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O Pix, sistema de pagamento eletrônico instantâneo, bateu um novo recorde de transações na última sexta-feira (6), segundo informações divulgadas pelo Banco Central. Foram 73.198.432 transferências em um único dia.
O recorde anterior de 63.504.253 de transferências de recursos em tempo real havia sido alcançado em 7 de abril deste ano. Em dezembro do ano passado foram 50,3 milhões.
O Pix, que possibilita transferências praticamente instantâneas e sem taxa para as pessoas físicas, foi lançado no dia 16 de novembro de 2020. Um ano depois, o Banco Central anunciou as modalidades Pix Saque e Pix Troco.
No Pix Saque, a pessoa pode ir a um estabelecimento comercial que aceitar o sistema, fazer um Pix e receber o valor em dinheiro. Já no caso do Pix Troco, o cliente faz o pagamento de uma compra com Pix, mas transfere um valor superior ao total da compra, recebendo o troco em dinheiro.

Os microempreendedores que obtiveram empréstimos do Crediamigo, programa de microcrédito do Banco do Nordeste (BNB), e estão com parcelas em atraso poderão renegociar suas dívidas com novo prazo de até 24 meses e carência de até 60 dias para pagar a primeira prestação. O Feirão Limpa Nome Crediamigo será realizado de 9 a 13 de maio, com atendimento das 8h às 17h. Essa é a segunda fase da campanha que foi iniciada em abril.
A iniciativa beneficia clientes em toda a área de atuação do BNB, que podem regularizar sua situação e ganhar um novo prazo para quitação dos empréstimos. Os microempreendedores que têm interesse em regularizar a situação podem entrar em contato pelo WhatsApp do programa (85) 9973-0700 ou procurar uma unidade do Crediamigo. A lista dos locais para atendimento está no site do Banco do Nordeste.
De acordo com o BNB, é importante que o microempreendedor esteja em situação regular com o programa para estarem aptos a novas contratações, principalmente nesse momento de retomada econômica.
O Crediamigo é o maior programa de microcrédito da América Latina e já aplicou R$ 96 bilhões na economia desde seu lançamento. Em 24 anos de atuação, o programa superou a marca de 50 milhões de operações. Somente em 2021, foram emprestados R$ 12,7 bilhões.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou hoje (29), em Brasília, que a bandeira tarifária de maio será verde para todos consumidores do Sistema Interligado Nacional, que abrange a maior parte do país. Assim, não haverá cobrança extra na conta de luz, segundo a agência.
Segundo a Aneel, devido às condições favoráveis de geração de energia, é a primeira bandeira verde anunciada para todos os consumidores desde o fim do período de escassez hídrica, que vigorou entre setembro de 2021 e abril deste ano.
Criado pela Aneel em 2015, o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo real da energia gerada, possibilitando aos consumidores o bom uso da energia elétrica. O cálculo para acionamento das bandeiras tarifárias leva em conta, principalmente, dois fatores: o risco hidrológico (GSF, na sigla em inglês) e o preço da energia (PLD).
As bandeiras tarifárias funcionam da seguinte maneira. As cores verde, amarela ou vermelha (nos patamares 1 e 2) indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração, sendo a bandeira vermelha a que tem um custo maior e a verde, o menor.

A Receita Federal paga, nesta sexta-feira (29), o lote residual do Imposto de Renda da Pessoa Física do mês de abril de 2022. De acordo com o Fisco, a liberação contempla restituições residuais de exercícios anteriores.
Segundo informações da Agência Brasil, o crédito será feito para 210.153 contribuintes, no valor total de R$ 180.556.530,18. Deste valor, R$ 72.376.567,04 são para contribuintes com prioridades: 3.188 idosos acima de 80 anos; 25.119 pessoas com idade entre 60 e 79 anos; 2.295 contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave; e 9.203 contribuintes cuja maior fonte de renda é o magistério. Os não prioritários contemplados, por sua vez, totalizam 170.448.
É possível saber se a restituição está disponível acessando a página da Receita, na internet. A informação consta na aba Consultar a Restituição, no menu Meu Imposto de Renda.

O botijão de gás de 13 quilos já custa quase 10% do salário mínimo. Segundo dados da Agência Nacional de Petróleo (ANP), o botijão foi vendido em média a R$ 113,24 na última semana, o equivalente a 9,3% do salário, que custa R$ 1.212 atualmente
Segundo o Observatório Social da Petrobras, na média mensal, organização ligada à Federação Nacional dos Petroleiros (FNP), o preço do botijão chegou a R$ 113,48, alcançando o maior valor real da série histórica, que tem início em julho de 2001. De acordo com o G1, o valor é mais do dobro do auxílio gás pago pelo governo federal às famílias de baixa renda: previsto para bancar metade do preço de um botijão, o benefício hoje é de R$ 51 – 44,5% do preço médio.
Segundo Ibeps, o gás de cozinha voltou a comprometer o salário mínimo na mesma proporção de 2007. “Nesses 15 anos, com a manutenção do preço do gás de cozinha e a valorização do salário mínimo essa proporção foi caindo, mas houve uma inversão em 2017 com a alta dos valores do GLP e o aumento real do salário mínimo. E em 2020, esse consumo já era 7% maior do que o de GLP”.

A R$ 7,27 o litro, o preço médio da gasolina bateu recorde na última semana. Já o do diesel S10 foi o segundo maior valor da história: R$ 6,73, segundo dados da ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis).
Os valores consideram toda a série histórica dos dois produtos, desde 2004 para a gasolina comum e desde 2012 para o diesel S10, quando a sua comercialização passou a ser obrigatória. O diesel S500, até então muito usado no país, hoje só é usado em menor escala, em caminhões fabricados antes de 2012.
O recorde anterior da gasolina foi entre 13 e 19 de março, quando a Petrobras reajustou o combustível nas refinarias em quase 19%. Já o do diesel continua sendo o dessa semana, depois do reajuste de quase 25% pela petroleira.

Os aposentados e pensionistas do INSS começam a receber a primeira parcela do 13º salário nesta segunda-feira (25). O pagamento foi antecipado pelo governo, mas a data do depósito depende número final do benefício, desconsiderando o dígito. A medida deve injetar R$ 56,7 bilhões na economia.
Para quem recebe um salário mínimo, nesta segunda serão pagos os benefícios de final 01, prosseguindo na terça (final 02), quarta (03), quinta (04) e sexta (05). Na próxima segunda-feira (02), recebem aqueles que têm benefício se encerrando em 5, prosseguindo dessa forma até 6 de maio.
Também na próxima semana, os benefícios acima de 1 salário mínimo terão a primeira parcela do 13º liberada. Na segunda, será paga a antecipação dos benefícios de final 1 e 6, prosseguindo na terça com os grupos 2 e 7 e finalizando na sexta, com o depósito dos valores para beneficiários de final 5 ou 0. De acordo com o governo, 30,5 milhões de pessoas de segurados receberão a antecipação. Fonte: CNN Brasil

A conta de luz vai ficar mais cara na Bahia a partir da próxima sexta-feira (22). A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou na terça (19), o reajuste anual da Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia – Neoenergia Coelba. O reajuste será de 21,13% para o consumidor residencial e de 20,54% para indústrias e comércio de grande porte.
De acordo com a Aneel os itens que mais afetaram a correção foram os encargos setoriais e os custos de distribuição e de aquisição de energia. Os custos de transmissão e os componentes financeiros, por sua vez, geraram impacto negativo.
A medida vem poucos dias depois que o Ministério de Minas e Energia (MME), anunciou o fim a bandeira de escassez hídrica que resultava em uma taxa extra na conta de energia elétrica de R$ 14,20 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. A medida, que encarecia os custos da energia elétrica, estava em vigor desde setembro de 2021.

por Eduardo Cucolo
O preço do litro da gasolina no Brasil está cerca de 15% acima da média praticada em 170 países, segundo levantamento feito no site da consultoria Global Petrol Prices, com dados para a segunda-feira da semana passada (11).
Na data, o litro do combustível nos postos brasileiros custava R$ 7,192, valor coletado pela consultoria junto à ANP (Agência Nacional do Petróleo) até aquela data -atualmente, está em R$ 7,22. A média mundial era de R$ 6,29.
Na média de preços de 3 de janeiro a 11 de abril, o valor foi de R$ 6,78 no Brasil. Entre os fatores que explicam a mudança de patamar dos preços no país estão o mega-reajuste anunciado pela Petrobras no início de março, após a invasão da Ucrânia pela Rússia ajudar a elevar o preço do petróleo, e a valorização do real neste ano.
O levantamento compara os preços locais, em geral informados por órgãos governamentais, convertidos em dólar. Os valores foram posteriormente transformados em reais pelo câmbio de R$ 4,6915.
Pelo dado mais recente, o Brasil ocupa a posição 118 na lista de 170 países ranqueados do menor para o maior preço. Olhando a lista de outra perspectiva, o Brasil estaria na posição 53 entre os países com a gasolina mais cara. Os números consideram o valor final ao consumidor, com impostos, custos de logística e, em alguns casos, subsídios ao combustível.
Embora o preço na bomba do mercado nacional esteja acima da média mundial na data analisada, isso não significa que os valores por aqui serão necessariamente revistos.
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Em busca de bons indicadores em meio ao período eleitoral, o governo de Jair Bolsonaro (PL) prepara um novo ‘pacote de bondades’ após liberar o saque emergencial do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e antecipar as duas parcelas do 13º salário de aposentados e pensionistas. Segundo o site Metrópoles, a ideia agora é incluir a correção da tabela do Imposto de Renda (IR) e um reajuste para servidores federais.
Na quarta-feira (13), o governo decidiu, nos bastidores, conceder reajuste de 5% a todo o funcionalismo público a partir de julho. O impacto decorrente da medida, que ainda será anunciada, é estimado em cerca de R$ 6 bilhões somente em 2022.
Promessa do então candidato Jair Bolsonaro (PL) na campanha presidencial de 2018, a correção da tabela de isenção do Imposto de Renda não foi implementada em 2022. Segundo interlocutores, a equipe econômica quer elevar a faixa de isenção do IR – de R$ 1,9 mil para R$ 2,5 mil.