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O Senado aprovou nesta terça-feira (27) um Projeto de Lei (PL) que obriga os postos de vacinação a funcionarem todos os dias da semana, inclusive em fins de semana e feriados, na ocorrência de epidemias e situações de calamidade na saúde pública, incluindo a atual pandemia da covid-19. O projeto segue para análise da Câmara dos Deputados.
O projeto determina que a vacinação, nos casos descritos, ocorra todos os dias até que se atinjam as metas definidas pelos respectivos planos de ação para cada grupo, em cada fase de vacinação. A vacinação diária, segundo o projeto, poderá ser interrompida caso não haja vacina em estoque ou nos casos em que for necessária a reserva de segunda dose para aplicação subsequente nos grupos em que foram ministradas doses anteriormente.
A relatora do projeto no Senado, Maria do Carmo Alves (DEM-SE), viu a necessidade de incluir outra possibilidade para a não vacinação em fins de semana e feriados. Assim, a vacinação em feriados e fins de semana pode também não ocorrer caso haja inviabilidade técnica e justificada para tanto, fato que deverá ser avaliado pelo gestor local do Sistema Único de Saúde (SUS).
Segundo a senadora, existe uma diversidade de situações potencialmente impeditivas do funcionamento dos serviços de saúde. Por exemplo, a indisponibilidade de transportes nas localidades ou até mesmo de profissionais de saúde.
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Casos confirmados de COVID-19 nas últimas 24h em Brumado.
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👉🏻 Segunda-feira, 26/04: 64 novos casos (0 óbito)
👉🏻 Terça-feira, 27/04: 17 novos casos (+3 óbitos)

O epidemiologista Wanderson Oliveira afirmou ao Jornal da CBN que os casos de Covid-19 devem aumentar com a chegada do inverno. Ele afirmou que estamos entrando em período de transição entre o outono e a estação mais fria do ano, quando se espera um aumento de transmissão de vírus respiratórios.
Por isso, nos próximos meses, o número de casos de Covid-19 deve aumentar. O secretário de serviços integrados de saúde do STF e ex-secretário Nacional de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde defendeu que, para acelerar a vacinação contra a Covid-19, ‘precisaríamos ter um reforço, trabalhando com clínicas privadas e outras instituições’.

Os fabricantes da vacina russa contra a covid-19 Sputnik V criticaram nesta terça-feira, 27, a decisão do governo brasileiro, que consideram “política”, de não autorizar a importação do fármaco.
“Os atrasos da Anvisa na aprovação da Sputnik V são, infelizmente, de natureza política e não têm nada a ver com acesso à informação ou ciência”, afirma a conta no Twitter da vacina russa.
“O Departamento de Saúde dos Estados Unidos, em seu relatório anual de 2020 há vários meses, declarou publicamente que o adido de saúde dos Estados Unidos ‘persuadiu o Brasil a rejeitar a vacina russa’”, completa.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) negou na segunda-feira um pedido de vários estados brasileiros para importar a vacina russa Sputnik V por considerar que faltam dados técnicos para verificar sua segurança e eficácia.
Os cinco diretores da Anvisa seguiram as recomendações da área técnica da agência, que identificou diversas “incertezas” em relação à segurança e eficácia do imunizante, que ainda não foi aprovado pela Agência Europeia de Medicamentos (EMA) ou pelo FDA (Administração Federal de Alimentos e Medicamentos) dos Estados Unidos.
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Casos confirmados de COVID-19 nas últimas 24h em Brumado.
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👉🏻 Segunda-feira, 26/04: 64 novos casos (0 óbito)

Uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM) aponta que está faltando vacinas contra a Covid-19 em cerca de um quarto das cidades brasileiras, ou seja 25% dos municípios interromperam a vacinação por falta de doses dos imunizantes.
De acordo com o portal IG, em entrevista, Eduardo Stranz, que é consultor da CNM, falou sobre a situação atual da vacinação nas cidades. “Esta semana divulgamos mais uma etapa da pesquisa que realizamos semanalmente junto a prefeitas, prefeitos e secretários de saúde o Brasil inteiro e os resultados indicaram que cerca de 25% dos municípios que nós pesquisamos estão suspendendo a aplicação da vacina por falta do imunizante”.
Ainda segundo a publicação, Stranz afirmou que o Ministério da Saúde está “confundido os gestores municipais”, principalmente com a mudança de orientação em relação a reservar ou não a segunda dose para quem já recebeu a primeira. “49% afirmaram que ainda estão guardando a dose e 49% disseram que estavam aplicando todo o estoque que chega”, alertou.

Casos confirmados de COVID-19 nas últimas 24h em Brumado.
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👉🏻 Segunda-feira, 19/04: 64 novos casos (+ 02 óbitos)
👉🏻 Terça-feira, 20/04: 27 novos casos (+ 02 óbitos)
👉🏻 Quarta-feira, 21/04: 14 novos casos (0 óbito)
👉🏻 Quinta-feira, 38 novos casos (+ 01 óbito)
👉🏻 Sexta-feira, 23/04: 24 novos casos (+ 01 óbito)
👉🏻 Sábado, 24/04: 24 novos casos ( 0 obito)
👉🏻 Domingo, 25/04: 12 novos casos (+1 óbito)

Casos confirmados de COVID-19 nas últimas 24h em Brumado.
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👉🏻 Quarta-feira, 21/04: 14 novos casos (0 óbito)
👉🏻 Quinta-feira, 38 novos casos (+ 01 óbito)
👉🏻 Sexta-feira, 23/04: 24 novos casos (+ 01 óbito)
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O Brasil chegou a 386.416 mortes em decorrência da covid-19 desde o início da pandemia. Segundo a atualização diária do Ministério da Saúde, divulgada nesta sexta-feira (23), foram notificados 2.914 óbitos em 24h, desde o boletim de quinta-feira (22).
O número de infecções ultrapassa os 14,2 milhões de casos, sendo 69.105 notificações ocorridas entre quinta-feira (22) e sexta-feira (24).
O número de pessoas recuperadas está em 12.711.103. Já a quantidade de pacientes com casos ativos, em acompanhamento por equipes de saúde, ficou em 1.139.559. Ainda há 3.595 mortes em investigação por equipes de saúde. Isso porque há casos em que o diagnóstico sobre a causa só sai após o óbito do paciente.
O ranking de estados com mais mortes pela covid-19 é liderado por São Paulo (91.673), Rio de Janeiro (42.634), Minas Gerais (31.494), Rio Grande do Sul (23.975) e Paraná (21.199). Já as Unidades da Federação com menos óbitos são Acre (1.465), Roraima (1.472), Amapá (1.502), Tocantins (2.440) e Alagoas (4.074).


A vacina indiana Covaxin, produzida pela farmacêutica Bharat Biotech, possui eficácia de 100% contra casos graves da Covid-19. Os dados do estudo da fase 3 foram divulgados pela empresa indiana nesta quarta-feira (21). Além disso, a eficácia global do imunizante, contra qualquer tipo de caso leve ou moderado, foi de 78%. Houve proteção também de 70% para casos assintomáticos da doença.
Esses são os resultados parciais de uma segunda análise interina dos ensaios clínicos da vacina no país asiático. No início de março, com a conclusão de 43 casos confirmados da Covid-19, os pesquisadores divulgaram uma taxa de eficácia de cerca de 81% contra casos sintomáticos da doença.
Para a segunda análise interina, a farmacêutica esperava atingir um número mínimo de 87 casos sintomáticos, mas, com a recente alta de casos na Índia, foram registrados 127 casos sintomáticos. A empresa não divulgou, no entanto, quantos casos foram no grupo que recebeu a vacina e quantos nos voluntários que receberam placebo – uma substância inócua e sem efeitos no organismo.
A eficácia de 100% foi calculada em um subgrupo de voluntários e reduziu drasticamente as hospitalizações. A expectativa é de conclusão da fase 3 de estudos em junho e submissão dos resultados para uma publicação científica na sequência.
Os estudos clínicos da Covaxin são atualmente conduzidos na Índia com 25.800 pessoas com idades entre 18 e 98 anos. A vacina é administrada em duas doses, via intramuscular, com intervalo de 28 dias entre elas.
O desfecho considerado para o ensaio clínico, isto é, qual parâmetro os cientistas consideraram para um caso confirmado, foi o resultado positivo no exame de RT-PCR e a presença de sintomas (leves, moderados ou severos) até 14 dias após a aplicação da injeção.
O anúncio não informou quais seriam os sintomas considerados para a confirmação do desfecho clínico, no entanto. De acordo com os dados divulgados, a vacina é segura e bem tolerada, com baixa incidência de efeitos adversos severos.
Na Índia, a Covaxin foi aprovada para uso emergencial no início do ano. Ela é composta de vírus inativado e produzida em parceria com o Instituto Nacional de Virologia da Índia.
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