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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou a nova medida provisória (MP) assinada que promove uma reforma do setor elétrico. Com a sanção, é possível que 60 milhões de brasileiros terão descontos na tarifa da conta de energia.
O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, confirmou a decisão. “O presidente assinou a reforma, nós encaminhamos à Casa Civil, e assim que nós retornarmos da Rússia e da China queremos que o presidente Lula faça o anúncio oficial do encaminhamento da reforma”, declarou.
Com a assinatura do presidente, o texto vai precisar ser votado e aprovado pelo Congresso, caso contrário, perde a validade. A isenção será oferecida para consumidores com renda per capita mensal de até meio salário mínimo, inscritos no CadÚnico e com consumo de até 80 kw/h por mês.
A MP se enquadra para quem atende aos critérios de renda e consumir acima de 80 kW/h, até 120 kW/h, haverá uma cobrança proporcional, dos kW/h consumidos acima da marca estabelecida.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) coordenou e discutiu presencialmente as ações em relação à fraude que afetou milhares de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que tiveram descontos indevidos realizados por entidades associativas ao longo dos últimos seis anos.
O encontro aconteceu na tarde desta terça-feira (6), em Brasília, no Palácio da Alvorada. A reunião durou mais de três horas e contou com a presença dos ministros Rui Costa (Casa Civil), Wolney Queiroz (Previdência), Esther Dewck (Gestão), Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais) e Vinicius de Carvalho (Controladoria-Geral da União), além do presidente do INSS, Gilberto Waller Junior, o advogado-geral da União adjunto, Junior Divino Fideles, e o secretário-executivo do Ministério da Fazendo, Dario Durigan.
O governo quer que as novas informações sobre o caso sejam atualizadas nos próximos dias, incluindo os contornos de um plano para ressarcimento das vítimas da fraude. Na pauta, os políticos debateram os procedimentos para aperfeiçoar os sistemas do INSS e identificação do tamanho dos recursos desviados de beneficiários bem como um mapeamento do número de pessoas lesadas.

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começa a pagar nesta sexta-feira (2) a primeira parcela do décimo terceiro de aposentados, pensionistas e beneficiários de auxílios que ganham mais de um salário-mínimo. Feito de forma escalonada, conforme o dígito final do Número de Inscrição Social (NIS). O pagamento vai até 8 de maio.
Segundo matéria do InfoMoney, a antecipação do décimo terceiro para os beneficiários minemos, ou seja, aqueles que ganham o equivalente ao salário-mínimo de R$ 1.518, começou a ser paga na semana passada. Ao todo, cerca de 34,2 milhões de pessoas estão sendo beneficiadas com a medida.
O decreto que antecipa o pagamento do décimo terceiro do INSS foi assinado no início do mês passado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Com isso, este será o sexto ano seguido em que os segurados receberão o valor antes das datas tradicionais, em agosto e em dezembro. Em 2020 e 2021, o pagamento ocorreu mais cedo por causa da pandemia de covid-19. Em 2022 e 2023, as parcelas foram pagas em maio e junho. Em 2024, em abril e maio.
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Brasil e China têm intensificado suas relações comerciais em um momento de escalada na guerra comercial entre Pequim e Washington. Nos últimos meses, diversos sinais apontam para essa aproximação, alguns deles anteriores à disputa tarifária impulsionada por Donald Trump.
Entre janeiro e março, o fluxo comercial entre os dois países atingiu um recorde para o período, ultrapassando US$ 38,8 bilhões — com US$ 19,8 bilhões em exportações brasileiras e US$ 19 bilhões em importações. As compras brasileiras de produtos chineses cresceram 35% no primeiro trimestre, impulsionadas principalmente pelo grupo de “Plataformas, embarcações e outras estruturas flutuantes”, que movimentou US$ 2,7 bilhões, valor muito acima dos cerca de US$ 4 milhões registrados em 2024.
Dados do Comex Stat indicam que o Brasil não adquiria plataformas de perfuração da China desde 2020. Enquanto isso, os Estados Unidos anunciaram, na última sexta-feira (18), novas tarifas sobre navios chineses, alegando o objetivo de reaquecer sua indústria naval frente à hegemonia chinesa.
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A Receita Federal vai liberar a partir das 10h desta quarta-feira (23), a consulta ao lote da malha fina de abril, que também vai contemplar restituições residuais de anos anteriores.
A partir desta data, cerca de 280 mil contribuintes que caíram na malha fina e regularizaram as pendências com o Fisco poderão saber se receberão restituição. Ao todo, 279,5 mil contribuintes receberão R$ 339,63 milhões. Desse total, R$ 180,27 milhões irão para contribuintes com prioridade no reembolso.
A Receita Federal mudou a lista de prioridades, colocando a maior parte, 204.798 contribuintes, que informou a chave Pix do tipo Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) na declaração do Imposto de Renda ou usou a declaração pré-preenchida. Nesse caso, desde 2023, a restituição nesta modalidade dará prioridade no recebimento.
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A safra de cana-de-açúcar 2025-26 será menor no centro-sul do país, com uma produtividade levemente inferior à safra anterior, e com maior destinação de matéria-prima para a produção de açúcar, em detrimento do etanol. É o que apontam dados de um estudo do Pecege Consultoria e Projetos apresentado no Cana Summit, promovido pela Organização de Associações de Produtores de Cana do Brasil (Orplana), em Brasília.
Segundo matéria da Folha de São Paulo, a pesquisa detalha que a safra de cana será de 596,963 milhões de toneladas de cana, o que representa uma redução de 3,45% em relação às 618,313 milhões de toneladas da safra 2024/25. Com isso, este deve ser o segundo ano com previsão de queda após a produção recorde de 654,449 milhões de toneladas registrado na temporada 2023/24.
O estudo utilizou como embasamento os dados da União da Indústria de Cana-de-açúcar e Bioenergia (Unica) e da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) sobre o cenário obtido em março, mês que antecede a abertura oficial da safra. O ano agrícola da cana é contabilizado de abril a março do ano seguinte.
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Nomeada pelo presidente Donald Trump, dos EUA, como o “Dia de Libertação”, o republicano anunciou nesta quarta-feira (2) um “tarifaço” global sobre impostos de importação. Os produtos brasileiros serão taxados em 10%.
Segundo Trump, a medida é para implementar tarifas recíprocas a países que cobram taxa de importação de produtos americanos. Ele também anunciou tarifa de 20% sobre a União Europeia, 34% sobre a China e 46% sobre o Vietnã.
Direto da Casa Branca, Trump disse que a aplicação das tarifas aos outros países “é uma medida gentil” que tornará os “Estados Unidos grande novamente”.
O republicano fez críticas aos governos passados, em especial a administração de Joe Biden, por terem deixado outros países aplicarem elevadas taxas aos produtos norte-americanos, impactando a indústria nacional. Esses países, segundo Trump, “estão roubando” e “levando vantagem” dos EUA.

Presente no evento de comemoração dos 60 anos do BC (Banco Central), em Brasília, nesta quarta-feira (2), a ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, disse ser inviável antecipar o 13º salário de aposentadorias e pensões em abril.
A decisão é do presidente Lula (PT) e caso haja a definição, o pagamento ficará para maio ou junho. A antecipação já havia sido confirmada pelo secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, no último dia 27.
O pagamento do 13º salário do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) será anunciado nos próximos dias. “Não dá para fazer [a antecipação] no mês de abril. É inviável. Nós temos as dificuldades. Todos os últimos anos foram maio e junho. Se houver essa decisão agora do presidente, nós estamos preparados para atendê-lo em relação a isso”, declarou Tebet.
Segundo Tebet, a decisão também tem que partir do ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, do ministro da Previdência Social, Carlos Lupi, ou do INSS, presidido por Alessandro Stefanutto. “Deixo para eles esse anúncio. Essa possível boa notícia”, pontuou.

O confinamento é uma técnica largamente utilizada para terminação de bovinos de corte, pois está diretamente relacionado ao aumento da eficiência na produção de bovinos. Com o manejo nutricional adequado e determinados cuidados, essa prática permite reduzir a idade ao abate, melhorar a qualidade da carne e aumentar o peso dos animais. Além de ser uma opção sustentável, o confinamento proporciona outras vantagens, como diluição dos custos de manutenção, aliviamento das áreas de pastagem e a possibilidade de produção de adubo orgânico.
Nesse cenário, a chamada “leitura de cocho” se destaca como uma ferramenta muito importante para otimizar o manejo alimentar.
A prática nada mais é do que observar a (ou ‘fazer a leitura da’) quantidade de dieta presente no cocho não consumida pelos bovinos. “Isso permite identificar possíveis excessos ou faltas, garantindo que a alimentação seja fornecida na quantidade e nos horários corretos”, explica o zootecnista Victor Fonseca, coordenador técnico de bovinos da MCassab Nutrição e Saúde Animal.
“A leitura de cocho influencia parâmetros operacionais, produtivos, como também aspectos biológicos e comportamentais dos animais, como identificação de possíveis inconsistências operacionais, ajuste diário da oferta de alimentos, otimização do consumo de matéria seca (CMS), aumento da eficiência alimentar (EA) e equilíbrio da saúde ruminal”, explica o especialista.
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De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), os preços da energia elétrica residencial subiram 16,80% em fevereiro. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (12).
O aumento influenciou o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial do país. O grupo de Habitação teve o maior peso no índice, com impacto de 0,65 ponto percentual. Segundo o IBGE, o reajuste nos valores da energia elétrica residencial ocorreu devido à normalização das contas de luz.
No primeiro mês do ano, o Bônus de Itaipu foi aplicado, reduzindo temporariamente os custos para os consumidores. Os valores voltaram ao patamar regular, resultando na alta registrada em fevereiro.
Conforme os dados, a inflação medida pelo IPCA é impactada por diversos fatores, e a energia elétrica tem forte influência no indicador. O aumento registrado reforça a necessidade de acompanhamento das políticas tarifárias e dos impactos sobre o orçamento das famílias.