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A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou nesta terça-feira (04) que os consumidores de energia elétrica terão que cobrir o déficit do orçamento da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) de 2018. O valor chega a R$ 1,937 bilhão e será cobrado para todos os consumidores nas contas de luz. O valor aprovado nesta terça-feira é maior do que o colocado em audiência pública no dia 7 de agosto. Na época a Aneel havia proposto um aumento de R$ 1,446 bilhão na cota paga pelos consumidores de energia. Após a audiência pública, o valor que os consumidores de energia terão que pagar para cobrir o déficit na CDE aumentou. A CDE é responsável pelo financiamento de medidas como o pagamento de indenizações a empresas, subsídio à conta de luz de famílias de baixa renda, compra de parte do combustível usado pelas termelétricas que geram energia para a região Norte do país, e o programa Luz Para Todos.
A Petrobras anunciou nesta terça-feira (04) que vai aumentar o preço médio da gasolina em 1,68% nas refinarias a partir de quarta (05). Com a elevação, o combustível atingirá uma nova máxima dentro da sistemática de reajustes diários, iniciada há mais de um ano, a R$ 2,2069 por litro. Na semana passada, o preço da gasolina vendida pela Petrobras chegava a sexta alta seguida, com preço de R$ 2,1079 por litro. O recorde anterior, do dia 23 de maio, era de R$ 2,0867 por litro. Enquanto isso nas bombas o preço já custa quase R$ 6 reais.

A empresa oferece vagas de estágio para estudantes de todos os cursos, universidades e estados. Foto: Divulgação
Começa nesta segunda-feira (03), as inscrições para a 9ª edição do “Business Internship Program”, programa de estágio do Google no Brasil. A empresa oferece vagas de estágio para estudantes de todos os cursos, universidades e estados. Os selecionados terão a oportunidade de estagiar no escritório da empresa, localizada em São Paulo. Os pré-requisitos para participar da seleção são: Graduação com formação prevista para dezembro de 2019, inglês e disponibilidade para trabalhar no escritório em São Paulo entre julho e dezembro de 2019. Sabendo dos desafios da exclusão digital, o Google irá oferecer alternativas para conseguir atingir diversos tipos de estudantes através de plataformas da empresa, como o Hangouts, sistema de mensagens instantâneas. Parte do processo será online e/ou por telefone e, caso o estudante seja selecionado, os custos com a deslocação ficarão por conta da empresa. O perfil que o Google procura em seus candidatos são interesse em tecnologia, capacidade de trabalhar em um ambiente plural e que estejam prontos para explorar novas ideias.
O governo federal propôs o reajuste do salário mínimo para 2019 no valor de R$ 1.006 ao Congresso Nacional. Além disso, foi estimado um crescimento de 2,5% no Produto Interno Bruto (PIB) nacional. Os valores constam da proposta de orçamento do ano que vem, encaminhada nesta sexta-feira (31) ao Poder Legislativo. Atualmente, o salário mínimo é de R$ 954. Em abril deste ano, a estimativa para o mínimo no ano que vem era de R$ 1.002. Se aprovado pelo Congresso, o reajuste passa a valer em janeiro de 2019, com pagamento a partir de fevereiro. O valor pode ser modificado pelo governo caso haja alteração na previsão para a inflação de 2018, que compõe a fórmula para o cálculo do reajuste do mínimo do ano que vem.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou no Diário Oficial da União, nesta quarta-feira (29), uma nova estimativa populacional. Na Bahia, o instituto aponta que um total de 416 municípios teve redução de habitantes, com isso 58 desses terão impacto negativo, acarretando em perdas no repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e alguns programas federais. Diante da situação, a União dos Municípios da Bahia (UPB) orienta aos prefeitos questionar a contagem populacional, para evitar prejuízos. “A contagem soou estranha, como só um município ganhou população? [Luís Eduardo Magalhães]. Estamos falando de uma situação extremante grave, pois repasses federais para alguns programas de saúde, ICMS e o próprio fundo de participação são distribuídos com base per capita. Na crise que estamos, teremos municípios perdendo receitas significativas.
Neste sábado (25) passou a valer um novo limite para o pagamento de boletos vencidos em qualquer banco. A partir de agora, as contas atrasadas com valores acima de R$ 400 podem ser pagos em qualquer agência. Os valores mínimos estão sendo alterados gradativamente de acordo com um cronograma elaborado pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban), que pretende liberar esse tipo de pagamento para qualquer valor de boleto até novembro. O sistema anterior só permite fazer o pagamento em atraso no banco que emitiu a cobrança. A primeira etapa das mudanças foi iniciada em julho de 2017 com os boletos acima de R$ 50 mil, e, gradualmente, os montantes inferiores a esse valor estão sendo incorporados à base de dados da nova plataforma de liquidação e compensação desenvolvida pelos bancos. Desde março, já estava liberado o pagamento das contas atrasadas iguais ou acima de R$ 800.

A decisão sobre qual conta atrasar, segundo o SPC e a Serasa Brasil, está ligada ao fato de que os juros, nas contas de água e luz, serem mais baixos. Foto: Divulgação
Em um momento de aperto, o brasileiro está deixando de pagar principalmente as contas básicas, como as de água e luz. O calote nesses débitos subiu 7,6% nos 12 meses encerrados em julho, segundo o SPC Brasil. No mesmo período, as dívidas bancárias – como cheque especial, empréstimos pessoais e cartão de crédito – subiram 6,9%. A decisão sobre qual conta atrasar, segundo o SPC e a Serasa Brasil, está ligada ao fato de que os juros, nas contas de água e luz, serem bem mais baixos do que os cobrados em débitos ligados a instituições financeiras. Além dos juros mais baixos, o reajuste das contas básicas superou – e muito – a inflação. Enquanto o IPCA, principal índice de inflação, subiu 4,48% nos 12 meses acumulados até julho, a inflação da energia elétrica medida pelo IBGE subiu 18,02%. Desta forma, o Brasil formou uma legião de “equilibristas” de contas, de acordo com a economista-chefe do SPC, Marcela Kawauti. “O jeito é manter algumas contas em dia, enquanto o orçamento está apertado.” É justamente isso o que tem feito a viúva Rita A., de 52 anos, que pediu para ter a identidade preservada. Em alguns meses, a conta de luz é a eleita para ser paga depois; em outros, os boletos do condomínio ou do telefone ficam na gaveta. A situação ficou mais complicada há poucos meses, quando uma carta de cobrança chegou com a informação de que ela devia cerca de R$ 9 mil do financiamento de seu apartamento. “Meu filho estava na faculdade e precisou sair do trabalho para poder estagiar, então deixei de pagar as parcelas do imóvel e só voltei a pagar quando ele já estava formado e trabalhando. Agora, tenho tentado pagar uma das parcelas atrasadas e uma das atuais por mês.”
O valor das contas de energia aumentou quatro vezes mais que a inflação em 2018. De acordo com o Estadão, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) entre janeiro e julho ficou em 2,94% e a energia elétrica para as famílias brasileiras subiu 13,79%. Entre os fatores que motivaram o aumento no preço da energia está a falta de chuva, a alta do dólar e o crescente peso dos subsídios, encargos e tributos na tarifa elétrica. A expectativa é de que novos aumentos comprometam ainda mais a renda da população. “A tarifa tem subido de forma preocupante e está chegando ao limite de pagamento do consumidor”, afirma o diretor geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Romeu Rufino. Segundo ele, além das questões conjunturais, como o baixo volume de chuvas, outros fatores estão pesando no custo da energia. Um deles é a decisão de elevar a cobrança de encargos na conta de luz para bancar, inclusive, programas públicos que não têm relação alguma com o setor elétrico.
Com seguidas revisões para cima, desde fevereiro deste ano, a estimativa é que a Bahia tenha em 2018 uma safra recorde de cereais, leguminosas e oleaginosas (também conhecidas como grãos), totalizando 9.246.519 toneladas em julho, representando aumento de 14,5% em relação à safra 2017 (8.078.077 toneladas). Em relação a junho, quando a previsão era de uma safra 2018 12,8% maior que a de 2017, houve aumento de 1,5% na estimativa. Aumentos nas previsões das safras de soja (de 5.572.800 toneladas em junho para 5.767.200 toneladas em julho, ou +3,5%), milho 1ª safra (de 1.897.740 toneladas em junho para 1.944.540 em julho, ou +2,5%) e algodão (de 1.128.904 toneladas em junho para 1.143.004 toneladas em julho, ou + 1,2%) foram os principais responsáveis pela revisão para cima. Enquanto, na Bahia, as estimativas são de uma safra maior neste ano, no país como um todo, a previsão é de uma queda de 5,7% na produção de cereais, leguminosas e oleaginosas, que deve totalizar 226,8 milhões de toneladas, menos 13,8 milhões de toneladas frente às 240,6 milhões de toneladas de 2017.
Só no primeiro semestre de 2018, R$ 150,3 milhões ganhos em prêmios pelas Loterias Caixa deixaram de ser sacados. Esse número foi divulgado no último balanço feito pela Caixa Econômica Federal (CEF). Segundo informações o G1, em todo o ano passado, R$ 326 milhões ficaram esquecidos, o equivalente a 8% dos mais de R$ 4,2 bilhões premiados em 2017. Ao longo dos últimos cinco anos, os prêmios não sacados na Mega-Sena, Lotofácil, Quina, Lotomania, Timemania, Dupla Sena, Loteca, Lotogol e Federal somam R$ 1,51 bilhão. Quando o vencedor perde o prazo de 90 dias para sacar seu prêmio, o dinheiro é prescrito e integralmente repassado ao Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Mas antes desse prazo, o sortudo pode retirar prêmios de até R$ 1.903,98 em qualquer unidade lotérica ou nas agências da Caixa. Acima dessa quantia, o valor só pode ser retirado no banco, sendo que prêmios a partir de R$ 10 mil são pagos dois dias após a apresentação do vencedor, que deve comparecer à unidade bancária com identidade, CPF e o bilhete premiado.