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O cantador Elomar Figueira Mello, de 84 anos, segue internado nesta terça-feira (23) em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de Vitória da Conquista, no Sudoeste, devido a complicações da Covid-19.
Segundo informações, o cantor deu entrada no Hospital Samur, na noite da segunda-feira (21). A unidade de saúde deve publicar um novo boletim sobre a saúde do artista ainda nesta quarta-feira (23).
Dono de um estilo único e elementar, Elomar Figueira Mello é compositor, cantor, violonista e escritor. O artista teve canções gravadas por diversos cantores, como Xangai, Raimundo Fagner, Elba Ramalho, Dércio Marques entre outros.

O grande sucesso de Manno Góes, que ficou conhecido na voz do cantor Netinho irá ganhar uma nova versão na voz de Daniela Mercury.
Desde o início das discordâncias políticas entre os artistas, o compositor faz questão de mostrar sua insatisfação de ter um de seus maiores sucessos sendo cantada por um apoiador do presidente Jair Bolsonaro.
Após o desabafo feito pelo compositor no último domingo (2), a Rainha do Axé resolveu “aliviar o coração” do amigo e anunciou em suas redes sociais a gravação de uma nova versão do clássico. “Manno Góes, meu amigo querido! Eu entendo a sua agonia! Por isso, vou gravar Milla. Essa música é amor, é liberdade! Milla é nossa”, escreveu.
A novidade foi comemorada por fãs da artista. “Grava Dani, Netinho não é digno de cantar mais Mila. Espero que seja processado perdeu completamente a noção das coisas”, disse um internauta. “Vamos ressignificar esse hino!!!!”, pediu outro. “Pelo amor de Deus, Dani! Grave logo, precisamos que Milla seja bem representada!!”, escreveu mais uma.
Manno revelou que entrou na Justiça para retirar todos os vídeos em que sua música é associada ao presidente e em um outro momento já havia dito aos fãs que tinha proibido Netinho de cantar suas composições Fonte: bahia.ba

Com o intuito de discutir os impactos provocados pela pandemia do novo coronavírus (Covid-19), mais de 120 festivais de música se uniram para criar uma associação.
Entre os festivais esta o Bananada (em Goiás), o Coma (em Brasília) e o Coquetel Molotov (no Recife). A entidade a ser criada devera defender os interesses do setor.
A ideia da articulação, segundo informações da colunista Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo, surgiu para tentar mitigar os impactos da Covid-19 na realização dos eventos.

Nascido em berços carnavalescos, o cantor Armandinho avalia que ele e os Irmãos Macedo são “continuadores da alegria” na folia baiana – que teve início na década de 50, quando Dodô e Osmar decidiram sair pelas ruas de Salvador para tocar músicas em uma fobica, o trio elétrico dos dias atuais.
Armandinho, que se apresentou junto com os Irmãos Macêdo na cerimônia de apresentação das atrações do governo para o Carnaval 2020, nesta quinta-feira (13), no Teatro Castro Alves, disse ainda que é uma “satisfação” poder se apresentar no evento.
“Somos continuadores da alegria do nosso velho Osmar e do nosso velho Dodô, eles que inventaram essa carruagem que faz a festa. Nós quatro [irmãos] carregamos a alegria do meu pai. Eles nos chamavam de filhos da alegria”, lembra.
O artista também salientou que o Carnaval movimenta a cidade em diferentes aspectos. “Tem tanta gente trabalhando, desenvolvendo arte, música, e é uma felicidade ver comemorar nossa festa, a festa do trio elétrico, que é de todos”.
Este ano, o artista se apresenta com o trio Armandinho, Dodô e Osmar no circuito Dodô, na Barra, na segunda (24) e terça-feira (25).

Em entrevista ao site Brumado Verdade, Dinho Athayde e Augusto Jatobá falaram do projeto do novo CD “Tempo das Águas”, que é uma produção independente cujo lançamento aconteceu sábado (11) no Clube Social de Brumado.
O CD teve a produção e arranjos de Alexandre Guichard, renomado produtor do Rio de Janeiro, o mesmo que sempre produziu os CDs de Dinho Athayde. O CD teve participações especiais de Xangai, Maciel Melo e Evandro Correia e outros, o álbum foi gravado na cidade do Rio de Janeiro.
O show de lançamento aconteceu no Clube Social de Brumado com casa cheia e com a participação de seus convidados em um clima de muita harmonia e interação do público e os artistas.
Isso prova que ainda existe espaço para a boa música brasileira de qualidade, a verdadeira Música Popular Brasileira, não esse lixo que somos obrigados engolir diariamente, imposto pelo mercado fonográfico da desordem social.
Esse escárnio de música chamado de sofrência, arrocha e sertanojo, que só fala de dor de cotovelo e álcool, com certeza não representa o nosso Brasil, o Brasil de Tom Jobim, Vinícius de Moraes, João Gilberto e Elomar. O mesmo show ainda irá acontecer em Salvador e Rio de Janeiro e outras cidades.

Maciel Melo, Compositor, Escritor, Cantador, natural da cidade de Igaraci, próximo a cidade de Petrolina no Pernambuco, nascido no dia 26 de maio de 1962) é um artista popular com músicas gravadas por vários artistas de renome e vem se destacando na história da música nordestina com o clássico Caboclo Sonhador, sucesso nas interpretações de Flávio José e Fagner.
Lançou seu primeiro disco em 1989, chamado “Desafio das Léguas”. Na época ainda um jovem músico desconhecido, conseguiu com o seu talento atrair a participação de personagens importantes da música nordestina, como Elba Ramalho, Zé Ramalho, Xangai, Dominguinhos, e Dércio Marques. Hoje também como escritor já tem dois livros lançados: “A Poeira e a Estrada” e “O Refúgio das Interrogações”.
Maciel Melo estará neste sábado (11), participando do lançamento do CD “Tempo das Águas” de Dinho Athayde e Augusto Jatobá no Clube Social de Brumado. Onde estará cantando músicas de sua autoria e músicas de Augusto Jatobá como: Água, Matança e outras. Além de Maciel Melo, participarão do show, Evandro Correia e Xangai.
Discografia do artista:

Em coletiva um pouco antes de subir ao palco do Festival Virada Salvador de 2020 nesta terça-feira (31), a cantora Ivete Sangalo detalhou porque aceita todos anos o convite de fazer a passagem de ano na capital baiana. “Acho massa cantar em Salvador. Faço show na cidade e nessa festa que só melhora.
É bom ver que está virando uma tradição em Salvador. A cidade, além das suas belezas naturais, tem um evento tão especial para atrair turistas”, comentou. Esta é a terceira vez que a cantora faz a passagem de ano no Festival Virada. A baiana participou de todas as edições cantando no mesmo horário

O Dia do Músico acontece anualmente em 22 de novembro para homenagear todo e qualquer ser humano que se dedique à música. O dia 22 de novembro foi lembrado para a comemoração do Dia do Músico por ser também o Dia de Santa Cecília, que é considerada a padroeira dos músicos, tornando a data um referencial para todos os que se dedicam à nobre arte de alegrar as pessoas.
Aproveitando-se do evento, a professora Yolanda Rigonelli, em 1960, começou com a comemoração da Semana da Música, no Conservatório Musical de Tatuí, onde era diretora, para homenagear os músicos e os alunos do conservatório que é o mais tradicional e reconhecido em todo o Brasil.

Desde então, a Semana da Música vem sendo realizada todos os anos, tornando-se um evento de âmbito nacional, tomando conta de universidades, onde existam ou não cursos voltados para a arte musical, e tomando conta de entidades as mais diversas, sendo comemorada praticamente em todo o país. Para a idealizadora da Semana da Música, o evento deveria apenas mostrar o resultado dos trabalhos realizados pelos alunos, aproveitando a data da padroeira dos músicos.
Sem se dar conta da amplitude de sua ideia, criou uma semana que hoje é lembrada por todos os músicos e por todas as pessoas que apreciam as notas musicais, ou seja, a humanidade em peso.
O músico é um indivíduo que realizar alguma atividade que seja ligada diretamente à música, ou seja, aquele que canta ou sabe tocar algum instrumento, por exemplo. Estas pessoas podem praticar a atividade de músico apenas por hobby, mas existem também aqueles que ganham a vida com esta profissão.
Estes profissionais geralmente se apresentam em diferentes locais para garantir o seu salário. Alguns se tornam tão famosos, que acabam viajando o mundo todo para se apresentarem.

Em entrevista publicada na coluna da jornalista Mônica Bergamo, do jornal Folha de S. Paulo, deste domingo (22), o cantor e compositor Milton Nascimento fez declarações fortes a respeito da qualidade da música brasileira.
O músico ironizou as letras falando que não sabia se o “pessoal” ficou mais burro ou se não tinham mais vontade de cantar. “A música brasileira tá uma merda. As letras, então… Meu Deus do céu! Uma porcaria!”, criticou Milton. Ele ainda critica os temas abordados nas músicas atuais. “Não tem vontade (de cantar) sobre amizade ou algo que seja. Só sabem falar de bebida e a namorada que traiu, ou do namorado que traiu. Sempre traição.”, completou.
Mas o cantor não fica apenas nas críticas. Milton destaca nomes de cantores atuais que, inclusive, já cantaram com ele, como Maria Gadú, Tiago Iorc e Criolo. A repercussão da matéria tomou conta das redes sociais e Milton ficou entre os 19 assuntos mais comentados do final da tarde deste domingo no Twitter no Brasil.
Após publicação da entrevista, em seu perfil nas redes sociais, o cantor se posicionou a respeito da declaração amenizando o título e citando mais alguns nomes atuais que segundo ele estão fora do “mainstream do mercado nacional” da música no Brasil.
Segundo ele, o título da matéria levou o leitor a conclusões precipitadas. “Fora do contexto, o título de uma reportagem pode levar o leitor a conclusões equivocadas. A frase escolhida para a manchete da entrevista que Milton Nascimento deu à jornalista Monica Bergamo se refere exclusivamente à música feita no mainstream do mercado nacional, consumida pela massa.
E só a ela. Justamente por isso, os únicos citados por ele como contra-exemplo foram Maria Gadú e Tiago Iorc, dois dos raros artistas talentosos que transitam nesse universo industrial. Bituca jamais se referiu à nova geração brasileira que, à parte do mainstream musical, tem construído a melhor música desse novo tempo.”, publicou o artista.
