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Me empresta? Não! Essa é a resposta que a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) aconselha qualquer mulher a dar se alguém cogitar dividir com ela um batom, um rímel ou qualquer outro item de maquiagem. A mesma orientação serve para quem adora experimentar cosméticos em lojas: resista ao mostruário, se o estabelecimento não tiver material descartável. Para a entidade, o hábito tão comum entre amigas deve ser abolido da rotina para evitar riscos de contaminação por micro-organismos capazes de causar danos graves. — Cada indivíduo é resistente a um determinado número de bactérias e convive bem com isso, mas outras pessoas podem ser sensíveis a elas, ou ter um corte ou uma espinha no rosto (por onde penetrem micro-organismos contra os quais não têm defesa). O ato de compartilhar maquiagem pode ser altamente prejudicial nesses casos — explica Drummond. Ainda de acordo com o especialista, quando se usa uma esponja para aplicação de maquiagem em várias pessoas, o pó ou outro cosmético pode se tornar meio de cultura de seres indesejáveis. Pincéis também não devem ser compartilhados. Os dois itens têm potencial para transportar, além de bactérias, fungos e vírus causadores de doenças como a herpes.
Foi iniciada nesta segunda-feira (19) e vai até o dia 30 de setembro a Campanha Nacional de Multivacinação em todo o Brasil. O dia D da mobilização nacional será no sábado, 24. O objetivo é resgatar a população não vacinada e com esquema incompleto de crianças de zero a menores de cinco anos, crianças de nove anos e adolescentes de 10 a menores de 15 anos. Serão ofertadas as vacinas da rotina, a fim de melhorar a cobertura vacinal. A campanha será uma oportunidade para meninas de 9 a 13 anos receberem a vacina contra o HPV. “A vacinação acontecerá de forma seletiva para a população alvo, que deverá comparecer ao posto de vacinação munidos da caderneta para que essa seja avaliada e o esquema vacinal atualizado para receber as doses necessárias”, explica a coordenadora da Vigep, a enfermeira Valéria Vieira Costa Santana. Serão ofertadas todas as vacinas da rotina (BCG, Hep B, Pentavalente,Tríplice Viral, Tetra viral, Rotavírus, Meningocócica C, Febre amarela, Pneumococica, VIP (vacina inativada contra poliomielite), VOP (vacina oral contra Poliomielite), DTP (difteria, tétano e coqueluche),hepatite A. Participe!
Em Brumado, o grupo “Unidas por Edu” está promovendo uma palestra com o Farmacêutico Citologista Tadeu Silva, que trabalha há 15 anos no Hospital de Câncer de Barretos e é fundador e presidente da CAASE – Casa de Apoio Amigos da Saúde. A palestra irá promover o pré-lançamento da Campanha Passos que Salvam na cidade. Silva também é coordenador da referida campanha em Livramento de Nossa Senhora e região. Os organizadores do evento esperam contar com a presença da sociedade brumadense a fim de apoiar essa causa nobre, que é o combate ao câncer infanto-juvenil. O objetivo é conscientizar pais, professores, setores da saúde, médicos da cidade e toda sociedade acerca do diagnóstico precoce da doença. O evento acontece no auditório da Prefeitura de Brumado, às 19h, nesta terça-feira (20).
Foi realizado na última sexta-feira (16), na Sala de treinamento da prefeitura municipal de Brumado, um encontro regional com profissionais do programa Mais Médicos, onde estiveram presentes 84 médicos pertencentes ao bloco regional, que atuam em Brumado, Guanambí, Boquira, Caetité e Conquista. A tutora do programa Dr. Maria Caputo (SESAB), informou que o objetivo do encontro seria uma avaliação de 3 anos de trabalho destes profissionais de saúde, pois muitos deles irão retorna para seu país de origem. O evento teve o apoio da Secretaria de Saúde de Brumado e Base Regional de Saúde.
As meninas de 9 a 13 anos de idade que ainda não receberam a primeira dose da vacina HPV devem ser vacinadas. Isso porque a vacinação está disponível durante todo o ano nas unidades de saúde do SUS. Lembrando que a segunda dose deve ser administrada seis meses após a primeira. A Vacina HPV previne o câncer do colo de útero nas meninas que foram vacinadas.

Médicos ficaram surpresos com evolução do menino um ano após transplante e com independência para realizar tarefas. Foto: Reprodução
O pequeno Zion Harvey já consegue realizar um dos seus grandes desejos: Jogar futebol americano. O garoto de 9 anos recebeu um transplante de duas mãos em julho de 2015 e agora, um ano depois, já consegue fazer qualquer atividade normalmente com os novos membros. Zion tinha apenas 2 anos de idade quando precisou amputar as mãos e os pés por causa de uma infecção grave. Na época, ele também precisou receber um dos rins da mãe, o que também contribuiu com a adaptação às novas mãos – o coquetel de remédios que precisou tomar fez com que seu organismo parasse de rejeitar tecidos estranhos. “Eu não fui sempre assim. Quando eu tinha dois anos, tive que tirar minhas duas mãos porque estava doente”, explica.
Zion teve de se adaptar à infância sem as mãos e aprendeu a comer e até a jogar videogame sem precisar de ajuda. Mas o menino optou pela cirurgia porque queria muito um dia poder segurar sua irmã menor e também porque tinha vontade de jogar futebol americano. Nas pernas, ele usa próteses. Foi assim que, aos 8 anos, ele se tornou a pessoa mais jovem a receber um transplante duplo de mãos. Cerca de 40 médicos participaram da operação no Hospital das Crianças na Filadélfia – o procedimento durou mais de 10 horas e foi considerado bem-sucedido. Os cirurgiões garantiram, logo após a operação, que Zion teria agora “tudo para crescer como uma criança normal”, e que as mãos acompanhariam seu crescimento. Hoje, um ano depois da cirurgia, ele já consegue segurar a bola de futebol americano ao brincar com os amigos sem a menor dificuldade. transplante e com sua independência para realizar tarefas. “Me sinto muito feliz com minhas novas mãos e não me sinto diferente das outras crianças”, afirma Zion. “Agora eu consigo lançar a bola de futebol mais longe do que quando não tinha as mãos.”
Muita gente não tem ideia dos benefícios que esse tubérculo pode fazer a nossa saúde. O inhame é parente do cará e da batata-doce, ele melhora o funcionamento do sistema imunológico, a qualidade do sangue e, por ser altamente nutritivo e baixo teor calórico, é uma boa opção também para quem está de dieta. Ainda não foi tão pesquisa pelas instituições acadêmicas e com isso não se tem ampla aplicação médica, mas a experiência já elevou o vegetal à categoria de alimento funcional. O Inhame (Colocasia esculenta), é cultivado desde 50.000 aC, na África e na Ásia e hoje é um dos alimentos mais populares e amplamente consumidos no mundo. Eles estão atualmente cultivado nas regiões tropicais e subtropicais da América do Norte e são alimentos básicos em muitos países diferentes da América do Sul, África, nas ilhas do Pacífico, e as Índias Ocidentais. Tenhamos o alimento como remédio, pois esse é um sábio princípio da medicina naturalística que entende o indivíduo, ser humano, como parte da natureza. Enquanto os seres humanos mantêm íntima ligação com a natureza, portanto, com a terra e as águas, produzindo seu alimento de forma sadia, seu corpo também se manterá em equilíbrio nessa troca simbiótica de energia.

Foto: Divulgação/Gov-Ba
Quatro policlínicas regionais de saúde estão em construção e com obras aceleradas: Jequié, Teixeira de Freitas, Irecê e Guanambi. As unidades fazem parte dos Consórcios Públicos de Saúde, criados pelo Governo do Estado, para atender a demanda da média complexidade no interior da Bahia. As obras foram iniciadas há cerca de três meses e a previsão é que sejam inauguradas no primeiro semestre do ano que vem. O Secretário da Saúde do Estado, Fábio Vilas-Boas, explica que esses equipamentos vão contribuir com a interiorização da saúde e também para “desafogar” os grandes centros e evitar que os pacientes saiam dos seus municípios para serem atendidos. As policlínicas oferecerão até 18 especialidades, além de serviços de apoio ao diagnóstico como radiografia, tomografia, ultrassonografia, endoscopia e ressonância magnética. Todo o custo da construção das policlínicas será responsabilidade do governo do estado e a manutenção mensal será compartilhada entre o Estado, que financiará 40% dos custos e os municípios consorciados, que vão cobrir os 60% restantes proporcionalmente à sua população.

Sibutramina é indicado para emagrecimento
(Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil)
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu a comercialização da sibutramina, remédio indicado para emagrecimento, e do omerprazol, usado contra acidez estomacal, fabricados pelo laboratório Aché. A empresa deverá recolher todo o estoque dos medicamentos que estão no mercado. Segundo a agência reguladora, o Biomag (cloridrato de sibutramina monoidratado) da fabricante, e seu genérico, o Coloridrato de Sibutramina, de 10 miligramas e 15 miligramas, estavam sendo fabricados com matéria-prima de fornecedor diferente do aprovado. Já o Gastrium (omeprazol), versões de 10 miligramas e de 20 miligramas, teve a comercialização suspensa, segundo a Anvisa, por ser fabricado com formulação diferente da registrada na agência reguladora. Procurada pela Agência Brasil, o laboratório Aché informou que está tomando todas as medidas necessárias para atender às adequações referentes às normas da Anvisa. “O Aché afirma e assegura que esses medicamentos, que se encontram atualmente no mercado, são absolutamente seguros e eficazes, cumprindo com os mais altos padrões de qualidade”, informou em nota a empresa.

Juliana teve trombose por uso contínuo de anticoncepcional
(Foto: Reprodução/Facebook)
A universitária Juliana Pinatti Bardella descobriu uma trombose venosa cerebral decorrente do uso contínuo de anticoncepcionais, recomendado por um médico. A jovem, moradora de Botucatu, interior de São Paulo, utilizou as redes sociais para contar sua história. “Foi um choque”, disse ela. A publicação dela foi feita no Facebook, na terça-feira (2), e fez sucesso, recebendo mais de 34 mil compartilhamentos em menos de um dia. No texto, Juliana conta que procurou uma médica do hospital de sua cidade porque sentia fortes dores de cabeça, mas recebeu apenas um diagnóstico de enxaqueca e não pediu exames neurológicos mais profundos. “Era sexta-feira, dois dias após ter ido ao hospital. Acordei pela manhã para ir à aula, quando fui levantar da cama minha perna direita não respondeu ao meu comando, mas com algum esforço levantei. Escovando os dentes percebi que minha mão direita também não estava normal. Tentei me vestir, sem sucesso.

Foto: Reprodução Fecebook