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A Polícia Civil do Distrito Federal fez buscas, neste domingo (17), na cela que abriga o ex-senador Luiz Estevão e o ex-ministro Geddel Vieira Lima (MDB-BA). Os dois dividem um alojamento com outros presos no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília. Segundo a polícia, as buscas foram autorizadas pela Justiça e motivadas pela denúncia, feita por um detento, de que os políticos estariam recebendo “regalias” na prisão. Barras de chocolate, anotações que seriam de Geddel e pelo menos cinco pendrives – supostamente, de Luiz Estevão – foram apreendidos. De acordo com a Polícia Civil, durante as buscas, Estevão tentou se livrar de um pendrive jogando o dispositivo na privada. O aparelho foi recuperado e passará por perícia.
O médico Abib Maldaun Neto, 54, especializado em nutrologia, foi condenado por violação sexual de uma de suas pacientes. Ele foi condenado a dois anos e oito meses de prisão pelo juiz Antonio Maria Patiño Zorz, da 29ª Vara Criminal. O médico afirma ser inocente e já recorreu da decisão. A paciente, de acordo com o jornal Folha de S. Paulo, afirma que em junho de 2014, para emagrecer, procurou o médico. Segundo a acusação, no dia dos fatos, a paciente reclamou que o tratamento não estava surtindo efeito. Com isso, o médico passou a questioná-la sobre sua vida sexual, e pediu que ela retirasse a calça e deitasse na maca, “pois resolveria o seu problema”.
A operação conjunta das polícias Civil e Militar realizada na manhã desta quinta-feira (14) no município de Valença, baixo sul da Bahia, terminou com 13 homens presos e quatro menores apreendidos. A ação teve como objetivo combater o tráfico de drogas na região. Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP-BA), entre os 13 presos adultos estão Thiago da Silva Andrade, mais conhecido como “Guelo”, líder da facção; Ademir Santos de Jesus, o “Demi”, braço direito da organização; e Wangler Napoleão Soares de Souza, apelidado de “Guiguito”, gerente da quadrilha. O trio é investigado por pelo menos 20 homicídios em Valença e região. Com eles e os outros 10 comparsas foram encontrados uma pistola calibre 9 mm, uma pistola calibre 40, um revólver calibre 38, munições e drogas. Entre os quatro adolescentes apreendidos, a polícia diz que um de 14 anos é o que acumula o maior número de homicídios. Não foi informado, contudo, quantas mortes são relacionadas ao menor.

Os bandidos usaram explosivos, e com o impacto o carro ficou parcialmente destruído e acabou tombando. Cédulas foram encontradas rasgadas nas proximidades. Foto: Divulgação
Um carro de transporte de valores da Prossegur foi interceptado na tarde da última terça-feira (12) na BA 233, trecho que liga a cidade de Itaberaba a Ipirá. De acordo com o site Itaberaba Noticias, o assalto ocorreu nas proximidades do Povoado Santa Quitéria. Os suspeitos usaram explosivos, e com o impacto o carro ficou parcialmente destruído e acabou tombando. Cédulas foram encontradas rasgadas nas proximidades. O ataque ao carro forte acontece pouco mais de um mês depois que bandidos estouraram duas agências bancárias em Ipirá.

PF cumpre nesta terça segunda fase da Operação Registro Espúrio, que investiga suposta organização criminosa que cometido fraudes na concessão de registros de sindicatos. G1 procurou a assessoria da deputada e aguarda resposta. Foto: Divulgação
A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta terça-feira (12) a segunda fase da Operação Registro Espúrio, para aprofundar investigações sobre suposta organização criminosa integrada por políticos e servidores que teria cometido fraudes na concessão de registros de sindicatos pelo Ministério do Trabalho. O alvo da operação é a deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ). A partir do material apreendido na primeira fase da operação, a PF chegou até a deputada. Em análise de conversas de WhatsApp do funcionário do ministério do Trabalho, Renato Araújo Júnior, preso na primeira fase, a PF descobriu que foi a deputada quem o indicou para o cargo de chefia no ministério e controlava também a aprovação dos registros sindicais. O G1 procurou a assessoria da deputada e aguarda resposta. Esta fase da operação envolve três mandados de busca e apreensão em Brasília e no Rio de Janeiro. Os mandados foram autorizados pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A Corte também autorizou medidas cautelares como proibição de frequentar o Ministério do Trabalho e de manter contato com os demais investigados ou servidores da pasta. A primeira fase da Operação Registro Espúrio foi deflagrada no dia 30 de maio e mirou os deputados federais Paulinho da Força (SD-SP), Jovair Arantes (PTB-GO) e Wilson Filho (PTB-PB). Além do presidente do PTB e pai de Cristiane Brasil, deputado cassado Roberto Jefferson; o suplente de deputado Ademir Camilo Prates Rodrigues (MDB-MG); e os senadores Dalírio Beber (PSDB-SC) e Cidinho Santos (PR-MT), atualmente licenciado do mandato.
Um homem ficou preso em um buraco na parede ao tentar fugir de uma delegacia na cidade de Óbidos, no interior do Pará. Ele chegou a ficar com parte do corpo para o lado de fora, mas não conseguiu escapar. De acordo com informações do G1, o resgate foi feito por policiais. De acordo com o delegado Thiago Mendes, o homem havia sido preso em flagrante por violência doméstica. Enquanto esperava em uma sala para ser ouvido pelo escrivão, ele retirou um aparelho de ar-condicionado da parede e tentou escapar pelo buraco. O homem já responde a três processos pela prática de furto e agora deve responder por violência doméstica.

Paralisação dos caminhoneiros e lenta retomada da economia aumentaram a impopularidade do emedebista. Foto: Divulgação
A reprovação ao governo do presidente Michel Temer saltou de 70%, em abril deste ano, para 82%, batendo o seu próprio recorde e se reafirmando como o presidente mais impopular da história desde a redemocratização do Brasil. Os dados são de pesquisa realizada pelo Instituto Datafolha e divulgada pelo jornal Folha de S. Paulo neste domingo (10). A paralisação dos caminhoneiros, massivamente apoiada pela população, e a lenta retomada da economia serviram para aumentar ainda mais a impopularidade do emedebista. O levantamento foi realizado nos dias 6 e 7 de junho, com 2.824 pessoas, em 174 municípios brasileiros. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Quando assumiu o comando do país, em agosto de 2016, Temer era rejeitado por 31% dos brasileiros. O percentual subiu nos meses seguintes, após redução dos gastos públicos, incluindo investimentos em saúde e educação, e envolvimento de seus aliados em escândalos de corrupção. Depois de divulgada a delação de Joesley e Wesley Batista, da JBS, em 2017, a impopularidade do presidente atingiu 69%, e subiu ainda mais quando ele foi denunciado por corrupção. A reprovação de Temer estava estável, quando, em setembro do ano passado, atingiu 73% de rejeição.
O jornal Tribuna da Bahia, na Rua Djalma Dutra, foi assaltado na madrugada deste sábado (09) por pelo menos quatro homens. Os homens levaram R$ 15 mil que seria destinado ao pagamento dos motoqueiros que fazem entrega do jornal e uma CPU do sistema do monitoramento do prédio. De acordo com informações do Jornal Correio, na fuga do prédios, os homens deram de cara com uma viatura da Polícia Militar (PM) e houve uma intensa troca de tiros. Um deles teria ficado ferido, mas conseguiu fugir. Dois vigilantes teriam sido feitos de reféns durante a ação, um deles inclusive sendo espancado e atingido por coronhadas. Os homens teriam chegado em dois carros e rendido o vigilante e o levado para um dos andares do prédio. Em nota, a PM informou que, por volta das 3h, policiais da 58ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM/Cosme de Farias) foram informados pelo Centro Integrado de Comunicação da Secretaria de Segurança Pública (Cicom), que homens armados estavam roubando funcionários do jornal Tribuna da Bahia.
A Polícia Federal solicitou ao setor de perícias a realização de uma análise sobre os supostos pagamentos de propina registrados nos bancos de dados da Odebrecht, o Drousys e o Mywebday, aos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), para permitir o avanço do inquérito que apura ofertas de vantagens indevidas a eles em troca de benefícios em medidas provisórias no Congresso Nacional. De acordo com o jornal O Globo, o ofício comunicando a realização da perícia foi enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF) na última quarta-feira pela delegada Graziella Balestra, que conduz as apurações do caso. As análises abrangerão também outros supostos repasses ao senador Romero Jucá (MDB-RR) e ao deputado Lúcio Vieira Lima (MDB-BA), que são investigados no mesmo inquérito. Com isso, a PF busca comprovar se os pagamentos aos quatro políticos foram efetivamente realizados, como relatado na delação dos executivos da Odebrecht.
A bisavó da índia recém-nascida, que foi enterrada viva nessa terça-feira (5), em Canarana (MT), foi presa pela Polícia Civil nesta quarta (06). Ela é acusada de ter cometido o crime no município mato-grossense. Segundo o G1 MT, a polícia encontrou a criança no local após uma denúncia anônima de que o bebê estaria no quintal da casa. Quando os agentes chegaram ao local, um deles cavou a terra e percebeu um gemido, “quase um choro” – a estimativa é de que a bebê tenha ficado enterrada por sete horas, das 14h às 20. Agora, ela recebe atendimento no Hospital Regional de Água Boa, onde passa por exames. Em depoimento, a bisavó Kutz Amin, de 57 anos, alegou que, como a criança bateu a cabeça no chão e não chorou, pensou que ela estivesse morta. Assim, ela diz ter seguido o costume da comunidade indígena, de enterrar os corpos sem comunicar aos órgãos oficiais. “Nós autuamos a bisavó por tentativa de homicídio. Ela disse que cortou o cordão umbilical e enterrou a menina”, relatou o delegado Deuel Paixão de Santana ao G1. De acordo com a publicação, a mãe da criança, uma adolescente de 15 anos, sentiu contrações e deu à luz no banheiro da casa. Com um quadro de saúde debilitado e hemorragia, ela e sua mãe, avó da bebê, foram ouvidas na delegacia e depois liberadas. “Eles deixaram o costume deles falar mais alto e enterraram a criança por acreditarem que estivesse morta. Futuramente a avó poderá responder por participação e a adolescente por um ato infracional”, adiantou o delegado. A Fundação Nacional do Índio (Funai) também acompanha o caso.