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A operação conjunta das polícias Civil e Militar realizada na manhã desta quinta-feira (14) no município de Valença, baixo sul da Bahia, terminou com 13 homens presos e quatro menores apreendidos. A ação teve como objetivo combater o tráfico de drogas na região. Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP-BA), entre os 13 presos adultos estão Thiago da Silva Andrade, mais conhecido como “Guelo”, líder da facção; Ademir Santos de Jesus, o “Demi”, braço direito da organização; e Wangler Napoleão Soares de Souza, apelidado de “Guiguito”, gerente da quadrilha. O trio é investigado por pelo menos 20 homicídios em Valença e região. Com eles e os outros 10 comparsas foram encontrados uma pistola calibre 9 mm, uma pistola calibre 40, um revólver calibre 38, munições e drogas. Entre os quatro adolescentes apreendidos, a polícia diz que um de 14 anos é o que acumula o maior número de homicídios. Não foi informado, contudo, quantas mortes são relacionadas ao menor.

Os bandidos usaram explosivos, e com o impacto o carro ficou parcialmente destruído e acabou tombando. Cédulas foram encontradas rasgadas nas proximidades. Foto: Divulgação
Um carro de transporte de valores da Prossegur foi interceptado na tarde da última terça-feira (12) na BA 233, trecho que liga a cidade de Itaberaba a Ipirá. De acordo com o site Itaberaba Noticias, o assalto ocorreu nas proximidades do Povoado Santa Quitéria. Os suspeitos usaram explosivos, e com o impacto o carro ficou parcialmente destruído e acabou tombando. Cédulas foram encontradas rasgadas nas proximidades. O ataque ao carro forte acontece pouco mais de um mês depois que bandidos estouraram duas agências bancárias em Ipirá.

PF cumpre nesta terça segunda fase da Operação Registro Espúrio, que investiga suposta organização criminosa que cometido fraudes na concessão de registros de sindicatos. G1 procurou a assessoria da deputada e aguarda resposta. Foto: Divulgação
A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta terça-feira (12) a segunda fase da Operação Registro Espúrio, para aprofundar investigações sobre suposta organização criminosa integrada por políticos e servidores que teria cometido fraudes na concessão de registros de sindicatos pelo Ministério do Trabalho. O alvo da operação é a deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ). A partir do material apreendido na primeira fase da operação, a PF chegou até a deputada. Em análise de conversas de WhatsApp do funcionário do ministério do Trabalho, Renato Araújo Júnior, preso na primeira fase, a PF descobriu que foi a deputada quem o indicou para o cargo de chefia no ministério e controlava também a aprovação dos registros sindicais. O G1 procurou a assessoria da deputada e aguarda resposta. Esta fase da operação envolve três mandados de busca e apreensão em Brasília e no Rio de Janeiro. Os mandados foram autorizados pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A Corte também autorizou medidas cautelares como proibição de frequentar o Ministério do Trabalho e de manter contato com os demais investigados ou servidores da pasta. A primeira fase da Operação Registro Espúrio foi deflagrada no dia 30 de maio e mirou os deputados federais Paulinho da Força (SD-SP), Jovair Arantes (PTB-GO) e Wilson Filho (PTB-PB). Além do presidente do PTB e pai de Cristiane Brasil, deputado cassado Roberto Jefferson; o suplente de deputado Ademir Camilo Prates Rodrigues (MDB-MG); e os senadores Dalírio Beber (PSDB-SC) e Cidinho Santos (PR-MT), atualmente licenciado do mandato.
Um homem ficou preso em um buraco na parede ao tentar fugir de uma delegacia na cidade de Óbidos, no interior do Pará. Ele chegou a ficar com parte do corpo para o lado de fora, mas não conseguiu escapar. De acordo com informações do G1, o resgate foi feito por policiais. De acordo com o delegado Thiago Mendes, o homem havia sido preso em flagrante por violência doméstica. Enquanto esperava em uma sala para ser ouvido pelo escrivão, ele retirou um aparelho de ar-condicionado da parede e tentou escapar pelo buraco. O homem já responde a três processos pela prática de furto e agora deve responder por violência doméstica.

Paralisação dos caminhoneiros e lenta retomada da economia aumentaram a impopularidade do emedebista. Foto: Divulgação
A reprovação ao governo do presidente Michel Temer saltou de 70%, em abril deste ano, para 82%, batendo o seu próprio recorde e se reafirmando como o presidente mais impopular da história desde a redemocratização do Brasil. Os dados são de pesquisa realizada pelo Instituto Datafolha e divulgada pelo jornal Folha de S. Paulo neste domingo (10). A paralisação dos caminhoneiros, massivamente apoiada pela população, e a lenta retomada da economia serviram para aumentar ainda mais a impopularidade do emedebista. O levantamento foi realizado nos dias 6 e 7 de junho, com 2.824 pessoas, em 174 municípios brasileiros. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Quando assumiu o comando do país, em agosto de 2016, Temer era rejeitado por 31% dos brasileiros. O percentual subiu nos meses seguintes, após redução dos gastos públicos, incluindo investimentos em saúde e educação, e envolvimento de seus aliados em escândalos de corrupção. Depois de divulgada a delação de Joesley e Wesley Batista, da JBS, em 2017, a impopularidade do presidente atingiu 69%, e subiu ainda mais quando ele foi denunciado por corrupção. A reprovação de Temer estava estável, quando, em setembro do ano passado, atingiu 73% de rejeição.
O jornal Tribuna da Bahia, na Rua Djalma Dutra, foi assaltado na madrugada deste sábado (09) por pelo menos quatro homens. Os homens levaram R$ 15 mil que seria destinado ao pagamento dos motoqueiros que fazem entrega do jornal e uma CPU do sistema do monitoramento do prédio. De acordo com informações do Jornal Correio, na fuga do prédios, os homens deram de cara com uma viatura da Polícia Militar (PM) e houve uma intensa troca de tiros. Um deles teria ficado ferido, mas conseguiu fugir. Dois vigilantes teriam sido feitos de reféns durante a ação, um deles inclusive sendo espancado e atingido por coronhadas. Os homens teriam chegado em dois carros e rendido o vigilante e o levado para um dos andares do prédio. Em nota, a PM informou que, por volta das 3h, policiais da 58ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM/Cosme de Farias) foram informados pelo Centro Integrado de Comunicação da Secretaria de Segurança Pública (Cicom), que homens armados estavam roubando funcionários do jornal Tribuna da Bahia.
A Polícia Federal solicitou ao setor de perícias a realização de uma análise sobre os supostos pagamentos de propina registrados nos bancos de dados da Odebrecht, o Drousys e o Mywebday, aos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), para permitir o avanço do inquérito que apura ofertas de vantagens indevidas a eles em troca de benefícios em medidas provisórias no Congresso Nacional. De acordo com o jornal O Globo, o ofício comunicando a realização da perícia foi enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF) na última quarta-feira pela delegada Graziella Balestra, que conduz as apurações do caso. As análises abrangerão também outros supostos repasses ao senador Romero Jucá (MDB-RR) e ao deputado Lúcio Vieira Lima (MDB-BA), que são investigados no mesmo inquérito. Com isso, a PF busca comprovar se os pagamentos aos quatro políticos foram efetivamente realizados, como relatado na delação dos executivos da Odebrecht.
A bisavó da índia recém-nascida, que foi enterrada viva nessa terça-feira (5), em Canarana (MT), foi presa pela Polícia Civil nesta quarta (06). Ela é acusada de ter cometido o crime no município mato-grossense. Segundo o G1 MT, a polícia encontrou a criança no local após uma denúncia anônima de que o bebê estaria no quintal da casa. Quando os agentes chegaram ao local, um deles cavou a terra e percebeu um gemido, “quase um choro” – a estimativa é de que a bebê tenha ficado enterrada por sete horas, das 14h às 20. Agora, ela recebe atendimento no Hospital Regional de Água Boa, onde passa por exames. Em depoimento, a bisavó Kutz Amin, de 57 anos, alegou que, como a criança bateu a cabeça no chão e não chorou, pensou que ela estivesse morta. Assim, ela diz ter seguido o costume da comunidade indígena, de enterrar os corpos sem comunicar aos órgãos oficiais. “Nós autuamos a bisavó por tentativa de homicídio. Ela disse que cortou o cordão umbilical e enterrou a menina”, relatou o delegado Deuel Paixão de Santana ao G1. De acordo com a publicação, a mãe da criança, uma adolescente de 15 anos, sentiu contrações e deu à luz no banheiro da casa. Com um quadro de saúde debilitado e hemorragia, ela e sua mãe, avó da bebê, foram ouvidas na delegacia e depois liberadas. “Eles deixaram o costume deles falar mais alto e enterraram a criança por acreditarem que estivesse morta. Futuramente a avó poderá responder por participação e a adolescente por um ato infracional”, adiantou o delegado. A Fundação Nacional do Índio (Funai) também acompanha o caso.
A Polícia Federal relatou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que vê indícios de pagamento de R$ 340 mil mensais ao presidente Michel Temer durante o fim da década de 90. Segundo informações da jornalista Andréia Sadi, os valores eram dados por empresas do setor portuário, incluindo a Rodrimar. A informação foi registrada em um documento do dia 15 de março relacionado à Operação Skala, que resultou na prisão de dois amigos de Temer. O Palácio do Planalto divulgou nota em que nega as acusações e afirma que a investigação da Polícia Federal “entrou no terreno da ficção policial”. Temer e a Rodrimar já são investigados em um inquérito que apura se o presidente favoreceu empresas do setor portuário em troca de propina ao editar um decreto em 2017.

Mulher foi atingida no tórax e morreu no local. Homem tentou se esconder, mas foi apedrejado e espancado até a morte. Os dois não tinham relacionamento, diz polícia. Foto: Reprodução
Uma mulher foi morta a facadas após uma discussão em um bar, na cidade de Irecê, que fica a 478 km de Salvador. O suspeito de ter cometido o crime foi linchado por populares na porta de casa, minutos depois do fato. De acordo com a Polícia Civil, o caso aconteceu no final da noite de domingo (03). Sheila Mota da Silva, que não teve idade revelada, estava com amigos em um bar, quando começou a discutir com Reginaldo Nascimento do Carmo, de 37 anos. Conforme a polícia, os dois não tinham um relacionamento. Testemunhas contaram à polícia que, durante a briga, Sheila teria dado um tapa em Reginaldo, que saiu do bar e voltou com uma faca. Ele atingiu a vítima na região do tórax várias vezes e foi para casa. Sheila morreu no local. Conforme a polícia, ainda não há informações do que pode ter iniciado a discussão. A polícia disse também que os dois não estavam juntos no bar. Reginaldo foi seguido por populares e, ao chegar na residência em que morava, foi retirado de dentro do imóvel. Ele foi apedrejado e espancado até a morte. Os dois corpos foram levados pelo Departamento de Polícia Técnica (DPT) de Irecê e encaminhados para o Instituto Médico Legal (IML). A polícia não divulgou informações sobre o enterro dos dois. Até a manhã desta terça-feira (5), ninguém havia sido preso pelo linchamento de Reginaldo.