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Uma mulher foi espancada por quase quatro horas por um homem com quem se encontrou pela primeira vez, no Rio de Janeiro. Elaine Perez Caparroz, de 55 anos, sofreu fraturas no rosto e vai precisar de cirurgia reparadora. “Ele falou, então: ‘deita no meu ombro para a gente dormir abraçadinho, pra dormir juntinho’. Aí eu falei: ‘tá bom’. Eu acordei com ele me esmurrando a cara”, relatou, quando já estava no hospital. Diante dos gritos de Elaine, os vizinhos chamaram o zelador, que já a encontrou sozinha no apartamento revirado e cheio de marcas de sangue. O funcionário, então, acionou a portaria para que não deixassem o agressor sair e Vinícius foi preso. Autuado em flagrante por tentativa de feminicídio, ele alegou ter tomado vinho, dormido e depois acordado em surto. Ao Fantástico, ela disse que conheceu Vinícius Batista Serra, 27, nas redes sociais e que os dois trocaram mensagens por cerca de oito meses antes de marcarem o primeiro encontro, que foi um jantar na casa dela. Foi nesta noite que o crime aconteceu.
Um bebê de 1 ano segue internado nesta segunda-feira (18) em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de Teixeira de Freitas, no extremo sul, após ser alcoolizado pelo pai em Mucuri, na mesma região, na madrugada deste domingo (17). O homem, identificado como Gleciano de Souza Santos, foi preso após policiais militares serem acionados por vizinhos através do disque 190. Ao chegar no local, uma residência no bairro Brisa do Mar, os policiais já encontraram a criança desmaiada em uma cama. O acusado tinha dado cachaça misturada com refrigerante à vítima. Conforme o tenente Patrício, o homem estava embriagado na hora do flagrante. A criança ficou aos cuidados do pai porque a mãe precisou sair da residência. Após o flagrante, o homem foi levado no mesmo dia para a sede da 8ª Coorpin de Teixeira de Freitas, onde segue preso à disposição da Justiça. Já o bebê tem condição de saúde estável e segue internado no Hospital Santa Luzia, especializado no atendimento a crianças.
O gerente de uma agência bancária Bradesco e a família dele foram sequestrados em Barreiras, no oeste da Bahia. Segundo informações divulgadas pela Polícia Militar neste sábado (16), o funcionário do banco foi sequestrado com a sua esposa e dois filhos por seis homens armados que chegaram à residência dele em dois veículos. De acordo com o jornal Correio, a PM foi acionada por volta das 9h30 desta sexta-feira (15) quando foram informados do sequestro do funcionário do banco que fica localizado no bairro Vila dos Funcionários, em Barreiras. Policiais militares da 83ª e 84ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM) foram os responsáveis pelas buscas pelos reféns. Ainda conforme o Correio, o gerente foi levado pelos sequestradores até o banco para retirar o dinheiro exigido pelos sequestradores durante a madrugada. A polícia não informou quanto foi pago, mas confirmou o pagamento do resgate. Os reféns só foram liberados mediante pagamento. O atendimento da agência foi suspenso e retornará na segunda-feira (18).
Um homem foi condenado mais de mil anos de prisão por ter abusado sexualmente durante cinco anos da enteada menor de idade. Os abusos chegaram a acontecer quando a menina tinha apenas seis anos e continuaram até os 11 anos da criança, quando sua mãe percebeu e rompeu o relacionamento com o acusado. O crime chegou a acontecer por 63 vezes e foi multiplicado pela pena de 16 anos prevista pelo crime hediondo, além de agravantes por se tratar de crime continuado contra menor de 14 anos. Divulgado na última quinta-feira, 14, a pena é considerada como uma das mais altas já aplicadas pela Justiça de São Paulo. O caso foi julgado no Fórum de Fernandópolis, situado no noroeste do estado de São Paulo. Segundo a legislação brasileira, penas privativas de liberdade não podem ser superiores de trinta anos. Desta forma, caso a sentença seja mantida no tribunal, o homem irá cumprir a sentença em regime fechado.

O segurança aparece deitado sobre o jovem, aparentemente desacordado, e refuta pedidos de outras pessoas para que o solte. Foto: Divulgação
Um vídeo que circula nas redes sociais mostra a morte de um homem de 19 anos, identificado como Pedro Gonzaga, em uma unidade da rede de supermercados Extra no Rio. O rapaz foi imobilizado por um segurança, na última quinta-feira (14) e acabou sufocado. Nas imagens, o segurança aparece deitado sobre o jovem, aparentemente desacordado, e refuta pedidos de outras pessoas para que o solte. Uma delas diz: “Está desmaiado, não está não?”. Outra fala: “Ele tá com a mão roxa”. Mas o segurança se nega a sair de cima e responde: “Quem sabe sou eu”. Outros funcionários do supermercado ainda circundam os dois homens no chão, mas nada fazem. Em nota, o supermercado Extra, que pertence ao Grupo Pão de Açúcar, afirmou que repudia atos de violência em suas lojas e que abriu uma investigação interna para apurar o caso. Inicialmente, segundo a empresa, foi constatado que “se tratou de uma reação à tentativa de furto a arma de um dos seguranças da unidade da Barra da Tijuca”. Informou ainda que os seguranças envolvidos foram afastados. Veja o vídeo abaixo.
O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), estimou, nesta sexta-feira (15), um prazo para votar a reforma da Previdência, que será enviada pelo governo de Jair Bolsonaro (PSL) ao Congresso Nacional. “Eu acredito que se tudo correr parecido a gente vai ter esse debate feito, e a matéria pronta para votar no início de junho”, disse Maia após encontro com o governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD).
O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, elogiou a operação que deixou 15 mortos no Morro do Fallet, na região central do Rio, há uma semana. Para Witzel, “foi uma ação legítima da Polícia Militar”. A comunidade, em Santa Teresa, enfrentava uma guerra entre traficantes no último dia 6. A PM chegou, e houve confronto. Moradores afirmam que nove dos mortos haviam sido rendidos por militares e levados para uma casa, onde foram executados. A corporação, no entanto, sustenta que uma equipe foi atacada e que suspeitos morreram no confronto.
Um homem, de 51 anos, foi preso acusado de tráfico de drogas após ser flagrado com aproximadamente 700 kg de maconha dentro de uma caminhonete na BR-116, trecho de Vitória da Conquista, região sudoeste do estado, na manhã desta quinta-feira (14). Conforme as informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), os policiais sentiram um forte odor característico de cannabis sativa (maconha) dentro do carro ao abordarem o motorista e encontraram, na carroceria e no banco de trás do veículo, vários tabletes do entorpecente. Além disso, os agentes constataram que a caminhonete apresentava indícios de adulteração. O veículo transitava com uma placa clonada de outro veículo semelhante. De acordo com a PRF, a irregularidade era utilizada para burlar a fiscalização, tendo em vista que as placas originais possuem ocorrência de roubo. O registro foi feito em dezembro de 2018, na cidade de São Paulo. O motorista informou à polícia que seguia do estado de São Paulo com destino a Maceió. Após o flagrante, ele foi detido e encaminhado juntamente com a droga apreendida à Delegacia de Polícia Civil em Vitória da Conquista (BA), para adoção das medidas cabíveis.
Dois homens foram presos nesta quarta-feira (13) em Cândido Sales, no sudoeste, após a polícia descobrir uma estufa de maconha na casa dos suspeitos. Segundo a Polícia Civil, a droga era vendida para várias regiões do Brasil e de outros países, incluindo a China. Um bancário e o comparsa dele foram detidos. De acordo com a polícia, a dupla colocava a droga em potes de suplemento alimentar para entregar aos clientes sem levantar suspeitas. Os suspeitos foram identificados como Paulo César Favila Cardoso Junior, que seria dono da maconha, e Jessé Novaes Dias, apontado como ajudante. A droga era cultivada no apartamento da dupla, situado na cobertura de um condomínio localizado no bairro Centro Lagoinha. Depois de colhida, a maconha era comercializada em Vitória da Conquista, na mesma região. “Eles mantinham um alto controle de qualidade através de tecnologia. Lâmpadas de led eram usadas para manter a temperatura e foi montado, também, um sistema de irrigação e adubação automáticos que controlavam clima e condições do solo”, detalhou o delegado Rélder Andrade. A dupla e os materiais encontrados no apartamento foram encaminhados para a sede da DT da cidade.
Apontado como chefe do Primeiro Comando da Capital (PCC), Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola, foi transferido para um presídio federal. Além dele, outros 21 integrantes da facção paulista tiveram o mesmo destino. Os presos estavam na Penitenciária 2 de Presidente Venceslau e em Presidente Bernardes, no interior de São Paulo, e foram levados para presídios federais em Brasília, Mossoró, no Rio Grande do Norte, e Porto Velho, em Rondônia. Segundo informações do G1 SP, o prazo de permanência nas unidades federais é de 360 dias. Nos primeiros 60, eles ficarão no Regime Disciplinar Diferenciado (RDD), em cela individual e com limitação a horário de banho de sol e de direito a visitas. A transferência deles é consequência da descoberta, por parte do governo paulista, da existência de um plano de fuga para os chefes da facção e ameaças de morte ao promotor que combate o grupo no interior do estado. Os criminosos atuam tanto dentro quanto fora dos presídios brasileiros.