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Um dos nomes mais conhecidos da Axé Music, Sarajane declarou que o gênero musical já não existe mais, porém ressaltou que a música baiana permanece viva e se atualizando. A cantora foi a entrevistada do programa ‘Papo Reto’, da Rádio A TARDE FM (103,9), e ainda falou do Carnaval. A informação é de uma matéria do Jornal A Tarde.
Questionada sobre o ritmo que completará 40 anos em 2025, a artista opinou: “A Axé Music acabou. Acabou a partir do momento em que houve tanta vaidade. Mas quando fala de música baiana, ancestral, ela não acabou, ela se atualiza todos os dias”.
A reportagem do A Tarde aponta que a artista, que citou a Baiana System como uma banda que segue as tendências observadas no Axé, completou: “Quando se fala de música baiana se fala em mistura de células rítmicas, de toda ritmia, harmonia e da nossa ancestralidade. A música baiana não vai acabar nunca, ela vai se modernizando”. Durante a entrevista, Sarajane ainda disse que sempre pensou no coletivo e ajudou para que o ritmo e, principalmente, Salvador aparecesse no Rio de Janeiro e na televisão nacional.
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Uma questão de Linguagens da prova do Enem realizada, no último domingo (3), que trazia uma crônica com referências a músicas do cantor baiano, Caetano Veloso, tem gerado divergências nas respostas. Para ele próprio, a resposta correta era a “A”. No entanto, alguns professores ouvidos pelo G1 Bahia afirmam que a letra “C” também está correta.
Na crônica, a escritora Tati Bernardi menciona seu nervosismo ao notar que já escreveu textos com o termo genérico “coisa”. Em um tom bem-humorado, ela faz essa reflexão de maneira metalinguística: emprega a palavra 11 vezes, incluindo cognatos (vocábulos que têm etimologicamente uma origem comum), como “coisar” e “coisinha”. Em todos os momentos, há referências a versos cantados por Caetano.
Segundo Eduardo Calbucci, professor do Anglo, esse uso reiterado de “coisa” contribui para a progressão textual e para a unidade temática do texto, dando à palavra uma função poética e destacando seu papel como um “termo coringa”.
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Os agentes culturais baianos celebram um novo capítulo na promoção da cultura com a divulgação dos 29 editais da Política Nacional Aldir Blanc (Pnab Bahia), apresentados pelo governador Jerônimo Rodrigues, nesta quarta-feira (16), no Centro de Operações e Inteligência (COI) da Secretaria de Segurança Pública (SSP-BA), em Salvador. Com um investimento de R$ 110 milhões, essas iniciativas apoiarão mais de mil projetos, impulsionando a produção cultural em todos os 27 Territórios de Identidade da Bahia.
Além do financiamento de projetos, os editais também incluem a construção, manutenção, ampliação de equipamentos culturais, aquisição de bens e a criação de CEUs de Cultura e Centros Culturais Indígenas. A ação, portanto, ampliará o acesso para essas comunidades.
A artista e produtora cultural Ludmila Singa ressalta que esses recursos são cruciais. “Eles garantem o financiamento de nossas produções e reconhecem a importância da diversidade cultural da Bahia. Com esses editais, poderemos dar vida a projetos que refletem a riqueza de nossas histórias e identidades.
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“Cerca de 70% dos curtas-metragens feitos na Bahia, nos últimos 5 anos, sequer conseguem uma exibição pública em uma sala de cinema.” Quem afirma é Klaus Hastenreiter, cineasta e sócio fundador da Olho de Vidro Produções. Buscando ajudar o cinema baiano com mais espaços para distribuição das obras cinematográficas produzidas no estado, a produtora audiovisual está com inscrições abertas para curtas-metragens baianos serem exibidos no Festival Curta Bahia. Os interessados podem inscrever filmes finalizados a partir de 2019. As inscrições são gratuitas e vão até 15 de setembro, através do link: https://linktr.ee/curtabahia
“Através de conversas com curadores e críticos de cinema baianos, percebi que existe um abismo entre o número de curtas realizados na Bahia e a quantidade de produções que realmente conseguem escoar para o grande público. É uma realidade que conversa diretamente com o dilema da distribuição nacional, onde existe um grande número de espectadores de cinema no Brasil, mas poucos consumidores de conteúdo nacional”, explica Hastenreiter.
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O documentário “Dorival Caymmi, um homem de afetos”, que estreou em abril nos cinemas, vai virar livro. A informação é da coluna de Lauro Jardim, do jornal O Globo.
Escrito pela diretora do filme, a jornalista e cineasta Daniela Broitman, a obra será baseada num material ainda inédito, com entrevistas exclusivas com os filhos Dori, Nana e Danilo Caymmi, e com artistas como Caetano Veloso e Gilberto Gil, entre outros.

O evento Arraial da Alegria superou todas as expectativas tanto para os organizadores como para o grande público presente. Uma super estrutura com decoração temática Alusiva ao São João com um grande palco e um trio elétrico recheado de artistas de renome nacional superlotou a Praça Zeca Leite e levou a loucura um público de quase trinta mil pessoas.
Muito satisfeito com a receptividade do público com o Arraial da Alegria, o pré-candidato a prefeito de Brumado, Fabrício Abrantes, fez questão de agradecer a todo público, que lotou a histórica Praça da prefeitura. Abrantes garantiu que o Arraial da Alegria vai traçar um novo caminho para o resgate da cultura no município.
“Quero aqui agradecer, do fundo do meu coração, primeiro a Deus e depois a toda população da minha cidade e de toda região que compareceu ao maior festival da história de Brumado. É o retorno da nossa cultura, o retorno da felicidade e da alegria do povo de brumadense”, comemorou.
O frio e a pequena garoa que caiu durante a festa, não afastou o público que tomou toda a Praça. Segundo a Polícia Militar não foi registrado nenhuma ocorrência grave na praça. O evento teve como objetivo alavancar recursos para custear a viagem dos integrantes da Escolinha de Futebol Ajax para participar do México Cup. O Governo do Estado e a Superintendência de Fomento ao Turismo da Bahia (Sufotor) foram parceiras da grande festa.


A cantora e compositora Marisa Monte recebeu, nesta segunda-feira (24), o título de doutora honoris causa da Universidade de São Paulo (USP), honraria concedida a personalidades que tenham contribuído para o progresso das ciências, letras ou artes; e aos que tenham beneficiado de forma excepcional a humanidade, o país, ou prestado relevantes serviços à universidade.
“Nestes 90 anos de história, um dos grandes objetivos da USP é o de se aproximar cada vez mais da sociedade. Hoje, ao conceder este título a Marisa Monte, nossa Universidade dá uma demonstração clara de que este é um desígnio que estamos conseguindo alcançar. A USP é uma universidade reconhecida nacional e internacionalmente por sua excelência nas atividades de ensino e pesquisa, mas precisa estar mais aberta à sociedade, com foco na inovação, na arte e na cultura”, explicou o reitor Carlos Gilberto Carlotti Junior na solenidade de entrega do título.
“Em 90 anos de existência, a USP outorgou 123 títulos de Doutor Honoris Causa. Sou a terceira mulher e a primeira na área de cultura. Como primeira mulher no campo das artes, é uma honra estar aqui representando as mulheres que ao longo da história têm desempenhado um papel fundamental na construção da nossa cultura.
Hoje, eu tenho a oportunidade de compartilhar com vocês a minha profunda gratidão pela música, pela cultura, pela educação. Através da minha voz, das minhas canções, eu tive a sorte de tocar os corações de tantas pessoas ao redor do mundo e agora, ser reconhecida por uma instituição tão prestigiada como a USP é algo que me deixa sem palavras”, celebrou a artista, ao receber a honraria.
A outorga do título Doutora Honoris Causa à Marisa Monte foi proposta pela Faculdade de Educação (FE) e aprovada pelo Conselho Universitário, em dezembro de 2023.
Marisa Monte é embaixadora do USP Diversa, programa de bolsas de estudos para estudantes da rede pública e em vulnerabilidade socioeconômica. Além disso, ela também criou o Espaço Imaginário Marisa Monte no Instituto do Coração (Incor) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, local de convivência para pacientes, acompanhantes e colaboradores, que conta com biblioteca, atividades artísticas e culturais coletivas.
No sábado (22), a artista fez um show gratuito para celebrar os 90 anos da universidade, ao lado da orquestra sinfônica da USP e do cantor Arnaldo Antunes.

Juraci Felício é de Feira de Santana e levou a família para curtir o São João de Amargosa, no recôncavo baiano. Ele se disse encantado com a festa da cidade. “O São João é maravilhoso, a cidade é maravilhosa, o pessoal é maravilhoso, é respeitador. Esse é o São João que nós, baianos, merecemos. Amargosa está de parabéns”, descreveu.
As comemorações no município seguem até esta segunda-feira (24), em três palcos: Gonzagão, Manoelito Sena e Lídia Maria. Neste domingo (23), cantaram e tocaram para o público Oficina do Forró, Flávio José, Santanna e Matheus e Kauan. No último dia, se apresentam Junior Bastos, Xand Avião, Henry Freitas e Zay Rios.
“Cantar aqui é uma energia muito diferente, muito bacana. As pessoas cantam muito com a gente, recebem a gente com muito carinho. Desde aqui, nos bastidores, até lá, no palco. Eu estou muito feliz, honrado e agradecido por estar aqui”, disse o cantor Flávio José.
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Os baianos e turistas que estão na capital baiana participaram, no último fim de semana, do 12º Forró da Feira de São Joaquim, na Cidade Baixa, em Salvador, na zona turística Baía de Todos-os-Santos. Com apoio da Secretaria de Turismo do Estado (Setur-BA), o tradicional espaço comercial, cultural e turístico recebeu centenas de forrozeiros, em dois dias de apresentações de grupos juninos e festival de comidas típicas. O evento integrou as comemorações dos 60 anos de criação da feira, que passa por obras de requalificação, em um investimento de R$ 42 milhões do Governo da Bahia.
De acordo com o presidente do Sindicato dos Feirantes e Ambulantes de Salvador, Nilton Ávila Filho, conhecido como Gago da Feira, “este ano, o forró teve uma pitada especial, por conta do aniversário de 60 anos da feira. Agradecemos ao Governo do Estado, que vem apoiando todas as festividades que promovemos, ao longo do ano, no intuito de atrair mais turistas, o que é bom para os negócios”.
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Com 55 anos de carreira como atriz no cinema e na TV, Gloria Pires vai estrear agora em uma nova função: a de diretora. Ela vai dirigir um documentário sobre o Balé Folclórico da Bahia, que está em atividade há 36 anos, e tem passagens por mais de 24 países. A informação é da coluna de Ancelmo Gois, do jornal O Globo.
Em maio, Gloria e o fundador e diretor executivo do balé, Vavá Botelho, que coproduziu o documentário, assinaram um contrato de patrocínio de R$ 650 mil com a Gran Service.