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A Polícia Federal informou que o avião dos Estados Unidos que pousou em Porto Alegre na tarde de terça-feira era uma aeronave da Força Aérea Estadunidense em missão oficial para conduzir diplomatas até o Consulado do país na capital gaúcha. A informação foi confirmada por fontes da corporação à CNN.
O episódio chamou atenção porque o modelo da aeronave, um Boeing 757, costuma ser utilizado em operações do governo dos EUA. O Ministério da Defesa reforçou que o pouso ocorreu dentro da normalidade e que o avião possuía plano de voo registrado.
Segundo dados do site FlightRadar, o jato partiu do Aeroporto Fernando Luis Ribas Dominicci, em Porto Rico, e voou até o Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, sem rota detalhada no sistema. O pouso foi registrado às 17h12 por câmeras do terminal, de acordo com o portal especializado Aeroin.
A chegada chamou atenção em sites de monitoramento aéreo e gerou curiosidade nas redes sociais, principalmente pela natureza da operação e pelo fato de o avião estar vinculado ao governo dos Estados Unidos. A passagem pela capital gaúcha, no entanto, foi breve. Ainda de acordo com o FlightRadar, o Boeing 757 decolou novamente por volta das 20h e seguiu para o Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, onde pousou na mesma noite.
Rodrigo Fernandes
O Instagram anunciou nesta quarta-feira (6) uma série de atualizações que reforçam sua estratégia de competir com o TikTok e, ao mesmo tempo, se aproximar do modelo de redes como o Snapchat. As novidades incluem a possibilidade de repostar Reels diretamente no feed pessoal, a criação de uma aba com conteúdos apenas de amigos e o lançamento do Mapa de Amigos, que permite compartilhar sua localização com seguidores mútuos.
As mudanças, segundo Adam Mosseri, chefe do Instagram, têm como foco tornar a plataforma “mais participativa” e focada em conexões sociais reais. Na prática, no entanto, o movimento também evidencia o esforço da rede em manter os usuários engajados em um cenário cada vez mais competitivo e fragmentado.
Repostagem de Reels e nova aba de amigos
A principal atualização atinge o feed de Reels, que agora passa a permitir o repost de vídeos públicos diretamente no próprio perfil. Ao republicar um conteúdo, ele será exibido em uma nova aba chamada “Repostados”, visível a todos que acessarem o seu perfil. A funcionalidade lembra as republicações do TikTok, que já fazem parte da experiência da rede concorrente há algum tempo.
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A tarifa de 50% sobre os produtos brasileiros impostas pelo presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, entra em vigor nesta quarta-feira, 6, após a assinatura da Ordem Executiva para adoção da medida. O decreto assinado pelo americano no dia 30 de julho, no entanto, exclui quase 700 itens da lista de produtos que terão uma taxa mais alta para exportação. Entre os que estão isentos dos 50% estão:
Os produtos listados permanecem com a tarifa mínima de 10% sobre a importação ao país americano, como já anunciado em abril. A elevação no tributo encarece os seguintes produtos:
O presidente Trump justificou a adoção das sanções econômicas ao país como tentativa de retaliação contra o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro, apontado como suspeito de articular um golpe de Estado.
“A forma como o Brasil tem tratado o ex-Presidente Bolsonaro, um líder altamente respeitado em todo o mundo durante seu mandato, inclusive pelos Estados Unidos, é uma vergonha internacional. Esse julgamento não deveria estar ocorrendo. É uma Caça às Bruxas que deve acabar IMEDIATAMENTE!”, diz um trecho da carta de Trump enviada a Lula.
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Um acidente em uma mina deixou quatro trabalhadores mortos. O caso ocorreu após o desmoronamento da mina de cobre El Teniente, no Chile. Os corpos das vítimas foram encontrados neste domingo (3).
Ao todo, cinco pessoas foram soterradas. A Codelco, estatal responsável pela operação, que confirmou o ocorrido na região de O’Higgins.
A tragédia ocorreu na quinta-feira (31), após um temor de 4,2 atingir a mina. Um dos trabalhadores morreu na hora, elevando para quatro o número de mortos até o momento. As buscas continuam até localizar o quinto desaparecido.
á investigação em curso para saber se o tremor foi provocado por fatores naturais, uma vez que o Chile está situado em uma das regiões com maior atividade sísmica do planeta, ou se foi resultado direto da atividade de mineração.
A Nasa está acompanhando a trajetória do asteroide 2025 OW, que deve se aproximar da Terra na próxima segunda-feira (28). Com cerca de 67 metros de diâmetro — o equivalente a um prédio de mais de 20 andares —, o corpo celeste viajará a uma velocidade de 75.639 km/h e deve passar a aproximadamente 632 mil quilômetros do planeta.
Apesar da curta distância em termos astronômicos, a agência norte-americana classifica a passagem como segura e comum. Segundo os cientistas, não há risco de colisão, embora a aproximação seja considerada significativa.
Especialistas da Nasa explicam que encontros como esse são frequentes e fazem parte do comportamento natural do Sistema Solar. “Aproximações acontecem o tempo todo”, destacou Davide Farnocchia, do Centro de Estudos de Objetos Próximos à Terra (CNEOS), em entrevista à ABC News.
Mesmo que o asteroide colidisse com alguma área urbana, os danos seriam limitados, de acordo com estimativas preliminares da agência.
O Ministério de Relações Exteriores da China criticou nesta sexta-feira (11) a medida anunciada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de tarifar em 50% os produtos brasileiros importados pelo país.
Segundo matéria do CNN Brasil, a porta-voz do ministério, Mao Ning, defendeu, por meio de um comunicado, que a não interferência de países em assuntos internos de outras nações faz parte dos princípios fundamentais da Carta da ONU.
“Igualdade soberana e não interferência em assuntos internos são princípios fundamentais da Carta da ONU e normas básicas das relações internacionais. Tarifas não devem ser usadas como instrumento de coerção, intimidação ou interferência nos assuntos internos de outros países.”
A resposta foi dada por Mao Ning após ela ser questionada sobre as taxas anunciadas pelo republicano contra os produtos brasileiros.
Os ministros de finanças e os presidentes dos Bancos Centrais do Brics desaprovaram o aumento unilateral de tarifas que “distorcem o comércio” e são “inconsistentes com as regras da Organização Mundial do Comércio (OMC)”. Mesmo sem citar diretamente os Estados Unidos, a mensagem é uma referência clara às políticas tarifárias impostas pelo governo de Donald Trump desde o início do ano.
Segundo matéria da Agência Brasil, a declaração é parte do documento ministerial publicado neste sábado (5), ao fim do encontro no Rio de Janeiro que precede à Cúpula dos Líderes do Brics, no domingo (6) e segunda (7).
“Os membros do BRICS demonstraram resiliência e continuarão a cooperar entre si e com outros países para salvaguardar e fortalecer o sistema multilateral de comércio não discriminatório, aberto, justo, inclusivo, equitativo, transparente e baseado em regras, tendo a OMC como seu núcleo, evitando guerras comerciais que possam mergulhar a economia global em recessão ou prolongar ainda mais o crescimento contido”, diz o trecho do documento sobre o tema.
Além do documento ministerial, foram publicados outros dois documentos específicos sobre a revisão das cotas do FMI e de apoio à Convenção-Quadro da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre Cooperação Tributária Internacional.
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O presidente da Rússia, Vladimir Putin, classificou o Brics como uma das principais organizações internacionais da atualidade, com influência cada vez maior nos cenários político, econômico e tecnológico. A declaração foi feita por meio de um vídeo enviado neste domingo (6) à 17ª Reunião de Cúpula do bloco, realizada no Rio de Janeiro.
Segundo Putin, o grupo tem ampliado sua relevância global, com uma voz cada vez mais presente nos debates internacionais. “A autoridade e a influência do Brics aumentam a cada ano. É um dos principais grupos do mundo, e nossa voz é ouvida em alto e bom som no cenário internacional”, afirmou o mandatário.
No discurso, o líder russo também criticou a antiga ordem global centrada nos Estados Unidos e defendeu a consolidação de uma nova dinâmica internacional. “O modelo unipolar está se tornando coisa do passado. Um mundo multipolar mais justo está emergindo, enquanto o modelo de globalização liberal dá sinais de esgotamento”, declarou. Para ele, os países em desenvolvimento ganham protagonismo na economia global, impulsionando uma nova onda de crescimento.
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A Cúpula de Líderes do Brics começa neste domingo (6), na cidade do Rio de Janeiro, e contará com a presença de mais de 30 autoridades mundiais. O encontro será liderado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e reunirá tanto os países fundadores do bloco, quanto aqueles que entraram na recente ampliação, como Irã e Arábia Saudita.
Segundo matéria do Estadão, a reunião já possui ausências notáveis, como a do presidente chinês Xi Jinping, o que pode afetar os resultados esperados pelo Brasil. Já o presidente da Rússia, Vladimir Putin, que também não está no país por conta de um mandado de prisão emitido contra ele pelo Tribunal Penal Internacional (TPI) em 2023, participará do evento por videochamada.
Entre os líderes com presença confirmada estão o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi e os presidentes da África do Sul, Cyril Ramaphosa, da Indonésia, Prabowo Subianto, e da Etiópia, Abiy Ahmed.
Confira a lista completa das autoridades internacionais presentes na Cúpula do Brics;
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Israel está se preparando para encerrar sua campanha militar contra o Irã nos próximos dias, é o que afirmam autoridades do país, e de outros países árabes, ouvidas pelo jornal americano Wall Street Journal. A decisão ocorre dois dias após os Estados Unidos realizarem ataques às três principais instalações nucleares iranianas, o que fortaleceu o avanço israelense sobre os alvos.
Segundo matéria do InfoMoney, fontes do governo israelense dizem ainda que as Forças de Defesa do país devem concluir sua lista de alvos militares no Irã em breve. Com isso, espera-se a criação de uma janela para negociações. Ainda assim, a continuidade da operação dependerá da resposta de Teerã.
Autoridades americanas têm indicado a aliados árabes que Israel possui interesse em encerrar o conflito. Os EUA pediram que essa intenção fosse transmitida ao governo iraniano, que por sua vez afirmou não estar pronto para recuar, alegando a necessidade de responder aos ataques americanos.
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