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O falecimento do ator Gésio Amadeu, o eterno cozinheiro Chico da novela infantil Chiquititas, pegou os amantes da teledramaturgia de surpresa na última quarta-feira (05).
Aos 73 anos, o veterano não resistiu as complicações da doença e teve a morte confirmada pelo Hosptal Sancta Maggiore, em São Paulo, no início da noite. “O ator Gésio Amadeu faleceu nesta tarde em decorrência de falência múltipla de órgãos”.
O filho do ator também compartilhou a perda nas redes sociais. “”Meu pai acabou de falecer. Falência múltipla de órgãos. Por hora somente essa informação. Assim que possível postaremos mais. Obrigado”. Gésio estava internado desde o início de junho, após ter dado entrada na unidade com pressão alta.
O SBT chegou a divulgar uma nota sobre o falecimento do ator, que além de ter feito sucesso em Chiquititas, participou das novelas Cortina de Vidro (89-90), Sangue do Meu Sangue (95-96), Os Ossos do Barão (97), Amor e Ódio (2001-2002) e Seus Olhos (2004), na Globo fez Sol de Verão (1982), Sinhá Moça (1986), Sítio do Pica Pau Amarelo (2007), Paraíso (2009), Araguaia (2011), Flor do Caribe (2013) e Velho Chico (2016).
“O SBT lamenta profundamente o falecimento do ator Gésio Amadeu, de 73 anos. Ele estava internado desde o final de junho no Hospital Sancta Maggiore, e hoje (05) teve falência múltipla dos órgãos, em decorrência da Covid-19”, dizia o comunicado. “Gésio faz parte dos grandes atores revelados pelo teatro, emprestando posteriormente seu talento à teledramaturgia nacional, tendo interpretado personagens que permeiam a memória afetiva do público, em diversas emissoras de TV”.

Especialistas que participaram de um webinar promovido pela Agência Fapesp e pelo Canal Butantan avaliam que os dados do Amazonas corroboram uma hipótese que começa a ganhar força na comunidade científica: a de que o limiar da imunidade coletiva ao coronavírus (SARS-CoV-2) pode ser alcançado quando algo em torno de 20% da população é infectada – bem antes, portanto, do que estimaram os trabalhos de modelagem feitos no início da pandemia: entre 50% e 70%.
Quando se olha para a evolução da Covid-19 no Amazonas, é possível ter uma ideia do que ocorreria em boa parte do mundo caso os governos optassem por deixar a pandemia seguir seu curso natural, com poucas medidas efetivas para mitigar o contágio.
Em meados de abril, apenas um mês após a confirmação do primeiro caso em Manaus, o já frágil sistema de saúde local entrou em colapso. No fim de maio, quando a prefeitura da capital amazonense precisou abrir covas coletivas para sepultar as vítimas, o número de novos casos e óbitos diários atingiu o auge e, a partir desse momento, começou a cair. A tendência de queda vem se mantendo constante no Estado, mesmo com comércio e escolas em funcionamento desde junho, e a despeito de estudos indicarem que nem 30% da população desenvolveu imunidade contra o novo coronavírus.
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Balanço do Ministério da Saúde divulgado nesta quarta-feira (5) mostra que o Brasil tem 2.859.073 casos acumulados de Covid-19. Segundo o Ministério, desse total, 70,7% se recuperaram da doença, ou seja, 2.020.637 pessoas; 97.256 faleceram e 741.180 pacientes estão em tratamento. Nas últimas 24 horas, foram registrados 1.437 óbitos e notificados 57.152 novos casos de Covid-19.
A taxa de letalidade (número de mortes pelo total de casos) ficou em 3,4%, mesmo percentual de dias anteriores. A mortalidade (quantidade de óbitos por 100 mil habitantes) atingiu 46,3. A incidência dos casos de Covid-19 por 100 mil habitantes é de 1.360,3.
O Brasil mantém-se em segundo lugar no ranking mundial em número de casos e de óbitos relacionados à pandemia. A liderança é dos Estados Unidos. De acordo com o mapa da universidade Johns Hopkins, o país possui 157.690 mortes e 4.811.128 casos acumulados.
Na terceira colocação, em número de casos, segundo o ranking na instituição norte-americana, aparece a Índia, com 1,9 milhão de infecções e 39.795 óbitos. Já em número de mortes, a terceira posição é do México, que registra 48.869 falecimentos e 449 mil casos totais confirmados.
Números nos estados
Os estados com mais mortes registraras por covid-19 são: São Paulo (24.109), Rio de Janeiro (13.855), Ceará (7.867), Pernambuco (6.758) e Pará (5.818). As Unidades da Federação com menos falecimentos pela pandemia são: Tocantins (415), Mato Grosso do Sul (442), Roraima (532), Acre (547) e Amapá (588). Mato Grosso do Sul, que permaneceu ao longo da pandemia como o local menos letal, deixou o último lugar do ranking, ultrapassando Tocantins e o Acre.
Em casos confirmados do novo coronavírus São Paulo também lidera a lista com 585.265 notificações, seguido por Ceará (181.443), Bahia (179.737), Rio de Janeiro (172.679) e Pará (160.695). Os estados com menos pessoas infectadas até o momento são: Acre (21.033), Tocantins (28.312), Mato Grosso do Sul (28.315), Roraima (34.296) e Amapá (37.318).

O Ministério da Saúde autorizou a liberação de R$ 3.413.290,00 para o governo da Bahia. O montante, oriundo do Fundo Nacional de Saúde, será destinado à compra de equipamentos para o enfrentamento da pandemia do novo coronavírus, além da aquisição de material permanente.
O recurso será transferido em parcela única. A portaria que libera o repasse foi assinada pelo ministro interino Eduardo Pazuello e publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (5).

A cidade de Brumado, confirmou, na final da noite da última terça-feira (04), a quinta morte por conta da Covid-19, o novo coronavírus. A informação foi divulgada pela secretaria de saúde. o município registra 543 casos confirmados da doença. O número representa 18,86% do total de 2.8803 notificações.
Entre os diagnósticos: 4 internações, 68 pacientes em tratamento e 470 recuperados. No momento, 41 ainda aguardam resultado laboratorial e 1065 já foram descartados. As notificações suspeitas abrangem pacientes com quadros de síndromes gripais diversas, dentre os quais alguns se encaixam nos critérios para realização do exame RT-PCR ou via teste rápido.

O Brasil continua a subida no número de casos da Covid-19 e contabiliza 2.750.318 milhões infectados. Nas últimas 24 horas foram registradas mais 561 mortes, segundo boletim do Ministério da Saúde divulgado nesta segunda-feira (03).
O número de casos nas últimas 24 horas somaram mais 16.641 no quadro da doença. Já o número total de mortes chegou a 94.665. Segundo o boletim, há 743.334 pacientes em acompanhamento. Outras 1.912.319 pessoas já se recuperaram da Covid-19.

A cantora Vanusa, de 72 anos, foi diagnosticada com Alzheimer. A situação da artista foi revelada pela filha, Aretha Marcos, do relacionamento da cantora com o compositor Antonio Marcos, que morreu em 1992. “Minha mãe está com Alzheimer, uma doença degenerativa. Ela permanece sob cuidados médicos”, contou.
Vanusa está sob os cuidados de médicos e em entrevista ao programa ‘Domingo Espetacular’, Aretha contou que na época da briga delas, em 2016, após uma entrevista da mãe para Gugu Liberato, ela já estava doente.
“Eu passei por muitos momentos difíceis na minha vida, mas também tive momentos muito bons. Posso dizer que ter pedigree duplo – com pai e mãe famosos – não é fácil. Meus pais sempre foram muito bons em tudo o que se propuseram a fazer e eu sempre fui desapegada a padrões, rótulos”.
Atualmente elas vivem em um imóvel humilde, como descreve Aretha, localizado no interior de São Paulo.

O Comitê de Emergência da Organização Mundial de Saúde (OMS) diz acreditar que a pandemia do coronavírus irá durar muito tempo e, por isso, é necessário continuar os esforços para a sua contenção em todo o mundo.
De acordo com dados oficiais da OMS, a doença já provocou 675.060 mortos e infectou quase 17,4 milhões de pessoas em todo o mundo.
O grupo de cientistas, que se reuniu por videoconferência, avaliou a evolução da pandemia de Covid-19, tendo em conta toda a informação científica que surgiu sobre o novo coronavírus nos últimos três meses, data da última reunião.O Comitê de Emergência da OMS é composto por 18 cientistas de vários países.
“A pandemia é uma crise sanitária que ocorre uma vez em cada século e os seus efeitos serão sentidos nas décadas seguintes”, disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, ao Comitê, segundo um comunicado da organização.