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Foragida, mulher de Queiroz pode entrar na mira da Interpol, diz coluna

19 junho 2020 | 7:30

Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro, foi preso na quinta-feira (18). Foto: Divulgação

Caso não se entregue à polícia nesta sexta-feira (19), Márcia Oliveira de Aguiar, mulher de Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro, terá seu nome enviado à Interpol. A informação é da coluna de Guilherme Amado, da revista Época.

Ocasal e o senador são investigados pelo esquema da rachadinha na Assembleia Legislativa do Rio.Queiroz foi preso em Atibaia, no interior de São Paulo, na manhã de quinta-feira (18).

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Escândalo da prisão Queiroz divide militância bolsonarista

19 junho 2020 | 6:30

Por outro lado, a demissão de Abraham Weintraub desanimou os apoiadores do presidente da República. Foto: Divulgação

Os apoiadores do presidente da República Jair Bolsonaro (sem partido) ficaram divididos sobre a prisão do ex assessor de seu filho e amigo da família, Fabrício Queiroz. Segundo pesquisa feita pela AP Exata, os bolsonaristas se dividiram nas redes sociais, alguns pedindo punição para o senador Flavio Bolsonaro (PSL-RJ) caso tivesse cometido crime com Queiroz.

Outros, contudo, alegavam que o escândalo com a prisão e o esquema de “rachadinhas” não passava de perseguição política para atingir o pai.

Uma outra narrativa foi a de que o PT tinha esquemas piores de corrupção do que as rachadinhas pelas quais Flávio é investigado, conforme informou a coluna de Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo.

Por outro lado, conforme mostra o levantamento, outro acontecimento da quinta-feira (18), a demissão de Abraham Weintraub do Ministério da Educação levou “influenciadores de peso da militância bolsonarista” ao desânimo — e a críticas ao que consideram inação de Bolsonaro em relação a supostas ofensivas do Supremo Tribunal Federal (STF) contra o governo dele.

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Apreensivo com depoimento de Queiroz, Bolsonaro alega perseguição do Judiciário

19 junho 2020 | 0:02

Foto: Agência Brasil

Abatido após a prisão do amigo e ex-assessor do filho Flavio Bolsonaro, Fabrício Queiroz, o presidente da República, Jair Bolsonaro, buscou alternativas para  afastar do Palácio do Planalto o desgaste do ocorrido na manhã desta quinta-feira (18). 

Pela manhã, realizou uma reunião com os ministros da Justiça, André Mendonça, da Secretaria Geral, Jorge Oliveira, e da Advocacia Geral da União, José Levi, Bolsonaro considerou haver uma perseguição do Judiciário. Também participaram da reunião os ministros da Casa Civil, Braga Netto, e Augusto Heleno, do Gabinete de Segurança Institucional.

Para o presidente, há uma tentativa de criar um clima de instabilidade no governo. Segundo O Globo, no Palácio do Planalto, o clima é de apreensão com o depoimento que Queiroz deve prestar nos próximos dias. 

Aos aliados, Bolsonaro teria reclamado ser a terceira ação da semana contra seus apoiadores. Na segunda, a Polícia Federal prendeu a extremista Sara Giromini, que adotou o pseudônimo Sara Winter. A prisão temporária foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes.

Na terça, Alexandre de Moraes, relator do inquérito das fake news no STF, determinou a quebra de sigilos bancários de 11 parlamentares bolsonaristas. 

Polícia Federal deflagra 71ª Fase da Operação Lava Jato

18 junho 2020 | 9:30

Foto: Divulgação

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quinta-feira (18), a 71ª fase da Operação Lava Jato que mira área de Trading -compra e venda de petróleo, óleos combustíveis e derivados- da Petrobrás.

Cerca de 40 policiais federais cumprem 14 ordens judiciais, sendo 12 mandados de busca e apreensão e dois ofícios para obtenção de dados telemáticos. Também foram expedidas ordens para bloqueio de valores até o limite dos prejuízos identificados até o momento – cerca de 17 milhões de reais. As ordens judiciais foram expedidas pela 13ª Vara Federal da Justiça Federal em Curitiba/PR e os mandados estão sendo cumpridos todos no Estado do Rio de Janeiro.

Após análise de materiais apreendidos na 57ª Fase, Operação Sem Limites – deflagrada em dezembro de 2018 , e do resultado de pedidos de cooperação jurídica internacional formulados pela Polícia Federal, foram identificados novos indivíduos que auxiliavam e integravam a organização criminosa estruturada no sentido de lesar a Petrobras, especialmente em sua área de trading, onde são realizados negócios de compra e venda de petróleo, óleos combustíveis e derivados, dentre outros, junto a empresas estrangeiras e que são destinadas às atividades comerciais da estatal.

As investigações puderam identificar vários doleiros que atuavam até 2018 no mercado paralelo de câmbio e auxiliavam na remessa de valores de propina que eram pagos pelos intermediários no exterior para agentes públicos corruptos no Brasil.

A PF conseguiu identificar titulares de contas no exterior em nome de empresas offshores, e por meio delas, profissionais do mercado paralelo de câmbio realizavam transferências bancárias internacionais para a realização de “dólar-cabo”.

A suspeita é de que parte dos valores de propina tinham como objetivo o pagamento de intermediários políticos para a manutenção de certos empregados públicos em funções gerenciais estratégicas da Petrobras, como a de Gerência Executiva de Marketing e Comercialização, onde se realizavam as operações de trading.

Entre outros crimes, os investigados responderão pela prática dos crimes de corrupção ativa, corrupção passiva, organização criminosa, crimes financeiros e de lavagem de dinheiro.

Ex-assessor de Flávio Bolsonaro, Fabrício Queiroz é preso no interior de SP

18 junho 2020 | 7:33

Também foram cumpridos mandados em imóvel que consta como bem do presidente Jair Bolsonaro. Flávio Bolsonaro e Fabrício Queiroz (Foto: Reprodução/Instagram)

O ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), Fabrício Queiroz, foi preso nesta quinta-feira (18), em uma operação da Polícia Civil e do Ministério Público de São Paulo.

Segundo informações do portal G1, ele estava em um imóvel do advogado do parlamentar, no interior de SP. Queiroz é investigado por participação em suposto esquema de ‘rachadinha’ na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro) à época em que Flávio era deputado estadual.

Também foram cumpridos mandados, expedidos pela justiça do Rio de Janeiro, em um imóvel que consta como bem do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), em Bento Ribeiro, Zona Norte da capital fluminense.

As investigações envolvem um relatório do Coaf (Conselho de Atividades Financeiras), que apontou operações bancárias suspeitas de 74 servidores e ex-servidores da Alerj. Recursos usados para pagar funcionários na Alerj voltavam para os próprios deputados estaduais.

Na conta de Queiroz foi identificada uma movimentação atípica de R$ 1,2 milhão, que teria ocorrido entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017.

Um dos apoiadores mais próximos durante a campanha presidencial de Jair Bolsonaro, o empresário Paulo Marinho, 68, relatou recentemente que Flávio, filho do presidente, soube com antecedência da Operação Furna de Onça, deflagrada pela Polícia Federal em 14 de dezembro de 2018 e que tinha como alvo Fabrício Queiroz.

Segundo Marinho, em outubro de 2018, um delegado da PF avisou assessores de Flávio que documento em posse da operação, à época ainda na fase de investigação sigilosa, havia detectado suspeitas sobre Queiroz. Nenhum dos dois era alvo da apuração.

Operação da Polícia Civil desvenda esquema de fake news em Luís Eduardo Magalhães

17 junho 2020 | 15:06

Material apreendido na operação (Foto: Divulgação)

A Polícia Civil da Bahia cumpriu, nas primeiras horas desta quarta-feira (17), mandado de busca, apreensão e condução coercitiva na casa do fotógrafo Matheus Loiola, funcionário do jornalista Sigi Vilares, na cidade de Luís Eduardo Magalhães, no oeste do estado.

Os policiais chegaram à residência de Matheus, localizada no bairro Jardim Paraíso, por volta de 6h15. Não houve resistência e ele foi levado à delegacia para prestar depoimento, onde está neste momento. Foram apreendidos notebook, celular e HD externo, que serão periciados. Ele é investigado pelos crimes de calúnia, difamação, falsidade ideológica e associação criminosa, por supostamente integrar um esquema de produção de perfis falsos nas redes sociais.

As suspeitas são de que Matheus Loiola seria o produtor de publicações difamatórias nas páginas Luiseduardoonline, criadas há três anos no Facebook e no Instagram, além de evidências de que ele fabricava perfis falsos para atacar adversários políticos da família Vilares.

“Matheus confirmou que é proprietário do site, mas não revelou quem está por trás, financiando o esquema”, afirma o delegado Rivaldo Lins, que conduz a investigação. Ainda segundo ele, a depender do conteúdo do depoimento, outras pessoas podem ser ouvidas para prestar esclarecimentos.

PF faz busca e apreensão contra aliados de Bolsonaro em investigação sobre atos antidemocráticos

16 junho 2020 | 8:49

Autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, ação ocorre em SP, RJ, MG, MA, SC e no DF. Foto: Divulgação

A Polícia Federal cumpre nesta terça-feira (16) 21 mandados de busca e apreensão âmbito do inquérito que investiga a origem de recursos e a estrutura de financiamento de grupos suspeitos da prática de atos contra a democracia.

Autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), a operação acontece em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Maranhão, Santa Catarina e no Distrito Federal.

Pelas redes sociais, o deputado federal Carlos Silveira (PSL-RJ) e o blogueiro Allan dos Santos, do site “Terça Livre”, disseram que policiais federais estiveram em suas casas nesta manhã. Os dois são apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Polícia Federal em meu apartamento. Estou de fato incomodando algumas esferas do velho poder. E cada dia estarei mais firme nessa guerra”, escreveu o deputado Daniel Silveira no Twitter. Em nota, o “Terça Livre” disse que a Polícia Federal está novamente em sua sede, a casa de Allan dos Santos.

A ação ocorre um dia após a prisão de Sara Winter. líder do grupo 300 do Brasil, denominação que tem fomentado manifestações a favor do fechamento do STF (Supremo Tribunal Federal) e do Congresso.

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Líder do movimento 300 do Brasil, Sara Winter é presa pela PF em Brasília

15 junho 2020 | 9:02


Inquérito do Supremo Tribunal Federal investiga organização criminosa que tem fomentado os recentes atos antidemocráticos no DF. Foto: Divulgação

A ativista do movimento 300 do Brasil Sara Winter foi presa na manhã desta segunda-feira (15) pela Polícia Federal. Ela foi levada para a Superintendência do órgão em Brasília.

O mandado de prisão foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, após pedido feito na semana passada pelo procurador-geral da República, Augusto Aras.

A investigação faz parte do inquérito que apura uma organização criminosa que tem fomentado manifestações antidemocráticas, alguns dos quais liderados por Sara Winter. Outros cinco mandados de prisão ligados ao 300 do Brasil também estão em execução nesta manhã.

A prisão da ativista, porém, não tem relação com ameaças feitas por ela a Alexandre de Moraes.

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Barroso quer que 1º turno da eleição aconteça em novembro, diz coluna

12 junho 2020 | 9:30

TSE já trata adiamento do pleito municipal como “fato consumado”. Foto: Roberto Jayme/Tribunal Superior Eleitoral

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já trata o adiamento das eleições municipais como um fato consumado, segundo a coluna de Lauro Jardim, do jornal O Globo.

De acordo com a publicação, após ouvir especialistas da área de saúde, o ministro Luís Roberto Barroso tem suas datas preferidas para realização do pleito: primeiro turno no dia 29 de novembro e o segundo turno em 13 de dezembro.

Barroso não deve oferecer resistência, porém, ao calendário de 15/11 (primeiro turno) e 6/12 (segundo), como defenderam em reunião com o ministro Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre.

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LEM: Polícia apreende R$ 9,3 mil, drogas e eletrônicos com casal e adolescente

11 junho 2020 | 16:43

Foto: Divulgação

Um casal e uma adolescente foram conduzidos, na terça-feira (09), com drogas, dinheiro, embalagens usadas em entorpecentes e outros artigos por equipes da 85ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM/ Luís Eduardo Magalhães), no bairro Luar do Oeste.

Os políciais apreenderam R$ 9,3 mil reais, quatro celulares, uma televisão de 32 polegadas, um notebook, quatro relógios, uma bicicleta, uma caixa de som, 850 gramas de maconha, oito comprimidos de exctasy, crack, uma balança, papel filme e sacos plásticos usados para embalar drogas e borrachas. O casal e a adolescente foram levados para o Distrito Integrado de Segurança Pública (Disep) de Luis Eduardo Magalhães.

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