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A repórter da TV Vanguarda Michelle Sampaio postou o vídeo dos bastidores de uma entrevista que fez em uma escola e o vídeo está se tornando um viral na internet. A entrevistada é uma menina, que brilha com respostas na ponta da língua. Na postagem, a jornalista explica que foi a uma escola estadual de São José dos Campos para cobrir o primeiro dia de aula dos pequenos, e encontrou Raquel, de 6 anos. Ao responder sobre como estava se sentindo, a menina disparou: “O meu sonho se tornou realidade”. Bastante empolgada com o início do ano letivo, a pequena ainda completa: “Me sinto adorável”. A repórter imediatamente cai na gargalhada. “Gente, tô passando mal com essa menininha”. O vídeo foi postado na segunda-feira(6) e já tem mais de 1 milhão de visualizações. Na internet, a frase da menina virou bordão nas redes sociais. Veja: https://www.facebook.com/520405631332904/videos/1524275687612555/
Com o objetivo de financiar os estudos do filho na Europa, a paraibana Isabel Cristina Fernandes (51) conseguiu arrecadar mais de R$ 1,2 mil com a venda de300 kg de material reciclável. De acordo com informações do G1, ela, junto com o marido, Milton Viana, catou latinhas, objetos de alumínio e plástico, para manter Pedro, de 18 anos, durante um intercâmbio na Finlândia. “Meus filhos vão realizar tudo que eu não pude realizar”, disse Isabel, que também faz cocadas, trufas e cupcakes para ajudar nas finanças. Ela teve o apoio também dos magistrados da Paraíba, do Rio Grande do Norte, de São Paulo e de Pernambuco, que arrecadaram R$ 30 mil para realizar o sonho do jovem, que se preparou por conta própria, em casa. “Assistia seriado sozinho e sempre cantava em inglês, para aprender”, contou Isabel. Foi ela mesma que inscreveu Pedro na associação Rotary, para tentar o intercâmbio. Após a prova ele foi classificado em oitavo lugar. Desde agosto de 2016 o jovem vive na Finlândia, e hoje já fala inglês, sueco e está aprendendo francês. Pedro ainda foi aprovado no curso de Relações Internacionais, na Universidade Federal da Paraíba (UFPB), e deve começar o curso após o retorno ao Brasil, com previsão para julho deste ano.
“Vou contar o que houve ontem, pra entenderem o porquê de eu estar brava com esse lance de apropriação cultural”, assim iniciou seu relato, a jovem Thauane Cordeiro, que sofre de leucemia mieloide aguda. Em uma postagem no Facebook ela, que por conta do tratamento da doença usa adereços para disfarçar a queda de cabelo, contou ter sofrido repressão ao usar uma destas peças típicas da cultura afro. “Eu estava na estação com o turbante toda linda, me sentindo diva. E eu comecei a reparar que tinha bastante mulheres negras, lindas aliás, que tavam me olhando torto, tipo ‘olha lá a branquinha se apropriando dá nossa cultura’”, lembrou a jovem de Curitiba. “Enfim, veio uma falar comigo e dizer que eu não deveria usar turbante porque eu era branca. Tirei o turbante e falei ‘tá vendo essa careca, isso se chama câncer, então eu uso o que eu quero! Adeus.’, Peguei e sai e ela ficou com cara de tacho. E sinceramente, não vejo qual o PROBLEMA dessa nossa sociedade em, meu Deus!”, desabafou Thauane, em uma postagem com uma foto em que aparece com o adereço. “#VaiTerTodosDeTurbanteSim. Foto dá negra branca mais chave que vocês conhecem, Juro que tentei tirar uma foto decente, mas não deu. Foi mal!”, finalizou.
Uma pesquisa realizada pelo Instituto Data Popular concluiu que 61% dos homens acham que uma mulher solteira que vai pular carnaval não pode reclamar de ser cantada. Além disso, 49% disseram que bloco de carnaval não é lugar para mulher “direita” e 56% consideraram que mulheres que usam aplicativos de relacionamento não querem nada sério. Em entrevista à Agência Brasil, o presidente do Instituto Data Popular, Renato Meirelles, explicou que o homem ainda tem a visão de que a mulher é propriedade dele e que ela é feliz dessa forma, “como se a mulher tivesse que ser grata pela grosseria dele”. Por fim, a pesquisa ainda revelou que na percepção de 70% dos homens, as mulheres se sentem felizes quando ouvem um assobio, 59% acham que as mulheres ficam felizes quando ouvem uma cantada na rua e 49% acreditam que as mulheres gostam quando são chamadas de gostosa. A pesquisa foi feita entre os dias 4 e 12 de janeiro de 2017, com 3,5 mil brasileiros com idade igual ou superior a 16 anos, em 146 municípios.

Atriz voltou à causa polêmica pelas redes sociais ao comentar morte de ex-primeira-dama. Foto: Divulgação
A atriz Luana Piovani voltou a causar polêmica nas redes sociais. Desta vez, a declaração foi pelo Instagram Stories e o alvo foi o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “E o Lula no jornal, hoje, dizendo que Marisa foi triste? Gente, morrer é um drama, é uma fatalidade, uma tragédia na vida das pessoas que amam quem se vai. Mas por favor”, começa a atriz. Ela se referiu à declarações do ex-presidente no velório da esposa, Maria Letícia, que morreu na última sexta-feira (03). Lula disse que ”Marisa morreu triste” pela “canalhice, a leviandade e a maldade que fizeram com ela”. “Muito indigno ele, numa hora triste como essa, fazer draminha, se vitimizar por conta dessa coisa triste que aconteceu com a dona Marisa. Ah, mas é muita falta de dignidade, gente”, completa a atriz. Os seguidores da atriz não deixaram barato: “Chorar por um ente querido é draminha? Se seus filhos morrerem o seu choro será draminha??!”, escreveu um seguidor. “Do alto dos seus privilégios, reclamando do País que vive. Infeliz!”, comentou outro. Outros, concordaram: “Falou tudo, @luapio! Está coberta de razão, ele sempre será um ridículo quer pousar de vítima em todas ocasiões” (sic), escreveu uma seguidora. “Concordei com você em gênero e grau em sua opinião no stories!”, postou outra.
O jabá, ou seja, a grana por fora para que as certas rádios toquem determinadas músicas, é uma instituição sólida há décadas Brasil afora. Originalmente, pago pelas gravadoras. Na era sertaneja, porém, os empresários desses artistas acrescentaram uma novidade: além de pagar para tocar seus contratados, pagam para não executar músicas de duplas sertanejas concorrentes. Também se usa jabaculê, é a propina dada ao DJ, ou Disk-Jockey para tocar a música na rádio ou local público. Jeito de conseguir mediante o dinheiro o que não se consegue com talento, mais um destes costumes abomináveis tolerados pela nossa sociedade. Compra de espaço para apresentação de artistas em programas de auditório; Compra de posições no “hit parade” nas emissoras de rádio. O Jabá é o pagamento feito pelas gravadoras para que toquem somente as músicas determinadas. Quem não paga, não toca.
Com a confirmação da morte da ex-primeira-dama Marisa Letícia, nesta sexta-feira (03), o presidente Michel Temer (PMDB) decretou luto oficial de três dias. “Neste momento de profunda dor e pesar na família do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, eu e a primeira-dama Marcela Temer transmitimos a ele, a seus filhos e aos demais familiares e amigos as mais sinceras condolências”, afirmou Temer, em nota. A determinação foi publicada em uma edição extra do Diário Oficial da União. O chefe do Executivo nacional prestou solidariedade a Lula (PT) ainda nessa quinta-feira (02), quando visitou o Hospital Sírio-Libanês, onde Marisa esteve internada desde o último dia 24 de janeiro. A ex-primeira-dama morreu aos 66 anos após um acidente vascular cerebral (AVC).
Submetida a exames do protocolo de morte encefálica, a ex-primeira-dama Marisa Letícia Lula da Silva foi confirmada como morta no início da noite desta sexta-feira (03). A esposa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva sofreu um acidente vascular cerebral (AVC) e estava internada no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, desde o último dia 24. De acordo com o G1, os médicos seguiram o protocolo oficial para constatar a morte cerebral. O primeiro teste ocorreu às 12h05 e o segundo, às 18h05. Ambos os procedimentos comprovaram a perda definitiva e irreversível das funções cerebrais. Morta aos 66 anos, Marisa Letícia deixa três filhos do seu casamento com Lula . Desde essa quinta-feira (02), a família já havia autorizado a doação de órgãos.
O governador Rui Costa anunciou na abertura dos trabalhos da Assembleia Legislativa que o concurso para os bombeiros e Polícia Militar da Bahia, anunciado no ano passado, acontece até abril. Serão duas mil vagas para soldados da PM, 60 para oficiais, 750 vagas para soldados do Corpo de Bombeiros e 30 para oficiais da mesma corporação. O certame será para repor os servidores que vão se aposentar ou estão prestes a fazê-los. Para melhorar a infraestrutura aos policiais, ele anunciou também a troca de todas as viaturas da Polícia Militar e da Polícia Civil e o investimento de 260 milhões em ampliação do videomonitoramento em salvador. Entre os projetos prioritários a serem enviados pelo Executivo para a Assembleia Legislativa este ano está a criação de um Fundo Penitenciário. O governador anunciou que tem o objetivo de igualar o número de presos ao de vagas na Bahia, apesar de alegar que o estado é a unidade federativa do Brasil com a menor proporção de presos e vagas.

Pesquisa feita nos EUA mostra impacto negativo para uma relação na prática de ignorar o parceiro ao lado para prestar mais atenção ao celular ou computador. Foto: Divulgação
A cena é comum e cada vez mais frequente: um casal está em um mesmo ambiente – um restaurante ou um sofá-, próximos, mas um deles não presta atenção no parceiro, está com a cabeça baixa, com os olhos e as mãos dirigidos à tela de um celular. A outra parte tenta puxar assunto, manter o contato visual, mas não tem resposta. E o que se segue, naquele momento ou em outro mais adiante, é uma discussão que desgasta a relação e pode levar até mesmo ao rompimento do casal. É o que mostra uma pesquisa recentemente divulgada e que conclui que quanto mais interação no WhatsApp ou no Facebook uma pessoa tem, maior é a chance de que essa pessoa acabe com seu casamento ou namoro. O estudo foi conduzido pelo professor James A. Roberts, da Universidade de Baylor, nos Estados Unidos, e reportado ontem pelo site espanhol do jornal El País. A pesquisa concluiu que 46.3% dos 453 adultos entrevistados já haviam sido ignorados ao menos um vez pelos seus companheiros e 22,6% declararam que a prática de ignorar o parceiro ao lado para interagir com o celular é fonte de conflito para o casal.