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Alvo de busca e apreensão da Polícia Federal (PF) na noite de quarta-feira (14), onde foi flagrada com dinheiro na cueca, vice-líder do governo Bolsonaro no Senado Federal, o senador Chico Rodrigues (DEM-RR), já foi investigado na Farra dos Combustíveis, por supostamente fazer mau uso de verba na Câmara dos Deputados.
De acordo com o portal IG, Chico Rodrigues, que foi deputado federal por cinco mandatos, entre 1991 e 2011, foi investigado pela corregedoria da Câmara por seus altos gastos com gasolina quando estava em seu quarto mandato. Na época, ele admitiu que apresentava outros gastos como se fossem de combustível, para receber ressarcimento, mas acabou absolvido.
O caso foi revelado pelo jornal O GLOBO, em uma reportagem em abril de 2006. Levantamento feito pelo jornal mostrou que, no ano anterior, Chico Rodrigues havia gastado R$ 174,1 mil (em valores da época) com gasolina, o quarto maior gasto entre deputados. Já nos três primeiros meses de 2006 ele foi o que mais gastou: R$ 60 mil.
“Certo não é, mas é maneira que tenho para justificar o gasto. Essa verba deveria ser incorporada ao salário, liberada para qualquer gasto ou suspensa. Do contrário, fica o deputado obrigado a andar com um contador do lado. O deputado é obrigado a fazer uma verdadeira alquimia, ginástica para conseguir ressarcimento. É culpa da Câmara…”, disse Rodrigues , ao ser entrevistado na época.
Atualmente, Rodrigues é um dos vice-líderes do governo Bolsonaro no Senado , nomeado ainda nos primeiros meses da administração.

Dezessete internos fugiram do Complexo Penitenciário da Papuda, no Distrito Federal, na madrugada desta quarta-feira (14). O número foi confirmado pela Secretaria de Administração Penitenciária (Seape).
Segundo informações do G1 DF, até as 7h30, três detentos haviam sido capturados. As buscas tiveram início por volta de 2h, com policiais militares e penais na operação.
A administração do presídio disse que eles fugiram pelo teto do Centro de Detenção Provisória (CDP), onde ficam os presos que ainda não foram condenados e aguardam por julgamento. “Todas as providências necessárias já estão sendo tomadas, tanto para a recaptura dos foragidos, bem como para apuração das circunstâncias em que ocorreu a fuga”, declarou o secretário de administração penitenciária do DF, o delegado Agnaldo Curado.
De acordo com a publicação, não é a primeira vez que uma fuga ocorre na Papuda em 2020. Em janeiro, no dia 28, três detentos fugiram por um buraco aberto em uma das celas. Além disso, no dia 17 de maio, um grupo de presos tentou fugir. Mas, dessa vez, os agentes de segurança conseguiram contê-los.

A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã desta quarta-feira (7) a operação policial denominada “Apocalipse”. A investigação tem como propósito desarticular uma organização criminosa inserida no Poder Executivo de um município na região de Foz do Iguaçu, no Paraná.
Estão sendo cumpridas 130 ordens judiciais, sendo duas de prisão preventiva, quatro de prisão temporária, 51 mandados de busca e apreensão e 44 ordens de afastamento de sigilo bancário e fiscal. Ainda foi realizado o bloqueio de ativos financeiros e a constrição patrimonial na ordem de 20 milhões de reais.
As investigações revelaram indícios de práticas praticadas por uma organização criminosa infiltrada no Poder Executivo de um município localizado na região oeste do Estado do Paraná, especializada no cometimento de fraudes em licitações, desvio de recursos públicos, falsidade e uso de documentos e lavagem de capitais dos ativos ilicitamente angariados.
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Cerca de 472 quilos de cocaína foram apreendidos no porto de Salvador, na tarde dessa segunda-feira (5). A apreensão foi feita em ação conjunta da Polícia Federal (PF) com a Receita Federal, que, juntas, encontraram a droga escondida em uma carga de minério de ferro.
De acordo com a corporação policial, a substância seria embarcada em um navio para a Europa, tendo o porto de Antuérpia, na Bélgica, como destino final. A identificação da cocaína foi feita durante fiscalização de rotina à qual geralmente são submetidas as cargas que embarcam e desembarcam no porto da cidade.
Diante dessa apreensão, a PF ressalta que prosseguirá com as investigações para identificar os responsáveis pelo carregamento.

Uma policial militar foi encontrada morta na cidade de Ibotirama, no oeste da Bahia, nesta segunda-feira (05), e informações iniciais da PM afirmam que a vítima, Rafaella Gonçalves, teria sido atacada pelo marido, que também era policial militar. Ele também foi encontrado morto.
Conforme a PM, Rafaella era lotada na 28ª Companhia Independente de Polícia (CIPM/Ibotirama), já o marido dela, identificado como Edson Salvador Ferreira de Carvalho, era soldado da Companhia Independente de Policiamento Especializado (CIPE).
A vítima era conhecida nas redes sociais e tinha um perfil com mais de 67 mil seguidores. No Instagram, ela dividia a rotina de uma policial feminina. O casal tinha duas filhas, mas não há detalhes sobre as meninas. Também não se sabe como o crime ocorreu. A motivação é investigada pela polícia.

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta sexta-feira (2) uma operação para apurar o envolvimento de pessoas físicas e jurídicas em fraudes tributárias no comércio de combustíveis, em São Paulo. Batizada de Operação Andrômina, o cerco persegue débitos fiscais que ultrapassam de R$ 870 milhões.
Foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão (um no Rio de Janeiro/RJ, e três em Paulínia/SP), expedidos pela 9ª Vara Federal em Campinas, com o propósito de colher indícios que identifiquem e vinculem sócios ocultos à empresa utilizada para a fraude, além de buscar provas de patrimônio oculto por estratégias de blindagem. Oito pessoas físicas e seis pessoas jurídicas são investigadas.
Segundo o apurado durante as investigações, uma empresa distribuidora de combustíveis, sediada na cidade de Paulínia, no interior de São Paulo, teria atuado como “barriga de aluguel” (empresa constituída para emitir notas fiscais, sem existência fática), criada em nome de interpostas pessoas (sócios “laranjas”) com o único objetivo de intermediar a compra e venda de combustível (etanol) entre as usinas e os postos de combustíveis, sem recolher os tributos devidos pelas operações (PIS, COFINS, ICMS, dentre outros).
Tal prática acarretou em vultuosa sonegação fiscal, resultando em autuação e lançamento tributário de débito no montante aproximado de R$ 500 milhões, no ano de 2014, cujo valor atualizado em execução fiscal corresponde a mais de 870 milhões de reais.
Além da fraude fiscal, esse tipo de crime leva empresários a auferirem lucros maiores, vantagem competitiva ilegal e aumento de sua participação no mercado, muitas vezes inviabilizando a atividade de seus concorrentes.
Durante as investigações, após autorização judicial, houve o compartilhamento de informações com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional que, por meio do Núcleo de Combate à Fraude Fiscal Estruturada, obteve sucesso em bloquear judicialmente 25 imóveis localizados na Barra da Tijuca, na cidade do Rio de Janeiro, adquiridos com recursos da empresa fraudadora.
Os investigados responderão, na medida de suas condutas, pelo crime de falsidade ideológica e por crimes previstos na Lei de Crimes Contra a Ordem Tributária e Econômica, cujas penas podem chegar a 12 anos de prisão.

O Ministério Público de São Paulo, a Receita Federal e Secretaria Estadual da Fazenda deflagraram uma operação contra um suposto esquema de sonegação fiscal e lavagem de dinheiro envolvendo cinco grandes distribuidoras de medicamentos. A investigação deflagrada nesta quinta-feira (1°) aponta que as fraudes causaram um prejuízo de R$ 10 bilhões aos cofres públicos nos últimos seis anos.
De acordo com o G1, além das cinco distribuidoras, duas redes varejistas e uma associação nacional de distribuidoras de remédios foram alvos da operação. Na moradia de um dos investigados, sócio de uma rede de farmácias, a polícia achou R$ 8 milhões em dinheiro vivo guardados em quatro gavetas de um armário.
Na casa de um outro alvo, os investigadores encontraram R$ 200 mil em sacos de lixo. O montante teria sido descartado após a chegada dos policiais.
Foram cumpridos 88 mandados de busca e apreensão nas empresas dos supostos envolvidos no esquema. em cidades da Grande São Paulo e nas regiões de Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, Marília, Piracicaba e Campinas. Ainda foram cumpridos mandados de busca e apreensão nos estados de Goiás e Minas Gerais. A Justiça determinou o sequestro de 17 imóveis.

Um sargento aposentado da Polícia Militar e outros dois homens foram detidos nesta quarta-feira (30) por suspeita de integrar um grupo de extermínio. Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP-BA), o trio, que possuía mandado de prisão temporária de 30 dias, é suspeito de assassinatos na cidade de Itaberaba este ano.
Na ação, comandada pela Corregedoria Geral da Força Tarefa da SSP, os policiais apreenderam quatro revólveres calibre 38, uma pistola, três espingardas, carregador, munições, colete balístico, algema e celulares. Os mandados de busca e apreensão foram expedidos pela 1ª Vara Criminal de Itaberaba.
O sargento aposentado será encaminhado para Salvador, onde deve cumprir o mandado na custódia que fica localizada em uma área no Batalhão de Choque. Os outros dois homens seguem para o sistema prisional.
Participaram da operação equipes das Corregedorias Geral, da PM e da PC, da COE, da Superintendência de Inteligência da SSP, do Depin, do Draco, do DHPP, do DIP e do DPT de Itaberaba.

O Ministério Público Federal e a Polícia Federal cumprem na manhã desta quarta-feira (30) contra o governador de Santa Catarina, Carlos Moisés (PSL), e outros dois ex-integrantes do governo estadual sob suspeita de fraudes em um contrato movimentou R$ 33 milhões.
A operação foi autorizada pelo ministro Benedito Gonçalves, do Superior Tribunal de Justiça (STJ). O objetivo da ação é subsidiar o inquérito que investiga irregularidades na compra de respiradores para o enfrentamento da pandemia de Covid-19 no estado.
O caso tramita sob sigilo e, por isso, neste momento, não serão divulgados os nomes dos demais alvos das buscas, bem como a íntegra das peças que compõem o inquérito. Com as medidas, os investigadores buscam provas da relação entre o governador, sua equipe e empresários que venderam 200 respiradores ao estado de Santa Catarina. As investigações revelaram indícios de participação do chefe do Executivo estadual na contratação da empresa Veigamed.
Ao STJ, a subprocuradora-geral da República Lindôra Araújo afirma que as buscas são necessárias para aprofundar as investigações e para verificar se a ordem de pagamento antecipado partiu do governador Carlos Moisés.
Para o MPF, há elementos que demonstram a constituição de um esquema criminoso de desvio de dinheiro público. Além disso, os investigadores apuram se houve lavagem de dinheiro decorrente da prática do crime antecedente contra a administração pública, mediante ocultação e distanciamento da origem dos recursos públicos desviados da compra de respiradores. A defesa do governador catarinense não havia se pronunciado até a publicação deste texto.

Um fato curioso está acontecendo no município de Licínio de Almeida, no centro-sul da Bahia. A cidade possui apenas um candidato a prefeito nas eleições 2020, de acordo com os dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O único postulante é o atual prefeito, Dr. Fred (PCdoB), que vai tentar a reeleição. Na vice da chapa está Robertinho (PSD). Para a Câmara de Vereadores, 33 nomes concorrem a eleição.