque a rivais. Vamos continuar trabalhando para barrar a circulação desse material e sufocar os grupos criminosos”, declarou o secretário da Segurança Pública, Marcelo Werner.

A Polícia Federal prendeu no fim da tarde desta quinta-feira (3) um fazendeiro do Pará que teria ameaçado “dar um tiro” no presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo o G1, que teve acesso a pessoas familiarizadas com a investigação, André Luiz Teixeira chegou a tentar descobrir o hotel em que Lula vai se hospedar em Santarém.
O fazendeiro é apontado ainda como homem vinculado à grilagem e ao garimpo. Ele teria terras avaliadas em mais de R$ 2,5 milhões. Ele responderá pelos crimes de ameaça e incitação de atentado contra autoridade por motivação política.
O presidente participa da Cúpula da Amazônia, nos dias 8 e 9 de agosto, no Pará. Antes, no dia 7, está previsto que Lula visite o Navio Hospital Escola Abaré, e no mesmo dia, às 9h30, participa da Inauguração da Infovia 01.

Um idoso preso pela 78ª Companhia Independente de Polícia Militar ao ser flagrado com um adolescente de 12 anos em um motel, na Zona Oeste de Vitória da Conquista. Em entrevista ao BATV [TV Sudoeste] o delegado Marcus Vinícius de Morais Oliveira, do Núcleo da Infância e Juventude, detalhou a situação que aconteceu no domingo (30).
Após prestar depoimento no Plantão Central da Polícia Civil no Distrito Integrado de Segurança Pública o indivíduo, que responde processo por outro crime da mesma modalidade, foi levado ao Conjunto Penal de Vitória da Conquista e na tarde desta segunda-feira (31) passou por audiência de custódia no Fórum João Mangabeira.
Também ao BATV, o juiz de Direito Leonardo Coelho Bonfim, da 3ª Vara Criminal da Comarca de Vitória da Conquista, informou que, por conta do estado de saúde do idoso de 78 anos, a prisão preventiva passou a ser domiciliar sem o uso de tornozeleira eletrônica. O Conselho Tutelar acompanha o caso preocupante na Joia do Sertão Baiano.

Após a segunda fase da operação Day After, na última quinta-feira (29), a Polícia Federal (PF) soma 83 prisões de pessoas que se declaravam colecionadores, atiradores e caçadores (CACs) ou possuidores de armas, que não recadastraram armas dentro do prazo estabelecido pelo governo federal, em 3 de maio.
Na 2ª fase, os agentes cumpriram 33 prisões e apreenderam 11 armas de fogo. As prisões são decorrentes do cumprimento de mandados de prisão por diversos crimes graves, tais como atos terroristas, homicídio, estupro, roubo, extorsão e tráfico de drogas. Segundo a PF houve, também, o cumprimento de mandados de prisão civil por não pagamento de pensão alimentícia.
“Uma vez que a existência de mandado de prisão quebra o requisito da idoneidade para obtenção do porte de arma de fogo, estão sendo adotadas medidas de apreensão cautelar de armamentos e documentos encontrados, para posterior processo de cassação de porte ou registro de arma de fogo, por parte da PF, além de comunicação ao Exército Brasileiro, para cassação das autorizações concedidas aos Cac’s”, informou a Polícia Federal.
Segundo levantamento da CNN Brasil, a maior parte das prisões ocorreu no Sudeste, sendo seis em Minas Gerais, quatro em São Paulo e uma no Espírito Santo. No Norte foram sete prisões, três no Tocantins, duas em Rondônia e duas no Pará. Sul e Nordeste, por sua vez, tiveram seis prisões, cada. Paraná com quatro, Rio Grande do Sul com uma, Santa Catarina com uma; Maranhão com três, Alagoas com uma, Paraíba com uma e Pernambuco com uma.
De acordo com dados do Sistema Nacional de Armas (Sinarm), 933 mil armas foram recadastradas dentro do prazo. As que não foram regularizadas estão ilegais, com propensão a serem apreendidas e os donos presos.
Após o término do prazo de recadastramento de armas de fogo, encerrado no último dia 3 de maio, a PF prendeu até o momento 147 CACs, proprietários de armas de fogo e vigilantes.