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Associação de moradores e agricultores familiares de campo de dentro e adjacências vem por meio desta em caráter de urgência urgentíssima solicitar junto a secretaria de saúde na pessoa do senhor Cláudio Feres, a necessidade da presença e dos trabalhos dos agentes comunitários de endemias nas comunidades rurais especialmente as comunidades de Lagoa do Arroz, Cachoeira, e Pedra Preta.
Informamos que nestas comunidades está havendo um surto sistêmico da dengue sendo que existe algumas pessoas destas comunidades que se encontram internadas no hospital professor Magalhães Neto, diagnosticadas com vírus da dengue inclusive uma senhora com aproximadamente 7 meses de gravidez.
É sabido por todos, que o quadro da mesma está sendo considerado pelos médicos de alta complexidade, nestas mesmas comunidades ouve a presença ou trabalhos de agentes comunitários de endemias em dezembro de 2014 ou seja, 6 anos sem um trabalho essencial e indispensável para o bem-estar dos munícipes rurais.

Subiu para 4.507 o número de casos confirmados de sarampo em 19 estados brasileiros, de acordo com levantamento sobre os últimos 90 dias, divulgado nesta quarta-feira (25) pelo Ministério da Saúde.
O número representa um aumento de 13% em relação ao último monitoramento. Ceará e Paraíba passaram a integrar a lista de estados com transmissão ativa do sarampo.
Os dados referem-se ao período de 30 de junho a 21 de setembro e representam 84,3% do total de casos registrados este ano. O balanço mostra ainda que há 21.711 casos em investigação e 5.818 que foram descartados. Não há novos registros de mortes pela doença.
Ao todo, neste ano, foram registrados quatro óbitos. A incidência em menores de 1 ano de idade é dez vezes maior do que na população em geral. A cada 100 mil habitantes, 64 crianças nessa faixa etária obtiveram confirmação para o sarampo.
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O extrato do primeiro edital de compras coletivas do Consórcio Interestadual de Desenvolvimento Sustentável do Nordeste será publicado nesta terça-feira (17), no Diário Oficial do Estado (DOE). O anúncio foi realizado por governadores da região após encontro em Natal, no Rio Grande do Norte, na tarde desta segunda (16).
“Depois de toda a apresentação ao mercado e a fornecedores, nós vamos publicar amanhã a primeira compra coletiva do consórcio, na área da saúde. Teremos outros editais até dezembro, alcançando boa parte dos produtos que hoje os estados compram. Com isso, vamos trazer economia aos cofres públicos de cada estado”, explicou o governador da Bahia e presidente do Consórcio do Nordeste, Rui Costa. O edital completo estará disponível para os interessados na Secretaria da Saúde do Estado (Sesab).
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Jair Bolsonaro recebeu alta médica do hospital Vila Nova Star, em São Paulo, no início da tarde desta segunda-feira (16). O presidente estava internado desde o dia 8 de setembro por conta de uma cirurgia corretiva de hérnia, causada pelo ferimento sofrido a faca pelo então candidato à presidência da República em 2018.
Em entrevista, o porta-voz do Planalto, Otávio Rêgo Barros, declarou que o vice-presidente Hamilton Mourão segue no exercício da presidência até quarta-feira apesar da alta de presidente.
Bolsonaro deverá dedicar-se nos próximos dias apenas à sua recuperação, que inclui sessões de fisioterapia. Na manhã desta segunda-feira, o Vila Nova Star afirmou, em nota, que por recomendação médica “o presidente continuará sua recuperação em domicílio, devendo seguir as orientações médicas relacionadas a dieta e atividade física, sob supervisão conjunta da equipe médica do Dr. Antônio Macedo [responsável pelo procedimento] e da equipe da Presidência da República”.

Relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgado nesta sexta-feira (13) mostra que todos os anos milhões de pessoas sofrem as consequências, muitas vezes fatais, de erros médicos. As vítimas são sobretudo pessoas de camadas sociais mais pobres.
Em entrevista em Genebra, o chefe da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, informou que “morrem por minuto cinco pessoas devido a tratamento inadequado”.
Outro representante da organização, Neelam Dhingra-Kumar, comentou que se trata de “um problema global”, muitas vezes explicável por uma hierarquia demasiadamente rígida nos sistemas de saúde, em que médicos ou enfermeiros mais jovens não se atrevem a falar, ou funcionários encobrem erros cometidos por temer represálias.
Ainda segundo a OMS, quase metade (40%) dos pacientes sujeitos a tratamento ambulatório sofre os efeitos de erros médicos, percentual que cai para 10% em hospitais. A pesquisa mostra que anualmente 2,6 milhões de pessoas morrem nos 150 países de baixo ou médio rendimento devido a tratamentos médicos errados.
A ideia de que os erros médicos podem ser justificados por medidas de contenção financeira é contestada pelos peritos da OMS, mostrando que, pelo contrário, os sistemas onde os pacientes são, com frequência, vítimas desses erros acabam por gastar mais dinheiro para remediar os danos.
O exemplo inverso é o dos hospitais Medicare, nos Estados Unidos, que teriam poupado o equivalente a cerca de 25 bilhões de euros entre 2010 e 2015 devido a melhores controles de segurança, para evitar os erros. A Alemanha é também apontada como um bom exemplo na prevenção dos erros médicos.

O ministro da Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes, foi internado, na noite desta quarta-feira (11), no Hospital das Forças Armadas (HFA), em Brasília, segundo o G1.
De acordo com a publicação, até as 10h20 desta quinta, o ministro ainda permanecia na unidade de saúde. Pontes participaria de uma audiência da Comissão de Meio Ambiente da Câmara dos Deputados hoje, mas foi cancelada por causa da internação.
A internação de Marcos Pontes é a segunda de um ministro de Estado no Hospital das Forças Armadas em 15 dias. Em 27 de agosto, o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, também foi internado.

Cirurgião-chefe que realizou neste domingo (08) a operação de correção de hérnia incisional no presidente Jair Bolsonaro (PSL), o médico Antônio Luiz de Vasconcellos Macedo informou que ele deverá receber alta médica em torno de cinco ou seis dias. De acordo com Macedo, após esse período, o presidente deverá estar apto a viajar em sete a dez dias, a partir deste domingo.
“A cirurgia transcorreu muito tranquila, não houve nenhuma sutura intestinal, não houve sangramento, a gente imagina que após a alta, se tivermos a alta em cinco dias, ele deve viajar em sete dias, mais tardar em 10 dias”, disse o cirurgião em entrevista coletiva no início da tarde de hoje no hospital Vila Nova Star, na capital paulista, onde ocorreu o procedimento.
Segundo o primeiro boletim médico divulgado hoje após a cirurgia, Bolsonaro apresenta quadro clínico estável. A correção de hérnia incisional foi feita com a técnica de herniorrafia incisional com implantação de tela, e foi bem-sucedida. Teve início às 7h35 e foi concluída às 12h40.
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O cantor baiano Gilberto Gil precisou fazer a “prova de vida” na última terça-feira, em um posto do INSS do Rio de Janeiro. A informação é da coluna de Lauro Jardim, do jornal O Globo.
O cantor, aos 77 anos, está sem receber sua aposentadoria desde 2016 por ter deixado de fazer a chamada “prova de vida”, isto é, provar para a justiça que está vivo.
Ainda de acordo com a publicação, o artista acabou não conseguindo executar o serviço, uma vez que o posto do INSS estava lotado, com dezenas de aposentados passando pelo mesmo problema.

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) passará neste domingo (8) pelo quarto processo cirúrgico após a facada sofrida por ele na corrida eleitoral do ano passado. A intervenção acontecerá em São Paulo e, de acordo com o Palácio do Planalto, o objetivo é corrigir uma hérnia surgida no local das intervenções anteriores.
A cirurgia, de médio porte, será feita no Hospital Vila Nova Star pelo médico Antonio Luiz Macedo. O profissional atendeu Bolsonaro após o atentado sofrido em 2018, em Juiz de Fora-MG. O presidente deve ficar afastado por 10 dias e o pós-operatório vai levar cerca de uma semana, conforme informado pela equipe médica.
Em comunicado, o hospital informou que a hérnia incisional está localizada na parede abdominal, perto da cicatriz da facada, onde foram realizadas três laparotomias.

A União vai repassar ao governo da Bahia R$ 45,4 milhões para a área da saúde por meio de emenda da bancada da Bahia no Congresso. O valor foi empenhado no mês de agosto pelo governo federal.
Para o presidente do DEM no estado, o deputado federal Paulo Azi, os recursos chegam num momento em que a Bahia enfrenta problemas na área da saúde, a exemplo da central estadual da regulação e do déficit de leitos. “Os recursos serão fundamentais para minimizar os problemas. Vamos cobrar que o estado aplique da forma correta”, afirmou.
“Na área da saúde, temos hoje problemas graves, especialmente a regulação, cuja fila tem levado pessoas à morte. Além disso, a Bahia perdeu mais de 3 mil leitos hospitalares nos últimos dez anos, enquanto a população aumentou”, ponderou o deputado.