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Um laboratório clandestino de próteses dentárias foi fechado nesta terça-feira (12), em Vitória da Conquista, no sudoeste. Segundo a Polícia Civil, o laboratório ficava na casa de Lucas Brito Aguiar, de 29 anos, situado no bairro Vila Serrana II. A ação partiu de uma denúncia de tráfico de drogas, apurada por equipes da Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (DTE/Conquista), unidade subordinada ao Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado (Draco). Ainda segundo a Polícia, Aguiar usava maconha com um amigo, Bruno Argolo de Matos, de 23 anos, que havia sido preso pela DTE/Conquista por trafico há um mês. Matos respondia em liberdade provisória, concedida pela Justiça, foi conduzido à unidade policial, onde assinou um Termo Circunstanciados de Ocorrência (TCO) pelo uso do entorpecente. Segundo o delegado Neuberto Costa, titular da DTE/Conquista, foram apreendidos vários materiais e objetos utilizados na fabricação de próteses dentárias. “O local não possuía registro legal do Conselho Regional de Odontologia e nem Lucas possuía alguma formação técnica que o habilitasse a atuar na área”, disse o delegado. Lucas foi autuado por exercício ilegal da profissão de técnico em prótese dentária e responderá a um inquérito regular.
A Polícia Federal (PF) prendeu na manhã desta quarta-feira, 13, em São Paulo, o empresário Wesley Batista. O executivo é investigado em inquérito sobre manipulação do mercado financeiro, referente ao suposto lucro obtido com a venda de dólares às vésperas da divulgação da delação premiada dos executivos da J&F. A ordem de prisão contra o irmão de Joesley Batista, preso no domingo, 10, é da 6ª Vara Federal Criminal de São Paulo.
A operação deflagrada na manhã desta quarta-feira (13) pelo Ministério Público Eleitoral e a Polícia Federal, tendo como alvo o deputado estadual Marcelo Nilo (PSL), cumpre sete mandados de busca e apreensão em endereços em Salvador para apurar indícios de crime de falsidade eleitoral envolvendo a empresa Bahia Pesquisa e Estatística LTDA – Babesp. Segundo informações da Procuradoria da República na Bahia (MPF-BA) tanto o Ministério Público Eleitoral quanto a Polícia Federal investigam se Nilo prestou falsa informação à Justiça Eleitoral – há evidências de que ele seria o controlador de fato da Babesp e que utilizaria a empresa para receber recursos em caixa 2. Há suspeita também de possível manipulação do resultado das pesquisas eleitorais divulgadas pela Babesp. Os alvos da operação foram os endereços residenciais e profissionais de Nilo; de seu genro Marcelo Dantas Veiga; do sócio da Babesp Roberto Pereira Matos; e a sede da empresa Leiaute Comunicação. A operação tem como objetivo coletar documentos, papéis, registros e dados arquivados em equipamentos de informática que possam contribuir com as investigações. Cerca de 30 policiais federais participaram da ação e dois membros da Procuradoria Regional. A operação foi nomeada “Opinião”, em menção ao serviço prestado pela Babesp, que realiza pesquisas de opinião.
O ex-ministro Geddel Vieira Lima não encontrou caras novas em seu retorno ao presídio da Papuda, no Distrito Federal. Segundo informações da Folha de S. Paulo, ele está dividindo a cela com os mesmos nove detentos da primeira vez que esteve no local. O espaço tem capacidade para 12 pessoas e conta com quatro treliches, um chuveiro frio e um local para necessidades fisiológicas. Geddel chegou à Papuda no final da tarde desta sexta-feira (08), mesmo dia em que foi detido pela Polícia Federal em Salvador. Nesta semana, agentes do órgão encontraram mais de R$ 51 milhões em um apartamento da capital baiana. A PF encontrou nas notas impressões digitais do ex-ministro e do ex-diretor da Defesa Civil de Salvador (Codesal), Gustavo Ferraz. O doleiro Lúcio Funaro, decisivo para a primeira prisão de Geddel, também está na Papuda. No entanto, eles estão em alas separadas e não podem se encontrar no banho de sol.
As equipes da Polícia Federal que detiveram na manhã desta sexta-feira (08) o ex-ministro Geddel Vieira Lima em seu apartamento no Jardim Apipema, em Salvador, estão na Avenida Paralela, a caminho da Base Aérea da capital baiana. A PF chegou ao apartamento por volta das 5h40, para cumprir pedido de prisão domiciliar contra o peemedebista, ajuizado pelo Ministério Público Federal (MPF). Segundo informações do jornal Folha de S. Paulo, a decisão foi da 10ª Vara Federal de Brasília e está sob sigilo. A medida foi tomada após a Operação Tesouro Perdido, deflagrada na última terça-feira (5), quando a PF apreendeu mais de R$ 51 milhões em malas e caixas em um apartamento na Rua Barão de Loreto, no bairro da Graça, em Salvador. De acordo com a decisão que autorizou a operação, Geddel utilizava o imóvel sob alegação de guardar documentos do pai, falecido no ano passado. O apartamento foi emprestado pelo empresário Sílvio Silveira, dono da construtora Silveira Empreendimentos, hoje desativada.
A contagem do dinheiro apreendido nesta terça-feira (05) em um apartamento vazio em Salvador durante a operação Tesouro Perdido foi encerrada pela Polícia Federal e alcançou o montante de R$ 51.030.866,40. De acordo com a PF, o valor, que era guardado no local pelo ex-ministro Geddel Vieira Lima, é resultado da soma da quantia encontrada em reais, R$ 42.643.500,00; e em dólares (US$ 2.688.000 (que na cotação desta terça, a R$ 3,1203, corresponde a R$ 8.387.366,40). A operação Tesouro Perdido é a terceira fase da operação Cui Bono, que investiga um esquema de corrupção do qual Geddel teria participado enquanto era vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa Econômica Federal. O dinheiro foi localizado em um apartamento no segundo andar do Edifício Residencial José da Silva Azi, na Rua Barão de Loreto, no bairro da Graça. A PF encontrou o local após denúncias no dia 14 de julho, um dia depois após Geddel passar ao regime de prisão domiciliar, e obteve autorização para realizar buscas do desembargador Ney Bello, do Tribunal Regional federal de 1ª Região. O imóvel foi cedido por Sílvio Silveira para que Geddel supostamente guardasse objetos do pai, morto em janeiro de 2016.
Um posto do Bradesco de Umburanas, cidade do Piemonte da Diamantina, no centro norte baiano, ficou destruído após uma explosão na madrugada desta terça-feira (5). Segundo a Delegacia Territorial, o fato ocorreu por volta de 2h35. Apesar do ataque, a polícia trabalha inicialmente com a suspeita de vandalismo, e não de tentativa de assalto. Dois homens a bordo de uma moto – um com capacete e outro, com capuz – foram até o local e colocaram o explosivo. Na fuga, acionaram o explosivo. Com o impacto, o caixa eletrônico, a porta de vidro, computadores e a iluminação vieram a baixo. O posto atingido é do único banco instalado no município. Por conta do ataque, o local foi interditado. O caso é investigado pela Delegacia Territorial. Até o final da manhã desta terça, nenhum dos acusados foi localizado.
Investigadores fizeram buscas, na manhã desta terça-feira (5/9), em um endereço em Salvador (BA) que seria supostamente usado como um “bunker” por Geddel Vieira Lima, ex-ministro de Michel Temer, para guardar dinheiro em espécie. No local, agentes da Polícia Federal (PF) encontram milhares de notas em reais. A operação, nomeada de Tesouro Perdido, é a terceira fae da Operação Cui Bono e foi autorizada pela 10ª Vara Federal de Brasília. Os valores apreendidos serão transportados a um banco onde será contabilizado e depositado em conta judicial. A Polícia Federal afirmou, em nota, que não deve dar mais detalhes sobre o caso. O ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB-BA) é um dos citados na delação do operador financeiro Lúcio Funaro, segundo a investigação. Ele foi preso pela Polícia Federal em junho deste ano por obstrução de justiça, ao tentar atrapalhar as investigações da Operação Cui Bono? e é alvo de ação penal por fraudes no Fundo de Investimento do FGTS (FI-FGTS). Em um dos depoimentos, Funaro relatou que teria feito várias entregas de “malas de dinheiro” nas mãos de Geddel em uma sala no aeroporto de Salvador (BA). Ele também detalhou os supostos pagamentos aos investigadores. A defesa de Geddel negou à época que ele tenha recebido os valores. Geddel conseguiu s um habeas corpus 9 dias após ter sido preso, para cumprir prisão domiciliar em sua casa, na capital baiana, situação em que se encontra ainda hoje.
Na tarde desta segunda-feira (04), foi morto Leones Ferreira Costa, em confronto com a Polícia Civil em Brumado. Leones era foragido do presídio da cidade de Mata Escura, em Salvador e também era foragido de Brumado. Segundo a polícia, Leones era um dos principais autores de assaltos na região de Barra da Estiva e teria participado do último homicídio ocorrido em Brumado. A Polícia, cumprindo o mandado de busca e apreensão, foi até na Rua Princesa Leopoldina, no Bairro do Mercado e ao chegar na residência foi recebida a tiros. Em confronto com a polícia, Leones foi atingindo e socorrido com vida ao Hospital, mas não resistiu.

Ela e o namorado, jovem de classe média alta, foram presos. Irmão foi morto. Foto: Divulgação Facebook.
A vida da jovem Leanny Taceane da Conceição Renores, 25 anos, está sendo investigada pela polícia do Rio de Janeiro. Ela é apontada como possível mentora do sequestro de um empresário e do filho no sábado (26) na capital fluminense. A jovem e o namorado, Nilton Alves Moreira, 24, foram presos em flagrante por extorsão mediante sequestro. Um dos sequestrados, Alexis Beghini Carvalho, era amigo de Nilton, que é um rapaz de classe média alta. O empresário e os parentes foram sequestrados em Jacarepaguá. A polícia diz que o crime foi planejado por Leanny com ajuda do irmão, que morava na Vila do João, no Complexo da Maré, e foi morto em troca de tiros com a polícia. A investigação aponta que Leanny levava uma vida dupla. Ela conheceu Nilton há cerca de um ano. Segundo o Extra, na época o rapaz era obeso, pesando 180 kg. Os amigos acreditavam que a jovem queria se aproveitar da relação com Nilton. O namoro seguiu e o rapaz, que é engenheiro e filho de um ex-funcionário da Cedae, fez cirurgia bariátrica e perdeu vários quilos. Os dois apareciam em fotos nas redes sociais sempre em viagens, aparentando felicidade. Leanny ostentava presentes caros que ganhava do namorado. “A impressão que dá é que ele fazia todos os gostos dela para não perdê-la. E como tinha a cabeça fraca acabou concordando até em prejudicar um amigo por ela. Mas tudo será investigado. Queremos saber quando começou esse planejamento e se tem mais envolvidos”, explica o delegado Marcelo Carregosa, da 5ª DP do Rio de Janeiro.