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O mundo pode estar chegando a uma segunda onda da pandemia do novo coronavírus, conforme alerta do diretor de emergências da Organização Mundial da Saúde (OMS), Mike Ryan. Em coletiva nesta segunda-feira (19), ele citou a situação da Ásia.
“A segunda onda está chegando. (…) Quando vemos a Ásia, vemos que países que foram pouco afetados na primeira onda estão sendo mais afetados agora”, disse.
Quem também demonstrou preocupação com os avanços dos casos foi o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom, principalmente na Europa e nos Estados Unidos por causa da chegada do inverno.
“Na sexta-feira, falamos da fase preocupante em que a pandemia da Covid-19 entrou. À medida que o Hemisfério Norte entra no inverno, vemos os casos se acelerarem, principalmente na Europa e na América do Norte”, afirmou.

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) voltou a afirmar que a vacina Contra a covid-19 não será obrigatória. A declaração, dada na manhã desta segunda-feira (19), é uma crítica indireta ao governador de São Paulo, João Doria (PSDB). Sem mencionar o nome do gestor paulista, Bolsonaro disse que ” tem um governador que está se intitulando o médico do Brasil”.
Na última sexta-feira (16), Doria disse que a vacinação contra a covid-19 será obrigatória em todo o estado se for aprovada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). No mesmo dia, Bolsonaro disse nas redes sociais que o ministério da Saúde é quem irá oferecer o imunizante, mas “sem impor ou tornar a vacinação obrigatória”.
Em conversa com seus apoiadores transmitida pelo canal “Foco do Brasil”, o presidente reafirmou que a lei deixa claro que o assunto compete ao Ministério da Saúde.
“Meu ministro já disse claramente que não será obrigatória essa vacina e ponto final. Tem um governador aí que está se intitulando o médico do Brasil dizendo que ela será obrigatória. Repito que não será presidente Jair Bolsonaro (sem partido)”, disse o presidente. Bolsonaro acrescentou que a vacina, depois de aprovada pelos órgãos competentes, será oferecida aos brasileiros de forma gratuita.

O boletim epidemiológico da Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab), divulgado pela pasta neste domingo (18), aponta que o número de casos ativos permanece estável. Foram 654 novos casos da infecção nas últimas 24h, com 6.769 casos ainda ativos. Ao todo são 335.351 casos confirmados.
Em relação aos óbitos, a divulgação evidencia 28 novas ocorrências. O total de mortes desde o início da pandemia no estado é 7.316. A taxa de letalidade da doença atualmente é de 2,18%.
Entre os casos confirmados ocorreram em 417 municípios baianos, com maior proporção em Salvador (26,80%). Os municípios com os maiores coeficientes de incidência por 100.000 habitantes foram: Ibirataia ((7.823,93), Almadina (6.551,98), Itabuna (6.344,06), Madre de Deus (6.314,89), Apuarema (5.893,59).

Casos confirmados de COVID-19 nas últimas 24h em Brumado.
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👉🏻 Segunda-feira, 12/10: 10 novos casos
👉🏼 Terça-feira,13/10: 42 novos casos
👉🏻 Quarta-feira, 14/10: 38 novos casos
👉🏻 Quinta-feira, 15/10: 32 novos casos
👉🏻 Sexta-feira, 16/10: 19 novos casos
👉🏻 Sábado, 17/10: 30 novos casos
👉🏻 Domingo, 18/10: 1 novo caso

A taxa de contaminação por Covid-19 na cúpula da República tem, em média, um índice dez vezes maior do que entre a população brasileira, diz a coluna de Lauro Jardim, do jornal O Globo.
Segundo a publicação, enquanto no país a parcela contaminada é de 2,5%, da população total, chega a 20% dos parlamentares do Senado, 30% dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e quase 50% dos ocupantes da Esplanada.

Casos confirmados de COVID-19 nas últimas 24h em Brumado.
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👉🏻 Segunda-feira, 12/10: 10 novos casos
👉🏼 Terça-feira,13/10: 42 novos casos
👉🏻 Quarta-feira, 14/10: 38 novos casos
👉🏻 Quinta-feira, 15/10: 32 novos casos
👉🏻 Sexta-feira, 16/10: 19 novos casos
👉🏻 Sábado, 17/10: 30 novos casos

O Brasil registrou 754 mortes e 30.914 novos casos registrados do novo coronavírus em 24 horas, conforme boletim epidemiológico divulgado nesta sexta-feira (16), pelo Ministério da Saúde. Desde o início da pandemia, 153.214 brasileiros morreram e 5.200.300 foram infectados pela doença.
Ainda conforme o Ministério, 427.526 casos ainda estão sob investigação e 4.619.560 pessoas já se recuperaram da doença.
Os estados com mais mortos pela doença são São Paulo (37.870), Rio de Janeiro (19.654), Ceará (9.199), Pernambuco (8.469) e Minas Gerais (8.345). Já os locais com menos casos são Acre (679), Roraima (680), Amapá (730), Tocantins (1.035) e Mato Grosso do Sul (1.478).

Casos confirmados de COVID-19 nas últimas 24h em Brumado.
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👉🏻 Segunda-feira, 12/10: 10 novos casos
👉🏼 Terça-feira,13/10: 42 novos casos
👉🏻 Quarta-feira, 14/10: 38 novos casos
👉🏻 Quinta-feira, 15/10: 32 novos casos
👉🏻 Sexta-feira, 16/10: 19 novos casos

Casos confirmados de COVID-19 nas últimas 24h em Brumado.
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👉🏻 Segunda-feira, 12/10: 10 novos casos
👉🏼 Terça-feira,13/10: 42 novos casos
👉🏻 Quarta-feira, 14/10: 38 novos casos
👉🏻 Quinta-feira, 15/10: 32 novos casos

A OMS (Organização Mundial de Saúde) afirmou que jovens saudáveis podem ter que esperar até 2022 para serem vacinados contra o novo coronavírus.
A recomendação foi feita na quarta-feira (14) pela cientista-chefe da organização, Soumya Swaminathan. De acordo com reportagem do jornal Folha de S. Paulo, para a OMS, profissionais de saúde, idosos e trabalhadores que lidam com o público mais suscetíveis devem ser os primeiros a serem imunizados quando uma vacina viável estiver disponível.
“As pessoas tendem a pensar que no dia primeiro de janeiro vão tomar a vacina e tudo vai voltar ao normal. Não vai funcionar assim”, afirmou em uma sessão de respostas a perguntas do público
Swaminathan estima que vacinas comprovadamente seguras e eficazes contra Covid-19 podem estar disponíveis no próximo ano, mas ainda não em quantidade suficiente para toda a população. Mais de dez vacinas estão na fase final de experimentos clínicos, feitos para determinar se são capazes de imunizar e se não provocam efeitos colaterais graves.
Recentemente, o Sage (grupo de especialistas em imunização da OMS) publicou recomendações (no original) sobre como priorizar a distribuição de vacinas entre diferentes grupos de pessoas.
A cientista-chefe disse que, conforme forem sendo aprovadas vacinas, haverá novas orientações. “A maioria concorda que se deve começar com profissionais de saúde e trabalhadores de linha de frente, mas é preciso definir quais deles estão em maior risco”.
“Precisamos ter certeza de que vacinamos aqueles que estão em maior risco em todos os países antes de vacinarmos todos em alguns países”, afirmou a líder técnica da OMS Maria van Kerkhove, na mesma sessão de respostas, conforme a Folha.