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O acidente que deixou oito mortos na BA-052, em América Dourada, no norte da Bahia, ocorreu durante uma ultrapassagem irregular, de acordo com as informações divulgadas pela Polícia Civil nesta segunda-feira (25).
O delegado e coordenador regional da Polícia Civil, Almir Fernandes, informou ao G1 que o motorista do veículo em que as vítimas estavam teria tentado ultrapassar outro veículo, quando colidiu frontalmente com o caminhão. O acidente aconteceu por volta das 20h30 do domingo (24).
Após a colisão, o caminhão, que carregava verduras, tombou. O motorista do veículo teve ferimentos leves. Já o carro em que as vítimas estavam ficou parcialmente destruído.
Ainda de acordo com o G1, as vítimas foram identificadas como Danilo de Jesus dos Santos, que conduzia o veículo, Alisson de Jesus Dultra, Junior dos Santos Silva, de 22 anos, Leonardo Santana, de 17 anos, Marcelo Borges, Cleriston Nascimento, Diogo Sampaio Borges, e um conhecido pelo apelido de neguinho.
Os corpos foram encaminhados para o departamento de Polícia Técnica (DPT) de Irecê, que fica a 51 km do local do acidente.

Os advogados da família de Ricardo Boechat estão preparando uma milionária ação de indenização contra o laboratório Libbs, que o contratou para uma palestra e foi o responsável pela escolha da empresa de táxi aéreo que transportou o jornalista. A informação é do colunista Lauro jardim, do jornal O Globo.
Boechat morreu no dia 11 de fevereiro, aos 66 anos, após a queda de um helicóptero. O piloto Ronaldo Quattrucci, 56, também não resistiu ao acidente.FONTE: bahia.ba
Até o momento, a Vale já fez 254 doações emergenciais de R$ 100 mil para familiares das vítimas da tragédia de Brumadinho, em Minas Gerais. A empresa também pagou 92 auxílios-funeral para essas pessoas e 45 seguros de vida. Segundo informações da coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo, a mineradora negocia o pagamento de indenizações por danos morais e materiais com as famílias, mas ainda não há um consenso sobre os valores. A Vale é a empresa responsável pela mina Córrego do Feijão, que rompeu no dia 25 de janeiro. A tragédia provocou a morte de pelo menos 169 pessoas e deixou outras 141 desaparecidas.
A operação da mineradora Vale na cidade de Brumadinho, em Minas Gerais, recebeu 11 multas ambientais no últimos oito anos do governo do estado. O valor total chega aos R$ 430 mil. A Vale recorre dessas autuações e, até hoje, não pagou nenhuma, segundo o Uol Notícias. Uma das multas que a empresa recebeu está relacionada a problemas em barragens no local. De acordo com registros da Secretaria Estadual de Meio Ambiente de Minas Gerais obtidos pelo Uol, a primeira dessas multas não pagas foi aplicada em 2011 e a última, em fevereiro de 2019. A empresa confirmou que ainda recorre das multas e diz exercer o seu direito. Ainda segundo o site, desde 2011 a multa mais alta recebida pela mineradora Vale em Brumadinho foi uma infração gravíssima de R$ 100.148,21, em 31 de outubro de 2018. O motivo foi o desrespeito ao prazo para apresentar relatórios ambientais das operações em Brumadinho e não seguir recomendações dos órgãos de fiscalização ambiental.

De acordo com a Anac, a aeronave estava com a Inspeção Anual de Manutenção e o Certificado de Aeronavegabilidade do avião em dia. Foto: Divulgação
Uma pessoa morreu e duas ficaram feridas com a queda de um avião de pequeno porte em uma área residencial no bairro de Benguí em Belém (PA), nesta quarta-feira (13). O acidente foi confirmado pelo Corpo de Bombeiros do Pará (CBM) em contato com o G1 Pará. De acordo com informações do órgão, três vítimas foram identificadas, sendo dois homens que estavam dentro da aeronave e um terceiro, que era vigilante e estava no local onde o avião caiu. O vigilante, que não teve o nome informado, sofreu escoriações. O piloto da aeronave, Bruno Alencar, foi retirado das ferragens com traumatismo craniano e o copiloto, identificado pelos bombeiros como Lucas Ernesto Santos, faleceu no local. A aeronave era um modelo Cessna Aircraft 210L e tinha capacidade para transportar até cinco pessoas. De acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a Inspeção Anual de Manutenção e o Certificado de Aeronavegabilidade do avião estavam em dia.
A mineradora Vale foi autuada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). O órgão estabeleceu multa diária de R$ 100 mil até que seja executado de forma satisfatória o plano de resgate de animais silvestres e domésticos. O valor definido para a multa é o máximo previsto na legislação ambiental para o tipo de infração constatada. No entendimento do Ibama, a Vale havia sido notificada um dia após a tragédia para que iniciasse em até 24 horas a execução do plano de salvamento da fauna e passasse a entregar relatórios diários com informações sobre os animais resgatados. Para o Ibama, os documentos enviados pela empresa não atenderam integralmente as exigências estabelecidas. O plano de salvamento prevê, entre outras medidas, a instalação de hospital de campanha para reabilitação dos animais resgatados e de centro para triagem e abrigo. “Em vistorias, agentes ambientais constataram atraso na realização das obras”, disse o Ibama em nota.
Proprietária do helicóptero que caiu no acidente que matou o jornalista Ricardo Boechat, a empresa RQ Serviços Aéreos Especializados LTDA não estava autorizada a fazer o serviço de táxi aéreo. Isso significa que, de acordo com as regras da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), as aeronaves da empresa não poderiam transportar passageiros. Segundo informações da Folha de S. Paulo, a RQ Serviços estava certificada para prestar Serviços Aéreos Especializados (SAE), o que inclui aerofotografia, aeroreportagem e aerofilmagem. “Qualquer outra atividade remunerada fora das mencionadas não poderia ser prestada. Tendo em vista essas informações, a Anac abriu procedimento administrativo para apurar o tipo de transporte que estava sendo realizado no momento do acidente”, informou a agência por meio de nota. O helicóptero de matrícula PT-HPG caiu na Rodoanel, em São Paulo, e colidiu com um caminhão que trafegava na rodovia. Com o acidente, a aeronave pegou fogo e Boechat e o piloto, Ronaldo Quattrucci, morreram carbonizados.
O jornalista Ricardo Boechat morreu, nesta segunda-feira (11), na queda do helicóptero que caiu no Rodoanel em São Paulo. A informação foi confirmada pelo governo do estado. Boechat estava dando uma palestra em Campinas, no interior do estado, e retornava a São Paulo. Na manhã desta segunda, o jornalista apresentou o jornal da BandNews FM do interior de São Paulo e retornava para a sede da Band na capital paulista, onde apresentaria o Jornal da Band, à noite. A aeronave bateu na parte dianteira de um caminhão que transitava pela Rodovia Anhanguera. O jornalista tinha 66 anos e trabalhava no Grupo Bandeirantes de Comunicação, como âncora do Jornal da Band e na rádio BandNews FM. Antes, passou pelo O Globo, O Dia, O Estado de S. Paulo e Jornal do Brasil. Além do jornalista, o Corpo de Bombeiros encontrou o corpo do piloto da aeronave carbonizado. Ele ganhou três vezes o Prêmio Esso, um dos principais do jornalismo brasileiro. O jornalista deixa esposa, conhecida como “Doce Veruska” pelos ouvintes da rádio, e seis filhos.

Nesta segunda-feira (11), representantes do Flamengo deverão participar de uma reunião no MP para tentar esclarecer o que ocorreu no Ninho do Urubu. Foto: Divulgação
A diretoria do Flamengo comprometeu-se a manter o pagamento dos salários às vítimas do incêndio de sexta-feira (08) em um dos alojamentos do clube, no Ninho do Urubu, como é conhecimento popularmente o Centro de Treinamento Presidente George Helal. A informação está em nota divulgada pelo clube neste domingo (10). “O Flamengo gostaria de reiterar que, independentemente de qualquer investigação, vem prestando todo o amparo às famílias dos atletas vitimados pela tragédia ocorrida no centro de treinamento, assim como aos feridos e sobreviventes. Neste momento, o clube, de pleno, assume o compromisso de manter a remuneração paga aos atletas vítimas do incêndio, sem qualquer prejuízo de outras ações adicionais de apoio que estão sendo implementadas”, diz a nota. Em outro trecho da nota, a diretoria do Flamengo ressalta que, de acordo com a empresa NHJ, responsável pelo alojamento de contêiner, a espuma usada no isolamento térmico e acústico não era inflamável. “Vale ressaltar que representantes da empresa NHJ – em reunião realizada na manhã deste domingo, na sede da Gávea – esclareceram que o poliuretano utilizado entre as chapas metálicas não é propagador de incêndios, por ter característica auto-extinguível.” Nesta segunda-feira (11), representantes do Flamengo deverão participar de uma reunião no Ministério Público (MP) para tentar esclarecer o que ocorreu no Ninho do Urubu. Também estarão presentes à reunião representantes de diversos outros órgãos da Justiça e da prefeitura do Rio.
Um incêndio atingiu neste sábado (09) um hotel de luxo no município de Porto Seguro. O hotel Toko Village tinha quiosques de palha, que ficaram destruídos em poucos minutos. Segundo o site Radar 64, uma equipe do 6° Grupamento de Bombeiros Militar conseguiu debelar o avanço das chamas. A suspeita é de que uma pessoa teria colocado fogo em um monte de lixo em um terreno ao lado do hotel. As chamas, no entanto, teriam se alastrado rapidamente. Hóspedes e funcionários foram retirados às pressas do local. Ainda não há informações sobre feridos.