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Os Estados Unidos estão se preparando para possíveis ataques significativos do Irã e de seus aliados no Oriente Médio ainda nesta semana, conforme declarou John Kirby, porta-voz de segurança nacional da Casa Branca, nesta segunda-feira (12).
Kirby revelou que os EUA intensificaram sua presença regional e compartilham com Israel a preocupação com um possível ataque respaldado pelo Irã. Esta preocupação surgiu após o Irã e o grupo palestino Hamas acusarem Israel de ter assassinado um líder do Hamas em Teerã no mês passado.
“Compartilhamos as mesmas preocupações e expectativas que nossos parceiros israelenses. Pode ser nesta semana”, afirmou Kirby aos repórteres.
Israel está se preparando para um possível grande ataque desde o mês passado, quando um míssil matou 12 jovens nas Colinas de Golã, ocupadas por Israel, e Israel retaliou matando um comandante sênior do Hezbollah em Beirute. Um dia após essa operação, Ismail Haniyeh, líder político do Hamas, foi assassinado em Teerã, o que levou o Irã a prometer retaliação contra Israel.
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O número de mortos em protestos contra a reeleição do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro (Partido Socialista Unido da Venezuela) continua a subir. Até a noite desta quarta-feira (31), 13 pessoas morreram durante os conflitos, segundo a ONG Foro Penal e o jornal digital argentino Infobae.
“Estamos preocupados com o uso de armas de fogo nessas manifestações”, disse o diretor da ONG, Alfredo Romero. Um balanço divulgado pelo Ministério Público da Venezuela na mesma data apontou a prisão de, pelo menos, 749 manifestantes.
Segundo a coordenadora da ONG Laboratório da Paz, Lexys Rendón, foram registrados 210 “protestos espontâneos” em “todo o país”. Os atos foram contidos com “ações repressivas por parte do Estado venezuelano”, afirmou Rendón.

Um dos diplomatas mais respeitados do país, Milos Alcalay, 78, ex-embaixador no Brasil (1997-2000), diz estar preocupado com as declarações do presidente Lula (PT) sobre as eleições na Venezuela.
“Nos preocupa muito o giro de Lula”, afirma ele à reportagem da Folha. “Parece que Lula agora é o porta-voz de Celso Amorim, não o contrário.São declarações muito pró-CNicolás) Maduro, que praticamente deixam para as calendas regas o problema. Segue Alcala. “Os tribunais estão cooptados na Venezuela. Aqui não há Justiça. Dizer isso é permitir Maduro e não insistir que se contem os votos.”
“Todos aplaudimos a posição inicial de Lula, que de maneira muito clara e categórica disse para que Maduro entregasse o poder a quem ganhasse e que não se podia ameaçar a situação com ‘banhos de sangue’. Uma posição que teve uma incidência muito grande em outros setores da esquerda democrática na América Latina”, afirma Alcalay.
Alcalay compõe a comissão de política internacional da campanha opositora e, por ter sido representante no Brasil, é uma voz importante no tema das relações bilaterais.

Nicolás Maduro foi reeleito presidente da Venezuela em votação realizada no último domingo (28). No entanto, a oposição não aceita o resultado e Caracas começa a ser tomada por protestos. O opositor Edmundo González voltou a afirmar que foi o vencedor nas ruas. Ele e María Corina Machado convocaram atos por toda a Venezuela para esta terça (30).
“Queremos anunciar a todos os venezuelanos e todos os democratas do mundo: já temos como provar a verdade. Conseguimos”, disse María Corina. “A diferença foi enorme, em todos os estados da Venezuela.”
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O Brasil foi um dos países que não assinaram, neste domingo (16), o comunicado final da Cúpula para a Paz na Ucrânia, documento que pede o envolvimento de todas as partes nas negociações para alcançar a paz e “reafirma a integridade territorial” ucraniana.
Ontem (15), em entrevista coletiva na Itália, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva revelou que disse à presidente da Confederação Suíça, Viola Amherd, que tomou a decisão de não ir ao encontro internacional deste domingo porque o Brasil só participaria da discussão sobre a paz quando os dois lados em conflito, Ucrânia e Rússia, estiverem sentados à mesa. “Porque não é possível você ter uma briga entre dois e achar que se reunindo só com um, resolve o problema.”
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O presidente francês, Emanuel Macron, declarou que irá dissolver o Parlamento e convocar eleições legislativas antecipadas. Ele anunciou a medida depois que seu partido sofreu um forte revés nas eleições do Parlamento Europeu. A votação ocorrerá em dois turnos, em 30 de junho e 7 de julho, de acordo com o líder francês. A declaração foi dada neste domingo (9).
“Decidi devolver-vos a escolha do nosso futuro parlamentar através da votação”. O resultado das eleições europeias “não é um bom resultado para os partidos que defendem a Europa”, “a ascensão dos nacionalistas e demagogos é um perigo para a nossa nação”, alertou Macron, que decidiu devolver a palavra ao “povo soberano”.
A medida ocorre no momento em que os primeiros resultados projetados pela França neste domingo colocam o partido de extrema direita Reunião Nacional bem à frente nas eleições parlamentares da União Europeia, derrotando os centristas pró-europeus de Macron, de acordo com institutos de pesquisa de opinião franceses.
De acordo com as estimativas, o Reunião Nacional conquistou quase um terço dos votos. O candidato de extrema direita Jordan Bardella, de 28 anos, obteve entre 31,5% e 32,4% dos votos, margem muito à frente de Valérie Hayer, do partido no poder (15,2%), e do socialista Raphaël Glucksmann (14% a 14,3%), segundo as instituições Ifop e Ipsos.

A partir de 17 de junho, um terceiro voo semanal ligando Madri a Salvador entrará em operação. De acordo com a Secretaria de Turismo do Estado (Setur-BA), a Air Europa, que atualmente faz a rota às quartas e sextas, passará a operar o trajeto às segundas, quartas e sábados.
O anúncio do novo voo foi feito nesta terça-feira (28), no aeroporto de Salvador, em evento que reuniu representantes dos governos da Bahia e de Madri, da Air Europa, de empresas de turismo e da Vinci Airports, companhia que administra o terminal aeroviário.
O diretor-geral da Air Europa no Brasil, Gonzalo Romero, destacou que o mercado da Bahia é muito conhecido na Europa e que os voos entre Madri e Salvador são um sucesso.
“Por isso a decisão de ampliar as frequências. Aproximadamente 50% dos nossos passageiros são espanhóis e franceses. Atualmente, a Bahia está no topo dos destinos mais procurados pelos europeus”, afirmou.

O governo da Argentina de Javier Milei retirou do ar, na terça-feira (21), os sites e perfis das redes sociais de veículos públicos de comunicação do país, entre eles, a Televisón Pública, a Radio Nacional da Argentina, além de diversas emissoras do interior. O sindicato de trabalhadores que representa esses veículos afirma que a medida configura censura contra a mídia pública – que Milei prometeu acabar desde que assumiu o poder. A Agência Telám, principal veículo de comunicação público do país, está fora do ar desde o início de março, quando os trabalhadores foram dispensados.
De acordo com matéria da Agência Brasil, o Sindicato de Imprensa de Buenos Aires (SiPreBa) rechaçou a medida e defendeu que o governo está passando por cima do Senado argentino com a intervenção nos meios públicos. “Denunciamos esta nova mostra de censura e de intimidação que se soma ao silenciamento da Telám”, afirmou, em comunicado.
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Um helicóptero que transportava o presidente iraniano, Ebrahim Raisi, e seu ministro das Relações Exteriores, caiu neste domingo (19) enquanto atravessa área de montanha com muita neblina. Ele retornava de uma visita à fronteira de Azerbaijão, firmou uma autoridade iraniana à Reuters.
A autoridade em condição de anonimato ainda disse que a vida do presidente e de seu ministro estava “em risco após queda do helicóptero.” “Ainda temos esperança, mas as informações vindas do local da queda são muito preocupantes”, pontuou.
O mau tempo na região também estava dificultando os esforços de resgate, de acordo com relato da agência de notícias estatal Irna. Em caso de morte súbita do presidente, a Constituição iraniana prevê que o primeiro vice-presidente assume a presidência, sob aprovação do líder supremo.

A medida foi tomada pela plataforma em função da resolução aprovada em fevereiro deste ano pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para restringir o uso de inteligência artificial (IA) e determinar a adoção de medidas de combate à circulação de fatos inverídicos ou descontextualizados. Em nota, o Google informou que a restrição aos anúncios começará em maio, quando as resoluções do TSE entrarão em vigor.
A empresa também declarou que apoia a integridade das eleições. “Vamos atualizar nossa política de conteúdo político do Google Ads para não mais permitir a veiculação de anúncios políticos no país. Essa atualização acontecerá em maio, tendo em vista a entrada em vigor das resoluções eleitorais para 2024. Temos o compromisso global de apoiar a integridade das eleições e continuaremos a dialogar com autoridades em relação a este assunto”, informou a empresa.
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