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A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) identificou uma nova oportunidade de antecipar o fim do programa de subsídio do diesel, do governo federal, na virada do mês de novembro para dezembro, em meio a queda acentuada dos preços do combustível no cenário internacional. De acordo com o diretor-geral da agência reguladora, Décio Odonne, o subsídio já foi praticamente zerado na maior parte do país, por causa das regras do programa que calcula a subvenção diariamente, de acordo com preços externos. Somente as regiões Norte e Nordeste permanecem alguns centavos por litro de subsídios, de acordo com o G1. Os preços do petróleo no mercado internacional atingiram nesta sexta-feira (23) os menores níveis do ano, após uma queda de cerca de 20% no acumulado do mês. No início da tarde, a commodity caía mais de 6%.
A equipe econômica do governo decidiu bloquear R$ 2,36 bilhões do Orçamento Geral da União de 2018, de acordo com o relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e despesas, divulgado nesta quinta-feira (22), pelo Ministério do Planejamento. Esse relatório é apresentado pela pasta a cada dois meses. O levantamento e contém previsões para a economia, a receita e a despesa. A partir do relatório, o governo corta ou libera recursos para cumprir a meta de déficit primário e o teto de gastos federais. O Ministério do Planejamento entendeu que o corte de R$ 2,36 bilhões é necessário para que o Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) cumpra a meta de déficit primário de R$ 159 bilhões previsto para 2018.
Jair Bolsonaro (PSL) terá um dos contracheques mais gordos da Esplanada a partir do próximo ano. De acordo com o jornal O Globo, o presidente eleito, que chegou a ensaiar o discurso de Fernando Collor contra os marajás, receberá mais de R$ 60 mil, mensalmente, em 2019. A cifra chega a tanto porque Bolsonaro estará apto a se aposentar pelo antigo Instituto de Previdência dos Congressistas (IPC) e poderá receber da Câmara R$ 29.301,45 mensais. Somado com o salário de presidente, que bate os R$ 30.934,70, Bolsonaro receberá, a partir de janeiro, a quantia. O mecanismo que corta o salário quando se ultrapassa o teto constitucional de R$ 33,7 mil não atinge aposentados pelo IPC. O capitão reformado ainda conta com o salário de militar reformado. Questionado sobre o valor, Bolsonaro não o informou.

775,6 mil segurados do INSS pediram aposentadorias por tempo de contribuição no primeiro semestre deste ano. Foto: Divulgação
Em uma típica corrida para escapar da reforma da Previdência, 775,6 mil segurados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) pediram aposentadorias por tempo de contribuição no primeiro semestre deste ano. O número é 40% maior do que as 554,2 mil solicitações do benefício realizadas nos primeiros seis meses de 2016, antes de o presidente Michel Temer (MDB) ter enviado ao Congresso Nacional a sua proposta de mudanças nas regras. A tendência é que a busca pelo benefício continue alta no ano que vem, considerando que a reforma é prioridade para o presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL). Na comparação com igual período de 2017, os requerimentos variaram 1%. Em 2018, as discussões da reforma foram suspensas por causa da intervenção federal no estado do Rio de Janeiro.
Em 2016, o PIB per capita baiano ficou em R$ 16.931,10. É o 8º PIB per capita mais baixo entre os estados e bem menor que o do país (R$ 30.411,30). PIB per capita é o produto interno bruto, dividido pela quantidade de habitantes de um país ou estado. Na região Nordeste, o valor do PIB per capita da Bahia perde para os de Pernambuco (R$ 17.777,25) Rio Grande do Norte (R$ 17.168,60) e Sergipe (R$ 17.153,91). O maior PIB per capita brasileiro continuou sendo, em 2016, o do Distrito Federal: R$ 79.099,77, cerca de 2,6 vezes maior que o PIB per capita do país. Por outro lado, Maranhão (R$ 12.264,28) e Piauí (R$ 12.890,25) foram os menores PIB per capita do Brasil em 2016. Desde 2002, quando se iniciou a série das Contas Regionais, esses dois estados alternam-se nas duas últimas posições nesse ranking.
A Receita Federal paga nesta sexta-feira (16) o sexto lote da restituição do Imposto de Renda Pessoa Física referente a declaração de 2018. O pagamento também contempla lotes residuais das declarações de 2008 a 2017. Cerca de R$ 1,9 bilhão serão restituídos a 1.142.680 contribuintes. Desse total, 991.153 declarações são do Imposto de Renda deste ano, cujo pagamento totalizará R$ 1,676 bilhão. As restituições terão correção de 4,16%, relativa às declarações de 2018, a 106,28%, para as declarações de 2008, conforme a Agência Brasil. Na página da Receita Federal na internet é possível conferir a relação dos nomes dos contribuintes que receberão a restituição. A consulta também pode ser feita pelo telefone 146 ou nos aplicativos da Receita Federal para tablets e smartphones.
O presidente Michel Temer chamou a atenção dos integrantes do governo de transição do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), para o impacto de altos salários sobre a folha de pagamento do funcionalismo federal. A atual equipe recomendou a adequação da remuneração do serviço público à praticada pelo setor privado, além de adiar, para 2020, os reajustes programados para 2019. De acordo com a Folha de S. Paulo, as medidas tem como objetivo conter o crescimento das remunerações dos servidores nos próximos anos. Nas contas do governo, o aumento dos salários do funcionalismo custará só no próximo ano R$ 4,7 bilhões aos cofres públicos.

A reportagem pesquisou nesta segunda-feira (12) o preço do gás em 11 revendas e verificou alta em quase todas.Foto: Reprodução
O aumento de 8,5% no botijão de gás de 13 quilos nas refinarias, anunciado pela Petrobras na semana passada, já chegou em parte para o consumidor da capital paulista. O preço médio do botijão ficou em R$ 69,75, de acordo com levantamento da ANP (agência de petróleo), feito entre os dias 4 e 10 de novembro. Na semana anterior, o valor era de R$ 67,37. A reportagem pesquisou nesta segunda-feira (12) o preço do gás em 11 revendas e verificou alta em quase todas. Na Boutique do Gás, no Tatuapé (zona leste), o botijão passou a custar R$ 97. A Nishimaru Copagaz, localizada na Vila Cunha (zona sul), entrega e instala o mesmo produto por R$ 70. “Nós aumentamos um pouquinho o valor. Os clientes reclamam que está muito alto, mas, se não repassamos, fica ruim para gente”, disse uma atendente da revenda, que preferiu não se identificar. Segurar o aumento para não perder a clientela tem se tornado hábito no mercado, segundo Robson Carneiro dos Santos, presidente da Sindigás (Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo). “Desde setembro, a Petrobras aumentou o gás em 30% e nós não conseguimos repassar mais do que 15%. É um mercado muito competitivo”, afirma o sindicalista.
A inadimplência do consumidor caiu 1,9% no acumulado em 12 meses (novembro de 2017 até outubro de 2018 frente aos 12 meses antecedentes), de acordo com dados nacionais da Boa Vista SCPC. Na avaliação mensal com ajuste sazonal, outubro apresentou variação positiva de 1,0% frente a setembro. Quando comparado o resultado contra o mesmo mês de 2017, o indicador cresceu 1,1%. Regionalmente, na análise acumulada em 12 meses, ocorreu queda nas regiões Centro-Oeste (-3,3%), Norte (-3,4%), Nordeste (-1,0%), Sudeste (-1,9%) e Sul (-1,8%). As adversidades ocorridas na economia ao longo dos últimos anos geraram grande cautela nas famílias, inibindo o consumo e a tomada de crédito, contribuindo para a diminuição do fluxo de inadimplência. Passado o período mais intenso da crise econômica, o indicador demonstra sinais de que caminha para estabilização, após longo período de queda nos registros. Ainda assim, a manutenção de um ritmo estável do estoque de inadimplência está condicionada por uma recuperação mais consistente do mercado de trabalho, diminuição dos juros e evolução da renda.
Boletos vencidos poderão ser pagos em qualquer banco ou correspondente e não apenas na instituição financeira em que foram emitidos a partir deste sábado (10). Essa foi a última etapa da implantação da Nova Plataforma de Cobrança (NPC), sistema desenvolvido pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) em parceria com os bancos, que começou a ser implementado há quatro anos. No sábado, uma outra mudança também passa a valer. Os comprovantes de pagamentos serão mais completos, constarão informações como juros, multa e desconto, além das informações do beneficiário e pagador.