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A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) registrou 13 mil casos confirmados do novo coronavírus. Este número representa mais de 15% do total de casos notificados no estado.
Além disso, a Bahia registrou 14 novas mortes neste sábado (25), totalizando 413 óbitos em todo o estado. A Sebab informou também que ainda restam 151 casos confirmados aguardando a validação dos municípios baianos.
Cerca de 3.934 pessoas estão recuperadas da doença e 8.653 permanecem monitoradas pela vigilância epidemiológica. Na Bahia, 1.987 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19.
Das 14 novas mortes registradas, sete delas foram em Salvador, três no município de Ilhéus, uma em Jequié, uma em Juazeiro e uma em Lauro de Freiras.
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O governador Rui Costa (PT) confirmou nesta sexta-feira (22) que Salvador e mais oito municípios da Bahia entrarão em regime de suspensão de todas as atividades não essenciais para contenção da disseminação do novo coronavírus entre a próxima segunda (25) e sexta-feira (29). A medida é parte da antecipação de feriados estaduais e municipais, exemplo do que aconteceu com São Paulo.
Na capital baiana, serão antecipados o São João e o Dois de Julho, feriados estaduais, e o dia de Nossa Senhora da Conceição da Praia, que é comemorado no dia 8 de dezembro. Esta última informação foi divulgada pelo prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM). Ele indicou que os pontos facultativos relacionados a esses feriados serão suspensos. Os outros municípios listados também promoverão antecipação de feriados.
Entre quinta (28) e sexta (29), governo e prefeituras municipais asssinarão decretos conjuntos de interrupção das atividades não essenciais, para que toda a semana seja contemplada, assim como os finais de semana, quando os índices de isolamento social são tradicionalmente maiores.
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A Organização Mundial da Saúde (OMS) passou a considerar a América Latina o novo epicentro da pandemia do novo coronavírus. A entidade aponta o Brasil com o país mais preocupante. A informação foi anunciada pelo diretor-executivo da OMS, nesta sexta (22), durante uma entrevista online.
Na quinta-feira (21) o Brasil registrou um novo recorde diário de mortes por Covid-19. Foram 1.188 registros em 24 horas, segundo dados do Ministério da Saúde. O total de óbitos já registrados pela doença no país passa de 20 mil, e o de casos são 310.087 casos confirmados até quinta.
Reportagem da Folha de S. Paulo cita estimativas divulgadas nesta sexta pelo Imperial College. Os dados revelam que a transmissão da Covid-19 continua acelerando no Brasil. A taxa de contágio (Rt), que indica para quantas pessoas em média cada infectado transmite o coronavírus, foi calculada em 1,3 (quando está acima de 1, a transmissão está fora de controle).

No boletim epidemiológico divulgado na noite desta quinta-feira (21), a secretaria de saúde de Brumado (Sesau) confirmou mais um caso da Covid-19, o novo coronavírus. A cidade agora contabiliza doze casos da doença. Duas confirmações foram feitas através de teste rápido. Quatro pacientes estão com o vírus ativo na capital do minério. 161 pacientes testaram negativo.
Trinta e cinco pessoas ainda aguardam resultado do Laboratório Central (Lacen). 870 casos suspeitos notificados foram notificados. Dez pacientes foram infectados com coronavírus, sendo que oito estão curados. Nenhum paciente está internado no Centro de Atendimento ao Covid-19 e nem no Hospital Professor Magalhães Neto.
Até o momento, não foi registrado óbito. A secretaria pede a participação popular para continuar contendo o avanço do vírus, adotando medidas de higiene e mantendo o isolamento domiciliar. De acordo com a secretaria de saúde (Sesau), caso necessite sair de casa, use máscara.

Os médicos devem nortear suas decisões à luz da ciência, sem se deixar influenciar por viés político, diz a presidente da Sociedade Baiana de Infectologia (SBI), Miralba Freire, ao afirmar nesta quarta-feira (20) que a entidade não recomendará a prescrição de cloroquina e hidroxicloroquina para todos os pacientes diagnosticados com o novo coronavírus.
Na terça (19), o Ministério da Saúde divulgou um protocolo em que amplia a possibilidade de uso dos dois medicamentos também para pacientes com casos leves de Covid-19. A nova diretriz, destinada a hospitais da rede pública, sugere a combinação de cloroquina ou hidroxicloroquina com azitromicina.
“A nossa posição é de não recomendar o uso desses medicamentos para todo mundo, obviamente, por serem tratamentos que estão em estudo. Como são de drogas conhecidas, licenciadas, os médicos têm a possibilidade de prescrevê-las. Mas isso só é feito dentro de protocolos, avaliações de risco e se houver consentimento do paciente ou responsável. É preciso muita calma nessa hora”, declarou Freire.
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Cinco dias após o médico Nelson Teich deixar o Ministério da Saúde, a pasta mudou o protocolo de recomendação do uso da cloroquina e hidroxicloroquina. Após determinação do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), o governo federal passa a indicar esses medicamentos também para pacientes com sinais e sintomas leves do novo coronavírus.
O protocolo anterior, definido ainda no mandato do primeiro ex-ministro da Saúde do governo, o médico Luiz Henrique Mandetta, recomendava o uso apenas por pacientes graves e críticos, com monitoramento em hospitais.
Essa mudança foi um dos principais fatores para as demissões de Mandetta e Teich, que se recusaram a alterar o protocolo em sentido contrário ao que pregam os estudos científicos. Não há pesquisas que comprovem a eficácia da cloroquina no tratamento para Covid-19.
Mesmo assim, desde o início da pandemia no Brasil, o presidente Bolsonaro advoga em defesa do remédio até que agora, com o general Eduardo Pazuello no comando da pasta interinamente, garantiu a mudança.
Segundo informações da Folha de S. Paulo, o novo protocolo prevê a indicação da cloroquina com azitromicina, com dosagens diferentes conforme a sequência do tratamento e o quadro do paciente. Essa indicação deve ficar a critério do médico e ocorrer após análise de exames. “Apesar de serem medicações utilizadas em diversos protocolos e de possuírem atividade in vitro demonstrada contra o coronavírus, ainda não há meta-análises de ensaios clínicos multicêntricos, controlados, cegos e randomizados que comprovem o benefício inequívoco dessas medicações para o tratamento da COVID-19”, diz o texto.
Em outro trecho, o documento reconhece que “não existe garantia de resultados positivos, e que o medicamento proposto pode inclusive agravar a condição clínica, pois não há estudos demonstrando benefícios clínicos”.
Dessa forma, o paciente deverá assinar um termo de consentimento que afirma que a cloroquina e hidroxicloroquina podem causar efeitos colaterais “como redução dos glóbulos brancos, disfunção do fígado, disfunção cardíaca e arritmias, e alterações visuais por danos na retina”.

A live do cantor Mumuzinho já tem uma nova data para acontecer. O pagodeiro, que precisou cancelar a apresentação após descobrir que havia contraído coronavírus, irá se apresentar no dia 7 de junho, às 18h, em seu canal no YouTube.
Em entrevista à Coluna do Leo Dias, o artista revelou que teve 50% do pulmão comprometido por conta da doença.
“Não tenho noção onde peguei. Estou obedecendo a quarentena e só saia para o essencial. Pode ter sido nessas idas à farmácia e padaria. A doença evoluiu para uma pneumonia e dei entrada no hospital com 50% do pulmão comprometido”, contou.
Para Mumuzinho, a oração foi um dos seus aliados na luta contra a doença. “Orei muito e pedi para que Deus me ajudasse até porque minha responsabilidade é muito grande: minha família, equipe, fãs e carreira dependem da minha saúde”, disse.
Esperançoso, o artista diz que tenta influenciar seus seguidores da melhor forma possível, fazendo com que eles respeitem o isolamento social.
“Estou fazendo o possível para as pessoas se conscientizarem a ficar em casa. Como não sei aonde peguei, mesmo ficando em casa, ir até onde precisamos por necessidade podemos pegar. Por isso, a importância de lavar as mãos e ficar em casa. E que venha logo uma vacina”.