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Por Juliano Justo
Frank Williams, uma das maiores lendas do automobilismo mundial, morreu neste domingo (28), aos 79 anos. A morte foi anunciada nas redes sociais da equipe Williams.
“Sentimos a mais profunda tristeza pela morte de Sir Frank Williams. Sua vida foi movida pela paixão pelo automobilismo, seu legado é incomensurável e fará parte da F1 para sempre. Conhecê-lo foi uma inspiração e um privilégio. Ele deixará muita, muita saudade”, escreveu o perfil oficial da equipe. A família não divulgou a causa da morte.
Além de fundador da equipe, ele foi piloto e mecânico. Em 17 anos, entre 1980 e 1997, a escuderia Williams conquistou nove títulos de construtores e sete de pilotos. Em 1986, Frank Williams sofreu um acidente de carro, na França, que o deixou paraplégico.
O brasileiro Nelson Piquet foi campeão mundial de Fórmula 1, pilotando uma Williams, em 1987. José Carlos Pace, piloto que dá o nome ao autódromo de Interlagos, em São Paulo, e que morreu em 1977, em um acidente aéreo, também correu pela Williams.
A última corrida de Ayrton Senna foi pilotando um carro da Williams, em 1994, quando o brasileiro morreu em um acidente no Grande Prêmio de San Marino, na Itália. A equipe Williams, sob o comando de Frank, conquistou 313 pódios, com 114 vitórias.

A administração do Aeroporto Schiphol, em Amsterdã, solicitou a uma empresa de suinocultura uma encomenda de 20 porcos. O pedido foi feito para testar um projeto com o objetivo de dar mais segurança às aeronaves, impedindo colisões entre aves e aviões.
O projeto foi testado durante quatro semanas, até o início de novembro. Com os dados coletados, uma análise será feita para avaliar a efetividade do método. Os porcos ficam soltos em um terreno de cinco acres próximo ao aeroporto. No local, há uma plantação de beterraba, apenas com os restos da colheita, o que atrai muitas aves, como gansos.
A função dos suínos é comer as sobras e deixar a área menos atrativa para os visitantes voadores. E, como carnívoros, eles ainda têm o ímpeto de atacar as aves, mas como não possuem velocidade suficiente para alcançá-las, eles conseguem espantar sem machucar, funcionando como espantalhos vivos.
Willemeike Koster, porta-voz do Aeroporto Schiphol, disse em entrevista à CNN que ocorreram cerca de 150 colisões entre aves e aviões em 2020. Esse tipo de acidente pode oferecer sérios perigos, principalmente se os animais forem sugados pelos motores das aeronaves.
Atualmente, 20 controladores de aves estão trabalhando no local utilizando tecnologias como raio laser e emissão de sons. Além disso, plantas especiais são colocadas nas áreas da região.

Os músicos que integravam a equipe de Marília Mendonça foram “adotados” pelos amigos pessoais e colegas de profissão da cantora, Henrique e Juliano e Maiara e Maraisa, além da dupla do irmão da cantora, Dom Vittor e Gustavo.
A assessoria da cantora confirmou ao jornal ‘Extra’, que os profissionais foram divididos entre as três duplas e serão empregados por eles após a morte da sertaneja. “Estão sendo feitos alguns ajustes englobando as equipes”.
Em 2015, Marília teve a mesma atitude após o falecimento precoce de Cristiano Araújo. A artista contratou grande parte da equipe do amigo para trabalhar com ela, incluindo Henrique Bahia, seu produtor, que morreu no acidente aéreo no início do mês.

Esta data foi estabelecida pelo projeto lei número 10.639, no dia 9 de janeiro de 2003. Foi escolhida a data de 20 de novembro, pois foi neste dia, no ano de 1695, que morreu Zumbi, líder do Quilombo dos Palmares.
A homenagem a Zumbi foi mais do que justa, pois este personagem histórico representou a luta do negro contra a escravidão, no período do Brasil Colonial.
Ele morreu em combate, defendendo seu povo e sua comunidade. Os quilombos representavam uma resistência ao sistema escravista e também uma forma coletiva de manutenção da cultura africana aqui no Brasil.
Zumbi lutou até a morte por esta cultura e pela liberdade do seu povo. A criação desta data foi importante, pois serve como um momento de conscientização e reflexão sobre a importância da cultura e do povo africano na formação da cultura nacional.
Os negros africanos colaboraram muito, durante nossa história, nos aspectos políticos, sociais, gastronômicos e religiosos de nosso país. É um dia que devemos comemorar nas escolas, nos espaços culturais e em outros locais, valorizando a cultura afro-brasileira.
A abolição da escravatura, de forma oficial, só veio em 1888. Porém, os negros sempre resistiram e lutaram contra a opressão e as injustiças advindas da escravidão. Vale dizer também que sempre ocorreu uma valorização dos personagens históricos de cor branca.
Como se a história do Brasil tivesse sido construída somente pelos europeus e seus descendentes. Imperadores, navegadores, bandeirantes, líderes militares entre outros foram sempre considerados heróis nacionais. Agora temos a valorização de um líder negro em nossa história e, esperamos, que em breve outros personagens históricos de origem africana sejam valorizados por nosso povo e por nossa história.
Passos importantes estão sendo tomados neste sentido, pois nas escolas brasileiras já é obrigatória a inclusão de disciplinas e conteúdos que visam estudar a história da África e a cultura afro-brasileira.

O corpo do deputado estadual João Isidório (Avante) será velado, a partir das 8h na área de eventos da Fundação Dr. Jesus, projeto social que acolhe dependentes químicos em Candeias. O sepultamento será no Cemitério Caboto, na mesma cidade, às 15h.
O deputado morreu, na tarde desta quinta-feira (11), após se afogar na praia de Loreto, Ilha dos Frades, na Região Metropolitana de Salvador (RMS). João Isidório foi o candidato mais votado em 2018 para a Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), sendo eleito com 110.540 votos.
João é filho do deputado federal Pastor Sargento Isidório (Avante), que foi candidato à Prefeitura de Salvador em 2022. Por conta da morte, o governador Rui Costa decretou luto oficial na Bahia por três dias, em razão da morte do deputado estadual João Isidório. Pelas redes sociais, Rui lamentou.
O deputado Adolfo Menezes (PSD), presidente da Assembleia Legislativa (AL-BA) decretou luto oficial de três dias em reverência à memória do colega deputado estadual e solidarizou-se com seus familiares.

Morreu nesta quinta-feira (11), aos 63 anos, a colunista de Política da Globo News Cristiana Lôbo. A informação foi confirmada pela emissora. A jornalista se tratava de um meiloma múltiplo, que foi agravado por uma pneumonia contraída nos últimos dias. Ela estava internada no hospital Albert Einstein, em São Paulo.
Cristiana Lôbo atuou no jornalismo por mais de 30 anos. Contratada pelo jornal O Globo, foi setorista do Ministério da Saúde. Ainda em O Globo, trabalhou na coluna Panorama Político.Assinou, na sequência, a coluna política do jornal o Estado de S. Paulo. Fez sua estreia na GloboNews em março de 1997. Fonte G1.

As provas do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) estão marcadas para os dias 21 e 28 de novembro. Muitos jovens estão nos últimos preparativos para a prova, que deve ser um divisor de águas em suas vidas.
Diante disso, Vinicius Freaza, diretor de inovação pedagógica da Evolucional, startup de educação que atua na área de avaliações, dá dicas de como mandar bem na prova.
Segundo Vinícius, é importante que os candidatos entendam que o Enem é uma prova diferente de outros vestibulares tradicionais, pois sua nota é calculada pela TRI (teoria de resposta ao item), sistema que considera não apenas o número de acertos, mas também o conjunto desses acertos. Além disso, a prova costuma trazer questões contextualizadas que exigem leitura atenta e seleção de informações dos textos apresentados.
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O livro “Projeto Nacional: O Dever da Esperança”, de autoria de Ciro Gomes (PDT), foi selecionado como um dos finalistas do Prêmio Jabuti, considerado o mais importante da literatura brasileira. A publicação, que analisa o Brasil a partir da política e da economia, disputa a premiação na categoria “Ciências Sociais”.
O livro de Ciro disputa com outras nove publicações, como “10 histórias para tentar entender um mundo caótico”, de Jamil Chade e Ruth Manus; “A razão africana: breve história do pensamento africano contemporâneo”, de Muryatan S. Barbosa; “O capitalismo se desloca”, de Ladislau Dowbor; e “O massacre dos libertos: sobre raça e república no Brasil (1888-1889)”, de Matheus Gato.
Não é a primeira vez que um grande nome da política brasileira é indicado para o Prêmio Jabuti. Em 2019, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi um dos 10 finalistas da premiação, com seu livro “A Verdade Vencerá”.

Muitos fãs, amigos e familiares estão se despedindo da cantora Marília Mendonça, em um ginásio esportivo em Goiânia, neste sábado (6). Muitos fãs estão fazendo uma fila ao redor do ginásio para o último adeus a cantora, sendo esperadas mais de 100 mil pessoas.
Os cantores Maiara e Maraisa, Henrique e Juliano, Jorge (da dupla com Matheus) e Mateus (da dupla Mateus e Kauan) estão no ginásio para se despedir da amiga, que faleceu após queda de um avião (reveja aqui). Além de artistas, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM) esteve presente no velório, de acordo com o G1.


Familiares, amigos e fãs de Marília Mendonça poderão se despedir da cantora em velório aberto ao público neste sábado (06), no Ginásio Valério Luiz de Oliveira, conhecido como Goiânia Arena, na capital goiana.
Governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM) deixou o ginásio à disposição da família, que aceitou realizar a cerimônia de despedida no espaço. Segundo o portal G1, o velório está previsto para começar às 13h no Ginásio Goiânia Arena.
A Secretaria de Mobilidade da cidade informou que haverá um cortejo do ginásio ao Cemitério Memorial Parque, onde Marília Mendonça será enterrada, às 17h30. Ela e o tio serão velados juntos.
Segundo o governador Caiado, a previsão inicial é que até 100 mil pessoas passem pelo ginásio. Ele pediu, contudo, “calma e respeito à sinalização para que todos possam dar o seu adeus”.
“Família de Marília Mendonça confirmou velório no Goiânia Arena, amanhã (sábado, 6 de novembro), por volta de 8h da manhã. Goianos vão poder prestar linda homenagem”, disse.
Marília Mendonça
Admirada dentro e fora do meio musical, Marília Mendonça faleceu na tarde de sexta-feira (5), após um acidente de avião na cidade de Piedade de Caratinga, em Minas Gerais, onde ela se apresentaria à noite.
Além da cantora, seu produtor, o baiano Henrique Ribeiro, o tio e assessor de Marília, Abicieli Silveira Dias Filho, piloto e copiloto da aeronave morreram.
A morte da artista foi notícia no Brasil e no mundo. Veículos como The New York Times, Bilboard, BBC e Daily Mail relataram e tragédia e exaltaram a trajetória da cantora, que fez revolução na música brasileira.
Pela primeira vez, o NY Times, um dos mais importantes jornais dos Estados Unidos e do mundo, utilizou a palavra “feminejo”, movimento que teve a força da voz de Marília denunciando a cultura machista no gênero sertanejo.
A cantora estava vivendo o auge de sua carreira. Chegou a reunir mais de 3 milhões de pessoas simultaneamente em live na internet e estava se preparando para realizar turnê pela Europa. Teve inúmeras conquistas profissionais, incluindo Grammy Latino. Marília deixa um filho de pouco menos de 2 anos.