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A Fundação Nacional do Índio (Funai) solicitou reforço da Polícia Militar do Amazonas e do Exército depois que homens armados atacaram uma base de proteção a índios isolados da Terra Indígena Vale do Javari, nas proximidades da fronteira do estado com o Peru. O ataque ocorreu na madrugada de sábado (22). Segundo informações da Agência Brasil, a entidade relatou que homens não identificados alvejaram um flutuante da fundação e trocaram tiros com PMs que participavam de uma operação de rotina para coibir a ação ilegal de caçadores e pescadores. A Funai aponta que o local concentra o maior número de povos indígenas isolados da região. Pelo menos 17 grupos diferentes de índios isolados já foram registrados no interior da terra indígena, sendo assim, essa pode ser a maior concentração de grupos isolados em uma mesma reserva.
O Instituto de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Estado da Bahia (Inema) emitiu, no final da tarde de ontem (05), um alerta máximo de chuva para as próximas horas em Brumado e outros 147 municípios da Chapada Diamantina, Recôncavo e parte do Sul do estado. De acordo com o órgão, a previsão é de chuva intensa, acompanhada de trovoadas e rajadas de vento. Entre os municípios em estado de alerta máximo, estão Anagé, Aracatu, Barra da Estiva, Caculé, Caetité, Caturama, Caraíbas, Condeúba, Contendas do Sincorá Dom Basílio, Ibiassucê, Ibicoara, Ituaçu, Jussiape, Lagoa Real, Livramento de Nossa Senhora, Maetinga, Malhada de Pedras, Guanambi, Guajeru, Igaporã, Rio do Antônio, Rio de Contas, Rio do Pires e Vitória da Conquista e outras cidades.
Foi realizado na manhã desta quarta-feira (14), no auditório do Serviço Municipal de Atendimento ao Cidadão (SEMAC), na Rua Dr. Mário Meira (Antigo Fórum), o curso “A Importância do Uso de Pastagens Nativas na Sustentabilidade Econômica , Social e Ambiental das propriedades do Semiárido”. O curso foi realizado pela SDR/BAHIATER/SETAF – Brumado/CMDS, e teve como palestrante o Engenheiro Agrônomo Ernesto Marcos Lacerda Lédo (BAHIATER/SDR) do município de Caetité. Participaram do curso agricultores, Técnicos, Representantes de Associações, representantes da prefeitura e representando o Legislativo Municipal o vereador Gláudson Dias.
Uma tartaruga foi encontrada morta na calçada da Avenida do Descobrimento, conhecida como Passarela do Álcool, no centro da cidade de Porto Seguro, no sul do estado. Testemunhas afirmaram que o animal foi visto na tarde deste domingo (11). A tartaruga apresentava furos no casco e marcas de mordidas na cabeça. Ainda não há informações sobre o que pode ter provocado as marcas no casco e na cabeça do animal, mas a suspeita é que os ferimentos podem ter sido causados por peixes grandes, tubarões ou choque com alguma embarcação. Uma autópsia será realizada para descobrir a causa da morte. Não há detalhes sobre como a tartaruga foi parar na calçada. De acordo com o G1, testemunhas acreditam que o animal tenha sido encontrado na praia e alguém tentou carregar, porém, como a tartaruga era pesada, não conseguiu ir muito longe.
Um grupo de ambientalistas sugeriram ao presidente eleito, Jair Bolsoanro (PSL), o nome da atriz Maitê Proença para o ministério do Meio Ambiente, conforme informações do jornal O Globo. Proença não possui filiação partidária ou atuação política, mas é ligada a área ambiental. A atriz tem proximidade com o círculo de apoiadores de Bolsonaro, segundo o veículo. Proença explicou que o seu nome, por enquanto, é “apenas uma ideia”. “A ideia é tirar o viés ideológico a que o setor ambiental ficou associado. Trazer um nome que possa abrir as portas que se fecham para os ecologistas. Um nome ligado às causas ambientais, mas que circule nos diversos meios de forma isenta. E que possa colocar a pasta acima de picuinhas políticas. Concordo com tudo. Mas o meu nome é apenas uma ideia”, declarou Maitê Proença.
Um fazenda em Itapetinga, no sudoeste baiano, foi interditada pela secretaria municipal de meio ambiente após cerca de 200 jumentos morrerem sob suspeita de maus-tratos. O local já estava sendo investigado pelo Ministério Público do Estado (MP-BA) e fiscalizado pela Adab [Bahia]. Segundo a TV Sudoeste, os animais pertencem à empresa chinesa Cuifeng Lin. Eles são levados para a fazenda antes de serem encaminhados para um frigorífico, onde são abatidos. Depois, a carne é exportada para o Vietnã, na Ásia. Devido à interdição, a empresa foi impedida de levar novos jumentos para a fazenda. Apenas os que já estavam no local seguem o processo de abate. Ainda segundo a emissora, a Fazenda Barra da Nega tem 7 hectares, mas chegou a ter mais de 800 animais no mesmo espaço. Mais de 2 mil foram abatidos em um mês. Conforme as autoridades, o espaço não é apropriado para a criação dos animais.
Um caso explícito de maus-tratos que já resultou na morte de um número indefinido de jumentos – fala-se até em centenas – tem causado perplexidade em Itapetinga, cidade do Sudoeste da Bahia conhecida pela forte atuação na pecuária. Cerca de 2 mil desses animais, oriundos de vários estados do Nordeste, chegaram ao município nos últimos dois meses para serem abatidos num frigorífico local que, segundo a Polícia Civil, possui autorização para realizar o serviço. Os responsáveis pelos animais são dois chineses que a polícia preferiu, por enquanto, não divulgar os nomes para não prejudicar as investigações, mas é certo que vão responder por crime ambiental por deixar os animais com fome e sede.
Mais uma baleia jubarte foi encontrada morta na Bahia nesta quinta-feira (23). O animal foi encontrado na praia do Rio da Barra, em Trancoso, no extremo sul do estado. O animal é um macho adulto e foi encontrado por moradores da região, que já tinham avistado a baleia em alto mar na manhã de quinta-feira. No início da tarde, os restos da jubarte estavam na beira da praia. Integrantes do projeto Baleia Jubarte, que atuam na região, foram chamados para fazer os procedimentos de análise e causa da morte do animal. Segundo o projeto, com esse caso, sobe para 29 o número de baleias encontradas mortas na Bahia neste ano. Na quarta-feira (22) outra baleia foi encontrada morta no litoral de Ilhéus.

Esse foi o maior resgate de trabalhadores em extração de minérios e metais preciosos realizado pelos Grupos Móveis de Erradicação do Trabalho Escravo do Ministério do Trabalho. Foto: Divulgação
Uma operação do Grupo Móvel de Erradicação do Trabalho Escravo resgatou na sexta-feira (17), de um garimpo clandestino na reserva florestal Amana, no Pará, 38 trabalhadores submetidos a rotinas degradantes, com jornadas exaustivas, sem carteira assinada nem condições mínimas de segurança e saúde. Eles viviam em cabanas improvisadas no meio da floresta. Todos tinham sido contratados para exploração de ouro pela proprietária da fazenda. A exploração, conhecida como Garimpo do Coatá, fica no km 302 da Rodovia Transamazônica, próximo ao município de Jacareacanga, no sudoeste do Pará. O garimpo era utilizado há vários anos no interior da fazenda, em uma área de 224 hectares, com dez frentes de trabalho. A área é de preservação ambiental. Segundo informações do Instituto Chico Mendes de Conservação e Bioversidade (ICMBio), que participou da operação junto com o Ministério do Trabalho, o Ministério Público do Trabalho, o Ministério Público Federal, a Defensoria Pública da União, com apoio do Batalhão de Policiamento Ambiental da Polícia Militar do Pará, a dona do garimpo declarou deter direito de uso de uma área de 76,5 mil hectares na reserva florestal.
De acordo com levantamento elaborado pelo Perfil dos Municípios Brasileiros (Munic 2017), elaborado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgado na última quinta-feira (05), do total de 417 municípios baianos, apenas 92 deles dispõem, atualmente, de um plano integrado para o manejo do lixo. A Bahia aparece como segundo estado com o menor número de cidades que contam com o plano. O estado fica atrás apenas do Piauí, onde apenas 17,4% das cidades foram contempladas com projetos desta natureza. No estado, as cidades de Alagoinhas, Caetité, Castro Alves, Guanambi, Itaparica, Senhor do Bonfim e Teofilândia estão entre as 92 contempladas por algum programa ambiental nesta área. Sem um plano integrado para o manejo do lixo, as prefeituras não podem se credenciar para receber recursos, financiamentos e incentivos da União para investimentos na área de descarte de resíduos sólidos. A falta de um projeto ambiental que contemple o manejo do lixo resulta, ainda, em impactos ambientais nos municípios, como mudanças nas condições climática externas, como enxurradas e secas, segundo o IBGE.