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A PF (Polícia Federal) já possui um conjunto de informações que considera suficientes para indiciar pelo menos quatro fazendeiros pelo início das queimadas na região da Serra do Amolar, no Pantanal de Mato Grosso do Sul, informa o colunista Amaury Ribeiro Jr, do portal UOL. O MPF (Ministério Público Federal) analisará a questão, e pode ou não denunciar os investigados à Justiça Federal.
De acordo com a publicação, a partir de imagens de satélite da Nasa (agência espacial americana) e do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), os peritos da PF encontraram vestígios que indicariam a ação humana nas queimadas nas propriedades rurais. A PF também colheu na região depoimentos de trabalhadores das fazendas e de moradores que, segundo investigadores, dificultam a defesa dos fazendeiros.
De acordo com a análise dos peritos, os focos de incêndio tiveram início no dia 30 de junho, quase na mesma hora, em quatro propriedades localizadas na região oeste do rio Paraguai.
Para a PF e o MPF, esse fato indica que a prática de colocar fogo na vegetação para o plantio de pastagens pode ter sido uma ação combinada entre os fazendeiros. Segundo as testemunhas, dias antes de mandar seus funcionários colocar fogo nas propriedades, os fazendeiros providenciaram a retirada de todo o gado.

O advogado e pré-candidato a vereador da cidade de Patrocínio (MG), Cássio Remis (PSDB), de 37 anos, foi morto a tiros na tarde de quinta-feira (24), após participar de uma transmissão ao vivo nas redes sociais.
Segundo reportagem da Folha de São Paulo, Cássio denunciava na live uma obra realizada pela prefeitura da cidade quando foi interrompido pelo secretário de Obras, Jorge Marra (DEM), que chegou em uma caminhonete e tomou o celular do político.
“Tá aqui o secretário. Chegaram aqui para me agredir, entendeu? Não pega meu telefone!”, afirma Remis no vídeo antes de ter o celular tomado. À reportagem, a Polícia Militar informou que Remis foi atingido por cerca de seis disparos —cinco deles na cabeça— e morreu no local. O principal suspeito do crime, Jorge Marra, é irmão do prefeito, Deiró Marra (DEM), e está foragido, segundo a polícia.
O prefeito se pronunciou no início da noite lamentando a morte do candidato. “Nós lamentamos tudo que aconteceu, essa sequência de fatos —absolutamente, eu diria, injustificáveis— que culminaram com a morte do Cássio Remis.”
A prefeitura decretou luto de três dias na cidade. Segundo o prefeito, a exoneração do secretário de Obras será feita nesta sexta-feira (25). Ele disse que não sabe do paradeiro do irmão. “Não tenho notícias nem do paradeiro dele, mas que ele possa fazer sua defesa, suas argumentações, enfim esclarecer”, disse Deiró.

A Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (DTE) de Vitória da Conquista frustrou uma tentativa de enviar pasta base de cocaína do interior para a capital baiana na tarde de sexta-feira (18). Os agentes de segurança apreenderam três quilos da droga, avaliados em 100 mil reais, além de R$ 650 em espécie, com uma suspeita.
Através de ações de inteligência, as equipes descobriram a tentativa de envio da droga, para Salvador, através de uma transportadora. A mulher, presa em flagrante, confirmou que o entorpecente seria entregue a um comparsa que atua na capital.
“Estamos com o cerco cada dia mais fechado para o tráfico de drogas. Combatemos a venda tradicional, no varejo, e também a busca dos criminosos por novos meios. Desmontamos recentemente o envio de entorpecentes pelos Correios e agora a tentativa via transportadora”, declarou o titular da DTE de Vitória da Conquista, delegado Neuberto Costa Souza.

A Polícia Federal intimou o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) a prestar depoimento no âmbito do inquérito que investiga a organização e o financiamento de atos antidemocráticos.
Ambos serão chamados na condição de testemunhas. O caso, que tramita sob sigilo no Supremo Tribunal Federal (STF), investiga deputados, youtubers e influenciadores bolsonaristas.
Em junho, o relator do inquérito, ministro Alexandre de Moraes, afirmou que as investigações da Procuradoria-Geral da República (PGR) apontam a ‘real possibilidade’ de atuação de associação criminosa voltada para a ‘desestabilização do regime democrático’ com o objetivo de obter ganhos econômicos e políticos. Fonte: Terra

Uma operação da Polícia Federal (PF) foi deflagrada na manhã desta terça-feira (15) para combater crimes de fraude à licitação e a direitos trabalhistas, além de desvio de verbas públicas, em Jequié, no sudoeste da Bahia. Como parte da operação, foi cumprido um mandado judicial que determinou o afastamento do prefeito Sérgio da Gameleira (PSB) pela segunda vez.
O afastamento foi expedido pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região e vale por 60 dias. O G1 entrou em contato com a prefeitura de Jequié, que informou que, por enquanto, não vai emitir nota sobre o caso.
Batizada de Guilda de Papel, a operação cumpre 10 mandados de busca e apreensão e outras cinco medidas cautelares diversas da prisão. Além de Jequié, as ações foram realizadas também na cidade de Feira de Santana.

Investigada pela Operação Catarata, a ex-deputada Cristiane Brasil se apresentou à Polícia Civil do Rio de Janeiro na tarde desta sexta-feira (11). Segundo a corporação e o Ministério Público do Rio de Janeiro, o esquema pode ter desviado até R$ 30 milhões em recursos públicos destinados à assistência social.
A mesma operação prendeu na manhã desta sexta-feira (11), o secretário de educação do estado do Rio de Janeiro, Pedro Fernandes. Por meio da assessoria, Cristiane Brasil – que é filha do presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson – alegou que estava fora do estado no turno matutino.
Em vídeo postado nas redes sociais, a ex-deputada alegou inocência e questionou o fato de o mandado de prisão ter sido feito próximo da campanha política da eleição municipal – ela é pré-candidata a prefeita do Rio.”Isso num momento em que minha candidatura se fortalece. Creio que tenha interesse político nesses atos que acontecem. Minha consciência está tranquila de que a justiça será feita e os fatos serão esclarecidos a meu favor.”
O MP argumenta que a prisão era necessária pela sua proximidade com outras pessoas do esquema. Os promotores sustentam que Cristiane Brasil recebia em espécie, por meio de pagamento de contas pessoas ou através das assessoras Vera Lúcia Gorgulho Chaves de Azevedo e Suely Soares da Silva – também denunciadas.

Policiais federais de Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro deflagraram, na manhã de desta sexta-feira (11), a Operação Status com o objetivo de combater a lavagem de dinheiro do tráfico de drogas. Na ação estão sendo sequestrados mais de R$ 230 milhões em patrimônio do tráfico de drogas no Brasil e no Paraguai.
O esquema criminoso investigado tinha como ponto principal a lavagem de dinheiro do tráfico de cocaína, por meio de empresas de “laranjas” e empresas de fachada, dentre as quais havia construtoras, administradoras de imóveis, lojas de veículos de luxo, dentre outras.
A estrutura, especializada na lavagem de grandes volumes de valores ilícitos, também contava com uma rede de doleiros sediados no Paraguai, com operadores em cidades brasileiras como Curitiba, Londrina, São Paulo e Rio de Janeiro.
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O Ministério Público e a Polícia Civil do RJ fizeram buscas na manhã desta quinta-feira (10) na Prefeitura do Rio, na casa do prefeito, Marcelo Crivella (Republicanos), e no Palácio da Cidade, onde ele despacha.
Segundo informaçōes da TV Globo, agentes apreenderam um telefone celular de Crivella. A ação é um desdobramento da Operação Hades, que investiga um suposto ‘QG da Propina’ no Executivo municipal.
O 1º Grupo de Câmaras Criminais do Tribunal de Justiça do Rio expediu ao todo 22 mandados de busca e apreensão, pedidos pelo Grupo de Atuação Originária Criminal (Gaocrim) —que investiga agentes públicos com foro privilegiado. Não há mandados de prisão.
A Coordenadoria de Investigação de Agentes com Foro da Polícia Civil apoiava a operação. O G1 diz ter contatado a assessoria do prefeito, mas não teve resposta até a última atualização da reportagem. O advogado de Crivella esteve no apartamento dele, mas não falou com a imprensa.

Um femicida, acusado de matar a própria companheira com uma barra de ferro em Guanambi, foi preso por policiais da 22ª Coordenadoria Regional da Polícia do Interior (Coorpin), neste domingo (6).
O mandado de prisão preventiva foi cumprido um dia depois do crime, ocorrido na madrugada de sexta-feira (4) para sábado (05). O homem havia se arpresentado às autoridades com uma advogada. Agora, o acusado será levado para o sistema prisional.
Segundo o delegado Clécio Magalhães, coordenador da 22ª Coorpin/Guanambi, o homem executou o crime por ciúmes. “Ele também não aceitava o fim do relacionamento e agrediu a vítima com uma barra de ferro. Logo após o fato, na noite de sexta (04), nós iniciamos as investigações, em seguida solicitamos a sua prisão à Justiça”, informou.

Uma bomba caseira foi jogada na casa de uma mulher que prestou depoimento durante as investigações da morte do pastor Anderson do Carmo. Alvo do atentado, a empresária Regiane Rabelo disse que registrou o caso na Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo (DHNSG), responsável pelo inquérito sobre o assassinato. A residência fica em Itaipuaçu, na Região Metropolitana do Rio. A investida contra a residência da empresária ocorreu na madrugada de sexta-feira (4), segundo o jornal O Globo.
Na manhã do mesmo dia, agentes da DH estiveram na casa de Regiane e realizaram uma perícia no local. A empresária relata que a bomba foi jogada por volta de meia-noite em um corredor externo da casa. Ela e o marido estavam na residência. Regiane acredita estar sendo vítima de retaliações por ter denunciado a deputada federal Flordelis dos Santos e outros membros da família à polícia.
A empresária é ex-patroa de Lucas Cézar dos Santos Souza, filho adotivo de Flordelis, preso acusado de envolvimento no crime. “Na hora, foi um susto. A mãe da minha vizinha chegou a se jogar no chão com o barulho. A intenção era me dar um susto mesmo, para eu calar minha boca. Mas isso não vai acontecer. Fiquei assustada, mas já passou. Agora que não vão me calar”, contou Regiane, de acordo com O Globo.