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Uma pesquisa da Confederação Nacional de Municípios (CNM), divulgada nesta sexta-feira (27), aponta a falta de vacinas do calendário nacional de imunização, como as de catapora, covid-19 e coqueluche. O Ministério da Saúde, em nota, contestou os resultados, afirmando ter atendido 100% das demandas por vacinas do calendário básico, exceto em casos de desabastecimento global, atribuídos a “problemas pontuais”. O comunicado não esclareceu se a falta de vacinas está relacionada à gestão dos governos locais.
Segundo a CNM, 65,8% dos 2.895 municípios pesquisados entre 29 de novembro e 12 de dezembro de 2024 relataram a ausência de imunizantes. Entre eles, 1.516 (52,4%) reportaram falta de vacinas contra catapora, enquanto 736 municípios (25,4%) mencionaram insuficiência de doses contra a covid-19. A confederação destacou que os dados refletem a situação no momento da pesquisa.
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por Vitor Silva
A cantora Preta Gil está se recuperando após uma longa cirurgia realizada em São Paulo para a retirada de tumores. De acordo com sua equipe, a operação foi bem-sucedida, mas devido à duração de 21 horas e ao risco de dores, ela segue sedada nesta sexta-feira (20).
A previsão é que a sedação seja retirada na manhã de sábado (21). “Ela é uma guerreira e superou mais essa. Seguimos firmes!”, afirmou Francisco Gil, filho da cantora, em uma publicação nas redes sociais. A cirurgia, realizada no Hospital Sírio-Libanês, começou às 6h de quinta-feira (19) e terminou às 3h desta sexta-feira. Inicialmente, a operação deveria durar cerca de 18 horas, mas o tempo foi ajustado em função da complexidade do procedimento.
Em 2023, a artista tratou um tumor no intestino e foi considerada curada. No entanto, após exames de monitoramento realizados em agosto deste ano, a cantora revelou que o câncer retornou, afetando outras partes do corpo.

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) divulgou nesta quinta-feira (19), o boletim Infogripe, que revelou uma tendência alta de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) associadas ao covid-19 em alguns estados do país. Os dados do novo boletim são referentes à semana epidemiológica que vai de 8 a 14 de dezembro.
De acordo com os dados, o Ceará tem um cenário de crescimento dessas ocorrências já havia sido indicado na edição anterior da publicação. Minas Gerais, Sergipe, Rondônia e Distrito Federal também iniciam um movimento parecido.
Os casos envolvem especialmente pacientes idosos, que são mais suscetíveis aos efeitos mais adversos da infecção pelo coronavírus causador da covid-19.
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O Senado aprovou nesta quarta-feira (18) o Projeto de Lei 2.687/2022, que equipara o diabetes mellitus tipo 1 a uma deficiência para todos os efeitos legais. O texto já havia tramitado na Câmara dos Deputados e agora seguirá para sanção presidencial.
“Nossa expectativa é que essas pessoas tenham a atenção que o Estado lhes deve há muito tempo”, afirmou o relator da matéria, senador Alessandro Vieira (MDB-SE). Em todo o país, segundo dados oficiais, cerca 600 mil pessoas possuem diabetes tipo 1.
Trata-se de uma doença crônica não transmissível que ocorre quando o sistema imunológico ataca as células do pâncreas que produzem insulina. Isso resulta em uma deficiência de insulina, que impede a glicose de entrar nas células e faz com que os níveis de glicemia no sangue aumentem.
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Ministério da Saúde lançou a segunda fase da campanha nacional de conscientização e mobilização para o controle da dengue, zika e chikungunya. Desde quarta-feira (27), os canais digitais da pasta começaram a veicular a nova etapa da iniciativa, que terá duração até 28 de dezembro.
Agora o foco está nos sintomas das doenças, com o slogan “Tem sintomas? A hora de ficar atento à dengue, zika e chikungunya é agora”, incentivando a população a procurar as Unidades Básicas de Saúde (UBS) ao identificar sinais como manchas vermelhas no corpo, febre, dores de cabeça e dores atrás dos olhos.
A campanha é parte de um esforço maior do governo federal para reforçar a vigilância e a prevenção das arboviroses, especialmente no período chuvoso. Segundo a ministra da Saúde, Nísia Trindade, o governo tem trabalhado para reduzir os casos e óbitos causados por essas doenças. “Estamos unindo esforços para proteger a população durante o período mais crítico. Diagnóstico precoce, prevenção e assistência médica são nossas prioridades”, destacou a ministra.
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O médium e líder espírita Divaldo Franco, de 97 anos, foi diagnosticado com câncer na bexiga após ser internado no Hospital São Rafael, em Salvador, devido a desconfortos urinários.
A informação foi confirmada pela assessoria de comunicação do Centro Espírita Caminho da Redenção e da Obra Social Mansão do Caminho, entidades representadas por Divaldo. Ele está internado desde o último domingo (17).
Em nota divulga pelo g1, a equipe esclareceu que a hospitalização foi recomendada pelos médicos para permitir um monitoramento mais constante de sua saúde. “O tratamento adequado foi iniciado para que o problema seja solucionado”, informou o comunicado.
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A cantora Preta Gil usou suas redes sociais para tranquilizar os fãs após ser internada novamente, apenas 24 horas após receber alta. A astista explicou que, ao retornar para casa, sentiu uma dor no rim direito e precisou voltar ao hospital para receber novos cuidados médicos.
“Oi, meus amores. Pois é, ontem postei que estava em casa e me precipitei. Quando cheguei em casa, comecei a sentir uma dor no rim direito e precisei voltar para o hospital. Tivemos que entrar com outros medicamentos. Continuo tomando antibiótico, e os médicos preferiram que eu ficasse aqui mais alguns dias para não correr o risco de sentir dor em casa”, explicou.
A cantora tranquilizou os seguidores, afirmando: “Vou ficar bem” e agradeceu pelo apoio dos fãs durante esse momento delicado.

por André Souza / Carolina Papa / Fredie Ribeiro
A Secretaria da Saúde do Estado (Sesab) anunciou um projeto voltado à construção de 38 unidades de saúde para populações indígenas. A ação será financiada por meio de um empréstimo do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), junto ao programa Prosus II, e contará com apoio do Ministério da Saúde, informou a secretária de Saúde, Roberta Santana.
“A gente faz uma ação integrada com o DSEI [Distrito Sanitário Especial Indígena], que é a secretaria vinculada ao Ministério da Saúde que cuida da pauta da saúde indígena”, explicou Santana. A colaboração entre as esferas estadual e federal tem sido crucial para a execução de projetos destinados às comunidades indígenas, que, segundo Roberta, enfrentam desafios em áreas como cobertura vacinal e infraestrutura de atendimento.
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O Ministério da Saúde vai enviar R$ 6,3 milhões para que municípios e o Distrito Federal adquiram kits de teste rápido de gravidez. A verba vai permitir o acesso a 3 milhões de testes. A informação é da coluna de Lauro Jardim, do jornal O Globo.
A medida, que faz parte do Programa Rede Alyne, visa garantir que o teste esteja disponível em todos os serviços da atenção primária à saúde, inclusive em locais mais remotos.
De acordo com a publicação, os recursos serão repassados a todos os estados e o DF, contemplando os 5.570 municípios brasileiros. O montante será pago em parcela única.
O valor mínimo que cada município receberá é de R$ 200, valor estimado para a compra de 100 testes rápidos. O cálculo dos recursos para cada território leva em conta o valor unitário de um teste rápido de gravidez multiplicado pela estimativa do número de gestantes por município de residência.

O número de cidades brasileiras onde a principal causa de morte por doenças é o câncer tem aumentado nos últimos anos. Dos 5.570 municípios do País, 727 (13%) indicaram essa mudança em 2019. O número quase dobrou desde 2000, quando essa era a realidade de apenas 366 cidades (7%). Os dados constam em uma pesquisa publicada na revista científica The Lancet Regional Health – Americas.
Em 2000, cerca de 15,5% dos municípios tinham mais mortalidade prematura por câncer do que por doença cardiovascular. Em 2019, o índice saltou para cerca de 34% das cidades. É importante destacar, entretanto, que apenas 85% dos óbitos foram preenchidos corretamente nos anos iniciais. A partir de 2016, esse índice subiu para 99%.
Segundo o epidemiologista Leandro Rezende, coordenador do trabalho e professor do Departamento de Medicina Preventiva da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), a mudança significa que os brasileiros estão vivendo mais e que o tratamento das doenças cardiovasculares, que costumavam figurar em primeiro lugar na lista, está fazendo efeito.
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