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Marcos Lisboa, um dos principais nomes da área econômica do primeiro governo Lula, fez um panorama do cenário atual e futuro sobre a área. Em entrevista ao Estadão, ele avaliou que o Brasil está no caminho de uma “nova crise severa” se o governo não adotar um “freio de arrumação”. Na leitura dele, o País lida com um cenário preocupante de descontrole de gastos públicos e enfraquecimento das regras fiscais.
“Eu temo que, talvez, a gente tenha que enfrentar uma nova grave crise para poder começar a superar os problemas que estão sendo construídos”, afirma Lisboa, atual presidente do Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper).
Além disso, ele refletiu sobre o que mudou no cenário econômico desde que Lula deixou a presidência e o que ele precisa prestar atenção; quais foram as pioras, se ele enxerga o futuro governo preocupado com essa questão; o que o levou a fazer parte do 1º governo Lula; incentivo do Estado para investimento; visão sobre Haddad; a possibilidade de misturar a PEC 45 e a 110 além de outras questões sobre a área.
Em resumo, Lisboa critica que “agora está se fazendo uma aposta em uma certa visão de mundo de que o papel da política pública é apoiar e estimular investimento – público e privado -, que isso vai gerar crescimento econômico e que, com o crescimento, a conta será paga. É uma aposta feita sem muita evidência”.
O atual presidente do Insper esteve no governo Lula entre 2003 e 2005, Lisboa ocupou o cargo de secretário de Política Econômica no ministério então liderado por Antonio Palocci. Ele descreve a sua participação no governo petista da época mais como um “acidente do que uma intenção”. A entrevista completa pode ser conferida no Estadão.

A Acelen, empresa que administra a Refinaria Mataripe, anunciou nesta sexta-feira (30), que o gás de cozinha (GLP) ficará 13,2% mais barato nas distribuidoras. A redução acontece a partir de domingo (1º).
De acordo com a nota enviada pela empresa, “os preços dos combustíveis produzidos na Refinaria de Mataripe seguem critérios de mercado, que levam em consideração variáveis como custo do petróleo, que são adquiridos a preços internacionais, dólar e frete”, tal cenário pode fazer com que haja uma variação para cima ou para baixo.
A Acelen ainda afirmou que “possui uma política de preços transparente, amparada por critérios técnicos, em consonância com as práticas internacionais de mercado”.

Quatro apostas feitas presencialmente e uma efetivada pela internet acertaram as seis dezenas da cobiçada Mega da Virada. O concurso teve o maior prêmio da história: R$ 541.969.966,29. Cada ganhador embolsará R$ 108.393.993,26.
Em sorteio realizado na noite de sábado (31) caíram as bolinhas com as dezenas 04-05-10-34-58-59. As apostas vencedoras saíram para as cidades de Florestal (MG), Arroio do Sal (RS), Santos (SP) e São José da Bela Vista (SP).
A Caixa Econômica Federal revelou que 2.485 apostadores acertaram a quina, pela qual receberão R$ 45.438,78. Já aqueles que fizeram a quadra (183.921 apostas) ficarão com R$ 877,04. Fonte: G1

O preço médio do litro da gasolina vendido nos postos do país subiu esta semana, após cinco quedas seguidas, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (30) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
O preço médio do litro subiu de R$ 4,93 para R$ 4,96 na semana de 25 a 31 de dezembro – alta de 0,61%. De acordo com a ANP, o valor máximo do combustível encontrado nos postos foi de R$ 7,39.
No ano, no entanto, o combustível teve um recuo acentuado, de 25,1% – o preço médio do litro da gasolina encontrado pela ANP no final de 2021 foi de R$ 6,626.
Etanol
O litro do etanol hidratado subiu de R$ 3,81 para R$ 3,87 na última semana – uma alta de 1,57%. O valor mais alto encontrado pela agência nesta semana foi de R$ 6,54. No ano, o preço médio do litro do combustível teve queda de 27,5%. No fechamento de 2021, era de R$ 5,337.
Diesel
Já o preço médio do diesel passou de R$ 6,28 para R$ 6,25 o litro, um recuo de 0,48%. O valor mais alto encontrado nesta semana foi de R$ 7,67. O combustível foi o único a ver seu preço aumentar em 2022 frente ao ano anterior: a alta foi de 23,1%.

Basta chegar o final do ano que contribuintes a se preocupar com o pagamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e a previsão é que a dor de cabeça só piore. reajuste deve ser de 10,8%, de acordo com a Secretaria da Fazenda do Estado da Bahia (SEFAZ-BA).
Se estavam acostumados a ver o preço do IPVA reduzir a cada ano, a Pandemia do Coronavírus proporcionou uma virada de chave que pesou no bolso. As linhas de produção de veículos foram prejudicadas nos últimos dois anos, o que interferiu no lançamento de carros populares em todo o mundo. Com isso, houve diminuição da oferta e encarecimento do preço. Com os veículos novos e seminovos mais caros, o IPVA, que é calculado a partir do valor do automóvel, ficou mais caro.
“Houve aumento de 14% de 2021 para 2022 [no valor médio dos veículos], porém, vem caindo um pouco. Estamos estimando entre 10% a 12% no IPVA”, explica Victor Mahon, sócio da Zapay, empresa de tecnologia focada no setor automotivo. A informação divulgada neste domingo (25) vem do Correio da Bahia.

Os cartões do Auxílio Brasil poderão ser usados normalmente durante o governo Lula, quando o programa voltará ao nome original, Bolsa Família. A informação é da coluna do jornalista Guilherme Amado, da Metrópoles.
A partir de janeiro, o Bolsa Família será turbinado: cada família receberá R$ 195 a mais, além de um adicional de R$ 150 por criança de até seis anos.
A equipe de Desenvolvimento Social da transição planejou a distribuição de novos cartões do Bolsa Família em 2023. O cartão terá a mesma função do atual, do Auxílio Brasil, que permite compras em comércios e saques em bancos 24 horas.

A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (21), o reajuste de 18% nos salários dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Atualmente, a remuneração dos magistrados é de R$ 39.293,32, e passará a ser R$ 46.366,19. O texto ainda deve ser aprovado pelo Senado. As informações do Jornal Estado de S.Paulo.
A nova remuneração traz um impacto orçamentário ao STF de R$ 910,3 mil em 2023. Para os demais membros do Judiciário da União, o impacto é de R$ 255 milhões no próximo ano. O novo valor gera um efeito cascata em todo o país.
O salário de um ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) é vinculado ao de membro do STF. O de um desembargador acompanha proporcionalmente os do STJ, por exemplo. O reajuste do STF será implementado em etapas, cada uma de 4,5%. Com isso, os salários vão crescer em abril, agosto, janeiro e junho de 2024. Neste último prazo, alcançará os R$ 46,3 mil.
O Estadão ainda destaca que os contrários ao aumento foram apenas os deputados da base do presidente Jair Bolsonaro (PL). Para eles, aprovar o reajuste aos ministros seria “premiar” magistrados apesar das decisões judiciais que os prejudicam.
“Quem está falando aqui é uma deputada que, sem ter cometido crimes, já está em três inquéritos do STF, como o das fake news”, disse Bia Kicis (PL-DF). “Estamos premiando ministros que estão perseguindo uma ala da sociedade brasileira em inquéritos inconstitucionais”, completou.
A Câmara e o Senado ainda aprovaram reajustes de 37% e de 50% para deputados, senadores, presidente da República, vice e ministros.

O PIX registrou um novo recorde na terça-feira (20) com a marca de 100 milhões de operações em 24 horas, conforme foi divulgado pelo Banco Central. Ao todo, foram 104,1 milhões de transações.
A data da nova marca coincidiu com o prazo limite para o pagamento da segunda parcela do 13º salário. O antigo recorde era de 99,4 milhões, que chegou no dia 30 de novembro, último dia para o pagamento da primeira parcela do 13º salário.
O sistema de pagamentos instantâneos já funciona há mais de dois anos e tem cerca de 540 milhões de chaves cadastradas, divididas entre pessoas físicas e jurídicas.
Ao total são quase 140 milhões de usuários e aproximadamente 370 milhões de contas registradas. Desde o início de suas operações, o PIX acumula mais de 26 bilhões de transações totais no sistema financeiro nacional. Com informações do G1.

O Governo do Estado vai antecipar para a próxima sexta-feira (23) o pagamento do salário de dezembro dos servidores da ativa, inativos e pensionistas. Nesta terça (20), o Governo também paga a segunda parcela do 13° salário ao funcionalismo. Ao todo serão injetados cerca de R$ 1,5 bilhão na economia baiana.
Com a folha de dezembro, o Governo vai desembolsar R$ 1,007 bilhão. Já para quitar a segunda parcela do 13º salário, o Governo vai destinar um montante de aproximadamente R$ 493 milhões.
O montante vai ajudar a movimentar o mercado, em forma de consumo das famílias, pagamentos, investimentos, dentre outros.
O secretário da Administração, Edelvino Góes, lembrou que, ao longo da gestão do governador Rui Costa, a Bahia esteve entre os poucos estados que pagaram os salários dos servidores rigorosamente em dia e dentro do mês trabalhado. “No período, o Estado seguiu honrando os compromissos com fornecedores e mantendo a atividade do setor público, preservando o ritmo dos investimentos”.
Para o secretário da Fazenda, Manoel Vitório, o pleno funcionamento da máquina pública é fruto de uma estratégia vitoriosa sob a liderança do governador Rui Costa, “baseada no equilíbrio das contas públicas por meio de qualidade do gasto, modernização do fisco e combate à sonegação”.

A partir de 1º de janeiro de 2023, o salário mínimo, que atualmente é de R$ 1.212, será de R$ 1.302. O valor atualizado está em uma medida provisória publicada nesta segunda-feira (12) no Diário Oficial da União. Em nota, a Secretaria-Geral da Presidência da República explicou que valor considera uma variação da inflação de 5,81%, acrescida de ganho real de cerca de 1,5%.”O valor de R$ 1.302,00 se refere ao salário mínimo nacional.
O valor é aplicável a todos os trabalhadores, do setor público e privado, como também para as aposentadorias e pensões”, acrescenta a nota. Por se tratar de medida provisória, o texto terá de ser analisado por deputados e senadores. O mesmo novo valor para o salário mínimo já estava previsto no projeto de Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2023, que foi enviado ao Congresso Nacional em agosto.