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por Natália Cancian
Após obter fornecedores para apenas 2,3% de seringas e agulhas em uma primeira tentativa de compra, o Ministério da Saúde decidiu fazer uma requisição administrativa dos estoques de fabricantes nacionais desses produtos.
Na prática, isso indica que essas empresas só poderão vender o material excedente à pasta. O objetivo é garantir material para iniciar o plano de vacinação contra a Covid-19. A informação foi confirmada por representantes do ministério na noite desta segunda-feira (4).
Segundo a pasta, a medida atinge fabricantes representados pela Abimo e ocorre “enquanto não se conclui o processo licitatório normal, que será realizado o mais breve possível”.
Antes das seringas, o Ministério da Saúde já adotou modelo semelhante de requisição para compra de medicamentos usados na intubação de pacientes com Covid-19, por exemplo.
Em nota, a pasta diz que a nova requisição “visa a atender às necessidades mais prementes para iniciar o Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação Contra a Covid-19”.
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Casos confirmados de COVID-19 nas últimas 24h em Brumado.
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👉🏻 Segunda-feira, 04/01: 02 novos casos

As cirurgias eletivas nos hospitais estaduais da Bahia estão suspensa por tempo indeterminado. A informação foi confirmada pelo secretário de Saúde do Estado, Fábio Vilas-Boas, na manhã desta segunda-feira (04). Segundo a Sesab, todos os leitos, além dos recursos, estão voltados para o atendimento de pacientes com coronavírus.
Vilas-Boas afirma que a decisão foi adotada em outros estados brasileiros e havia sido tomada na semana passada. “Precisamos redirecionar esforços, redirecionar anestésicos, medicamentos, respiradores – que estão começando a faltar em todo o país -, leitos, recursos humanos, técnicos, para poder atender aos leitos de Covid. Como essas não são cirurgias urgentes, eles podem tranquilamente ser remarcadas”, diz o secretário em entrevista ao Jornal da Manhã, da TV Bahia.

O Reino Unido iniciou nesta segunda-feira (04) a vacinação de sua população contra a Covid-19 com o imunizante desenvolvido pela Universidade de Oxford, em parceira com a farmacêutica AstraZeneca. Com isso, é o primeiro país do mundo a usar a vacina. O “sortudo” é um idoso de 82 anos, Brian Pinker, que recebeu o imunizante e afirmou que estava “muito satisfeito”.
O país foi o primeiro do mundo a conceder a aprovação emergencial da vacina, e o Serviço Nacional de Saúde britânico informou que 520 mil doses estão prontas para serem distribuídas para a população.
Segundo o portal IG, a vacina de Oxford é o segundo imunizante aprovado e usado pelos britânicos. O primeiro foi o da Pfizer/BioNTech, que já é aplicada desde 8 de dezembro em grupos prioritários no país.
Ainda segundo a publicação, o Reino Unido planeja vacinar as pessoas com a segunda dose das duas vacinas num prazo de 12 semanas após a primeira aplicação, em vez dos 21 dias recomendados, para poder imunizar o maior número de pessoas o mais rápido possível.

Casos confirmados de COVID-19 nas últimas 24h em Brumado.
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A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) vai comprar vacinas do Instituto Serum, da Índia, para garantir a vacinação no Brasil. Segundo anúncio feito pela instituição neste domingo (3), serão adquiridas doses do imunizantes com a tecnologia produzida pela AstraZeneca e pela Universidade de Oxford.
A fundação reafirmou que a previsão para o pedido de registro da vacina está mantida para 15 de janeiro. Os primeiros lotes com os insumos para a produção das doses também devem chegar ao país em janeiro. A previsão é que o primeiro lote com 1 milhão de doses seja entregue entre 8 e 12 de fevereiro.
Neste sábado (2), a Anvisa aprovou pedido feito pela Fiocruz para importar 2 milhões de doses já prontas do imunizante. No último dia 30 de dezembro, a vacina de Oxford foi aprovada para uso no Reino Unido.

A Anvisa aprovou um pedido feito pela Fiocruz para importação excepcional de 2 milhões de doses da vacina produzida pela Universidade de Oxford em parceria com o laboratório AstraZeneca. A informação é do portal G1.
No dia 23 de outubro, a Anvisa já tinha autorizado a importação de 6 milhões de doses da CoronaVac, vacina contra a Covid-19 desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac e testada no Brasil em parceria com o Instituto Butantan.
De acordo com a publicação, no pedido feito pela Fiocruz, a indicação é que as vacinas cheguem ao país ainda em janeiro. A importação é considerada excepcional porque o imunizante ainda não foi submetido à autorização de uso emergencial ou registro sanitário.
Segundo a agência, a aprovação ocorreu no dia 31 de dezembro de 2020, mesmo dia que o pedido de importação foi protocolado pela Fiocruz — que é a responsável pela produção da vacina.
Ainda de acordo com a Anvisa, por se tratar da importação de vacina que ainda não foi aprovada no país, a entrada do material no país deve seguir algumas condições. O principal deles, diz a agência, que as vacinas importadas fiquem sob a guarda específica da Fiocruz até que a Anvisa autorize o uso do produto no país.
Na sexta-feira, a Anvisa afirmou que terminou a análise dos documentos já apresentados pela AstraZeneca sobre a vacina. Na prática, isso quer dizer que a agência “está em dia” com o que foi apresentado até agora.

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