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Desde a confirmação do primeiro paciente com a varíola dos macacos, no dia 7 de maio, no Reino Unido, os casos da doença têm se espalhado principalmente pela Europa.
Um levantamento realizado pela CNN e atualizado nesta sexta-feira (3) indica que ao menos 27 países confirmaram casos da doença até o momento: Argentina, Alemanha, Austrália, Áustria, Bélgica, Canadá, Dinamarca, Emirados Árabes Unidos, Eslovênia, Espanha, Estados Unidos, Finlândia, França, Holanda, Hungria, Irlanda, Israel, Itália, Letônia, Marrocos, México, Noruega, Portugal, Reino Unido, República Tcheca, Suécia e Suíça.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) acompanha o cenário epidemiológico da doença no mundo. O primeiro caso confirmado no Reino Unido, que disparou o alerta da OMS, foi informado à entidade no dia 7 de maio. O paciente, que viajou do Reino Unido para a Nigéria, desenvolveu uma erupção cutânea no dia 29 de abril e retornou ao Reino Unido em 4 de maio.
Características da doença
A varíola dos macacos (Monkeypox) é uma zoonose silvestre, doença transmitida de animais para humanos. As infecções humanas incidentais ocorrem esporadicamente em partes florestais da África Central e Ocidental.
Os países endêmicos da varíola dos macacos são: Benin, Camarões, República Centro-Africana, República Democrática do Congo, Gabão, Gana (identificado apenas em animais), Costa do Marfim, Libéria, Nigéria, República do Congo, Serra Leoa e Sudão do Sul.

Um colégio de Santo Antônio de Jesus, no Recôncavo, só voltará às aulas na próxima segunda-feira (6). A situação ocorre por conta de quase 30 pessoas testarem positivo para o novo coronavírus no Colégio Estadual Francisco da Conceição Menezes.
Ao Blog do Valente, o secretário de saúde do município, Leonel Cafezeiro, disse que os afetados apresentaram sintomas leves, sem necessidade de internação. Todos estão com duas vacinas ou com até a dose de reforço, completou Cafezeiro. Entre os enfermos também não há casos de crianças nem de adolescentes.
Cafezeiro disse ainda que não há internados pela Covid-19 na cidade. Até esta quinta-feira (02), Santo Antônio de Jesus registrava 42 casos ativos da doença, ou seja, em condições de transmitir a enfermidade para outras pessoas.
Na última semana, houve um crescimento de 95% no número de casos. Ao longo da pandemia, a cidade acumula 17.877 casos confirmados da doença com 174 óbitos. Mesmo com o aumento dos casos não há decreto de retorno da obrigação das máscaras na cidade.

O Ministério da Saúde vai ampliar a recomendação para a segunda dose de reforço contra a Covid-19 para a faixa etária a partir de 50 anos. Atualmente, a quarta dose está prevista para pessoas com mais de 60 anos e imunossuprimidos.
“A segunda dose de reforço já está autorizada para 60 anos e vamos ampliar para 50. Nós temos vacinas. O governo federal se preparou para isso”, afirmou o ministro Marcelo Queiroga, na manhã desta quinta (2), durante evento do programa Telessaúde, que promove o acesso dos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) ao teleatendimento.
Queiroga comentou que o crescimento de casos de Covid-19 neste período era esperado, que ocorreu no mundo inteiro por conta das medidas de flexibilização e que não deve ser um tabu falar de vacinas.
“A efetividade cai com o tempo e o reforço é uma estratégia”, afirmou. Sobre o uso de máscaras, o ministro da Saúde disse que esse é um direito individual e que ninguém está proibido de usá-las. Descartou, entretanto, o estabelecimento de uma norma de obrigatoriedade.
De acordo com a equipe ministerial, a nota técnica que recomenda a vacinação a partir dos 50 anos está sendo preparada.

O imunologista Gustavo Cabral, referência brasileira no desenvolvimento de imunizantes contra a Covid-19, explicou o que pode ter causado o inchaço no rosto da cantora Joelma, percebido por fãs durante algumas apresentações recentes.
Segundo o pesquisador, apesar de ser rara, a situação pode mesmo se tratar de uma sequela da infecção pelo coronavírus. Essa foi a justificativa dada pela equipe da paraense, que recebeu resultado positivo para a doença em três ocasiões.
“Quando vi eu não acreditei que era ela. De acordo com a própria cantora e assessoria, isso era uma sequela da Covid. Eu até recebi algumas perguntas se isso era possível. Vou te dizer que isso é muito raro, esse tipo de efeito sanfona, que incha e desincha”, pontuou Cabral em um vídeo publicado em seu perfil.
O baiano esclareceu que o vírus tem a capacidade de infectar diversas células do corpo, desde as que compõem as vias respiratórias superiores, como nariz, garganta e pulmão, como também células de órgãos a exemplo do coração, fígado, rim, cérebro e endoteliais, de vasos do corpo humano.
A infecção destas estruturas podem gerar uma resposta inflamatória e formar trombos, explicou Gustavo, “assim como pode gerar resposta inflamatória sistêmica, que é uma possível explicação para o caso da Joelma”. Para o cientista, efeitos colaterais como esses chamam a atenção para que ainda se tenha cuidados de prevenção contra o vírus, além da vacinação.

A Bahia voltou a registrar, nesta quarta-feira (1), um quantitativo maior que 850 casos ativos de Covid-19. A marca não era alcançada desde o dia 11 de abril deste ano, quando 883 pessoas estavam com a doença.
Entre terça-feira (31) e quarta (1), 472 novos casos foram identificados e um óbito foi registrado, segundo a Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab).
Desde 6 de março de 2020, data em que o primeiro paciente com o coronavírus foi confirmado, 29.939 mortes foram contabilizadas em território baiano por conta de complicações causadas pela infecção.
A taxa de ocupação de leitos de UTI adulto exclusivos para a Covid-19 era de 15% nesta quinta-feira (2). As unidades pediátricas, no entanto, apresentavam uma taxa de 78%.
‘DESFLEXIBILIZAÇÃO’ DO USO DE MÁSCARAS
Devido ao aumento de casos, cidades baianas voltaram a ter o uso de máscaras como uma medida obrigatória. Foi o caso de Guanambi, no Sertão Produtivo, que na última terça determinou a cobrança do item em lugares fechados.
De acordo com o decreto, em caso de descumprimento da ordem, serão adotadas medidas de polícia administrativa, que vão desde advertência a suspensão temporária, interdição de estabelecimento ou mesmo cassação de alvará, independentemente de acionamento de força policial.

Trinta e nove cidades baianas têm registrado casos de Covid-19 todos os dias. O número representa quase 10% dos 417 municípios do estado. É o que informa a base de dados da Secretaria da Saúde do Estado (Sesab) divulgada nesta terça-feira (31).
Na lista aparecem cidades do Sudoeste, como Guanambi, que passou a exigir máscaras em locais fechados, além de municípios do Oeste, Recôncavo, Portal do Sertão e Região Metropolitana de Salvador (RMS), entre outras regiões.
A relação também traz as cidades com maior crescimento de casos nos últimos cinco dias. Rio de Contas, na Chapada, é que registrou maior alta no período, com 1,44%.

As cinco com maior crescimento de casos nos últimos cinco dias se completam com Cachoeira, no Recôncavo, com + 1,34%; Santaluz, na região sisaleira, com + 1,16%; e Caetité e Condeúba, no Sudoeste, com + 0,82% e + 0,66%, respectivamente. Veja no link a lista completa com os 39 municípios com registro de casos diários da doença.
Até esta terça, a Bahia acumula 1.584.992 casos de novo coronavírus, com 29.938 óbitos. No estado ainda há 759 casos ativos da doença, ou seja, daqueles que podem contaminar outras pessoas.

O Comitê de Contingência da Covid-19 do governo paulista recomendou a volta do uso de máscaras em locais fechados em todo estado diante da tendência de crescimento de casos nas últimas semanas.
O assunto é tema de um encontro entre membros do comitê e o governador Rodrigo Garcia (PSDB), no Palácio dos Bandeirantes, na tarde desta terça-feira (31). Ainda não há posicionamento oficial sobre o assunto.
Dados da plataforma SP Covid-19 Info Tracker, criada por pesquisadores da USP e da Unesp com apoio da Fapesp para acompanhar a evolução da pandemia, mostram que a média móvel de novas internações (UTI e enfermaria) aumentou 74% no estado de São Paulo em três semanas. Foram comparados os dias 6 e 27 de maio, quando as médias alcançaram 176 e 306, respectivamente.
Segundo a coluna Mônica Bergamo, o número de casos notificados de Covid-19 no estado de São Paulo quase dobrou de uma semana para a outra, segundo dados oficiais analisados pelo comitê científico. A média diária de novas infecções na semana passada chegou a 4.830, contra 2.622 da semana anterior, num salto de 84,2%.
Nesta segunda-feira (30), o Brasil registrou a maior média móvel de casos de Covid desde o fim de março, 24.993 infecções por dia, um crescimento de 31% em relação ao dado de duas semanas atrás. É o maior valor desde 31 de março, quando a média era de 25.910 casos diários.
O fim da obrigatoriedade do uso de máscaras em locais fechados foi decretado pelo ex-governador João Doria (PSDB) em 17 de março em reação ao arrefecimento da pandemia no estado.

Em 24 horas, o Brasil registrou 8.195 casos e 62 mortes por covid-19, segundo o boletim epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde. Desde o início da pandemia, foram registrados 30.953.579 casos e 666.453 mortes pela doença. As informações são da Agência Brasil.
No boletim mostra que 29.944.584 pessoas se recuperaram da doença, o que representa 96,7% dos infectados pela covid-19. Há ainda 342.541 casos em acompanhamento.
De acordo com o ministério, o boletim não traz dados atualizados do Distrito Federal e dos estados do Ceará, do Maranhão, de Minas Gerais, Mato Grosso, Paraíba, Rio de Janeiro, Roraima e Tocantins. O estado com o maior número de casos e de mortes é São Paulo, com 5.502.590 e 169.234, respectivamente.
No número de casos, o estado do Sudeste é seguido por Minas Gerais (3,4 milhões) e Paraná (2,5 milhões). Os menores números estão no Acre (125.975), em Roraima (155.745) e no Amapá (160.421).
Entre os óbitos, o segundo e o terceiro estado com maior número de mortes são Rio de Janeiro (73.797) e Minas Gerais (61.544). Os menores números está no Acre (2.002), no Amapá (2.134) e em Roraima (2.152).

O Brasil teve 24.239 novos casos e 72 mortes por covid-19 em 24 horas, segundo o boletim epidemiológico registrado neste sábado (28) pelo Ministério da Saúde. Desde o início da pandemia, foram registrados 30.945.384 casos e 666.391 mortes. Segundo o boletim, há 335.903 casos em acompanhamento e 29.943.090 pessoas se recuperaram da doença, o que representa 96,8% dos infectados.
Os dados não incluem os números do Distrito Federal, do Maranhão, de Minas Gerais, do Mato Grosso, do Rio de Janeiro, de Roraima e do Tocantins, além do número de óbitos no Mato Grosso do Sul. Essas informações não foram encaminhadas ao ministério pelas respectivas secretarias estaduais de Saúde antes da divulgação do boletim.
São Paulo é o estado com o maior número de casos e de mortes, com 5,5 milhões e 169 mil, respectivamente. No número de casos, o estado do Sudeste é seguido por Minas Gerais (3,4 milhões) e Paraná (2,5 milhões). As unidades da Federação com menor número de casos são Acre (124.975), Roraima (155.745) e Amapá (160.421).
No número de mortes, São Paulo é seguido por Rio de Janeiro (74 mil) e Minas Gerais (61,5 mil). Os estados com menor número de óbitos são Acre (2.002), Amapá (2.134) e Roraima (2.152).

A prefeitura de Jequié, no Médio Rio de Contas, Sudoeste baiano, emitiu alerta na noite desta terça-feira (24) sobre o aumento de casos de Covid-19. A medida ocorreu após o município ter zerado os casos da doença no final de abril e pacientes serem hospitalizados com a virose em Unidade de Terapia Intensiva (UTI). “A pandemia da Covid-19 não acabou! Mantenha os protocolos preventivos e não vacile”, afirmou a gestão municipal.
No último boletim divulgado pela prefeitura, foram registrados mais sete novos casos positivos nas últimas 24 horas. No município há 22 casos ativos da doença, ou seja, que podem contaminar outras pessoas. Ao longo da pandemia, Jequié registrou 22.637 casos confirmados da enfermidade, com 443 mortes provocadas. A taxa de ocupação na UTI é de 20%.