MENU

O Brasil chegou a 3.109.630 casos do novo coronavírus, até esta terça-feira (11). Segundo o balanço do Ministério da Saúde, dos infectados, o país tem 72,1% de pacientes recuperados.
Ao todo foram 103.026 mortes, com as novas 1.274 mortes em razão da Covid-19, além de 52.160 novos casos. Ainda existem 763.480 pessoas em tratamento.

O presidente da Rússica, Vladimir Putin, disse que o país registrou a primeira vacina do mundo contra a Covid-19. O anúncio foi feito nesta terça-feira (11). “Sei que é bastante eficaz, que proporciona imunidade duradoura”, garantiu Putin, em uma videoconferência realizada com integrantes do governo. A reunião foi exibida na televisão.
Segundo informações do jornal O Globo, o ministro da Saúde do país, Mikhail Murashko, também disse que o resultado mostrou eficácia e segurança. O registro nacional de medicamentos da pasta indica que o imunizante será distribuído no dia 1º de janeiro de 2021.
Mas apesar da urgência com que o mundo espera pela vacina contra a Covid-19, a comunicada científica estrangeira tem expressado preocupação diante da rapidez no processo de criação do imunizante russo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) chegou a pedir respeito às diretrizes estabelecidas e também pediu que a Rússia seguisse “todos os estágios” do procedimento, sem pular etapas.
Leia mais »

O vereador Palito foi procurado por vários moradores da comunidade de Lagoa Funda, para denunciar a falta da Enfermeira na UBS da comunidade, pois a que dava plantão saiu de férias na semana passada e não foi substituída. Devido aos transtornos, muitas pessoas voltaram para suas casas no dia de hoje sem realizar os procedimentos de aferimento de pressão e pré-natal, por falta da profissional.
“Esse tipo de problema vem acontecendo constantemente nesta unidade de saúde, causando indignação aos moradores mais necessitados, principalmente neste momento que estamos vivendo pela pandemia”.
Diante dessas denúncias, o vereador Palito solicita que o secretário de saúde do município, Cláudio Feres, resolva imediatamente o problema, pois a população não pode ficar jogada a própria sorte. “Já não basta outros problemas de extrema grandeza que o homem da zona rural vem passando”. Disse o vereador.


Nos últimos 30 dias, Vitória da Conquista viu o número de mortes causadas pelo novo coronavírus mais que triplicar. Enquanto no dia 9 de julho foram registradas 22 mortes, no boletim deste domingo (09), o balanço apontava 75 óbitos.
Ainda de acordo com o balanço, o município possui 695 casos ativos. No total, 3.392 casos já foram confirmados desde o início da pandemia.

Ainda não há uma vacina contra a Covid-19, mas, quando houver, o Brasil pode enfrentar mais uma dificuldade: a falta de agulhas para a aplicação. Fabricantes já levantam essa possibilidade.
“A demanda pelo insumo vai crescer exponencialmente no mundo todo”, ressaltou o superintendente da Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos e Odontológicos (Abimo), Paulo Henrique Fraccaro. “E o governo vai ter que continuar com as campanhas normais contra o sarampo, a dengue etc”, acrescentou.
Segundo a coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo, o superintendente disse que a capacidade anual máxima de produção de seringas pela indústria brasileira é de 1,5 bilhão por ano. Em cinco meses, o país produz cerca de 50 milhões, de acordo com ele.
“Mas só para vacinar contra a Covid-19, o Brasil vai precisar no mínimo de 300 milhões de seringas num prazo de três ou quatro meses”, explica Fraccaro, esclarecendo que se baseou no tamanho da população brasileira, de 210 milhões de habitantes, para fazer a estimativa. Ele conta que já levou essa preocupação ao Governo de São Paulo e ao Ministério da Saúde.
Na Europa, o alerta foi de grandes proporções. Na semana passada, a Uñião Europeia alertou seus países-membros para o risco de falta de seringas.
Já no Brasil, a pasta interinamente comandada pelo general Eduardo Pazzuelo foi procurada pela coluna e disse que o Sistema Único de Saúde (SUS) “possui um dos maiores programas de vacinação do mundo”, que “o Brasil já prepara a rede de logística para o desafio de vacinar a população contra a Covid-19” e que “as aquisições de seringas e agulhas serão compatíveis com a necessidade de cobertura populacional”.

Ex-ministro foi demitido após divergência com presidente sobre atuação na pandemia. Foto: Divulgação
O ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta, que deixou o cargo em abril, afirmou que a postura do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) contribuiu para que o Brasil chegasse à marca de 100 mil mortes pela Covid-19.
“Houve uma série de fatores, mas o fator presidente foi preponderante. Ele deu argumento para as pessoas não ficarem em casa. Ele deu esse exemplo e serviu de passaporte para as pessoas aderirem politicamente a essa ideia”, disse Mandetta à Folha de S. Paulo.
Para o ex-ministro, e hoje desafeto político Bolsonaro, o alto número de pessoas na economia informal e a pressão causada pelas eleições municipais também pesaram para uma adesão menor ao isolamento.
“[Prefeitos] veem a popularidade diminuir, e como tem um contraponto político feito pelo presidente, ficam pressionados.” Na visão do ex-ministro, o governo também “abriu mão da ciência” e das ações para controle e “ficou em um debate menor, que é a cloroquina”.
“Foi uma somatória de fatores, mas principalmente liderados pela posição do governo, que trocou dois ministros e botou um terceiro que fez uma ocupação militar sem técnicos na Saúde”, disse Mandetta à publicação paulista. Mandetta, que estava à frente do ministério no início da estruturação de medidas contra a Covid-19, afirma ter alertado o Planalto sobre projeções que superavam inclusive o número atual de óbitos.
“O [ex-secretário-executivo João] Gabbardo falava em 30 a 40 mil [mortes], o Wanderson [Oliveira, ex-secretário de Vigilância] de 70 a 80 mil e eu falava que era acima de 100 mil mortos, porque eu contava as por coronavírus e as por colapso caso não se organizasse um sistema de saúde mais robusto. Apresentei todos esses cenários”, afirma ele.

Nas últimas 24 horas, a Bahia registrou mais 3.509 novos casos da Covid-19 e 56 novas mortes motivadas pela doença, de acordo com dados atualizados constantes do boletim divulgado na noite deste sábado (8), pela Secretaria da Saúde do Estado (Sesab).
Com a atualização dos números, desde o início da pandemia, o estado contabiliza 191.401 casos confirmados, com 3.899 mortes. De acordo com a pasta estadual da saúde, a taxa de crescimento no número de casos, nas últimas 24 horas, foi de 1,9% e 1,5% no de mortes.
A Sesab informa ainda que 172.943 pessoas são consideradas recuperadas da doença, 14.559 estão com o vírus ativo, podendo transmiti-lo e 16.650 profissionais da saúde testaram positivo para Covid-19.
Os casos confirmados ocorreram em 413 municípios baianos, com maior proporção em Salvador (33,00%). Os municípios com os maiores coeficientes de incidência por 100.000 habitantes foram: Dário Meira (4.285,71), Almadina (4.209,37), Gandu (3.811,38), Itajuípe (3.645,50) e Itapé (3.447,10).