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O cientista Luc Montagnier, prêmio Nobel de Medicina em 2008, afirmou em entrevista que o novo coronavírus foi criado em laboratório por pesquisadores chineses. Segundo ele, ao analisar a sequência de RNA do Sars-CoV-2, descobriu sequências justamente do vírus que lhe rendeu reconhecimento.
“Isso foi uma surpresa para mim, pois era exatamente o HIV. A história que veio de um mercado de peixes é uma lenda”, disse ele, de acordo com informações da Istoé. O cientista especula que os chineses podiam estar desenvolvendo uma vacina contra a Aids e usaram um coronavírus para isso. O novo vírus, então, teria sido desenvolvido por acidente e se espalhou.
Por ser artificial, Montagnier acredita que o novo coronavírus deve ser eliminado pela natureza com o tempo. No entanto, ele sugeriu que os chineses reconhecessem seu erro, pelo “bem da ciência”.
Ainda de acordo com informações da Istoé, há informações de que a equipe que estaria à frente da produção do novo coronavírus seria multinacional, inclusive, com recursos americanos. O causador da Covid-19 seria resultado de um coquetel de vírus, incluindo o HIV e o coronavírus presente em morcegos.

O funkeiro MC Dumel, de 28 anos, foi a 35ª vítima do coronavírus na Bahia. O artista estava internado desde a sexta-feira (12), na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Couto Maia, em Salvador.
A morte de Dumel foi confirmada pela assessoria do cantor e pela Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab), na última quinta (16).
O artista deu entrada no Hospital Geral Menandro de Faria, em Lauro de Freitas após ter febre alta por mais de cinco dias, gripe e falta de ar.
A esposa de Dumel, Andreza Bacellar de 22 anos, também estava internada no Couto Maia com suspeita da doença.

Os laboratórios químicos das Forças Armadas estão intensificando a produção de cloroquina no Brasil. O medicamento foi autorizado recentemente pelo Ministério da Saúde para ser usado no tratamento de casos graves da infecção causada pelo coronavírus, e defendido pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido), tem o registro junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) sob responsabilidade do Exército.
A previsão das Forças Armadas é que sejam concluídos dois lotes do medicamento por semana, o que representa cerca de um milhão de comprimidos. Após a produção, cabe aos laboratórios da Força Aérea e da Marinha a etapa de embalagem e rotulagem. A produção de cloroquina conta com uma equipe de aproximadamente 130 militares e civis.
O nível de produção foi intensificado após o surto da doença, como explica o diretor do laboratório químico farmacêutico do Exército, coronel de engenharia Haroldo Paiva Galvão.
“Com o possível efeito da cloroquina no combate ao coronavírus, o laboratório intensificou a produção desse medicamento. A cloroquina tem diversos etapas fabris. Desde o início do recebimento dos insumos, à etapa do controle de qualidade, à emissão da ordem de produção, à compressão do medicamento para que ele se transforme em comprimido, à embalagem e expedição. Então, todo o laboratório fica envolvido na produção da cloroquina”.
Os laboratórios químico-farmacêuticos das Forças Armadas atuam em parceria com o Ministério da Saúde. Ao todo, são 21 unidades oficiais no país, que, juntas, produzem cerca de 30% dos medicamentos utilizados no Sistema Único de Saúde (SUS).

O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, foi diagnosticado com a Covid-19. A confirmação saiu nesta terça-feira (14).
Em vídeo publicado nas redes sociais, Witzel contou que desde sexta-feira (10) sente febre, dor de garganta e perda de olfato, mas já tem se sentido melhor. O governador afirmou que continuará trabalhando do Palácio Laranjeira, residência oficial do chefe do Executivo estadual.
“Peço mais uma vez para que fiquem em casa, porque a doença, como todos podem estar percebendo, não escolhe ninguém e o contágio é rápido”, disse Witzel, em vídeo publicado nas redes sociais.

Mais duas novas mortes por Covid-19 foram confirmadas pela Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) nesta terça-feira (14). Com isso, o número de mortos sobe para 24 em todo o estado.
Um dos pacientes era morador do município de Belmonte, no Sul da Bahia e morreu nesta terça. A mulher tinha 82 anos e estava internada em um hospital na cidade de Porto Seguro desde o dia 4 de abril. Ela era portadora de diabetes e hipertensão.
A outra confirmação, também de uma mulher idosa, foi em Salvador. Ela tinha 95 anos e estava internada desde o dia 11 de abril. A morte foi confirmada no domingo (12). A paciente era portadora de doenças cardiovascular e neurológica crônicas, além de diabética.

Estudantes do Centro Estadual de Educação Profissional Álvaro Melo Vieira, em Ilhéus, no sul do estado, estão produzindo e doando sabão líquido para hospitais da região e para o Corpo de Bombeiros.
A cidade de Ilhéus registra até o momento, conforme boletim mais recente da Secretaria da Saúde (Sesab), 29 casos confirmados e uma morte em decorrência do novo coronavírus.
Em todo estado são 640 casos com 21 mortes por causa da doença. Conforme reportagem do G1, até este sábado (11), cerca de 230 litros de sabão já haviam sido doados pelos alunos.