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Twitter desativará conta após quinta postagem com informações falsas

1 março 2021 | 16:49

Nova política com punições em função do número de violações foi divulgada nesta segunda-feira. Foto: Divulgação/Twitter

A conta do Twitter que postar uma informação falsa sobre vacinas contra a Covid-19 sofrerá apenas a marcação do tuíte. Após duas ou três violações, a conta ficará bloqueada por 12 horas. Nova infração levará a uma suspensão de uma semana. Por fim, a desativação permanente é a pena para a quinta violação.

A atualização em sua política sobre informações falsas a respeito de vacinas contra Covid-19 foi divulgada nesta segunda-feira (1º). Publicações relacionadas com a pandemia feitas pelo Ministério da Saúde já foram sinalizadas como enganosas pelo Twitter.

No início de janeiro, a pasta publicou um tuíte pedindo que o tratamento precoce fosse solicitado por quem apresentar sintomas da Covid-19, o que não é endossado por especialistas.O Twitter colocou um alerta no post, apontando que houve “a publicação de informações enganosas e potencialmente prejudiciais” relacionadas à doença.

Segundo a rede social, o responsável pela conta será advertido quando um aviso ou a solicitação de remoção de um tuíte “resultar em uma aplicação adicional de medidas”. Fonte: G1.

NEPOTISMO: Um mal enraizado na história da humanidade

22 fevereiro 2021 | 8:01

Foto: Divulgação

Por: José Roque Silva Batista

Sempre que se iniciam mandatos de gestões públicas, independente do âmbito, seja municipal, estadual ou federal, uma movimentação frenética acontece em torno dos cargos públicos comissionados e de confiança, que no meio político se notabiliza como -dança das cadeiras-.

Possivelmente esse termo tenha surgido de uma antiga brincadeira de criança, onde as cadeiras são postas em forma de círculo, de modo que, os assentos em quantidade limitada são disputados a unhas e dentes por um número maior de participantes.

É justamente no bailar dessa -dança- que surge a figura perniciosa do nepotismo, tão marcante na administração pública, aparece sorrateiramente revestida de necessário e vista com boas intenções. Figura sinistra que privilegia o acesso de familiares ao serviço público, independentemente das habilidades e competências que os postulantes possuam.

Em que pese o fato dos postulantes terem as qualificações para os cargos, não justifica a prática de nepotismo, pois, o ato ilegal, imoral e antiético se dá em privilegiar a contratação de parentes ao serviço público, no qual a autoridade contratante tenha ingerência sobre o cargo, ferindo assim os princípios fundamentais da administração pública, visando a satisfação do interesse público sobre o particular.

A prática do nepotismo é milenar, no império romano, desde o início da era cristã, os imperadores permitiam que os cargos públicos das províncias ocupadas na Palestina, fossem indicados pelos fariseus e saduceus, classes religiosas do judaísmo da época, desde que os tributos fossem pagos, as rebeliões contidas e o culto imperial mantido; idêntico privilégio era dado à classe dos herodianos, que emplacavam na administração imperial seus parentes, “como é o caso de Herodes Magno, seguido depois por seu filho Herodes Antipas e por seu neto Herodes Agripa”, avalia o teólogo frei Casagrande (2019,224). Entretanto, de forma equivocada o relativismo religioso atribui o início do nepotismo aos papas, pretexto para difamação à Igreja Católica enquanto instituição.

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China e EUA entram em conflito por cobranças sobre pandemia

14 fevereiro 2021 | 8:47

Foto: Divulgação

Após a Casa Branca pedir a Pequim que disponibilizasse dados dos primeiros dias do surto de Covid-19, EUA e China entraram mais uma vez em rota de colisão diplomática neste sábado (13). Os EUA dizem ter “grandes preocupações” com relação à investigação realizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) realizada no país.

Conforme publicação da Folha, o conselheiro de Segurança Nacional Jake Sullivan afirmou em comunicado que é imperativo que o relatório seja independente e livre de “alterações feitas pelo governo chinês”, ecoando preocupações que vêm desde o governo do ex-presidente Donald Trump, que chegou a romper com a OMS – algo que o sucessor Joe Biden já desfez.

Uma equipe de 40 cientistas chegou em 14 de janeiro à cidade de Wuhan, onde o coronavírus foi identificado pela primeira vez, no fim de 2019. Depois de duas semanas de quarentena, o grupo visitou o mercado de Huanan, entre outros locais, e reuniu-se com especialistas do Instituto de Virologia de Wuhan, que pesquisa o vírus.

O diretor-geral da OMS, Tedros Ghebreyesus, afirmou nesta sexta-feira (12) que todas as hipóteses sobre a origem do vírus ainda estão sendo consideradas, após os EUA pedirem para revisar os dados da missão. Os cientistas não conseguiram determinar se o epicentro da pandemia foi o mercado de frutos do mar de Huanan, mas disseram que a hipótese de que o vírus tivesse “vazado” de um laboratório é “extremamente improvável”

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Itália manda suspender voos do Brasil após nova variante do coronavírus

16 janeiro 2021 | 17:09

Anúncio foi feito pelo ministro da Saúde do país, Roberto Speranza, neste sábado (16). Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

A Itália anunciou que vai suspender os voos do Brasil como uma resposta a uma nova cepa de coronavírus. O anúncio foi feito pelo ministro da Saúde da Itália, Roberto Speranza, neste sábado (16).

Segundo o ministro, qualquer pessoa que tenha transitado pelo Brasil nos últimos 14 dias também está proibida de entrar no país. De acordo com o G1, quem chegar à Itália vindo do Brasil será obrigado a fazer um teste para detectar o vírus.

“É fundamental que nossos cientistas estudem a nova cepa. Nesse ínterim, estamos tomando uma abordagem muito cautelosa”, disse ele nas redes sociais.

Na última quinta-feira (14), o Reino Unido também começou a barrar os viajantes oriundos do Brasil, Portugal e de outros 14 países por conta da nova variante do coronavírus. A proibição passou a valer já na sexta (15).

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Mundo atinge marca de 2 milhões de mortos na pandemia

15 janeiro 2021 | 16:32

Nesta sexta, Estados Unidos e Brasil representam 30% dos óbitos registrados em todo o planeta, disse a Universidade John Hopkins. Foto: Divulgação

O mundo superou nesta sexta-feira (15) a triste morte de 2 milhões de vidas perdidas para o novo coronavírus. Segundo a Universidade Johns Hopkins (EUA), a pandemia matou exatas 2.000.905 pessoas até aqui.O Brasil é o segundo país com mais mortos (207.095). Os Estados Unidos, com 389.581 vítimas fatais.

Segundo a mesma instituição, nessa sexta (15), as mortes por coronavírus no Brasil e nos Estados Unidos, juntas, representam cerca de 30% do total de vítimas da doença no mundo. A universidade contabiliza um total de 93.418.283 casos confirmados da doença em todo o mundo, com o Brasil em terceiro (8,3 milhões). Os EUA registram 23,3 milhões de infectados e a Índia, 10,5 milhões.

O estado da Califórnia, nos Estados Unidos, e a Inglaterra, parte do Reino Unido, são as duas regiões subnacionais com mais casos, ambas com 2,8 milhões cada. Outro estado americano, o Texas, aparece em terceiro na lista (2,06 milhões de casos), seguido pelo estado indiano de Maharashtra (1,9 milhões). Em primeiro no Brasil, O estado de São Paulo é a quinta região com mais casos em todo o mundo, com 1,5 milhão de contaminações detectadas.

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Câmara dos Estados Unidos aprova impeachment do presidente Donald Trump

13 janeiro 2021 | 19:03

Republicano é acusado de incitar formalmente a invasão do Capitólio; afastamento só ocorre após votação no Senado. Foto: Divulgação

Por 231 votos favoráveis e 197 contrários, a Câmara dos Estados Unidos aprovou a abertura de processo de impeachment contra o presidente Donald Trump. O republicado é acusado de incitar formalmente a invasão do Capitólio – sede do parlamento -, ocorrida há uma semana.É a segunda vez que a Câmara aprova um impeachment de Trump, que se tornou o primeiro presidente dos EUA a sofrer este duplo processo.

Na votação desta quarta (13), dez republicanos votaram contra o presidente do mesmo partido. Em 2020, quando foi acusado de obstrução ao Congresso e abuso de poder, nenhum deputado correligionário votou favoravelmente ao presidente em final de mandato. De maioria governista, o Senado garantiu a absolvição. Ao contrário do Brasil, nos EUA o presidente  é afastado somente se o processo for aprovado também pelo Senado.

Nunca um presidente norte-americano teve o impeachment aprovado no Senado. Antes de Trump, Andrew Johnson e Bill Clinton também foram absolvidos pelos senadores. Já Richard Nixon renunciou antes de o processo ser votado na Câmara.

No caso de Trump, há duas dúvidas: a primeira é se o Congresso pode prosseguir com o impeachment após o presidente deixar o cargo. No dia 20, o presidente eleito Joe Biden toma posse no cargo. Em caso de condenação, Trump ficaria inelegível.

Outra indagação é se os senadores republicanos que romperam com o atual presidente  formarão, junto com os democratas, a maioria de dois terços no Senado para destituí-lo. Na Câmara é preciso apenas maioria simples para o processo avançar. Com informações do G1 e do UOL.

Google, Amazon e Apple suspendem nova plataforma usada por Trump

10 janeiro 2021 | 19:05

Parler – adotada por Trump após ser suspenso por Twitter, Facebook e Instagram – é acusada de falhar na moderação. Foto: Divulgação

Google, Apple e Amazon decidiram suspender a rede social Parler. A plataforma foi a alternativa encontrada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, após bloqueio de seus perfis no Twitter, Facebook e Instagram. Trump é acusado de ter usado as redes sociais para insuflar o discurso de ódio que resultou nas invasões do Capitólio na quarta-feira (6).

A Parler tem até este domingo (10) para apresentar um plano detalhado de moderação de conteúdo. O Google anunciou, na sexta-feira (8), que o aplicativo terá que apresentar uma proposta “robusta” se quiser voltar a ficar disponível na Google Play.

Já a Apple informou, em comunicado, que o aplicativo está suspenso até que os problemas apontados sejam resolvidos. A empresa espera também que a identificação dos usuários que acessaram o serviço com o objetivo de coordenar a invasão do Capitólio na última quarta-feira (6).

Parler
O presidente-executivo da Parler, John Matze, disse em posts em seu serviço que a Apple estava determinando padrões à empresa que não aplica a si, e que as empresas estavam atacando as liberdades civis. Ele acrescentou em uma mensagem de texto à Reuters: “Coordenar distúrbios, violência e rebeliões não tem lugar nas redes sociais”.

A Amazon tirou o site do ar por violar as diretrizes de seu serviço de hospedagem em nuvem. Matze declarou que a ação da empresa de Jeff Bezos é “uma tentativa de remover completamente a liberdade de expressão na internet”. Fonte: R7.

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Presidente da Câmara promete avançar com impeachment se Trump não sair

9 janeiro 2021 | 9:20

Presidente dos EUA também pode ser tirado do cargo antes da posse do sucessor caso vice use a emenda 25. Foto: Divulgação

A presidente da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos, Nancy Pelosi, voltou a afirmar que os democratas vão avançar com o processo de impeachmet do presidente norte-americano, Donald Trump, caso ele não seja removido do cargo. Pressionado após a invasão do Capitólio na última quarta-feira (6), Trump pode ser deposto antes da posse do sucessor, Joe Biden, caso o atual vice-presidente, Mike Pence, use a emenda 25 da constituição dos EUA.

“Se o presidente não deixar o cargo por vontade própria, o Congresso vai avançar com a nossa ação”, disse ela em uma carta aos democratas da Câmara. No documento, ela também pediu a solução via emenda 25, que depende também do aval da maioria dos ministros do executivo

Na quarta-feira, apoiadores de Trump invadiram o Capitólio -sede do parlamento em uma tentativa de impedir o Congresso de certificar a eleição de Joe Biden como próximo presidente da república. A invasão aconteceu após Trump incitar as pessoas a irem ao local contestar os resultados do pleito.

Na carta, a líder da Câmara também colocou em causa a capacidade de Trump para exercer o cargo.”Temos de fazer tudo para proteger o povo norte-americano deste assalto desequilibrado ao nosso país e à nossa democracia”, escreveu Pelosi. Com informações do Terra.

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EUA: Congresso confirma vitória de Biden após plenário ser invadido por apoiadores de Trump

7 janeiro 2021 | 6:53


Sessão que marca reconhecimento da vitória do presidente eleito, há duas semanas da posse, foi marcado por sede do Legislativo fechada e mortes em confronto. Foto: Divulgação

Depois de sessão conturbada e apoiadores de Donald Trump invadirem a sede do Legislativo dos EUA, o Congresso americano confirmou nesta quinta-feira (7) a vitória do democrata Joe Biden nas eleições presidenciais realizadas em novembro de 2020.

A invasão ao Capitólio ocorreu na quarta, quando manifestantes pró-Trump tentaram impedir a certificação da vitória de Biden, que toma posse em duas semanas. Com a invasão, a sessão foi interrompida, as portas do Congresso foram trancadas e um alerta de emergência foi acionado. Com ato, quatro pessoas morreram.

A sessão no Congresso foi presidida pelo vice-presidente Mike Pence (nos EUA, o vice-presidente ocupa também a função de presidente do Senado). Mais cedo, na quarta-feira, Pence havia rejeitado os pedidos de Trump para invalidar a votação do Colégio Eleitoral – o presidente insiste nas falsas alegações de que as eleições de 3 de novembro foram fraudadas. Com informações da Folha de S.Paulo.

‘Isso não é um protesto; é uma insurreição’, afirma Joe Biden

6 janeiro 2021 | 23:32

Congresso dos EUA foi fechado após invasão de manifestantes pró Trump durante sessão que oficializará eleição. Foto: Divulgação

Em pronunciamento nesta quarta-feira (6), o presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, cobrou do atual ocupante da Casa Branca, Donald Trump, que peça a retirada de manifestantes que invadiram o capitólio sede do congresso dos EUA. Acontece nesta quarta a sessão que vai homologar a eleição do democrata como novo presidente dos EUA.

“Isso não é um protesto; é uma insurreição. O mundo está assistindo’, disparou Biden. nce ‘A esta hora, nossa democracia está sob um ataque sem precedentes. Diferente de tudo que vimos nos tempos modernos’, disse presidente eleito. O democrata pediu a Trump que vá à televisão nacional “para cumprir seu juramento, defender a constituição e exigir o fim deste cerco”.

O republicano também fez pronunciamento. O atual presidente pediu para os manifestantes saírem do parlamento, mas voltou a contestar o resultado da eleição. “Conheço sua dor, tivemos uma eleição que foi roubada de nós”, declarou Trump no discurso. “Mas vocês precisam ir para casa. Precisamos ter lei e ordem.” Fonte: G1