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3 outubro 2020 | 7:44

Foto: Divulgação

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Brasil ultrapassa 145 mil mortes por coronavírus, diz consórcio de imprensa

3 outubro 2020 | 0:05


Regiões Sudeste e Sul tiveram queda nos casos; outras regiões permanecem estáveis. Foto: Divulgação

O número de mortes pelo novo coronavírus no Brasil chegou a 145.431 e 4.882.231 pessoas contraíram a doença desde o início da pandemia. Conforme o levantamento divulgado nesta sexta-feira (02) pelo consórcio de imprensa, em 24 horas foram registrados 664 óbitos e 33.002 novos casos da doença.

De acordo com o grupo, as regiões Sudeste e Sul tiveram queda nos casos, com -17% e -16%, respectivamente. Já as outras regiões estão estáveis: Centro-Oeste (-10%), Nordeste (4%) e Norte (6%). Os estados que apresentaram aceleração nos casos foram Roraima (633%), Amazonas (138%) e Ceará (22%). Integram o consórcio os veículos Folha de S. Paulo, UOL, Estadão, Extra, O Globo e G1.

Brumado registra 73 novos casos da Covid-19 nas últimas 24h

2 outubro 2020 | 19:55

Foto: Divulgação

Casos confirmados de COVID-19 nas últimas 24h em Brumado.
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👉🏻 Segunda-feira, 28/09: 71 casos confirmados
👉🏻 Terça-feira, 29/09: 12 casos confirmados na última 24h.
👉🏻 Quarta-feira, 30/09: 17 casos6 confirmados na última 24h.
👉🏻 Quinta-feira, 01/10: 15 casos confirmados na última 24h.
👉🏻 Sexta-feira, 02/10: 73 casos confirmados na última 24h.

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Coronavírus já alcança mais da metade dos povos indígenas

2 outubro 2020 | 18:40

Casos confirmados passam de 34,6 mil, informam entidades.
Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

O total de casos confirmados de covid-19 entre indígenas chega a 34.608, de acordo com levantamento feito por uma frente formada exclusivamente para acompanhar o avanço da doença. Na última atualização do balanço, também são informadas 836 mortes de pacientes infectados pelo novo coronavírus, causador da doença. 

A frente, da qual participam entidades como a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) e a Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab), informa que foram identificadas transmissões e óbitos em 158 dos 305 povos indígenas que vivem no país. Ou seja, as contaminações já atingiram a maioria (51%).

Para realizar o monitoramento, o grupo conta com a colaboração de organizações de base, mas também de entes públicos, como o Ministério Público Federal (MPF). Tomando como base os registros oficiais, os números são bem menores.

De acordo com a Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), que responde ao Ministério da Saúde, são 28.716 os casos confirmados e 446 óbitos entre indígenas. A diferença se explica porque a pasta não faz o registro de contágios de indígenas que vivem em contexto urbano, critério questionado pelas lideranças indígenas e que motivou a contagem independente.

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Geraldo Azevedo Candidato a prefeito de Brumado, deixa a UTI e segue em observação em Conquista

2 outubro 2020 | 15:49

Foto: Nildo Freitas/Brumado Verdade

Nesta sexta-feira (02), o candidato a prefeito de Brumado, o médico pediatra Dr. Geraldo Azevedo (PP), deixou a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de uma unidade hospitalar de Vitória da Conquista e está em observação.

Azevedo foi internado em decorrência de complicações ocasionadas pela Covid-19.  “Dr. Geraldo acabou de receber alta da UTI e está sendo transferido para um quarto.

Agradecemos à todos pelas orações e pedimos que continuem orando por ele e por todos que estão passando por isso. Obrigado”, escreveram os assessores do médico  em uma rede social.

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Estudo indica que gatos ficam imunes ao coronavírus e podem ajudar no desenvolvimento da vacina

2 outubro 2020 | 12:43

Pesquisa desenvolvida pela Universidade Estadual do Colorado (EUA) investigou possível transmissão do Sars-CoV-2 entre humanos e animais domésticos.
Foto: Mariana Pereira/Premierpet

A revista científica Pnas (Proceedings of the National Academy of Sciences) publicou um estudo que indica que os gatos infectados pelo novo coronavírus desenvolvem uma rápida resposta imune ao Sars-CoV-2.

Conforme consta na publicação, veiculada no dia 29 de setembro, “a resistência à reinfecção é uma promessa de que uma estratégia de vacina pode proteger gatos e, por extensão, humanos”.

Segundo informações da Folha de S.Paulo, o estudo foi desenvolvido por cientistas da Escola de Medicina Veterinária da Universidade Estadual do Colorado, nos Estados Unidos, para investigar uma possível transmissão do vírus entre humanos e animais domésticos.

De acordo com os pesquisadores, os bichanos são altamente suscetíveis à infecção, com um período de até cinco dias de eliminação viral, oral e nasal, que não é acompanhada de sinais clínicos. Ou seja, apesar de infectados, os gatos não desenvolvem a doença Covid-19.

Infectados em laboratório, os bichanos transmitiram o vírus para outros gatos saudáveis. Porém, não há evidências de que cães ou gatos desempenhem um papel significativo na infecção humana. Já a zoonose reversa (um humano contaminado passar o novo coronavírus para um gato) é possível.

Também foi documentado que gatos desenvolveram uma resposta robusta de anticorpos neutralizantes após o contato com o Sars-CoV-2, o que evitou a reinfecção após uma segunda tentativa de infecção em laboratório. “Esses estudos têm implicações importantes para a saúde animal e sugerem que os gatos podem ser um bom modelo para o desenvolvimento de vacinas”, conclui o estudo.

O mesmo não ocorreu com os cães. De acordo com o estudo científico, os que tiveram contato em laboratório não eliminaram o vírus após a infecção. Contudo, eles também não desenvolveram a Covid-19.

Teste positivo de Trump para coronavírus abala mercados antes de eleições

2 outubro 2020 | 9:10


A notícia, confirmada pelo próprio presidente dos EUA, desencadeou uma liquidação nas ações e no petróleo. Foto: Divulgação

Os investidores, já nervosos antes das eleições nos Estados Unidos (EUA) em novembro, agora têm outra coisa com que se preocupar: a saúde do presidente norte-americano.

O diagnóstico positivo para Covid-19 de Donald Trump desencadeou nesta sexta-feira (02) uma liquidação nas ações e no petróleo e um aumento na demanda por portos seguros tradicionais – como ouro e títulos.

“O presidente dos Estados Unidos está com uma doença que mata pessoas. As pessoas estão se livrando do risco por causa disso”, disse Chris Weston, chefe de pesquisa da Pepperstone.

Mas para onde vão os investidores a partir de agora depende, em grande medida, de como o presidente dos EUA lidará com a doença que matou mais de 1 milhão de pessoas em todo o mundo. “Esta é uma nova incerteza em um mundo que já está confuso, o que não é o melhor”, disse Chris Bailey, estrategista europeu da Raymond James.

Se seus sintomas forem leves e ele se recuperar rapidamente, os mercados podem se estabilizar e Trump pode usar a experiência para projetar sua imagem como um guerreiro na campanha contra seu adversário democrata, Joe Biden.

Mas se, aos 74 anos, Trump ficar muito doente e precisar ser hospitalizado, como aconteceu com o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, ou se o vírus se espalhar para outros membros de seu governo, os investidores ficarão alarmados.

“O que está me deixando preocupado mais do que qualquer outra coisa é o ponto de interrogação sobre a legitimidade do processo eleitoral”, disse David Arnaud, administrador de fundos de renda fixa da Canadá Life Asset Management, sobre o diagnóstico de Trump.

A notícia levou os investidores a se prepararem para um período de alta volatilidade, com a maioria concordando que os mercados permanecerão tensos no futuro próximo. Os indicadores de volatilidade avançavam, com o amplamente observado VIX subindo para quase 29 pontos, ante patamar de cerca de 27 pontos na quinta-feira.

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Brumado: Boletim Informativo Covid-19 (01)

1 outubro 2020 | 19:36

Foto: Divulgação

Casos confirmados de COVID-19 nas últimas 24h em Brumado.
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👉🏻 Segunda-feira, 28/09: 71 casos confirmados
👉🏻 Terça-feira, 29/09: 12 casos confirmados na última 24h.
👉🏻 Quarta-feira, 30/09: 17 casos confirmados na última 24h.
👉🏻 Quinta-feira, 01/10: 15 casos confirmados na última 24h.

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Anvisa analisa primeiro pedido de registro de vacina feito no Brasil

1 outubro 2020 | 18:32


Solicitação foi feita pela Astrazeneca, parceira da Universidade de Oxford; agência brasileira promete agilidade na análise. Foto: Divulgação

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou nesta quinta-feira (1º) que vai começar a análise do primeiro pedido de registro de uma vacina contra Covid-19 no Brasil. A solicitação foi protocolada pela Astrazeneca. As informações são do G1.

A farmacêutica está desenvolvendo uma vacina em parceria com a Universidade de Oxford – os estudos foram interrompidos em setembro, após uma reação adversa em uma voluntária, mas retomados quatro dias depois

Na análise do registro, a Anvisa vai adotar um procedimento autorizado na terça-feira (29), que reduziu a exigência da documentação inicial e simplificou o processo para os imunizantes contra o novo coronavírus.

No atual estágio, os técnicos da agência federal vão avaliar os resultados dos testes pré-clínicos, que não envolveram seres humanos. A ideia é agilizar o registro da vacina, caso haja comprovaçãode de segurança e eficácia, nas demais fases dos estudos.

O governo brasileiro, por meio do Ministério da Saúde e da Fiocruz, assinou um memorando de entendimento com a AstraZeneca que prevê a compra de 30 milhões de doses, com entrega em dezembro deste ano e janeiro de 2021.O acordo prevê a transferência da tecnologia desenvolvida para produção local na Fiocruz.

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Bolsonaro repassou para Michelle R$ 7,5 milhões que seriam para testes de coronavírus

1 outubro 2020 | 9:12


Empresa Marfrig doou montante ao Ministério da Saúde, mas verba foi parar em projeto de primeira-dama. Foto: Divulgação

O governo de Jair Bolsonaro desviou R$ 7,5 milhões doados pela empresa Marfrig, cuja finalidade era contribuir para a aquisição de testes contra o novo coronavírus, que provoca a Covid-19. O montante foi repassado para o programa Pátria Voluntária, comandado pela esposa do presidente, a primeira-dama Michelle Bolsonaro.

Conforme informações da Folha de S.Paulo, a Marfrig, que é um dos maiores frigoríficos de carne bovina do Brasil, anunciou no dia 23 de março a doação ao Ministério da Saúde para compra dos testes rápidos. Na ocasião, o país enfrentava as primeiras semanas da pandemia e não tinha material suficiente.

No dia 20 de maio, contudo, segundo a empresa disse por escrito à Folha, a Casa Civil informou que o dinheiro seria usado “com fim específico de aquisição e aplicação de testes de Covid-19”. No dia 1º de julho, no entanto, com o dinheiro já transferido, o governo Jair Bolsonaro a consultou sobre a possibilidade de utilizar a verba não mais nos testes, mas em outras ações de combate à pandemia. Os recursos foram então parar no projeto Arrecadação Solidária, vinculado ao Pátria.

Vale lembrar que, sem edital de concorrência, o programa de Michelle repassou, na última quarta-feira (30), dinheiro do Arrecadação Solidária a instituições missionárias evangélicas aliadas da ministra Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos), para a compra e distribuição de cestas básicas.

Os R$ 7,5 milhões da Marfrig representam quase 70% da arrecadação do programa até agora —R$ 10, 9 milhões. Na ocasião das doações para os testes de Covid, a empresa citou o Ministério da Saúde e celebrou o gesto.

“Esperamos que nossa iniciativa seja seguida por outras companhias brasileiras”, disse o presidente do conselho de administração da empresa, Marcos Molina. A empresa também lembrava que, um dia antes, em 22 de março, o então ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, informou que o governo tentaria firmar parcerias com a iniciativa privada para financiamento de parte das compras dos kits.