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O presidente da Rússia, Vladimir Putin, classificou o Brics como uma das principais organizações internacionais da atualidade, com influência cada vez maior nos cenários político, econômico e tecnológico. A declaração foi feita por meio de um vídeo enviado neste domingo (6) à 17ª Reunião de Cúpula do bloco, realizada no Rio de Janeiro.
Segundo Putin, o grupo tem ampliado sua relevância global, com uma voz cada vez mais presente nos debates internacionais. “A autoridade e a influência do Brics aumentam a cada ano. É um dos principais grupos do mundo, e nossa voz é ouvida em alto e bom som no cenário internacional”, afirmou o mandatário.
No discurso, o líder russo também criticou a antiga ordem global centrada nos Estados Unidos e defendeu a consolidação de uma nova dinâmica internacional. “O modelo unipolar está se tornando coisa do passado. Um mundo multipolar mais justo está emergindo, enquanto o modelo de globalização liberal dá sinais de esgotamento”, declarou. Para ele, os países em desenvolvimento ganham protagonismo na economia global, impulsionando uma nova onda de crescimento.
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A Cúpula de Líderes do Brics começa neste domingo (6), na cidade do Rio de Janeiro, e contará com a presença de mais de 30 autoridades mundiais. O encontro será liderado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e reunirá tanto os países fundadores do bloco, quanto aqueles que entraram na recente ampliação, como Irã e Arábia Saudita.
Segundo matéria do Estadão, a reunião já possui ausências notáveis, como a do presidente chinês Xi Jinping, o que pode afetar os resultados esperados pelo Brasil. Já o presidente da Rússia, Vladimir Putin, que também não está no país por conta de um mandado de prisão emitido contra ele pelo Tribunal Penal Internacional (TPI) em 2023, participará do evento por videochamada.
Entre os líderes com presença confirmada estão o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi e os presidentes da África do Sul, Cyril Ramaphosa, da Indonésia, Prabowo Subianto, e da Etiópia, Abiy Ahmed.
Confira a lista completa das autoridades internacionais presentes na Cúpula do Brics;
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Israel está se preparando para encerrar sua campanha militar contra o Irã nos próximos dias, é o que afirmam autoridades do país, e de outros países árabes, ouvidas pelo jornal americano Wall Street Journal. A decisão ocorre dois dias após os Estados Unidos realizarem ataques às três principais instalações nucleares iranianas, o que fortaleceu o avanço israelense sobre os alvos.
Segundo matéria do InfoMoney, fontes do governo israelense dizem ainda que as Forças de Defesa do país devem concluir sua lista de alvos militares no Irã em breve. Com isso, espera-se a criação de uma janela para negociações. Ainda assim, a continuidade da operação dependerá da resposta de Teerã.
Autoridades americanas têm indicado a aliados árabes que Israel possui interesse em encerrar o conflito. Os EUA pediram que essa intenção fosse transmitida ao governo iraniano, que por sua vez afirmou não estar pronto para recuar, alegando a necessidade de responder aos ataques americanos.
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O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, disse que os Estados Unidos “cruzaram uma linha vermelha muito grande” ao bombardear instalações nucleares iranianas. O chanceler concedeu uma coletiva de imprensa neste domingo (22), em Istambul, na Turquia, após o ataque norte-americano neste sábado (21), e prometeu que o país vai reagir.
“A porta para a diplomacia deve permanecer aberta, mas esse não é o caso agora. […] Meu país tem sido atacado, agredido, e temos de responder com base em nosso legítimo direito à autodefesa”, afirmou.
O chanceler iraniano convocou uma reunião de emergência com o Conselho de Segurança da ONU. Ele ainda apelou ao Conselho de Governadores da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) para que o ataque americano seja formalmente condenado.
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O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, fez uma ameaça direta ao líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, neste sábado (14). Em declaração oficial, Katz afirmou que, se os ataques com mísseis contra civis israelenses persistirem, a capital iraniana, Teerã, será alvo de retaliação.
“O ditador iraniano está tomando os cidadãos iranianos como reféns, criando uma realidade na qual eles, e especialmente os moradores de Teerã, pagarão um alto preço pelos danos flagrantes infligidos aos cidadãos israelenses. Se Khamenei continuar disparando mísseis contra a retaguarda israelense, Teerã vai queimar”, declarou Katz.
Os comentários do ministro ocorrem após uma série de ataques do Irã contra Israel, que já deixaram três mortos. Segundo os serviços de emergência israelenses, dois civis morreram e 19 ficaram feridos após um míssil atingir casas próximas a Rishon Lezion, ao sul de Tel Aviv. Anteriormente, havia sido confirmada apenas uma morte.
Uma terceira vítima fatal foi registrada na cidade de Ramat Gan, a leste de Tel Aviv, após ser atingida por fragmentos de uma arma durante ataques ocorridos na madrugada deste sábado. Em meio à escalada, o chefe das Forças de Defesa de Israel (IDF) afirmou que o exército israelense deve retomar os bombardeios contra alvos em Teerã nos próximos dias.

Um asteroide recém-descoberto, nomeado 2025 KF, passou muito próximo da Terra na tarde desta quarta-feira (21), segundo informações do Laboratório de Propulsão a Jato (JPL) da NASA. A rocha espacial, com aproximadamente 16 metros de diâmetro, o equivalente a um prédio de quatro andares, chegou a cerca de 30% da distância entre a Terra e a Lua.
A maior aproximação ocorreu por volta das 14h30 (horário de Brasília), quando o asteroide cruzou o espaço a 115 mil quilômetros do polo sul terrestre, a uma velocidade de 41.650 km/h. Para os astrônomos, essa é considerada uma distância curta, embora sem risco de colisão.
O 2025 KF foi identificado apenas dois dias antes, na segunda-feira (19), por astrônomos do projeto Minor Planet Center, que atua no deserto do Atacama, no Chile.

Estados Unidos e China sinalizaram, neste domingo (11), avanços nas negociações para reduzir as tarifas comerciais impostas nos últimos anos. A rodada de conversas ocorreu durante o fim de semana, em Genebra, na Suíça, e reuniu autoridades de alto escalão dos dois países.
Apesar do tom positivo, nenhuma decisão prática foi anunciada até o momento. Segundo o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, houve progresso significativo nos diálogos.
“Estou feliz em informar que fizemos progressos substanciais entre os Estados Unidos e a China nas importantíssimas negociações comerciais”, declarou. Ele acrescentou que os detalhes das tratativas serão divulgados nesta segunda-feira (12) por meio de uma declaração conjunta.
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Índia e Paquistão confirmaram um cessar-fogo com efeito imediato neste sábado (10). A decisão ocorreu após declaração do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, indicando que os dois países haviam chegado a um acordo para interromper as hostilidades.
Não há confirmação de quanto tempo será a trégua. Trump afirmou, através do seu perfil no Truth Social, que a mediação norte-americana foi decisiva para o entendimento. “Depois de uma longa noite de negociações, estou feliz em anunciar que Índia e Paquistão concordaram com um cessar-fogo total e imediato”, escreveu.
Em seguida, foi a vez do ministro das Relações Exteriores do Paquistão, Ishaq Dar, confirmou o acordo, destacando o compromisso do país com a paz na região. “Sempre buscamos segurança e estabilidade, sem abrir mão da soberania e da integridade territorial”, declarou o líder no X (antigo Twitter).
O Ministério das Relações Exteriores da Índia confirmou que houve contato entre lideranças militares dos dois países. Segundo a agência Reuters, representantes das forças armadas devem se reunir novamente na próxima segunda-feira (12) para discutir a situação.

O governo dos Estados Unidos divulgou, nesta segunda-feira (31), um relatório em que critica a política tarifária do Brasil sobre importações. O documento, elaborado pelo Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR), aponta restrições em setores como etanol, filmes, bebidas alcoólicas, telecomunicações, máquinas, equipamentos e carne suína, além de destacar a preferência dada a produtores nacionais.
O relatório deve servir de base para o novo pacote de tarifas prometido pelo presidente Donald Trump, previsto para ser anunciado nesta quarta-feira (2). Trump já declarou que pretende aplicar “tarifas recíprocas” a países que impõem impostos sobre produtos americanos. Ele tem se referido à medida como o “Dia da Libertação” dos EUA em relação a produtos estrangeiros.
O Brasil aparece em seis páginas do relatório, sendo descrito como um país que adota tarifas relativamente altas sobre uma ampla gama de setores, incluindo automóveis, tecnologia da informação, eletrônicos, produtos químicos, plásticos, máquinas industriais, aço e vestuário. A expectativa é que o novo pacote tarifário dos EUA tenha impacto direto nas relações comerciais entre os dois países.

Donald Trump voltou a mencionar a possibilidade de buscar um terceiro mandato como presidente dos Estados Unidos Em entrevista à rede americana NBC News neste domingo (30), o republicano sugeriu que há “métodos” para contornar o limite de dois mandatos imposto pela Constituição. Embora já tenha feito declarações semelhantes anteriormente, esta foi a primeira vez que disse que não está “brincando” sobre o assunto, acendendo o alerta sobre as tendências autoritárias do chefe de Estado.
Em entrevista à apresentadora do programa “Meet the Press”, Kristen Welker, Trump disse que “muitas pessoas” gostariam que ele disputasse um terceiro mandato. “Muitas pessoas querem que eu faça isso. Mas, no momento, minha preocupação é com o presente. Temos um longo caminho pela frente”, disse.
Qualquer tentativa de buscar um terceiro mandato entraria em conflito com a 22ª Emenda da Constituição, que determina: “Nenhuma pessoa poderá ser eleita para o cargo de presidente mais de duas vezes.”
Após a divulgação da entrevista, a Casa Branca reiterou que Trump está focado em seu atual mandato e afirmou que ainda é “muito cedo” para considerar tal possibilidade.